Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC Brooklin

Thiago Sampaio | 17/01/2019 às 00:33

Ano novo, casa nova! Que comece a temporada de muita luta! E o primeiro evento do UFC de 2019 marca a estreia da organização na ESPN após mais de cinco anos na Fox.

O UFC Fight Night 143: Cejudo vs. Dillashaw, ou UFC ESPN+ 1, acontece a partir das 21h (horário de Brasília) deste sábado (19), no Barclays Center, no Brooklyn, Nova Iorque.

Na luta principal, Henry Cejudo defende o seu recém conquistado cinturão do peso mosca logo contra o campeão da categoria de cima, o talentosíssimo T.J. Dillashaw, que desce para esta que pode ser a despedida da divisão até 57kg.

No co-main event, aproveitaram a popularidade de Greg Hardy como jogador da NFL para arrebanhar parte da audiência do novo canal que curte o futebol da bola oval. Ele enfrenta Allen Crowder pelo peso pesado.

Além desses, o evento está cheio de nomes populares para garantir o início da nova jornada com o pé direito, como Donald Cerrone, Glover Teixeira, Paige VanZant, Gregor Gillespie, entre outros.

Mas vamos lá aos destaques!

Quem poderia imaginar isso?

Vista desde sempre com desdém por muitos, a categoria dos moscas finalmente vai ganhar uma superluta. Mas o cenário atual era improvável por dois motivos. Primeiro: não envolve Demetrious Johnson. Segundo: pode ser a despedida da divisão no UFC!

Por muito tempo, T.J. Dillashaw (16-3, 12-3 UFC), atual campeão dos galos, desafiou Johnson, então campeão supremo até 57kg, com 11 defesas de cinturão. O Mighty Mouse se mandou para o One FC e abriu a chance para Henry Cejudo (13-2, 7-2 UFC).

Cejudo fez no UFC 227, em agosto de 2018, o que parecia impossível: destronar Demetrious Johnson. Tudo bem, não foi um passeio, venceu numa decisão dividida, mas não tem como reconhecer a excelente atuação naquela noite abençoada.

O medalhista de ouro olímpico no wrestling vinha numa crescente, com vitórias convincentes sobre Wilson Reis e Sergio Pettis, mostrando uma franca evolução na luta em pé, antes de se tornar o segundo campeão da história dos moscas do Ultimate.

Pelo histórico de Johnson, até fazia sentido uma terceira luta (ele havia nocauteado Cejudo rapidamente em 2016), mas o fenomenal ex-campeão optou por respirar novos ares no continente asiático e foi envolvido numa troca com Ben Askren.

E enfim veio a chance de Dillashaw baixar de peso e tentar se tornar campeão de duas categorias ao mesmo tempo, seguindo os passos de Conor McGregor, Daniel Cormier e Amanda Nunes. E pelo o que tudo indica, a divisão dos moscas pode ser dissolvida após o duelo.

Nos galos, o loirinho vive o segundo reinado como campeão, desde que chocou o mundo ao fazer Renan Barão de gato e sapato 2014. Recuperou o cinturão em 2017 ao nocautear no segundo round o ex-companheiro de equipe, Cody Garbrandt.

Sem muitas opções vendáveis à disposição, o UFC optou marcar uma revanche imediata. No mesmo UFC 227, Killashaw despachou mais uma vez Garbrandt, desta vez ainda mais rápido, no primeiro round.

Em condições normais, é um problema e tanto para Cejudo. Tem movimentação nada convencional, troca de base o tempo todo, nunca fica parado na frente do adversário, tem mãos rápidas e chutes perigosos, sempre fintando bem os golpes.

O novo rei dos moscas tem mostrado um boxe cada vez mais afiado, mas deve ter problemas com a rapidez do desafiante. O wrestling fora da curva, que fez muita diferença na luta em que se tornou campeão, deve fazer a diferença.

Mas Dillashaw é wrestler da primeira divisão da NCAA. Eficiente o suficiente para evitar a maior parte das investidas de queda ou, se for amarrado, não ficar encurralado por muito tempo.

A dúvida é como vai reagir com a inédita perda de peso. Semanas antes do evento, as fotos indicavam que ele estava pronto para atuar como figurante de The Walking Dead. Henry está acostumado ao peso e, se o duelo se prolongar por cinco rounds, pode levar vantagem.

E o que virá em seguida, com a possível extinção da categoria em pauta, ninguém faz a menor ideia.

Atração de outro esporte no co-evento

O maior atrativo do co-evento principal não diz respeito ao MMA. A posição no card é atribuída apenas à fama de Greg Hardy (3-0, 0-0 UFC) como jogador de futebol americano, que faz a quarta luta profissional, contra Allen Crowder (11-3-0-1, 1-1 UFC).

O astro que se destacou atuando pelo Carolina Panthers e pelo Dallas Cowboys se empolgou com a ideia de trocar golpes e recebeu carta branca do presidente do UFC, estreando logo no Dana White’s Tuesday Night Contender Series.

O que ele mostrou? Que pode derrubar qualquer um rapidamente. Nas duas edições do Contender Series em que apareceu, nocauteou Austen Lane e Tebaris Gordon, ambos em menos de um minuto. Depois, apagou Rasheem Jones, pelo Xtreme Fight Night, em 53 segundos.

Antes, no MMA amador, fez três lutas e venceu todas da mesma maneira: encaixando a mão pesada. A luta que demorou mais? 1 minuto e 36 segundos.

Se aproveitando do nome que o jogador da NFL/lutador carrega, deram uma boa visibilidade e um adversário condizente com o estágio da nova carreira. Crowder tem mais experiência, porém, é mais um peso pesado limitado que depende da força para vencer.

O “Pretty Boy” (que autoestima esse rapaz tem!) também surgiu no DWTNCS, na ocasião, nocauteando Don’Tale Mayes no terceiro round com uma sequência de socos e cotoveladas no ground and pound. Na estreia no UFC, foi nocauteado por Justin Willis na primeira etapa.

Tem 13 lutas na carreira, incluindo uma pelo Bellator. Tem cinco vitórias por nocaute, três por finalização, apenas uma por decisão, além de um no-contest. Mas nas três derrotas, foi nocauteado. Eis onde mora a grande chance de Hardy.

Sem precisar segurar uma bola oval, Greg Hardy tem potência nos punhos para liquidar rapidamente. Mas como nunca passou do primeiro round (nem sequer chegou a dois minutos de luta), pode se atrapalhar se não conseguir deitar logo o adversário.

Crowder não tem o melhor dos queixos, não é um exemplo de fôlego, mas já foi mais testado. Também bate pesado e, se for esperto, pode partir para derrubar, capitalizar ali, podendo até tentar arrancar os três tapas.

Hardy ainda é cru no jiu-jítsu. Pelo menos até aqui, nem precisou mostrar o pouco que aprendeu no chão. O adversário não é nenhuma referência de técnica, mas já venceu três vezes por finalização na base da grosseria.

Olho nesse cara!

Gregor Gillespie (12-0, 5-0 UFC) há algum tempo é uma das principais promessas na divisão dos leves. Não vai ser desta vez que ele vai receber um desafio de elite, mas Yancy Medeiros (15-5-0-1, 6-5-0-1 UFC) é o maior teste dele no UFC até agora.

Invicto em 12 lutas e com cinco lutas no Ultimate, passou sem dificuldade por Glaico França, Jordan Rinaldi, Jason Gonzalez, Andrew Holbrook e Vinc Pichel. Desses, só o primeiro foi para as papeletas.

Medeiros, após uma corrida irregular na categoria até 70kg, teve bom desempenho entre os meio médios, perdendo apenas para Donald Cerrone, nocauteado no primeiro round.

Lá, finalizou Sean Spencer, atropelou o coitado do Erick Silva e fez uma lutaça com Alex Cowboy, vencendo no terceiro round.

Sabe-se lá por qual motivo, o havaiano resolveu voltar para os leves e recebeu logo um adversário com ferramentas que podem complicar a vida dele. E vai ter que se virar nos 30 para mostrar que é mais do que uma escada.

Ex-campeão do Ring of Combat, Gillespie sabe utilizar a ferramenta que precisa, sempre com eficácia. Tem se mostrado cada vez mais à vontade na trocação, com um boxe funcional, ofensivo e com contundência nos golpes.

Mas não tem como fugir do gabarito de wrestler da divisão I da NCAA. Tanto defende como derruba com certa facilidade e sabe fazer uma pressão absurda no solo, trabalhando o ground and pound e arrancando finalizações.

Medeiros é um striker que pode complicar o novo ranqueado se prevalecer a luta em pé. Tem um arsenal versátil, sabe imprimir pressão e evitar espaços. Também aguenta pancadas, como mostrou contra Alex Cowboy, mas não repetiu contra o americano do mesmo apelido.

Mas retornar para a categoria de baixo pode afetar o rendimento. Entre os 77kg, visivelmente ele tinha um certo sobrepeso. Vale lembrar que ele já lutou no passado como meio pesado. Nitidamente a balança será um obstáculo.

O havaiano tem condições de engolir no volume de golpes ou tirar algum highlight da cartola e arrancar um nocaute. Mas vai ser uma tarefa árdua contra um atleta bem mais completo que pode direcionar o combate para onde se sentir mais à vontade.

Revanche improvisada

Como existe o temor que T.J. Dillashaw não bata o peso, viram em Joseph Benavidez (26-5, 13-3 UFC) a necessidade dele ficar à disposição para uma eventual substituição. Então, arrumaram uma luta pra ele, contra Dustin Ortiz (19-7, 8-5 UFC).

O atleta da Team Alpha Male estava com duelo marcado contra Deiveson Figueiredo no cancelado UFC 233. O brasileiro, por sua vez, depois de idas e vindas de decisão, não topou lutar uma semana antes. A saída encontrada foi uma revanche contra Ortiz.

Eles lutaram em 2014, com uma vitória por decisão unânime bastante clara para Benavidez. Depois dali, o Joe-Jitsu venceu mais quatro em seguida (incluindo contra Henry Cejudo), até voltar de um hiato de um ano e meio parado perdendo para Sergio Pettis.

Chegou a ter luta contra Ray Borg cancelada, mas venceu um bom (porém ainda verde) Alex Perez por nocaute técnico ainda no primeiro round, em novembro.

Ortiz sempre foi um cara perigoso que sempre esbarrava num revés quando parecia que ficaria perto de uma disputa de título. As derrotas para John Moraga, o próprio Benavidez, Jussier Formiga, Wilson Reis e Brandon Moreno deram uma pausa nas pretensões.

Mas vem embalado por três ótimas vitórias, um nocaute em 15 segundos sobre Hector Sandoval (o mais rápido da categoria), por pontos contra Alexandre Pantoja e por nocaute técnico sobre o promissor brasileiro Matheus Nicolau.

É um cara que bate forte para essa categoria, tem oito vitórias por nocaute e quase sempre parte para a troca de golpes. Como bom wrestler de origem, quando precisa, leva para a luta agarrada. Tem quatro vitórias por finalizações.

Dustin evoluiu da primeira luta para cá, mas no comparativo, Benavidez ainda é um atleta bem superior em todas as áreas. Com o ritmo em dia (algo que não se viu na luta contra Pettis), a tendência é de controle das ações como foi no primeiro encontro.

O ex-desafiante dos moscas (perdeu duas vezes para Demetrious Johnson) é completo e sabe levar o combate para a área em em tem mais chances de acordo com o desenrolar. Mas não se pode descartar um baixinho briguento que tem tirado milagres da cartola como Dustin.

Senhor de recuperação

Quando um aluno não atinge a média no período regular do colégio, ele tem a chance de passar de ano através da recuperação. Essa é mais ou menos a situação de Glover Teixeira (27-7, 10-5), que viu o adversário mudar em cima da hora.

Inicialmente ele enfrentaria o agressivo, porém não ranqueado, Ion Cutelaba, que se lesionou apenas uma semana antes. Agora ele recebe Karl Robertson (7-1, 2-1 UFC)., que topou subir da categoria dos médios para os meio pesados.

O brasileiro ainda sonha em uma nova chance de disputar o título, assim como teve em 2014 e foi dominado por Jon Jones. Mas não tem conseguido manter a regularidade e a última atuação, em que foi travado por Corey Anderson, não foi nada animadora.

Glover poderia ter ganhado pontos se tivesse vencido Alexander Gustafsson, mas levou um passeio e foi nocauteado no último round. Depois venceu Misha Cirkunov ainda no primeiro round, resultado que não o levou muito longe.

Se vencer essa, pouco se move na corrida por um eventual title-shot, mas pelo menos faz as pazes com a vitória. Se perder, a coisa fica feia aos 39 anos. Uma subida para os pesados ou até aposentadoria devem ser colocadas em questão.

Robertson foi descoberto pelo Dana White’s Tuesday Night Contender Series quando nocauteou Ryan Spann em apenas 15 segundos. Na estreia oficial pelo UFC, finalizou Darren Stewart ainda no primeiro round.

Contra Cezar Mutante, perdeu ao invencibilidade ao ser finalizado na primeira etapa. Na última aparição, se recuperou do revés vencendo Jack Marshmann por decisão unânime.

Trata-se de um cara bem forte e deve se sentir ainda mais à vontade na divisão até 93kg. Tem experiência profissional no kickboxing, é habilidoso em pé e conta com potência nos golpes.

Pode conferir algum trabalho ao mineiro de Sobrália, que curte experimentar uma pancadaria, se confiando no bom boxe, mas a movimentação anda cada vez mais estática, se colocando como alvo fixo, além de parecer mais lento.

Se Teixeira não levar algum golpe certeiro no botão, pode buscar levar para o chão e tentar finalizar, já que é um faixa preta de jiu-jítsu bem decente e deve ser um caminho mais curto para vencer.

O brazuca já mostrou dificuldade quando tem do outro lado um wrestler gabaritado como foi contra Phil Davis e Anderson. O que não é o caso do Baby K, que mostrou contra o Mutante pouquíssima resistência com as costas no chão.

A moral já não é tanta e a divisão até 93kg virou um enorme faca de dois gumes. Se vence, fica perto de um top 5 ou se torna mais um obsoleto. Que fase!

Preliminar?

É até entendível comercialmente colocar Greg Hardy como co-evento principal, mas pela bagagem que Donald Cerrone (34-11-0-1, 21-8 UFC) tem, ele poderia demais estar nesta posição, ou pelo menos no card principal.

Bom, fica como consolo para o Cowboy fazer a “luta principal” da ESPN. E voltando para a divisão dos leves após um turismo entre os meio-médios, contra o garotão Alexander Hernandez (10-1, 2-0 UFC).

Na passagem até 77kg, venceu Alex Cowboy, Patrick Cotê, Rick Story, Matt Brown, Yancy Medeiros e, na última luta, quebrou o braço de Mike Perry. Mas perdeu para Jorge Masvidal, Robbie Lawler, Darren Till e Leon Edwards.

É o tipo do cara empolgante que curte colocar o muay thai em prática, com ótimas combinações e finalizando rápido no chão quando tem oportunidade, principalmente se conseguir um knockdown.

Aos 36 anos, está num estágio que fica entre porteiro para ranking ou atleta com apelo comercial para garantir a diversão. Estranho agora nesta fase ele retornar para os leves, onde foi desafiante ao título e foi atropelado por Rafael dos Anjos.

Vai pegar Hernandez, de 26 anos, que chamado de última hora para enfrentar o conhecido Beneil Dariush, desligou o iraniano em 42 segundos. Desde ali, em março de 2018, entrou no ranking e nunca mais saiu.

Foi golpe de sorte? Na segunda luta enfrentou o então ranqueado Olivier Aubin-Mercier e venceu numa decisão dominante, inclusive mostrando controle na luta agarrada. Pareceu uma prova de que chegou pra ficar.

Das dez vitórias, quatro foram por nocaute, duas por finalização e quatro por decisão. Praticante de wrestling desde a infância, se tornou campeão estadual e nacional na luta olímpica. Faixa roxa de jiu-jítsu, também disputou competições na arte suave.

É um jovem que bate forte e desenrola aonde vier. Pode ser uma encrenca e tanto para o carismático veterano. Mas se o Cowboy vencer, já entra lá no bolo da divisão novamente. Em pensar que ele até foi cogitado para uma luta contra Conor McGregor.

Bom, sonhos podem se tornar realidade, já dizia a Xuxa

Card completo

Henry Cejudo x T.J. Dillashaw
Greg Hardy x Allen Crowder
Gregor Gillespie x Yancy Medeiros
Joseph Benavidez x Dustin Ortiz
Paige VanZant x Rachael Ostovich
Glover Teixeira x Karl Robertson
Donald Cerrone x Alexander Hernandez
Joanne Calderwood x Ariane Lipski
Alonzo Menifield x Vinícius “Mamute” Castro
Cory Sandhagen x Mario Bautista
Belal Muhammad x Geoff Neal
Chance Rencountre x Kyle Stewart

Vale assistir?

Assim como o UFC fez para a sua estreia na Fox, trazendo para a TV aberta a disputa de cinturão do peso pesado entre Cain Velásquez e Júnior Cigano, valorizaram a chegada na casa nova, agora com um título em jogo entre dois campeões de diferentes categoria.

Tudo bem que a empolgação para Cejudo x Dillashaw não é tão grande entre os fãs do esporte se o duelo fosse do campeão dos galos contra Demetrious Johnson, mas é a melhor luta que poderiam promover para a ocasião. Sacrificando até mesmo um card numerado!

Com essa superluta remanejada do UFC 233, que aconteceria na semana seguinte e foi cancelado, trataram de montar um card bem decente no Brooklin.

Greg Hardy não merecia estar no co-evento principal, mas o nome dele é forte e fica a expectativa, pelo menos, por um nocaute. A revanche entre Joseph Benavidez e Dustin Ortiz não faz sentido, mas são atletas bem técnicos.

É sempre bom ficar de olho no talento Gregor Gillespie, agora enfrentando o bom trocador Yancy Medeiros. A bonitinha Paige VanZant tem resultados irregulares, mas ela tem apelo comercial, recebendo Rachael Ostovich.

Glover Teixeira não tem mais tanta popularidade entre os brasileiros, mas fará um bom teste contra um adversário menos popular mas que não deve ser menosprezado.

Falando na porção preliminar, certamente colocar um nome de peso como Donald Cerrone para fechá-lo foi estratégia para angariar a audiência da ESPN. E esperamos um interessante choque de gerações contra o promissor Alexander Hernandez.

Outra boa atração é a estreia da brasileira Ariane Lipski, ex-campeã peso-mosca do KSW, que já chega enfrentando uma lutadora de respeito, Joanne Calderwood.

A baixa foi a saída de John Lineker, que enfrentaria Cory Sandhagen no card preliminar. O Mãos de Pedra é garantia de show, independente do resultado, mas teve que adiar o retorno.

Ainda assim, merece reservar o sábado à noite para reunir os amigos para um churrasco informal, mesmo que deixando a televisão sem volume. Mas interrompa as atividades paralelas durante a luta principal, por favor!

Mas faz o favor e tira a tarde para assistir à animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” nos cinemas. É simplesmente fantástico!

 

  • Sergio Araujo

    “A bonitinha Page VanZant” … que isso kra… A mulher eh a musa do mma! Linda de mais.

    • Thiago Sampaio

      Para mim, a musa é Holly Holm! rs

    • Igor Barbosa

      Ah, tem várias bem melhores… Polyana Viana, Miesha Tate (sei que já se aposentou, mas é imbatível), Poliana Botelho, Amanda Cooper, Mackenzie Dern, Alexa Grasso,Veronica Macedo, Bruna Ellen, Anastasia Yankova…

  • Saulo Henrique

    Esse Gilete, Gisepe, Giuseppe. .sei lá, esse diabo ai; hahahaah. É muito bom lutador! Deve estar nas cabeças, já ja. Tem a estreia da Ariane, vale a pena. Fora a super luta. Sobre o co evento, pois Zé…vários amigos e conhecidos desistindo de assistir ( e levar a sério! !) O ufc, e nem posso argumentar.
    Sempre bom estar nesse site. Abraços.

  • Wellington Fonseca

    Já vou comprar a breja, deixar o whisky de sobreaviso e vamo que vamo.

  • Tairon de Oliveira

    Costela desossada chorando na churrasqueira, Coca-Cola trincando e dá-lhe!

  • Luiz Antonio Felisberto

    Em minha opinião o Cejudo não perdeu para o Benadidez. O que acham?

    • Thiago Sampaio

      A luta foi bem apertada, mas marquei vitória para o Cejudo.

  • Igor Barbosa

    Greg Hardy no co-main event é interessante só pra quem acompanha futebol americano, mas como é a estreia na ESPN, compreendo perfeitamente.

    No mais, card muito bom, to ansioso pra sair da abstinência!

    E ah… #SaveFlyweightDivision hahahaha

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
Instagram