Vale Assistir? A leitura
dinâmica do UFC 231

Thiago Sampaio | 06/12/2018 às 01:32

Se você é brasileiro, curte torcer e tremeu nas bases com as atuações de Shogun e Cigano, que quase foram pra vala mas conseguiram virar o resultado, desta vez não vão ter muito com o que se preocupar.

Mas calma! Não é porque não tem nenhum ex-campeão da casa que não vai ter evento decente. Esse fim de semana tem card numerado, daqueles que não fazem tanto barulho, mas são garantia de sucesso.

Este sábado (8), a partir das 21h (horário de Brasília), tem o UFC 231: Holloway vs. Ortega, na Scotianbank Arena, em Toronto, Ontario, Canadá.

Na luta principal, o havaiano Max Holloway defende depois de mais de um ano o cinturão dos penas contra o invicto americano Brian Ortega.

No co-main event, o título do peso mosca feminino vai ter uma dona depois que Nicco Montaño teve o cinturão retirado. Valentina Shevchenko enfrenta a antiga rival e ex-campeã da divisão de baixo, Joanna Jędrzejczyk.

E vamos lá aos destaques!

Hora da nova geração de penas brilhar

Estava tudo certo para que Max Holloway (19-3, 15-3 UFC) e Brian Ortega (14-0-0-1, 6-0-0-1 UFC) fizessem o co-evento principal do UFC 226, em julho. Mas na véspera, o campeão foi retirado sob suspeita de concussão. Submetido a exames, aparentemente ele está liberado!

Aos 26 anos, Holloway vem de nada menos que 12 vitórias em seguida. Conquistou o cinturão interino ao nocautear Anthony Pettis, levou o título linear ao bater José Aldo e o defendeu contra o próprio brasileiro, vencendo de maneira até parecida, por nocaute técnico.

O Blessed quase disputou o título dos leves contra Khabib Nurmagomedov em abril, mas ao aceitar o duelo com menos de uma semana de antecedência, não bateu os 70kg e a luta não aconteceu.

Com 1,80m, o havaiano é bem alto para a categoria dos penas. Tem um excelente muay thai e, apesar de geralmente começar de maneira lenta e estudiosa, cresce ao longo do combate, engolindo os adversários com volume de golpes de todos os ângulos.

Ortega ainda não sabe o que é perder. E muitas vezes quando achávamos que o revés viria, ele foi lá e virou o jogo.

Foi assim com Thiago Tavares, Diego Brandão, Clay Guida, Renato Moicano e Cub Swanson. Mas o ápice da carreira veio na última luta, quando se tornou o primeiro homem a nocautear Frankie Edgar. E no primeiro round!

É um atleta completo que costuma aceitar a trocação de início, o que favorece Holloway, apesar que o punch do T-City não pode ser menosprezado. Tem um boxe alinhado, nada de muito sofisticado, mas bem preciso.

E à medida que o havaiano avançar, é provável que Ortega vá tentar puxar uma guilhotina. Se cair por baixo, tem um triângulo que pode surpreender. O que não pode é se sentir confortável com ele no octógono!

O campeão pode até ser favorito, mas tem muita gente que já cansou de apostar contra o cabeludo e sair no prejuízo. Cartas na manga ele tem para surpreender mais uma vez.

E vamos torcer que Holloway esteja, de fato, recuperado. A fala embolada e o olhar perdido na semana daquele UFC 226 eram bem preocupantes.

Rivalidade agora no MMA

O UFC tem tanto interesse em ver Valentina Shevchenko (15-3, 4-2 UFC) disputando o título dos moscas que tratou de tirar o cinturão de Nicco Montaño. E não poderiam ter colocado adversária melhor: a antiga rival do muay thai, Joanna Jędrzejczyk (14-2, 8-2 UFC).

O tal título estava com Montaño após se sagrar campeã do TUF 26, em dezembro de 2017. Adiou algumas vezes a luta com Valentina alegando lesão, até que, quando finalmente elas se encontrariam no UFC 228, acabou hospitalizada na véspera pela perda de peso.

Nicco não lutou e pagou tendo o título confiscado. A organização tentou arrastar o confronto contra Joanna para o UFC 230, que precisava de uma luta principal, mas a polonesa não aceitou e chegaram a chamar Sijara Eubanks. Ainda bem que desfizeram essa ideia sem noção!

O bom senso prevaleceu e esse clássico foi mantido em terras canadenses, acontecendo pela primeira vez no MMA. No muay thai, elas se enfrentaram três vezes, todas vencidas pela quirguistanesa.

Lutando como peso galo, a Bullet dominou em pé Holly Holm, finalizou a grappler Julianna Peña e fez uma disputa de título acirradíssima contra Amanda Nunes, perdendo numa decisão dividida bem apertada que muita gente viu vitória dela.

Na estreia entre os moscas, tratorizou Priscila “Pedrita”, no começo do ano, em Belém. Massacrou até sentir pena, parou de bater e venceu por finalização no segundo round. Foi o caso em que árbitro Mário Yamazaki que “deixou a brasileira ser guerreira”…

No muay thai, conta com um baita cartel de 60-2. Tem muita flexibilidade, chutes potentes, volume de golpes desestabilizador e um preparo físico que muitas profissionais invejariam. Na luta agarrada, tem mostrado uma grande evolução

Joanna já foi a rainha dominante da categoria peso palha. Faturou o cinturão em 2015 ao bater Carla Esparza e fez cinco defesas com atuações convincentes. Parecia que ela iria passear na divisão até se deparar com Rose Namajunas, que a nocauteou em apenas três minutos no UFC 217.

Passada a zebra homérica, uma revanche imediata foi marcada, mas a Thug Rose voltou a levar a melhor, no UFC 223, desta vez por decisão. Voltando a lutar só três rounds depois de muito tempo, retornou vencendo Tecia Torres em agosto, por pontos, sem dificuldade.

O cartel dela no muay thai é mais singelo: 27-3 (só perdeu justamente para quem?!). Mas não tem como negar a trocação refinada, em que ela ganha fôlego ao longo dos rounds e parte para o volume de golpes.

Conta com boa defesa de quedas, como mostrou na segunda luta contra Cláudia Gadelha. Costuma ter um começo lento, mas depois de estudar o que tem pela frente, inicia um festival de socos de ângulos diferentes, chutes frontais, joelhadas e cotoveladas.

E justamente por ter mostrado uma melhor adaptação na variedade de áreas, Valentina é mais uma vez favorita. O fato de já conhecer o jogo da rival na trocação conta, mas no octógono a realidade é bem diferente. Movimentação, espaço, tudo conta!

A polonesa pode crescer num duelo de cinco rounds, mas a tendência é que a vantagem de tamanho, junto à habilidade nas combinações e intercalando com a luta agarrada, um quarto triunfo de Valentina é o cenário mais provável.

Mas você vai duvidar de alguém com o talento da polonesa?

Sorriso x apatia

Já que as vitórias estão surgindo, o nível dos adversários também tem que passar algum respeito, certo? Nem sempre, mas aqui, deu certo! Alex Oliveira (19-5-1-2, 9-3-0-1 UFC) é só alegria na vida e recebe aqui o duríssimo Gunnar Nelson (16-3, 7-3 UFC).

Depois que foi nocauteado por Yancy Medeiros numa das melhores lutas de 2017, o Cowboy vem de vitória por finalização sobre o ex-campeão interino (mas bem decadente) Carlos Condit e de um nocaute em Carlo Pedersoli Jr. em apenas 39 segundos, em setembro.

Os triunfos em cima de Will Brooks, Tim Means e Ryan LaFlare mostraram que ele pode ir além contra caras de nível mais elevado. Faz valer o bom muay thai que tem, se diverte trocando pancadas e bate forte. Mas ele sabe atuar de maneira estratégica.

Quando tem do outro lado outro striker perigoso, leva para o clinche, derruba e busca a finalização, como funcionou muito bem contra Means e Condit. O que não é bem o caso do islandês com um carisma que faz Gegard Mousasi parecer um moleque piadista.

Frio como o seu país de origem, o amigo de Conor McGregor mostrou no UFC certa facilidade em compensar o porte mediano para a divisão até 77kg (tem 1,80m e 183cm de envergadura) com o enorme talento, principalmente no jiu-jítsu.

Das 16 vitórias, 12 foram por finalização. Desta maneira, arrancou batucadas de DeMarques Johnson, Omari Akhmedov, Zak Cummings, Brandon Thatch, Albert Tumenov e Alan Jouban. Mas quando pegou adversários mais complicados, se deu mal.

Perdeu a invencibilidade ao ser superado por decisão dividida para Ricky Story, foi totalmente dominado por Demian Maia e, na última aparição, há um ano e meio, foi nocauteado por Santiago Ponzinibbio em pouco mais de um minuto.

Gunni também é habilidoso na trocação. Faixa preta de karate, sabe circular com eficiência, troca de base, explora bem os contragolpes, capitaliza no bate e sai. Sabe usar esse background para atrair o adversário, levar para onde mais gosta e buscar a finalização.

Resta saber se o longo período de inatividade vai pesar, pois a agressividade do Cowboy pode definir a qualquer momento. O jiu-jítsu do brazuca aqui deve ser útil para fugir das investidas, mesmo que seja derrubado.

Se conseguir ficar em pé, a brutalidade tem chance de furar a alta técnica.

A luta principal de São Paulo no Canadá

Thiago Marreta (19-6, 11-5 UFC) fará a sua “estreia” entre os meio pesados. Oficialmente, já que a luta principal que ele faria contra Jimi Manuwa (17-4, 6-4 UFC) em setembro, em São Paulo, não rolou. Agora, deve sair do papel.

Bom, as aspas do parágrafo anterior se aplicam pois, depois que Manuwa se lesionou uma semana antes do evento, foi substituído por Eryk Anders, um peso médio que teve uma semana para cortar peso para a divisão de cima e pagou por isso durante luta.

Quando aceitou subir de divisão e substituir Glover Teixeira para encabeçar aquele card em casa, o ex-TUF Brasil 2 vinha de vitórias por nocaute, sobre Jack Marshman, Gerald Meerschaert, Jack Hermansson e Anthony Smith.

Depois, foi nocauteado por David Branch no primeiro round. Ainda venceu Kevin Holland por decisão, numa atuação estranha em que praticamente virou grappler.

Disposto a subir para os 93kg (ele lutava de 77kg no TUF!), fez um bom teste contra Anders. Deu trabalho, mas também passou alguns sustos e venceu por nocaute técnico pela fadiga do adversário.

Legítimo meio pesado, Manuwa vive uma fase ruim a ponto de se quebrar correndo no parque de São Paulo, onde lutaria. O Poster Boy estava perto de um title-shot após nocautear Ovince Saint-Preux e Corey Anderson, mas, caiu desligado para Volkan Oezdemir em 42 segundos!

Foi uma cena brutal que deve ter afetado o rendimento dele, pois fez uma descabida revanche contra Jan Błachowicz, pareceu bem travado e levou a pior por decisão unânime. Volta quase 11 meses depois procurando fazer o que sabe de melhor: encaixar a mão.

O inglês conta com um boxe e muay thai bem de respeito, além de um poder de nocaute absurdo. Das 17 vitórias, 15 foram assim! Marreta confessou que se assustou com o tamanho do cidadão (apesar de não ter desvantagem na altura, é bem mais “franzino”).

O brasileiro é um striker perigoso, tem chutes que definem, maior mobilidade, pode até ousar em tentar quedas, mas ele próprio assumiu que sentiu o peso em excesso na última luta. Manuwa, além de acostumado com a categoria, tem o estilo que casa com o do Thiago.

De qualquer forma, não tem como não se empolgar com uma pancadaria das boas entre dois caras que batem pesado.

Vamos tentar mais uma vez?

Claudinha Gadelha (16-3, 5-3 UFC) sempre foi vista como a “segunda melhor da categoria dos palhas”. Sem conseguir chegar ao topo, ela segue na tentativa, agora contra uma Nina Ansaroff (9-5, 3-2 UFC) em evolução.

Claudinha estava bem desde que perdeu a chance de se tornar campeã, na revanche com Joanna. Venceu Cortney Casey e Karolina Kowalkiewicz, mas, foi freada pela compatriota Jéssica Bate-Estaca, sendo arremessada e massacrada.

Depois, fez uma luta bem parelha com Carla Esparza. Venceu por decisão dividida, mas teve uma atuação um tanto abaixo do que ela estava mostrando.

A ex-desafiante tem buscado se tornar mais completa desde que deixou a Nova União para abrir a sua própria equipe na Pensilvânia, nos Estados Unidos. O jiu-jítsu ainda é um dos melhores (se não o melhor) da categoria e, inevitavelmente, essa é sua principal arma.

Ela pode ter tentado melhorar na troca de golpes, mas sempre vai tentar agarrar para levar para onde ela domina. Um estilo que pode complicar para Nina, que tem o maior desafio da carreira dela no UFC até então.

Ansaroff tinha um cartel nada legal e chegou no UFC sendo derrotada por decisão para Juliana Lima (a Ju-Thai que não usa muay thay) e Justine Kish. Mas se recuperou e vem de três vitórias, todas por decisão, sobre Jocelyn Jones-Lybarger, Angela Hill e Randa Markos.

Acontece que nessa atuações, a companheira da campeã Amanda Nunes dos galos fez apenas o suficiente para vencer. Mostrou evolução na luta agarrada para sair dali, levar para a área onde é melhor, e ficar um passo à frente na trocação.

Conta com um kickboxing respeitável e, como boa faixa preta de taekwondo, sabe capitalizar com chutes. Os sparrings com a equipe da Leoa certamente surtiram efeito.

A ex-desafiante é bem mais experiente e, na teoria, deve trocar apenas o necessário e partir para o grappling. A melhora da americana é grande, mas o passo pode ter sido maior do que deveria. Será?

Será que veremos jiu-jítsu?

Gilbert Durinho (13-3, 6-3 UFC) e Olivier Aubin-Mercier (11-3, 7-3 UFC) já se desafiaram algumas vezes. Só agora que ambos vêm de derrotas, enfim eles vão se enfrentar e sem destaque no card preliminar.

O brasileiro, tricampeão de jiu-jítsu, vinha se convencendo que era um exímio trocador após os nocautes em cima de Jason Saggo e Dan Moret. Foi inventar de sair na mão com o versátil striker Dan Hooker mas deu ruim. Ele quem caiu ainda no primeiro round.

O canadense até chegou ao concorrido top 15 da divisão dos leves após vitória sobre Thibaulti Gouti, Drew Dober, Tony Martin e Evan Dunhan. Mas na última, foi dominado pelo jovem Alexander Hernandez.

Vice-campeão do TUF Nations: Canadá vs. Austrália em 2014, Mercier, que é atleta da respeitada Trystar Gym, já mostrou ser um tanto atrapalhado na trocação, quase sempre a usando para aproximar e derrubar. O único nocaute da carreira foi contra Dunhan.

Faixa preta de judô e marrom de jiu-jítsu, aplica boas quedas e tem bom controle no chão. Das 11 vitórias da carreira, oito foram por finalização (sete com mata-leão). Mas contra Hernandez, foi travado, ainda que tenha ameaçado finalizar aqui e acolá.

Contra Durinho, não deve ser a melhor das ideias, pois o jiu-jítsu do carioca é bastante fora da curva, papo de melhor da categoria (o que inclui Charles do Bronx). Mas não é um wrestler e nem sempre consegue levar para o solo.

Pior: pouco tem tentado fazer isso, o que, na teoria, seria um caminho mais curto para vencer.

A melhora no muay thai e um certo peso nas mãos que já lhe garantiram nocautes fizeram ele se aventurar trocando pancadas. Mas exibe brechas defensivas, principalmente atirando mata-cobras descuidados.

O atleta da casa está longe de ser um às na luta em pé, mas conseguir se movimentar, mantendo a distância e encurralando na grade na base do clinche evitando as investidas de queda, pode levar.

Ele nunca foi finalizado, mas, nunca se sabe quando o nível do outro lado é bem mais elevado.

Card completo

Max Holloway x Brian Ortega
Valentina Shevchenko x Joanna Jedrzejczyk
Alex Cowboy x Gunnar Nelson
Hakeem Dawodu x Kyle Bochniak
Jimi Manuwa x Thiago Marreta
Cláudia Gadelha x Nina Ansaroff
Katlyn Chookagian x Jessica Eye
Eryk Anders x Elias Theodorou
Olivier Aubin-Mercier x Gilbert Durinho
Devin Clark x Aleksandar Rakić
Brad Katona x Matthew Lopez
Chad Laprise x Dhiego Lima
Carlos Diego Ferreira x Jesse Ronson

Vale assistir?

Aqui temos mais um pay per view que não deve vender adoidado, pois não há nomes de apelo midiático, mas está cheio de excelentes lutadores e duelos que não devem deixar a desejar.

Holloway e Ortega são, respectivamente, campeão e desafiante legítimos da categoria pena. Um jovem que há tempos vem destronando a elite e um cabeludo que tem calado a boca de todo mundo.

Valentina x Joanna beira o imperdível não só pelo imenso apuro técnico na luta em pé das duas, mas a rivalidade delas dos tempos de muay thai coloca uma pimenta neste inédito encontro nas artes marciais mistas.

O sempre empolgante Alex Cowboy mais um vez recebe um desafio difícil, se testando contra um ótimo jiu-jiteiro. E é sempre bom vermos um bom lutador como Gunni voltando ao octógono.

Se Manuwa x Marreta era um casamento curioso para o main event do UFC São Paulo pois seria o primeira teste real do brasileiro na categoria dos meio pesados, agora poderemos tirar a prova.

Claudinha sempre foi uma potência na categoria palha feminina, mas a vitória morna sobre Carla Esparza levantou dúvidas sobre o futuro. Aqui, o teste fica na conta de Nina Ansaroff, que tem o maior desafio da carreira e pode provar que não é só a “Sra. Nunes”.

A porção preliminar também está cheia de embates entre atletas que já trocaram provocações e agora vão resolver no cage, casos de Olivier Aubin-Mercier x Gilbert Durinho e Elias Theodorou x Eryk Anders.

A baixa fica por conta do não acontecimento da luta entre Renato Moicano e Mirsad Bektić, que provavelmente seria uma das melhores da noite. Pelo menos o ótimo brasileiro fica como reserva para a disputa de título no main-event.

Sendo assim, até se você for viajar, não seria ignorante da sua parte se você pedir para o amigo que irá te hospedar para assistir ao evento no sábado, servindo de complemento para o churrasco e as conversas sobre os tempos de colégio.

E se tiver de bobeira no domingo, não deixa de conferir “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, no cinema. Tem humor irônico e soco no estômago (não como os do UFC), mas é mais do que essencial para os dias de hoje.

  • Levi Gonçalves Diniz

    Super ansioso por esse evento, ver o Ortega surpreendendo todos nos novamente e a Joanna caindo de uma vez por todas

  • Paulo Zanchet

    Vale muito à pena assistir! Essas lutas que começam tarde no sábado, assisto sempre ao reprise no domingo.

  • Igor Barbosa

    Esse card tá espetacular, desde as preliminares. As duas lutas principais então, nem se fala.

    O ruim desse main event é que não sei pra quem torcer, gosto demais do Holloway e do Ortega. Além de lutarem demais, são super gente boa. Quero muito ver essa luta, mas vou me sentir feliz e triste ao mesmo tempo quando acabar kkkkkkkkk

    • Joe Silva

      Pode crer, meu sentimento será o mesmo ao término do main event

  • Dan Fernandes

    Super ansioso por esse evento, ver o Holloway surpreendendo todos nos novamente e a Valentina caindo de uma vez por todas, ja que foi chutada da categoria de cima pela nossa leoa

  • Tairon de Oliveira

    Vou tentar intercalar entre esse evento e a luta do LOMA.

    • Dan Fernandes

      pode creR, Lomachenko vai lutar s2

      • Tairon de Oliveira

        No BR só pela ESPN, né?

  • Thiago Tanikawa

    De longe o melhor card de 2018. Não parece q vai ter luta chata.

Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
Instagram