Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC 229

Thiago Sampaio | 04/10/2018 às 01:49

Chegou o momento! O fim de semana passado teve um Bellator bem legal para compensar a ausência do UFC, mas desta vez as atenções estão voltadas para o card mais esperado do ano.

Aliás, talvez não o card mais esperado, mas a luta mais aguardada! Cercados de polêmica que envolveu até um atentado de Conor McGregor a um ônibus para caçar Khabib Nurmagomedov, em proteção ao amigo Artem Lobov, agora o embate vai acontecer!

O UFC 229: Khabib vs. McGregor acontece a partir das 19h30 (horário de Brasília) deste sábado (6), na T-Mobile Arena, em Las Vegas, Nevada.

Na luta principal, o russo defende o seu cinturão da categoria peso leve contra o irlandês, num combate que promete puxar um possível recorde de vendas de pay per views da organização.

No co-main event, o ex-campeão interino da categoria Tony Ferguson volta de lesão contra o também ex-detentor do cinturão dos leves, Anthony Pettis.

Mas vamos lá aos destaques!

Tudo pronto para a “luta do ano”

Conor McGregor (23-3, 9-1 UFC) está há mais de dois anos longe do UFC, mas toda a repercussão que esta luta contra Khabib Nurmagomedov (26-0, 10-0 UFC) vem tendo mostra o poderio comercial que ele tem. O cara é mestre quando o assunto é vender!

Ele pode não defender cinturão, tirar o tempo ausente que quiser e até praticar um atentado contra lutadores num ônibus, mas o personagem que adota nas entrevistas coletivas, sempre tocando em pontos delicados, mostra que ele é um produto raro.

A última aparição do irlandês foi no UFC 205, em novembro de 2016, quando tirou para nada Eddie Alvarez e faturou cinturão dos pesos leves, o segundo dele, já que havia destronado José Aldo em 13 segundos pelo peso pena menos de um ano antes.

Entre essas lutas valendo título, lutou duas vezes com Nate Diaz pela divisão meio médio, com uma vitória para cada lado. A segunda, no UFC 202, quando venceu por decisão majoritária, foi o recorde de vendas de PPVs do UFC.

Ganhou toneladas de dólares lutando boxe contra Floyd Mayweather no ano passado, mas, não fez frente a um dos mais geniais campeões da nobre arte, sendo nocauteado no décimo round.

Mas desta vez, ele vai ter do outro lado não apenas o atual campeão, mas um dos caras mais duros do MMA da atualidade, que ainda não sabe o que é perder em 26 lutas.

Mesmo com seu jeito calado, dando sustos com lesões e comendo tiramisu, Khabib responde no octógono com atuações impecáveis. Após passeios sobre Michael Johnson e Edson Barboza, o UFC viu que o russo merecia o cinturão à qualquer custo.

Enfrentaria Tony Ferguson no UFC 223, em abril deste ano, mas o então campeão interino fez o favor de se lesionar tropeçando num cabo. Max Holloway iria substituí-lo, mas ficou longe de bater o peso.

Tentaram arrumar adversário com as peças que tinham e foi Al Iaquinta (que enfrentaria Paul Felder) quem assumiu a bronca. O desenrolar, sem surpresa, foi mais uma performance tranquila do The Eagle, enfim levando o cinturão para casa.

Em teoria, é um duelo de estilos que soa como pesadelo para o irlandês. Com experiência no sambo, quedas de judô e um wrestling descomunal, Khabib tem a habilidade de derrubar e grudar no adversário de uma forma rara de se ver.

Massacrando no ground and pound, ele deixa qualquer um desnorteado. O Notorious já mostrou dificuldade na luta agarrada, como na luta contra Chad Mendes e na primeira contra Diaz, em que acabou finalizado.

Mas como cada round começa em pé, não se espantem se o agora vendedor de whisky anotar mais uma vítima para o cartel. McGregor é de uma genialidade ímpar na trocação.

Com experiência no kickboxing e no taekwondo, tem uma movimentação pouco ortodoxa e um poder de nocaute que podem surpreender. Tem uma precisão ao jogar os golpes, sejam socos ou chutes em diferentes ângulos, incrível. A mão esquerda é fatal!

Nurmagomedov já mostrou dificuldade em pé ao caminhar para buscar a queda. Engoliu golpes até de Darrell Horcher e muitos de Johnson e Iaquinta. Tem uma trocação bem básica, que compensa com o queixo duro.

O aspecto mental também é um forte de Conor (Aldo que o diga!). Se o campeão vier pilhado para descontar e o desafiante ficar botando as mãos para trás, pode sujar para o invicto.

Será que o falastrão, zebra nas casas de apostas, vai mais uma vez silenciar todo mundo e cumprir o que vem gritando? A promessa é de alta tensão!

Estepe para a luta principal

Tony Ferguson (23-3, 13-1 UFC) chegou a ter luta casada com Khabib Nurmagomedov em quatro ocasiões e, bizarramente, todas caíram. Quase como castigo, ele pinta no co-main event contra Anthony Pettis (21-7, 8-6 UFC).

O El Cucuy vem de nada menos que 10 vitórias em sequência. Após passar por Edson Barboza, Lando Vannata e Rafael dos Anjos, se sagrou campeão interino ao finalizar Kevin Lee no terceiro round da luta principal do UFC 216, em outubro do ano passado.

Depois da presepada de se lesionar dentro de um estúdio antes da luta contra o russo que faria no UFC 223, foi penalizado com a retirada do cinturão interino.

Foi submetido a cirurgia e só agora volta, de olho numa vaga no main-event se algum dos envolvidos pular fora por qualquer motivo.

Pettis, ex-campeão dos leves, ainda busca reencontrar o lugar ao sol no UFC. Após a tentativa não bem sucedida de descer para os penas, venceu Jim Miller por decisão unânime e foi nocauteado por Dustin Poirier.

Mas na última, surpreendeu ao finalizar o favorito Michael Chiesa no segundo round, no UFC 226, em julho. Teve uma atuação praticamente irretocável.

Se não sentir o tempo sem lutar, Ferguson desponta como franco favorito. Tem um estilo agressivo, com um boxe de qualidade, que cai para dentro buscando o nocaute.

Mas se ele sente que tem uma mínima chance de finalizar, ele vai lá e o faz, de diferentes maneiras. Mas o campeão do TUF 13 costuma ter um início de luta lento, aguardando a explosão do adversário para despertar o instinto para encerrar.

Resta saber se o Showtime vai tirar proveito desse slow-start para vencer, algo que não tem sido comum a ele. Ele não é mais aquele striker dos chutes plásticos, com direito a caminhada na grade no evento de despedida do WEC.

Tem sido mais cauteloso e, aqui e acolá, ousa nos golpes, mostra lampejos do apelido que carrega. Tem tirado finalizações do bolso estando em situação de pressão ou mesmo caindo por baixo.

Agora, já imaginou que irnonia se Nurmagomedov x Ferguson rolar por causa de algum acidente do destino, mesmo depois de tantas decepções? Tá, vamos torcer para que o card ocorra do jeito que está.

Para fazer volume nos meio pesados

Um dos nomes conhecidos que conseguiu faturar uma vaga no card principal foi o perigoso, porém irregular, Ovince Saint Preux (23-11, 11-6 UFC). E pela segunda vez em seguida pega um nome em ascensão, o bom Dominick Reyes (9-0, 3-0 UFC).

O filho de haitianos tem alterado resultados nas últimas lutas depois que engrenou três vitórias em seguida, contra Marcos Pezão, Yushin Okami e Corey Anderson (de virada com um chutaço na cabeça no terceiro round).

Depois, dormiu com uma guilhotina em pé de Ilir Latifi, sem guarda, só com a força dos braços. Na última aparição, venceu o jovem Tyson Pedro com uma grosseira chave de braço reta, não sem antes levar um knockdown.

Reyes é um dos poucos nomes de uma nova geração a serem observados nessa esvaziada categoria dos meio pesados. Invicto em nove lutas, aos 28 anos, só foi uma vez para a decisão. Foram seis vitórias por nocaute e duas finalizações.

No Ultimate, ainda não passou do primeiro round. Estreou nocauteando Joachim Christensen em apenas 29 segundos, depois finalizou Jeremy Kimball e, na última, venceu o ex-peso pesado (e agora peso médio) Jared Cannonier por nocaute.

Saint Preux é um striker versátil, usa a envergadura e mobilidade ao favor. Tem chutes perigosos, ainda que sua marca registrada seja a finalização Von Flue Choke, rara no MMA.

É de longe o maior desafio da carreira de Reyes até aqui. A experiência do OSP pode ser fundamental e, se o garotão der bobeira, vai ser finalizado, pois o adversário sabe aproveitar essas brechas.

Mas o macumbeiro não é nada confiável. Principalmente contra um cara que bate pesado e tem um excelente condicionamento físico, com passagens pelo wrestling e pelo futebol americano no colegial.

Tem mãos perigosíssimas e chutes na cabeça que já lhe garantiram belos nocautes (contra Jordan Powell, pelo LFA, viralizou na internet). Apesar de aparecer como zebra nas casas de apostas, não pode ter o poder de fogo subestimado.

Tirem o Lewis do Top 2, por favor!

Acreditem se quiser, Derrick Lewis (20-5-0-1, 11-3 UFC) é o número dois do ranking da horrenda categoria dos pesados. Cabe a Alexander Volkov (30-6, 4-0 UFC) tentar evitar a catástrofe de vermos, em breve, a Besta Negra disputando o título.

O gigante, que já insinuou várias vezes que se aposentaria, segue na batalha, mesmo proporcionando lutas horrendas se não arrancar um nocautão logo. Apesar das inúmeras limitações técnicas, só perdeu uma nas últimas nove lutas.

Desde que foi nocauteado por Mark Hunt, nocauteou Marcin Tybura no terceiro round num combate em que estava levando a pior e, na última, venceu Francis Ngannou por decisão na pior luta dos últimos tempos. Foram praticamente três rounds só de encarada!

O russo Volkov, ex-campeão do Bellator e do M-1 Global, ainda não perdeu no Ultimate e também está batendo a porta do title-shot. Após uma vitória controversa na estreia contra Timothy Johnson, venceu em seguida Roy Nelson, também por decisão.

Já ganhou moral para fazer duas lutas principais e venceu ambas por nocaute, sobre Stefan Struve e Fabrício Werdum. Muitos subestimam o magrelo altão, mas ele é um lutador bastante técnico, perigoso nos contragolpes.

No papel, o russo é muito mais lutador que Lewis. Com 2m de altura e 203cm de envergadura, é eficiente na trocação, utiliza bem os jabs e chutes para controlar a distância. Conta com 20 das 30 vitórias da carreira por nocaute.

A chances de Derrick sempre se limitam a encaixar a mão pesada na base da ignorância ou, se conseguir cair por cima, vai ser um massacre no ground and pound. Isso quando não fica plantado esperando algo acontecer, como foi contra Ngannou.

O gás dele é ruim de doer e, por isso, se Volkov utilizar da boa movimentação ou, quem sabe até fazer uma luta amarrada, pressionando na grade, tem tudo para cozinhar uma vitória.

Torcer para que essa luta termine rápido ou que o russo vença de qualquer maneira para alinhar o sistema cósmico? Eis a questão!

De olho na revanche com o novo campeão

A categoria dos moscas finalmente tem um novo campeão, mas Sergio Pettis (17-3, 8-3 UFC) e Jussier Formiga (21-5, 7-4 UFC) já perderam para Henry Cejudo. Por isso, quem vencer, vai ter que fazer bonito se quiser a revanche.

O brasileiro, por sinal, é um dos poucos tops da divisão que nunca conseguiu disputar o título pois sempre batia na trave quando estava a uma vitória do title-shot. Na última “semifinal” desperdiçada, foi amarrado por Ray Borg.

Mas depois, conseguiu duas boas vitórias por finalização, sobre Ulka Sasaki e Ben Nguyen. Em teoria, Pettis é um adversário que pode credenciá-lo a voos maiores, então, precisa quebrar essa zica.

O irmão mais novo de Anthony Pettis mostrou uma evolução e tanto ao longo dos últimos anos. Chegou a emplacar quatro vitórias em seguida, todas por decisão, até ser freado pelo excelente wrestling de Cejudo.

Na última luta, venceu o duplamente ex-desafiante da categoria Joseph Benavidez por decisão dividida. Foi uma atuação bem convincente, apesar do desempenho abaixo do normal de Benavidez, que estava há um ano e meio sem lutar.

Formiga até que vem melhorando na luta em pé, mas esse é de longe o seu ponto fraco. É na luta agarrada que o faixa preta de judô e jiu-jítsu se sobressai. Se conseguir levar para o solo e insistir na finalização, tem chance de êxito.

O problema é que o brazuca não tem wrestling para derrubar com tanta facilidade e, por isso, vai ter que se arriscar na aproximação de Pettis.

Sergio tem um estilo que lembra o irmão, porém, com menos plasticidade e mais objetividade. É bem burocrático, mas desperdiça poucos golpes. Segundo grau de faixa preta de taekwondo e forte no kickboxing, tem ampla vantagem se evitar as quedas.

Técnica esses pequenos têm de sobra e assim esperamos um fechamento do card preliminar em alto nível.

Card completo

Khabib Nurmagomedov x Conor McGregor
Tony Ferguson x Anthony Pettis
Ovince Saint Preux x Dominick Reyes
Derrick Lewis x Alexander Volkov
Michelle Waterson x Felice Herrig
Sergio Pettis x Jussier Formiga
Vicente Luque x Jalin Turner
Aspen Ladd x Tonya Evinger
Scott Holtzman x Alan Nuguette
Lina Länsberg x Yana Kunitskaya
Gray Maynard x Nik Lentz
Ryan LaFlare x Tony Martin

Vale assistir?

Claramente a organização se apoiou na luta principal e nem se dedicou tanto para fazer um card de peso. E nem precisavam mesmo! Só o retorno de Mcgregor já seria garantia de audiência alta. Contra um dínamo como Khabib, só sucesso!

Não importa se Conor agiu de maneira criminosa e afetou outros lutadores (como Michael Chiesa, Ray Borg e Rose Namajunas) no episódio do ônibus. Nos bastidores, Dana White e companhia devem ter feito a festa regada à champanhe.

Tanto que as cenas estão sendo utilizadas para a promoção do evento! Na entrevista coletiva, o irlandês faz a parte dele muito bem. Tudo isso só coloca pimenta na expectativa geral para esse duelo.

E o card em geral não está ruim. Ferguson x Pettis poderia perfeitamente figurar como main-event da Fox, enquanto Lewis x Volkov, por mais bizarro que seja a Besta Negra, fica o aguardo por um nocaute.

Na abertura do card principal, as bonitinhas Michelle Waterson e Felice Herrig devem fazer uma luta animada entre duas especialistas na luta em pé, mas que aqui e acolá gostam de arrancar finalizações.

Saint Preux é um teste e tanto para o promissor Dominick Reyes, quase como uma “linha de corte” para saber se o prospecto pode ir longe na divisão.

O card preliminar, além da ótima luta entre o mini-Pettis e Formiga, temos nomes interessantes como os brasileiros Vicente Luque e Alan Nuguette (ele é bom lutador, vai!). Ryan LaFlare, Gray Maynard e Nik Lentz não empolgam? Tá, releva!

Fato é que até os que não são muito fãs de MMA vão estar curiosos para a luta principal. Então, seja lá o que estiver fazendo, pode interromper para correr para casa mais cedo. Não tem problema perder parte do evento!

Deixa para assistir “Venom” só depois (é uma bomba!). Se tiver aquele aniversário de criança da família que não pode faltar, aproveita os salgadinhos e dá a desculpa para ir embora.

Se insistirem para ficar, pode dizer que ainda vai fazer as últimas reflexões sobre em quem vai votar no dia seguinte e preparar a cola que vai levar para a urna eletrônica. Como bom patriota, o futuro do seu país depende disso!

  • KRS Porlaneff

    Na boa?

    Eu ando de saco tão cheio das merdas que o UFC faz que no fundo eu estou mesmo é torcendo pra essa luta cair. #mejulguem

    • Thiago Sampaio

      Com todo respeito, espero que sua torcida não seja atendida! Haha

      • Sergio Araujo

        Hahahah

      • KRS Porlaneff

        Vish, eu achando que o #mejulguem era suficiente pra indicar comentário zueiro… rsssssssssssssss

        Mas falando sério, realmente eu estou meio de saco cheio com o UFC, +- desde a época do UFC 205, mal acompanho de lá pra cá. Minha torcida é pelo Khabib porque eu sei que, do mesmo jeito que o McGregor não defendeu seus cinturões do Cage Warriors e nem o FW nem o primeiro LW do UFC, também não vai defender esse segundo LW caso ganhe a luta.

        • Thiago Sampaio

          Faz todo sentido. Se ele vencer, certamente vai querer o terceiro cinturão, seja dos meio médios ou da ainda não criada divisão até 165lbs.

  • Mauro

    Puta card, e mais que nunca, sou Khabib. Se Conor ganhar essa porra, trava tudo de novo. Khabib, se ganhar, pode se aposentar, então não trava nada. Conor nem caga, nem desocupa a moita. Já tão falando de luta com Spider, revanche com Floyd, ou com Woodley. Meu Deus…

    • Thiago Sampaio

      Acho que a ideia de lutar com Anderson Silva não passa de blefe. Agora, se o Conor exige a criação da categoria até 165lbs, não tenho dúvida que seria atendido. Ainda mais tendo Nate Diaz em vista.

      • Alyson D’Gramont

        Mas o limites dos super-leves tem que ser de 165 lbs mesmo?

        • Thiago Sampaio

          Sim…74,9kg

          • Alyson D’Gramont

            É que pra mim faria mais sentido se fosse 162,5 lbs que é o “meio” exato entre as categorias peso leve (155 lbs) e meio-médio (170 lbs). Já 165 lbs, na minha opinião, fica muito estranho, pq do peso leve até o super leve a diferença é de 10 lbs e a do super leve até o meio-médio a diferença é de apenas 5 lbs.

    • Dan Fernandes

      Gosto muito do Anderson Silva, mas ver ele falando para o conor não correr, como GSP fez kkkkkkkkkkkkkkk essa amizade do AS com o jon jones kkkkk ontem mesmo saí na porrada com um amigo meu, mas ta tudo bem, esse AS guarda muita magoa das coisas, só pode

  • Rodrigo

    Torcendo pro Conor dessa vez, esse russo e osso duro de roer mas não resiste a canhota

    • Thiago Sampaio

      Será? Khabib tem um queixo duro. E será que Conor resiste a cinco rounds sendo amassado?

      • KRS Porlaneff

        Comparando Khabib com Diaz: o russo tem striking pior, menos queixo, vejo ele com menos resistência psicológica, mas compensa com pelo menos o dobro do grappling que o Diaz tem.

        Se ele não for burro no contra-ataque e nem resolver bancar o campeão tailandês de boxe, até o final do primeiro minuto no primeiro round ele já pega o Conor, derruba e amassa durante os outros 4 minutos.

        • Rod (:

          Resistência psicológica ??
          Como se mede isso ? Queixo ? Um dos dois já foi nocauteado e o outro não. Khabib engoliu um Rodado do Edson, que morto ou não é um chute rodado.
          Cada uma…

          • KRS Porlaneff

            Chapa, eu vou explicar melhor, apesar de achar que você tá dando uma de égua-louca:

            1) quando eu digo resistência psicológica, é a respeito de não entrar no jogo de McGregor de irritar e induzir ao erro. Diaz mostrou que passa por cima disso facilmente, enquanto Khabib parece mais inclinado a entrar em jogos mentais.

            2) Khabib já tomou pancada de Edson Barboza e continuou de pé, mas quase foi à nocaute com pancada de Michael Johnson. Diaz teve o queixo mais testado, caiu somente diante de Josh Thomson, mas é famoso, assim como o irmão Nick, por agüentar muita pancada. Coisa pelo qual Khabib não é famoso como lutadores que nem os irmãos Diaz, Condit, Hendo, Cormier etc.

          • Thiago Sampaio

            Debater é saudável, mas sem ofensas, pessoal!

          • Rod (:

            Nada de égua louca não. Tu fez um comentário sem sentido e sem qualquer comparação.
            Michael Jhonson deu KD em todo mundo que lutou, é um puta striker, inclusive apagando Poirier em uma categoria em que não está desidratado.
            Resistencia psicológica continua sendo uma das coisas mais bizarras que já se falou num site de MMA. Se for julgar uma vitória ou uma fraqueza, use coisas reais, como condicionamento, precisão e não um a porrada de achismo.

          • Rod (:

            Quase foi a nocaute quando? Posta um Gif aqui? Até onde sei se quer foi ao chão.

          • Rod (:

            Cade o quase nocaute? No aguardo ein?
            E a resistência psicológica? ao menos durante a luta?

          • Dan Fernandes

            Diaz ja levou varios golpes limpos e resistiu, ja khabib, o unico golpe que entrou +ou- limpo na lataria dele, ele sentiu,e foi contra michael johson

          • Dan Fernandes

            “Khabib engoliu um Rodado do Edson, que morto ou não é um chute rodado” é cada uma mesmo. kkkkkkk

          • Rod (:

            Não é não? muda em quê jovem ? Se a massa e a velocidade são as mesmas, explique o que mudou ?
            Como disse, Jhonson deu KD em TODAS suas lutas, inclusive nas derrotas.
            Pura pataquara subjetiva, nego quer desmerecer A ou B e fica com patifarias como “entrou na mente, queixo não sei o que”.
            Se o queixo do Russo é ruim, repito, quanto sãos o KD que ele levou na carreira? E se ele não levou nenhum, então se baseia em quê pra afirmar que é ruim ?

          • Dan Fernandes

            queixo do Russo é ruim ? quem disse isso aqui ? estamos falando que khabib não ser famoso por sua resistecia, ja que nunca levou golpes limpos pelo proprio estilo de luta, e a unica vez que o Russo levou um golpe pesado, ele sentiu e correu para as pernas de MJ, estamos fazendo uma comparação em relação a Conor Mcgregor, Nate Diaz caiu de bunda no chão, não será khabib que vai engolir e ficar de pé

          • Dan Fernandes

            “Não é não? muda em quê jovem ? Se a massa e a velocidade são as mesmas ” Só pelo fato de barbosa estar cansado e fraco, ja muda absolutamente tudo, a massa pode ser a mesma, mas a força não é, sem potencia, como a velocidade pode ser a mesma ? O.o como é que voce pode afirmar uma coisa dessa kkkk fala serio

          • Dan Fernandes

            ” Queixo ? Um dos dois já foi nocauteado e o outro não”
            que comparação heim. como de khabii ja tiivesse levado e aguentado o mesmo que Diaz…pelo estilo de luta, khabib nunca levou golpe limpo… quando michael johnson acertou um golpe, o russo sentiu e lembrou que é grapiling

          • Rod (:

            Cara, sem querer ser cusão mas quem levou KD ontem?
            Onde estava o queixo e a resistência psicológica.
            Análises devem ser imparciais, ta aí o resultado.

          • Dan Fernandes

            parceiro, eu sou imparcial sim, voce viu a luta ? conor apanhou, 4 Rounds e khabib não chegou nem perto de nocautear, khabib acertou um overhand que qualquer um ia cair babando, Contra Conor não passou de um nockdown onde o irlandes se levantou no mesmo momento…foi como eu disse, na minha opinião foi uma comparação errônea.

  • Alan

    O problema do Mcgregor vencer é que a categoria vai ficar travada, e tem que torcer para o Dustin Poirer vencer o Nate Diaz, para não entrar naquele ciclo de novo, acredito que se Khabib vencer e se aposentar, a disputa da cinta fica entre o Fergunson e Poirer (se ambos vencerem os próximos combates).

    • Alan

      Sempre tive a curiosidade de ver como seria uma luta do Kevin Lee vc Conor Mcgregor, tanto dentro do octógono, quanto fora dele.

    • Thiago Sampaio

      Acho praticamente impossível o Khabib se aposentar, principalmente se ele vencer. Aí sim, a vaga de próximo desafiante fica entre Ferguson e Poirier.

  • Igor Barbosa

    Veremos se o Khabib caiu na pilha do McGregor. Friamente falando, o jogo casa maravilhosamente bem pro russo, mas Poirier, Aldo e Àlvarez também poderiam ter feito mais e acabaram lutando de forma atabalhoada ao cairem na provocação.

    • Thiago Sampaio

      Holloway x Ortega tem tudo pra ser excelente também! Espero que desta vez aconteça.

  • Alyson D’Gramont

    #DerrickLewisHeavyweightChampion2019

    • Thiago Sampaio

      Blasfêmia!

  • Dan Fernandes

    Serio Pettis pegou o Ticket premiado, se vencer, é cinturão na certa kkkkkkk

    • Thiago Sampaio

      O Anthony? Não sei. Se o Conor perde, ele tem moral para pedir revanche imediata e a organização não vai negar, pois precisa dele para vender. E não tenho dúvida que talvez venderia ainda mais.

      • Dan Fernandes

        era pra sair “sergio” kkk

        • Thiago Sampaio

          Ah, achei que estava falando do Anthony…haha

          Sergio pode pegar a revanche com o Cejudo, mas como perdeu para o campeão há não muito tempo, talvez fique para trás. Não duvido se o Benavidez pegar o title-shot se vencer o Ray Borg. Ou se o Demetrious Johnson se recuperar logo, deve ganhar a revanche imediata.

      • Dan Fernandes

        todos que ganham do formiga, pega o ts em seguida, se bem que dillashaw aceitou o desafio do cejudo

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