Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC 228

Thiago Sampaio | 06/09/2018 às 14:45

O nocaute do Justin Gaethje em cima do James Vick foi emocionante o suficiente para segurar um fim de semana sem evento e voltarmos com um card numerado.

Este sábado (8) acontece o UFC 228: Woodley x Till, a partir das 19h (horário de Brasília), na American Airlines Center, em Dallas, Texas.

Na luta principal, Tyron Woodley finalmente volta a defender o seu cinturão da categoria meio médio, contra o inglês Darren Till, esnobando a existência de Colby Covington com o título interino, conquistado há dois meses.

No co-main event, o título do peso mosca feminino será colocado em jogo pela primeira vez pela campeã Nicco Montaño contra a mais do que gabaritada Valentina Shevchenko.

Entre outros atrativos, estão nomes como Jéssica Bate-Estaca, o russo encardido Zabit Magomedsharipov e um card preliminar até mais recheado do que deveria, totalizando 14 (!) lutas.

E vamos lá aos destaques!

Saudades, Georges St-Pierre…

Acharam estranho Darren Till (17-0-1, 5-0-1 UFC), vindo de vitória contestada em que não bateu o peso por muito, ganhar title-shot, mesmo existindo um campeão interino? Todo mundo. Pelo menos o cinturão do Tyron Woodley (18-3-1, 8-2-1 UFC) estará em jogo!

Desde que se tornou campeão dos meio médios ao nocautear Robbie Lawler em 2016, Woodley fez três defesas sem brilho. As duas primeiras contra Stephen Thompson, um empate e uma vitória por decisão majoritária bem polêmica, num duelo chatíssimo.

Se acharam que o reinado pouco empolgante não poderia piorar, venceu Demian Maia em julho de 2017 numa disputa ainda mais sonolenta. Depois, se submeteu a uma cirurgia no ombro e não deu mais as caras.

A organização optou por realizar uma disputa de título interino entre Colby Covington e Rafael dos Anjos, no UFC 225, em junho deste ano, vencida pelo falastrão americano. Pouco mais de dois meses antes de Tyron voltar. Bizarro, né?!

Colby pediu mais tempo para lutar contra o campeão linear. A solução? Tirar dele o cinturão interino recém conquistado e colocar o número dois do ranking para lutar com Woodley.

O inglês Till é um jovem talentoso que está sendo trabalhado para ser uma nova estrela da empresa, principalmente após a aposentadoria de Michael Bisping. Com apenas 25 anos, está invicto em 18 lutas, com 17 vitórias e um empate.

Estreou no UFC nocauteando Wendell Negão, empatou com Nicolas Dalby e venceu por pontos os pouco relevantes Jessin Ayari e Bojan Veličković. Mas os holofotes viraram pra ele quando fez um main-event contra Donald Cerrone e atropelou no primeiro round.

Logo depois, foi o protagonista de um card em Liverpool, sua terra natal, contra Stephen Thompson. Estourou o limite do peso em 1,7kg, porém, venceu por decisão unânime num combate sem muita ação em que muitos viram vitória do Wonderboy.

Com experiência no muay thai desde a infância, campeão europeu do K-1 e cartel invicto no kickboxing de 44-0, tem nove nocautes na carreira no MMA. O estilo agressivo pode ser crucial para surpreender o campeão.

A diferença de tamanho é grande: 1,75m contra 1,84m do desafiante. Tyron mostrou contra Rory McDonald que não lida muito bem sob pressão, passando a recuar.

Acontece que depois que Woodley se tornou campeão, o nocauteador de outrora deu vez a um lutador cauteloso ao extremo. Usa o excelente wrestling para defender quedas (evitou todas as investidas de Demian) e ataca só o necessário para levar vantagem.

Por conta da diferença de tamanho, não iria surpreender se Tyron buscar derrubar e controlar no solo. Mesmo em pé, tem bastante potência nas mãos e pode surpreender o garotão ao explorar uma brecha.

Vale lembrar que, se Till não bater o peso, o campeão já disse que não enfrenta Kamaru Usman, que está oficialmente como reserva dessa peleja, nem por US$ 1 milhão. Oremos!

O início da Era Valentina?

Nunca uma desafiante foi tão favorita nas casas de apostas em cima da campeã. Nem tanto por demérito de Nicco Montaño (4-2, 1-0 UFC), mas pelo o que Valentina Shevchenko (15-3, 4-2 UFC) vem apresentando no retrospecto recente.

Montaño ostenta o cinturão da categoria peso mosca feminino pois foi a campeã do TUF 26, que coroou a campeã da nova divisão no UFC. No reality show, venceu Lauren Murphy, Montana Stewart, Barb Honchak e Roxanne Modafferi. Todas por decisão.

A última luta foi justamente na final do programa, quando venceu Modafferi (que havia entrado no lugar da finalista Sijara Eubanks), em dezembro do ano passado. Por algum tempo adiou a primeira defesa alegando estar se recuperando de lesão.

Mas agora não vai ter para onde ir. Valentina poderia já estar com o título da categoria de cima e chega com força na nova divisão.

Entre os galos, a Bullet dominou em pé Holly Holm, finalizou a grappler Julianna Peña e fez uma disputa de título acirradíssima contra Amanda Nunes, perdendo numa split-decision que poderia perfeitamente ter ido para ela.

A estreia entre os moscas foi um legítimo mismatch, em que passeou em cima de Priscila “Pedrita”, em Belém. Massacrou até sentir pena e venceu com finalização no segundo round. Culpa do árbitro Mário Yamazaki que “deixou a brasileira ser guerreira”…

A real é que Montaño, americana descendente de índios Navajos, tem bem menos experiência. Treina boxe desde a juventude, migrou para o jiu-jítsu em que é faixa roxa e está no MMA há apenas três anos, com seis lutas oficiais.

É eficiente em todas as áreas, porém, em nenhuma é fora da curva. Canhota, geralmente busca a trocação em suas lutas, tem boa movimentação com os pés e sabe mesclar as áreas de acordo com o combate. Porém, nada que a desafiante já não tenha visto.

A quirguistanesa radicada no Peru conta com um muay thai bastante diferenciado, com o “singelo” cartel de 60-2, inclusive com três vitórias sobre Joanna Jedrzejczyk.

Tem muita flexibilidade, chutes potentes, volume de golpes desestabilizador e um preparo físico que muitas profissionais invejariam. Na luta agarrada, tem mostrado uma evolução nítida e a luta contra Pedrita serviu para mostrar mais desse viés.

Um novo reinado pintando? Ou teremos uma estranha zebra gigante em que a campeã vai levar a melhor? Cenas do próximo capítulo!

Ainda não está à altura do magrelo

Quase todos temem Zabit Magomedsharipov (15-1, 3-0 UFC)! Um deles é Yair Rodríguez, que chegou a ser demitido por não aceitar o duelo, voltou atrás, mas anunciou lesão duas semanas antes. Sobrou para Brandon Davis (9-4, 1-2 UFC) matar essa no peito.

Por enquanto, a trajetória do russo no UFC é impecável. Estreou finalizando Mike Santiago, dominou Sheymon Moraes e finalizou com uma anaconda choke no terceiro round e, na última, venceu Kyle Bochniak por decisão unânime.

Ex-campeão do peso pena do ACB, é enorme para a divisão (tem 1,85m, com 185cm de envergadura) e, mesmo ocupando apenas a 15ª posição do ranking, já é visto como um produto para disputar o cinturão num futuro não muito distante.

Já que o Pantera pulou fora, foi difícil encontrar um adversário de nível competitivo para ele em cima da hora. John Lineker, que atua como peso galo, até tentou cavar uma vaga, mas preferiram não arriscar botar caras com 26cm de diferença para trocar golpes.

Davis, que surgiu no Dana White’s Tuesday Night Contender Series vencendo Austin Arnett por decisão, foi uma solução para tampar buraco.

No Ultimate, perdeu para Bochniak (o mesmo vencido por Zabit), venceu Steven Peterson por decisão em duelo que levou o bônus de Luta da Noite e vem de derrota para Enrique Barzola, também por pontos.

Em altura, a diferença não é tão gritante: tem 1,77m, com 183cm de envergadura. Começou na luta treinando jiu-jítsu já adulto e pouco tempo depois migrou para o MMA, sob a tutela de Alan Belcher. Fez a estreia profissional há apenas quatro anos.

Sabemos que surpresas acontecem, mas será o bug do milênio se Davis vencer essa. Até agora, mostrou um chão regular, uma trocação justa aperfeiçoada na Roufusport, porém, pouco para superar o franco favorito.

Zabit um atleta completo, iniciou a carreira ainda criança no wrestling freestyle e, depois, participou de competições de kung fu, taekwondo e kickboxing. Gosta de golpes plásticos em pé e, quando precisa, derruba com facilidade. No chão, é bem forte!

Apesar de ser um canivete suíço de técnicas e modalidades, o russo algumas vezes entrar para dar show e apresenta falhas defensivas, como aconteceu contra Bochniak, partindo pra briga franca.

Pelas condições que Davis aceitou o combate, não vai surpreender se Magomedsharipov vier com essa mentalidade.

Fica de olho, Namajunas

Jéssica Andrade (18-6, 9-4 UFC) esperava ser a próxima desafiante de Rose Namajunas pelo título do peso palha feminino. Mas como a campeã não tem previsão de retorno, a brasileira teve que aceitar Karolina Kowalkiewicz (12-2, 5-2 UFC) para se manter ativa.

Depois de uma passagem irregular como peso galo, a Bate-Estaca se encontrou na categoria até 52kg. Venceu três em seguida, conseguindo o title-shot. Na ocasião, foi dominada pela então campeã Joanna Jędrzejczyk.

Mas não se abalou e voltou ainda mais brutal. Teve uma grande atuação contra Cláudia Gadelha, em que foi melhor em pé, derrubou com certa facilidade e, no chão, foi um massacre. Depois, venceu Tecia Torres também sem deixar dúvidas.

A polonesa Kowalkiewicz também teve a chance de lutar pelo título contra a compatriota em 2016 e até esteve perto de nocautear, mas perdeu por pontos. Logo em seguida, foi surpreendida ao ser finalizada pela Claudinha ainda no primeiro round.

Mas também se reabilitou e engatou duas vitórias, sem tanto destaque, por decisão unânime sobre Jodie Esquibel sem sustos e, na última, por decisão dividida (apesar dela ter vencido claramente) sobre Felice Herrig.

Nas últimas lutas, a brasileira foi comparada como uma “mistura de Wanderlei Silva com Khabib Nurmagomedov” (?!). Grandes exageros à parte, ela tem se mostrado cada vez mais agressiva em pé e passou a aplicar as quedas em seu jogo.

Karol tem um ótimo kickboxing, com vasto arsenal de joelhadas, uppers e chutes altos. Mas não é nocauteadora nata. Tem um estilo burocrático que costuma minar a adversária e levar a vitória por decisão.

Sabemos bem que a atleta da Paraná Vale-Tudo tem muito poder de nocaute, mas essa brincadeira de andar desgovernada para frente também abre espaço para ser golpeada. Contra Tecia, levou vários golpes em cheio.

A polonesa é uma das lutadores mais técnicas da divisão e, apesar de ter menos potência nos golpes, pode se beneficiar em cima desses erros caso a luta decorra no infight. Para Jéssica, derrubar e capitalizar no ground and pound vai ser essencial.

Promessa de violência entre mulheres que não gostam de enrolação. Namajunas vai estar conferindo atenta…

Galos trilhando bom caminho

No posto de “co-evento principal das preliminares”, dois bons pesos galos que devem ralar ainda para serem jogados aos leões do top 5 da disputada divisão. Assim estão Aljamain Sterling (15-3, 6-3 UFC) e Cody Stamann (17-1, 3-0 UFC).

Antes apontado como “mini-Jon Jones” e futuro campeão da categoria, o Funk Master teve um pouco do hype freado com as derrotas para Bryan Caraway, Raphael Assunção e Marlon Moraes. Nessa última, caiu apagado com uma joelhada insana.

Mas nesse meio de caminho, conseguiu vitórias convincentes sobre Augusto Tanquinho e um decadente Renan Barão. Na última aparição, bateu Brett Johns por decisão unânime, na melhor atuação no octógono do Ultimate.

Já Stamann chegou sem grandes alardes, mesmo com ótimas passagens por eventos menores. Foi campeão da categoria dos penas do Triple X Cagefighting e dos galos no Michiana Fight League.

Chegou vencendo Terrion Ware e, depois, ganhou notoriedade ao vencer por decisão dividida nomes relevantes, casos do prospecto Tom Duquesnoy e do veterano Bryan Caraway, o que lhe rendeu a 10ª posição do ranking.

Os dois têm a mesma altura (1,70m), porém, Sterling tem uma maior envergadura que sabe usar ao seu favor na trocação. Mas seu carro chefe ainda é wrestling, o qual foi da divisão III da NCAA.

Impressionou a facilidade como conseguiu derrubar o bom Brett Johns. Controlou as ações, fez o adversário parecer um boneco de pano. É muito eficiente no ground and pound, é forte no clinche e também arranca suas finalizações.

É de longe o desafio mais difícil da carreira de Stamann (lembrando que Caraway vinha de um longo período sem lutar). Praticou wrestling na universidade e, depois, se dedicou ao boxe.

Trata-se de um atleta ágil e com certa potência nos golpes. Adaptou bem os chutes baixos para tirar a base do adversário.

Provavelmente vai buscar encurtar para levar a melhor em pé. Tanto evita como aplica bem as quedas, mas vai precisar estar com a defesa muito em dia pra frear a luta olímpica do Funk Master.

Tops escondidos no undercard

Jimmie Rivera (21-2, 5-1 UFC) poderia estar na beira de uma disputa de título se não fosse a bica do Marlon Moraes na cabeça que o levou a nocaute em 33 segundos. Agora, ele é “rebaixado” para o card preliminar e enfrenta o duro John Dodson (20-9, 9-4 UFC).

Aquela foi apenas a segunda derrota da carreira do El Terror, que havia perdido em meados de 2008. Até o tal fatídico chute, no UFC havia vencido Marcus Brimage, Pedro Munhoz, Iuri Marajó, Urijah Faber e Thomas Almeida.

Antes, colecionava cinturões de outras organizações, como KOTC, Ring of Combat e CFFC.

Já Dodson, que duas vezes bateu na trave de ser campeão dos moscas, perdendo para Demetrious Johnson, vem alternando resultados depois que voltou a lutar na divisão dos galos, na qual já nocauteou o atual campeão, T.J. Dillashaw.

Nocauteou Manvel Gamburyan em 37 segundos, perdeu por decisão dividida para John Lineker, venceu por pontos Eddie Wineland, foi superado por Marlon Moraes e, na última, ganhou de Pedro Munhoz, também nas papeletas.

Rivera é um lutador com muita precisão, apesar do pouco instinto de urgência. Tem 15 das 21 vitórias por decisão. É um striker por natureza e usa a trocação num estilo pragmático, dosando bem o gás.

Pode até perder um ou dois rounds, mas consegue assumir o controle das ações até o final. Também tem um wrestling de qualidade, apesar de utilizado como arma complementar.

O The Magician ficou famoso pelo estilo elétrico, movimentação dinâmica, sempre ligado no 220V, além de um poder de nocaute descomunal para um sujeito de apenas 1,60m. Sempre com o sorriso no rosto!

Mas nos últimos combates, tem sido bem mais conservador do que de costume. Contra Lineker, por exemplo, ficou pulando para trás por cinco rounds. Até nas vitória sobre Wineland e Pedrinho, não teve o instinto assassino de antes.

Até pelo retrospecto recente do baixinho feliz, Rivera desponta com um leve favoritismo para o duelo.

Card completo

Tyron Woodley x Darren Till
Nicco Montaño x Valentina Shevchenko
Zabit Magomedsharipov x Brandon Davis
Jéssica Andrade x Karolina Kowalkiewicz
Abdul Razak Alhassan x Niko Price
Carla Esparza x Tatiana Suarez
Aljamain Sterling x Cody Stamann
Jimmie Rivera x John Dodson
Charles Byrd x Darren Stewart
Diego Sanchez x Craig White
Jim Miller x Alex White
Irene Aldana x Lucie Pudilova
Jarred Brooks x Roberto Sanchez
Geoff Neal x Frank Camacho

Vale assistir?

Falando em termos de alcance, esse UFC 228 talvez tenha a segunda pior venda de pay per views de 2018, atrás apenas do UFC 224, no Rio de Janeiro. Depender de Woodley e da Valentina, que é a desafiante, não é animador para fazer sucesso.

Mas olhando pelo lado prático, como bom card numerado, há lutas que prometem, parecido com os eventos montados para a Fox.

O gigante Darren Till (se bater o peso…) oferece riscos reais ao campeão, principalmente se partir pra cima, exigindo que o hoje cuidadoso Woodley saia da sua zona de conforto.

Shevchenko é sempre um show de se ver, por mais que a campeã Nicco possa oferecer dificuldade. Mas vamos lá, se a campeão vencer, ela vai calar a boca do mundo todo e aí está um atrativo extra.

Infelizmente, a luta de Zabit Magomedsharipov contra o bonequeiro Yair Rodríguez não vai acontecer. Com a entrada de Brandon Davis, caiu muito em competitividade! Assim, fica a curiosidade se teremos um novo show do magrelo.

Promovidos recentemente para o card principal, Niko Price e Abdul Razak Alhassan prometem uma violência daquelas que não deixam a desejar em nada.

Bate-Estaca x Kowalkiewicz deve ter muita pancadaria pelo estilo delas, enquanto a excelente grappler Tatiana Suarez recebe o maior desafio da carreira, contra a ex-campeã Carla Sparza, podendo despontar como uma possível desafiante se vencer.

No card preliminar, Sterling x Stamann e Rivera x Dodson poderiam figurar na porção principal de qualquer outro card.

Temos que reconhecer que caras como Jim Miller e Diego Sanchez sempre foram divertidos de se ver. Ambos estão com adversários vencíveis, mas às vezes o momento de encerrar a carreira chega com atraso para alguns. No caso deles, já passou da hora!

Sendo assim, para quem curte mesmo o esporte, vale a conferida, mesmo que perca o comecinho nem tão interessante para o negócio pegar pra valer bem mais tarde.

Aproveito para pedir perdão a quem assistiu “Slender Man” após ler a última coluna. Que filme ruim da peste! Aproveitando, segue dicas do que não ver: nem perca o seu tempo com “O Candidato Honesto 2” e “Deus Não Está Morto 3”. Credo! Seu bolso agradece.

  • Juan

    O card não deve vender bem, mas vale a pena ser assistido.
    As belas e violentas Valentina e Kowalkiewicz já valem o ingresso. Ainda tem mais um show do Zabit. E quanto à luta principal, é a chance do Till dar uma surra no Woodley (batendo ou não o peso).

    • Gabriel

      Exato. É até bom que muda os rumos da categoria.
      Não fui de primeira nesse hype todo do Till quando ele deslanchou mas, depois das 2 últimas lutas, entrevistas e carisma, entrei na torcida pelo inglês.

    • Thiago Sampaio

      De fato não é dos melhores cards numerados do ano, mas em proporção de boas lutas, ainda está melhor do que os UFC 220 e 221.

  • Bernardo Garcia

    Esse card terá lutas bem bacanas, vale sim a pena assistir. Continuando sobre filmes ruins, não assistam A Freira, filme decepcionante, apenas assusta com seu enredo ruim e alguns poucos jumpscares, sem contar o fato de “comédia romântica” sutil presente no filme. Abçs.

    • Thiago Sampaio

      “A Freira” é fraco…mas ainda achei melhor do que os dois “Annabelle”. Nenhum se compara aos dois “Invocação do Mal”.

  • Gabriel

    OFF: A luta entre Nicco Montaño x Valetina Shevchenko foi cancelada, devido a problemas de saúde por parte de Nicco. O jornalista de MMA, Ariel Helwani, disse que tem fontes que afirmam que o problema foi relacionado ao corte de peso.

    • Thiago Sampaio

      Com isso, a Nicco já é a campeã mais longeva da categoria mosca. Mais de um anos, sem nenhuma defesa.

    • Rogerio Troy

      Isso é OFF desde quando?

  • Sergio Araujo

    Que merxx, a luta da Valentina caiu. Eu Tava muito mais animado pra ver a Valentina atropelar aquela campeã medrosa, do que ver a luta do Woodley.

    • Thiago Sampaio

      Agora que a Nicco foi destituída do cinturão, Valentina x Joanna pelo título vago seria uma boa, hein.

      • Sergio Araujo

        Só espero q não demore pra vermos a Valentina lutar

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