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Atacando de Joe Silva: lutas a casar pós-UFC on Fuel 8

renatorebelo
@renatosrebelo
03/03/2013 às 18:25
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Com o UFC on Fuel TV 8 no passado, chega a hora desse pretensioso jornalista que vos fala vestir o chapéu de “matchmaker”.

Mantendo os pés do chão, dispensando confrontos improváveis e excluindo atletas já comprometidos, cheguei aos seguintes casamentos:

Wanderlei Silva x quem ele quiser

Como o “Cachorro Louco” não quer mais passar perrengue com dietas longas e desidratação, bater 84 kg torna-se improvável. Mas, como ele próprio disse ontem: “Os caras do meio-pesado são grandes demais”. Então, o que fazer? Superlutas, ora. Havia sugerido no texto “Analisando friamente: o futuro de Wanderlei Silva” que, em uma mundo ideal (para Wand, claro), Vitor Belfort perde para Luke Rockhold em Jaraguá do Sul e eles finalmente acertam as contas. Outra saída é chamar Sonnen pra a mão – caso o “Gangster de West Linn” caia diante de Jon Jones. Desafetos são sempre boas pedidas. De repente, até uma revanche com “O Aleijador” Chris Leben em peso combinado faz sentido.

 

Mark Hunt x Rodrigo Minotauro ou Roy Nelson

Não há como negar: o “Super Samoan” entretém. A mão de pilão, o shape roliço e o jeito carrancudo o tornam quase um personagem de história em quadrinhos. Mas, não sejamos cego. O gás do cara é problemático e o chão, então, nem se fala. Vamos passo a passo. À sua frente no ranking, duas opções intrigantes. Minota – caso vença Fabrício Werdum no UFC on FX 9 e Roy Nelson – que precisa despachar Cheik Kongo no UFC 159. Qualquer um deles dá um sanhaço brabo.

 

Takanori Gomi x Melvin Guillard

O retrospecto cheio de derrotas impede que o japa receba adversários bem ranqueados. O nome e o salário também afastam iniciantes e aventureiros inexpressivos. Temos que achar alguém em má fase cujo passado chame atenção. Alô, “Jovem Assassino”! Quatro derrotas em cinco lutas tem o americano. O perdedor deixa a cidade.

 

Diego Sanchez x Edson Barboza

Logo após o evento, o descendente de mexicanos chamou Nate Diaz pra dançar. Mas, calma lá. Você não está em posição para escolher muito, né, campeão? Além de não ter batido o peso, ainda suspeito que o sobrenome de um dos jurados seja Sanchez – tamanho o garfo contra Gomi. Edson Barboza seria um teste sob medida para entendermos as ambições do primeiro vencedor do TUF em seu retorno ao peso leve.

 

Yushin Okami x vencedor de Ronaldo Jacaré x Constantinos Philippou

Okami se tornou um porteiraço. Ao mesmo tempo que a escovada constrangedora que levou de Anderson Silva torna outro “title shot” impraticável, não há muitos caras capazes superá-lo na categoria. Vida que segue. Como o vencedor de Jaca x Costas ainda precisará de alguns encontros para fungar no cangote do campeão, o japa aparece como solução formidável.

 

Hector Lombard x Mark Munoz

Se não for demitido, o cubano precisa provar que vale a fortuna que recebe. Logo à sua frente na fila, “A Máquina de Bater Filipina” – em fase final de recuperação. O setor de RH está de olho.

 

Rani Yahia x Hacran Dias

Barnabé, grappler da pesada, precisa de par para o segundo compromisso no Ultimate. Por que não alimentá-lo com o campeão do ADCC? Esperem berimbolos insanos dessa aqui.

 

Dong Hyun Kim x Josh Koscheck

O cobertor coreano, PhD em vencer sem infringir danos, precisa de oposição competente no agarra-agarra para não matar a plateia de tédio. Biro-Biro, em busca de um levante, é desses. No-brainer.

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