Pensando alto: a análise
informal do UFC Fortaleza 3

Thiago Sampaio | 03/02/2019 às 03:23

A terceira passagem do UFC por Fortaleza, capital cearense, parecia que ficaria abaixo do que os eventos anteriores mostraram.

Muitas decisões divididas (algumas duvidosas), mas a porção principal tratou de cortar o efeito Rivotril e empolgou o público presente, que marcou presença bem menos do que o esperado.

O “UFC on ESPN+ 2: Assunção vs. Moraes 2” foi para a conta na noite deste sábado (2), no Centro de Formação Olímpica do Nordeste, terminando com oito das 13 lutas pela via rápida. Apenas três brasileiros saíram derrotados contra estrangeiros.

Se na luta principal tivemos a consolidação da posição de desafiante número um da categoria galo, com Marlon Moraes finalizando o duríssimo Raphael Assunção ainda no primeiro round, vimos no co-main event o ex-campeão José Aldo voltando a fazer a festa diante da torcida, batendo um embalado Renato Moicano.

Contamos ainda com destaques que tornaram o ritmo dinâmico, algo como um clímax de “Vingadores: Guerra Infinita” com “Mad Max: Estrada da Fúria”. Os protagonistas desse feito foram a sede por revide de Charles Oliveira e um nocaute avassalador do carismático Johnny Walker.

Antes disso, o terreno já havia sido bem preparado com um festival de trocação franca entre Thiago Pitbull e Max Griffin, apesar do resultado controverso.

Mas deixa de conversa fiada e vamos lá!

O que é preciso mais?

Já foi falado aqui no Sexto Round sobre como Marlon Moraes se parece com o “One Punch Man”. Há algum tempo o peso galo tem mostrado que a semelhança não é apenas física, mas o que ele fez com Raphael Assunção, um cara que nas últimas 12 lutas só perdeu para o campeão, reforça que o real apelido dele é justo: Mágico.

Se no primeiro embate entre eles, vencido por Raphael numa decisão dividida apertada, poderia ter ido para qualquer um dos lados, aqui Marlon tratou de não deixar nenhuma dúvida. Um soco certeiro de contragolpe levou o pernambucano a knockdown. 

No solo, Assunção teoricamente levaria vantagem. Mas foi Moraes quem encaixou uma guilhotina e arrancou os três tapas aos 3m17s do primeiro round. Um nocauteador nato, vencendo por finalização um dos lutadores mais cerebrais e mestre em antijogo!

Um desfecho inesperado pela maneira como decorreu, mas não pela crescente nos resultados de Marlon, que vinha de nocautes fulminantes nos tops Aljamain Sterling e Jimmie Rivera.

Com uma atuação desta, fica difícil negar um title-shot para o carequinha da voz aguda. E alguém duvida que ele faria uma luta empolgante contra T.J. Dillashaw?

Uma furada de fila de Henry Cejudo, que há pouco tempo atropelou o campeão na divisão de baixo, é bastante provável. Mas vai que, uma vez na vida, eles resolvem ser justos com quem tem feito por merecer.

Respeito ao “Campeão do Povo”

Ele é “Mais Forte Que o Mundo”, sim. Não importam as derrotas recentes, o que José Aldo já fez e o que mostrou que ainda é capaz de fazer, mesmo com a carreira na reta final (pelo menos é o que ele diz), merece todo o respeito e uma eminente vaga no hall da fama do UFC.

Azarão na bolsa de apostas contra Renato Moicano, um jovem faminto por uma chance de se tornar o campeão dos penas, Aldo terminou o combate como nos tempos áureos de WEC e do próprio UFC, com direito a comemoração no meio da torcida, como fez quando nocauteou Chad Mendes, no UFC 142, em janeiro de 2012.

O combate começou com pouca ação como já era esperado. Moicano tomava mais iniciativa das ações e fez o ex-campeão andar para trás em alguns momentos. O manauara atuou da maneira de sempre: estudando o que o adversário viria a oferecer, partindo para o ataque efetivo na reta final do primeiro round.

Até mandou dois chutes baixos, mas manteve a preocupante postura de boxeador, atingindo inclusive um cruzado na linha do fígado como o que derrubou Jeremy Stephens.

Mas no segundo, foi só aproveitar a primeira chance que partiu para definir. Moicano sentiu outro golpe naquela mesma região, o que foi questão de (pouco) tempo para Zé Aldo Júnior encurralar e arrancar o nocaute técnico com uma sequência de socos, fazendo o árbitro interromper o combate enquanto Renato ainda estava em pé, aos 44 segundos.

Garantiu a vibração do público local e mais uma vitória impressionante, algo que estava em falta mesmo quando era campeão nos últimos anos.

E o futuro? Por mais que ele diga que não tem pretensão de voltar a disputar o cinturão, o nome dele não pode ser ignorado. Uma terceira luta contra Max Holloway, para quem perdeu duas vezes, é improvável. Mas e se o Blessed subir para os leves? Enfrentar Anthony Pettis na divisão até 70kg também não pode ser descartado.

Nada apaga o potencial do ótimo Renato Moicano. O cara é de um profissionalismo exemplar, segue treinando forte na American Top Team e talvez tenha a chance de disputar o título num futuro próximo. Só não foi a vez dele.

O verdadeiro Backpack Man

O maior garoto-propaganda de mochilas até parecia que passava por uma crise, sofrendo um impacto da crise do mercado financeiro, perdendo tal vaga para o Backpack Boy, o menino que viralizou uma dancinha na internet. Mas o Demian Maia que todos conhecem voltou a dar as caras, sem levar um soco sequer.

Depois de três lutas contra wrestlers da elite em que não conseguiu derrubar e impor o espetacular jiu-jítsu, o ex-desafiante dos médios e meio-médios se mostrou bem tranquilo contra um striker, caso de Lyman Good. Apesar de não estar nem ranqueado, o ex-campeão do Bellator é um cara forte que poderia dar trabalho.

Mas não demorou para Demian fazer o que todos sabem que ele vai fazer, mas nem sempre é possível evitar. Mochilou, pegou as costas e, com apenas 2min38s, encaixou um mata-leão em pé. Tamanha era a pressão no pescoço torcido que Good batucou.

São 41 anos de idade, 12 deles só no UFC, onde tem a “singela” marca de 10 finalizações. Restam duas lutas no contrato, que ele deve cumprir e encerrar a carreira. Como não há mais ambições para title-shot, nem seria má ideia se recebesse mais adversários não tão versáteis para Maia continuar a honrar a arte suave.

É um nome que vai conferir peso a alguns cards e finalizar uma trajetória mais do que digna. Mas na entrevista coletiva, ele já tratou de desafiar outro wrestler: Michael Chiesa

Vitória com olhar diferenciado

Pimenta nos olhos dos outros pode ser refresco, mas um violento dedo no olho de Charles do Bronx, não! O paulista, que fora do octógono usa óculos e, nas lutas, sequer pode aderir a filosofia de Raul Seixas de que “quem não tem colírio usa óculos escuro”, foi atingido duas vezes por David Teymur logo no começo.

Quase custou a ele a permanência no duelo! Na primeira, o sueco até teve um ponto reduzido, de tão grave que foi. Mas Charlinho voltou mais pistola do que nunca! Parecia disposto a devolver a brutalidade à altura e até esqueceu o jiu-jítsu, partindo afoito para a trocação contra um striker gabaritado como Teymur.

Tomou sustos com a guarda baixa, arriscou chutes rodados, mas também foi duramente atingido. Praticamente enxergando com um olho só, o brasileiro continuou com raiva da vida e seguiu na pancadaria. Mostrando boa evolução no muay thai, balançou o adversário e parecia que iria conseguir um nocaute técnico.

Mas ali surgiu a luz de alerta do finalizador e tratou de puxá-lo para um belo triângulo de mão, arrancando os três tapas.

Foi nada menos que a 13ª finalização dele só no UFC, recorde que aos 29 anos, deve aumentar de maneira considerável. Já são quatro vitórias em seguida na divisão dos leves, que pelo o que parece, deve continuar lá.

Melhorando algumas brechas defensivas, tem boas chances de seguir envergando ossos e musculaturas e escalar o ranking.

Keep Walking…

Sabe aqueles dinossauros do futebol que tanto reclamam que falta ao esporte o estilo moleque, malandro…arte? Bom, pelo menos no MMA, tem um cara com esse perfil.

Se na entrevista que fiz com Johnny Walker dois dias antes do evento, ele disse que o Brasil ainda não o conhecia pois em sua estreia, precisou de menos de dois minutos para nocautear Khalil Rountree, o país pode até continuar sem o conhecer a fundo, pois bastaram 15 segundos para aniquilar Justin Ledet.

Mas com certeza ele já deixou o recado!

O rapaz com nome de whisky entrou dançando como se estivesse indo para a farra, ficou escorado na grade antes do início, nem parecia que iria trocar golpes com um ex-peso pesado. Logo acertou um chute com o calcanhar no rosto, seguido de um soco giratório, levando o ex-jogador de basquete para o chão.

Ainda ameaçou aplicar um chute ilegal ali, mas teve tempo para raciocinar e só terminou de liquidar a fatura com socos. Nem suou! Ainda fez piruetas, imitou foca, caiu nas graças da plateia que estava precisando de um nocaute desses para empolgar e ainda pediu para lutar de novo, se pudesse, no mesmo dia.

Na desértica categoria dos meio pesados, deve garantir uma vaga no top 15 e conseguir um desafio de maior visibilidade na próxima. Ele já disse que é o cara a destronar Jon Jones. É cedo para dizer que a promessa vai se concretizar, mas ele vai fazer barulho!

Menções honrosas

  • Sarah Frota sentiu o peso de lutar no UFC. Literalmente! Além de não bater o peso por mais de 3kg, também não conseguiu bater a adversária, Livinha Souza. Visivelmente maior, ela, que parece uma vilã dos X-Men, conseguiu aplicar golpes mais fortes, botou algumas vezes para baixo, mas pouco fez ali. Em desvantagem, a ex-campeã dos palhas do Invicta FC teve seus momentos em pé, mas a diferença no jiu-jítsu era nítida. Venceu numa split-decision debaixo de algumas vaias daqueles que estavam doidos para que a luta terminasse.
  • Pitbull é uma raça de cão que, mesmo com idade avançada, não perde a valentia. Embalado pela torcida como o único representante do Ceará no card, o veterano Thiago Alves mostrou coração de Rocky Balboa, honrando a entrada com “Eye of the Tiger”, e entregou uma pancadaria das boas contra Max Griffin, vencendo por decisão dividida. Seria a oportunidade perfeita para anunciar o fim da carreira na cidade onde nasceu, mas não o fez. Resultado justo? Não. O cearense quase foi pra vala ao soar do gongo do primeiro round, quase nocauteou no segundo, e no terceiro, quando os dois estavam mortos, o americano dominou a maior parte do tempo na grade, sem efetividade. Valeu pelo show.
  • Entrando ao som de “Don’t Stop Me Now”, nem o espírito de Freddie Mercury e sua icônica pose de braço erguido ajudaram Júnior Albini a não ser parado. O Baby até foi bem na primeira etapa, trocando o mínimo possível e abafando Jairzinho Rozenstruik. Mas já começava a sentir o perigo quando ia para a troca de golpes e, no segundo round, um cruzado de direita e um chute alto de esquerda do grandão de Suriname trataram de apertar o botão de Stop. Agora o emprego do lutador de Paranaguá está em risco. E também o de a memória mais marcante dele ser o fraldão que usou na luta contra Andrei Arlovski.
  • O sobrenome Nurmagomedov é mesmo sinistro por natureza. Said, primo do campeão dos leves Khabib, veio de uma vitória pra lá de contestada na divisão de baixo. Mas bastaram 2min28s para interromper a série de vitórias do peso galo Ricardo Carcacinha, começando com um belo chute na linha de cintura, seguido de uma sequência de socos. Nocaute rápido que merece que fiquemos de olho nele. Mas esse não pulou depois do octógono para agredir ninguém. Ufa!
  • A vinda de Magomed Bibulatov ao Brasil foi como um bom russo apreciador de vodka que, ao sair para a noitada, recebeu o destilado mais barato do boteco. Ele não deu show, mas dois jurados viram que as tentativas de finalização de Rogério Bontorin no primeiro round e um esforço extra no último valeram para ele a vitória. Há margem para controvérsia, mas o efeito no visitante foi de dor de cabeça no dia seguinte e a vontade de não voltar mais para o lugar. E a categoria dos moscas segue fadada ao fim.
  • Renato Rebelo

    Pessoal, seguem, também, as minhas resenhas em vídeo.

    Aldo x Moicano:
    https://www.youtube.com/watch?v=FsixG0CAQGM

    Marlon x Raphael 2
    https://www.youtube.com/watch?v=o8OVuWWpQpg

    Demian x Good
    https://www.youtube.com/watch?v=tOy0Z7dZpi4

  • Mauro

    Como comentei…
    Torci duas vezes para o Edgar contra o Aldo. Não suporto o Aldo. Agora, se quem o vencesse fosse o Moicano. Eu então deixaria de assistir MMA, pois decretaria que não entendo nada do esporte, torcendo para Edgar que perde duas, e o moicano vencendo.

    A galera do combate queria imensamente que moicano vencesse. Seria mais um para fazer a chamada, e sonhar com cinturão. Mas os tops são outro níveis. E bom lutador, mas sou mais Alexander Volkanovisk.

    Tempos atrás fizeram um podcast sobre quem seria o contender. Citaram Moicano, e até Aldo. André Azevedo até falou em colocar os dois para lutar e decidir o próximo. Bom, agora que o moicano saiu do jogo, quem sabe no próximo se lembrem do top 3, ex campeão dos leves. E não fale apenas do top 2, e depois do top 4, ignorando a lenda na cara dura.

    Parabéns ao Aldo. E parabéns por seus palpites Rebelo. Não lembro de todos, mas acredito que acertou boa parte.

    Parabéns ao Marlon também. Acredito que será campeão. Curto muito o estilo do TJ, mas o mesmo não tem queixo. Já foi nocauteado por dois pesos moscas, e já sofreu kncodkdown para Cody e Raphael. Marlon é um peso pena nos galos, seu treinador diz que ele pesa mais que Edgar. Acredito que teremos um novo campeão. O que não é novidade. Essa categoria tem imensa rotatividade.

    • Luiz Antonio Felisberto

      A movimentação do Moraes lembra em muito a do Edgar. Com certeza ele bebeu na fonte o Campeão dos leves.

      • Thiago Sampaio

        Imagina como eram os treinos com Frankie Edgar, Marlon Moraes, Zabit Magomedsharipov, Eddie Alvarez e Edson Barboza (que não está mais lá com o Ricardo Cachorrão).

        • Mauro

          Eu pensei isso para palpitar a favor do Said contra o Carcacinha.

          Carcacinha e conhecido por um jiu-jitsu, mas nunca finalizou no UFC .Said é um russo com sobrenome “Nurmagomedov”, que treina com Edgar, Zabit, Cachorrão, Marlon. Então, ficou claro em quem eu palpitaria.
          Os: Ricardo Almeida ainda está lá sim. Estava no corner, inclusive. Edgar tem afiado muito o bjj com ele, e com Timur Valiev (campeão mundial de Pankration), provavelmente já pensando em pegar o campeão Holloway e suas pernas finas.

          • Thiago Sampaio

            Eu disse que quem não está mais treinando lá é o Edson Barboza, que foi para a ATT.

          • Mauro

            Ah, certo.
            Pensei que tinha dito que o Edson e o cachorrão havia saído. Foi mal.

      • Mauro

        O efeito do Edgar no Marlon e recíproco. Porém, e maior que o efeito do Marlon no Edgar. Ou mais efetivo.

        Se vc rever as últimas lutas do Edgar desde a segunda luta com Aldo, verá Edgar tentando aplicar chutes. Não estou falando de Low Kick, estou falando de chutes.

        Certamente muito influenciado pelo mini cro cop.

        Mas, o mini cro cop luta com lutadores de sua estatura, o que facilita o chute entrar. Edgar luta com lutadores mais altos, então estes chutes são perdas de tempo e energia. Poderia adicionar os Low kick e chutes na linha de cintura em seu arsenal. Invés de chutes altos. Tentou da um rodado no Ortega que foi patético de tão previsível. E tentou um chute na orelha do Aldo e acabou sofrendo contragolpe e caindo de bunda.

    • Thiago Sampaio

      Volkanovski seria um desafio real para o Aldo…bom em pé, muito forte no wrestling. Ainda assim, daria o favoritismo para o brasileiro, que tem uma excelente defesa de quedas.

      Se eu fosse o matchmaker, casaria: Aldo x Ortega e Edgar x Volkanovski.

      • Mauro

        Aldo seria favorito, mas…

        Acho que Alexander daria mais trabalho que o Moicano.

        Alexander têm queixo, e certamente puxaria o Aldo para a Franca. Coisa que acho que Edgar deveria ter feito na segunda luta, mas preferiu seguir fielmente a estratégia pífia. Aldo que Chad fez, e quase se deu bem. Só que hoje, o gás e o queixo do Aldo já estão duvidosos. Então, não duvido Alexander por Aldo para dormir.

        Teu casamento é legal, mas depende do campeão.

        Se Holloway quiser lutar nos próximos meses, então dêem o Edgar. São 67 quedas bem aplicadas no UFC. Até a última vez que vi, era o quarto que mais aplicava, atrás de DJ, Tibau, e GSP. Nenhum destes estão mais.

        Agora, se Max for enrolar, continuar tirando fotos com o filhão, então teu casamento é ótimo.

        • Luiz Antonio Felisberto

          Realmente a próxima luta valendo o Title Shot ou o Título vago é Edgar vs Volkanovski. Se for valendo o Título vago, botaria Aldo vs Ortega pela vaga de desafiante nº1. Que tal?

          • Mauro

            Se o campeão abdicar do título,
            Eu colocaria os mesmos casamentos que você, mas para definir os próximos contender. Tipo um gp com os top 4. E os vencedores se matam pelo título.

            Tua ideia me agrada muito, também.

            Como fã, acredito que Edgar aguenta o Alexander. Mas o menino tá bufando. Não me surpreenderia. Tem grande potencial. É mais Striker que moicano/Ortega, e mais forte que o Edgar. Por sinal, Aldo dizer que não o conhece é brincadeira. Espancou Elkins e nocauteou Chad.

    • Malk Suruhito

      Acho que vimos transmissões diferentes, pois o pessoal do Combate não escondeu a torcida para o Aldo.

      • Mauro

        Azevedo disse que Moicano tem jogo de encaixe para vencer o Holloway. Afonso dizia que nos últimos dois round o moicano era favorito. Naquela narração que apresenta os lutadores, o narrador dizia que se moicano seguisse a estratégia, provavelmente teria mais uma vitória por pontos.

        O único que torcia por Aldo era Luciano Andrade, que é fã dele.

        • Malk Suruhito

          Quem é Afonso? Quem é Azevedo?

  • Rafa Costa

    Joga mais videos, não perco nenhum.

  • Luiz Antonio Felisberto

    Amigos estou vendo nas redes sociais muitos dizendo que talvez o juiz tenha parado um pouco cedo.O que acham?! Na minha opinião o Moicano estava semi nocauteado. O Aldo deu uma volta inteira no 8 batendo nele. Vi um vídeo do Moicano perguntando aos fãs.

    • Thiago Sampaio

      Na minha opinião, até poderia ter deixado mais alguns segundos, mas dificilmente mudaria o resultado. Antes da interrupção, o árbitro alertou duas vezes o Moicano para reagir, o que não aconteceu. Não dá para dizer que foi injusto.

      • Luiz Antonio Felisberto

        Realmente.

    • Mauro

      Penso igual a ti. Aldo estava sobrando.

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