Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC 227

Thiago Sampaio | 02/08/2018 às 13:00

Definição de déja vu: “Forma de ilusão da memória que leva o indivíduo a crer já ter visto alguma coisa ou situação de fato desconhecida ou nova para si”.

Essa poderia ser também uma descrição do evento deste fim de semana, já que as duas disputas de cinturão são lutas que já aconteceram anteriormente. Mas como felizmente o MMA é dinâmico, as chances de repetição do resultado podes até acontecer, mas do desenrolar, são mínimas.

O UFC 227: Dillashaw vs. Garbrandt 2 acontece a partir das 19h45 (horário de Brasília) deste sábado (4), na Staples Center, em Los Angeles, Califórnia.

Na luta principal, T.J. Dillashaw defende o cinturão do peso galo justamente contra o seu último adversário, o desafeto Cody Garbrandt, de quem arrancou o título.

No co-main event, o praticamente tombado título dos moscas em posse de Demetrious Johnson volta a ser colocado em jogo contra Henry Cejudo, o mesmo que ele tirou para nada há dois anos.

Para os brasileiros que curtem torcer para seus compatriotas e pouco sabem sobre os baixinhos que vão estar nas principais lutas, não há motivo para desespero, pois nada menos que seis atletas brazucas vão dar as caras.

E vamos lá aos destaques!

Podem se odiar pois estamos curtindo

Uma revanche imediata entre T.J. Dillashaw (15-3, 11-3 UFC) e Cody Garbrandt (11-1, 6-1 UFC) podia nem fazer sentido. Mas são dois caras tão absurdo de talentosos que ninguém reclamou de vê-los se massacrando mais uma vez.

No primeiro encontro, ocorrido no UFC 217, em novembro do ano passado, os ex-companheiros da Team Alpha Male trocaram uma pilha de provocações, atenuadas durante as gravações do TUF 25, em que eles foram treinadores.

Mas na luta, foi o Killashaw quem levou a melhor, vencendo por nocaute no segundo round, recuperando o título do peso galo que já havia passado por ele. Não sem antes sofrer susto no fim da primeira etapa, em que foi salvo pelo gongo.

Muito se tentou casar uma superluta de T.J. contra Demetrious Johnson, mas não vingou. Com Dominick Cruz eternamente lesionado, Marlon Moraes ainda trilhando o caminho para o title-shot e Raphael Assunção sem apelo algum, a opção foi clicar no repeat.

Na primeira vez que se tornou campeão, Dillashaw quebrou a casa de apostas ao passear em cima de Renan Barão. Fez duas defesas bem sucedidas, contra Joe Soto e o próprio Barão, perdendo a cinta para Dominick Cruz. Depois, venceu Raphael Assunção e John Lineker.

Garbrandt venceu cinco lutas (quatro delas por nocaute) até se credenciar a lutar pelo título que pertencia a Cruz. Teve uma atuação de gala, frustrando o jogo de esquiva e bate-sai do ex-campeão, com moral para dançar breaking no meio da luta.

Os dois sobram em habilidade e o resultado é imprevisível do mesmo jeito que era no primeiro embate. Ali o loirinho levou a melhor, mas de novo cada um vai ter que jogar xadrez para encontrar brechas no rival.

T.J. é rápido, tem movimentação nada convencional em que troca de base o tempo todo e nunca fica parado na frente do adversário. Tem mãos rápidas, utilizou alguns chutes na luta anterior (inclusive o que iniciou o nocaute) e finta muito bem os golpes.

Além disso, é wrestler da primeira divisão da NCAA e, quando precisa, derruba com facilidade, sempre fintando a queda. Quem sabe bem disso é Lineker, que foi massacrado com cotoveladas no ground and pound e saiu premiado com a mandíbula quebrada.

No Love tem maior poder de nocaute e maior possibilidade de liquidar num golpe singular (Thomas Almeida sentiu na pele…). Mas também se movimenta bem e é bastante eficiente nos contragolpes. A cada um que desvia, devolve vários.

Mais uma vez, quem piscar nessa luta não é digno nem de assistir a uma revanche do CM Punk contra Mike Jackson.

Já diziam os Teletubbies: “De novo!”

O campeão mais dominante do UFC, Demetrious Johnson (27-2-1, 15-1-1 UFC), continua relegado ao posto de co-evento, mesmo já tendo varrido toda a categoria dos moscas. Sem mais opções, foi o jeito pegar Henry Cejudo (12-2, 6-2 UFC) novamente.

Já foram nada menos que 11 defesas de cinturão, uma a mais do que Anderson Silva. Como a superluta contra Dillashaw não saiu do imaginário dos fãs, lá vai ele para o terceiro desafiante a repetir a tentativa (Joseph Benavidez e John Dodson falharam duas vezes).

A primeira luta contra Cejudo aconteceu no UFC 197, em abril de 2016. Na época, Henry tinha apenas 10 combates como profissional de MMA. O resultado: nocaute do campeão em menos de três minutos de luta.

Depois disso, Johnson fez mais três defesas, contra Tim Elliott, Wilson Reis e Ray Borg. Tirando o susto sofrido no primeiro round contra Elliott, venceu todos os desafios com sobras. Contra Borg, aplicou uma das finalizações mais incríveis de todos os tempos. Coisa de cinema!

Cejudo passou mais de um ano inativo desde o prematuro title-shot e voltou com uma derrota controversa por decisão dividida para Joseph Benavidez. Ali, já mostrou uma nítida evolução, inclusive na trocação.

Depois, teve dois triunfos sem margem para dúvida. Atropelou Wilson Reis nocauteando no segundo round e venceu Sergio Pettis por decisão unânime botando o seu wrestling olímpico para valer.

O crescimento como lutador nas artes marciais mistas é de encher os olhos e desta vez o cenário é diferente. Se tivermos outra vitória do campeão pela via rápida ainda no primeiro round será surpresa. Mas é impossível não colocar o Mighty Mouse como favorito.

Demetrious é talvez o lutador mais rápido de todo o UFC, sabe mesclar o grappling com a trocação afiada como poucos. Apesar de faixa branca de jiu-jítsu, tem conseguido finalizar especialistas da luta de solo, como Reis. Um monstrinho do MMA!

O adversário tem apresentado um boxe bastante alinhado e com potência nos golpes. Tem se mostrado cada vez mais à vontade em pé, porém, acertar o campeão é uma tarefa ingrata. Johnson consegue ir capitalizando com maestria e não sossega até garantir a vitória.

Medalhista de ouro no wrestling com apenas 21 anos nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, Cejudo tem como caminho menos difícil se conseguir derrubar. Tem excelente controle no chão, ainda que a defesa do campeão seja impressionante.

Cheiro de passagem de bastão no ar? Aguardemos!

De olho na concorrência pesada lá em cima

Um dos atletas brasileiros mais promissores da atualidade, Renato Moicano (12-1-1, 4-1 UFC) pediu uma luta contra Cub Swanson (25-9, 10-5 UFC) e conseguiu. Uma vitória pode colocá-lo na briga entre possíveis desafiantes ao concorrido título do peso pena.

O brasiliense, ex-campeão interino do Jungle Fight, tem mostrado muita maturidade na gerência da carreira, apesar de ter apenas 29 anos. Migrou para a American Top Team, uma das maiores equipes do mundo, tem boa articulação junto à imprensa e evita hype em cima dele.

Estreou no UFC no final de 2014 finalizando Tom Niinimäki, aceitando combate de última hora. Bateu Zubaira Tukhugov por decisão dividida e, depois, venceu o veterano Jeremy Stephens, também por split-decision.

Perdeu a invencibilidade ao cair na guilhotina de Brian Ortega. Mas até tentar a queda atabalhoada que culminou na finalização, estava levando a melhor contra o atual desafiante da categoria. Depois, se recuperou vencendo Calvin Kattar por decisão unânime.

Swanson tem uma trajetória bem mais ampla. Aos 34 anos, vai para a 16ª luta no UFC. Já venceu nomes como Charles do Bronx, Dustin Poirier, Stephens e Doo Ho Choi numa luta insana.

Até vinha em boa fase, com quatro triunfos em seguida, sobre Hacran Dias, Tatsuya Kawajiri, Choi e Artem Lobov (o casamento de luta mais sem noção de todos os tempos!), todos por decisão. Porém, vem de duas derrotas, para Ortega e Frankie Edgar.

Moicano é muito eficiente no muay thai, apesar de não ter senso de urgência. Contra Stephens e até na última contra Kattar, manteve a distância, minando a base dos adversários com chutes, batia e saía, sem parar de girar para o lado oposto da mão forte.

Pode até não empolgar aos que mordem a almofada na ansiedade por um nocaute, mas o jogo dele funciona muito bem, jogando com o regulamento de baixo do braço. Também é faixa preta de jiu-jítsu, com cinco vitórias por finalização, todas com mata-leão.

O americano já foi conhecido pelo estilo brigador e a mão pesada. Mas nas últimas vitória por pontos, tem se mostrado bem mais conservador. Funcionou contra a maioria, mas levou sustos até do Lobov!

Na desnecessária revanche contra Edgar (na primeira ele já havia sido dominado por cinco rounds e finalizado nos últimos segundos), pareceu bem mais travado do que o normal e quase não atacou.

Ainda assim, Cub é um nome perigoso e, se o americano vencer, é provável que peça uma revanche com José Aldo, para quem perdeu no WEC em 2009 em apenas oito segundos. Aquelas joelhadas estão entaladas até hoje e a possibilidade dessa luta pode ser uma motivação.

“Luto com qualquer um?!”, pois toma esse!

Thiago “Marreta” Santos (17-6, 9-5 UFC) estava pronto para substituir Israel Adesanya ou Brad Tavares se fosse preciso no último dia 6 de julho. Não rolou. Doido para lutar logo, aceitou entrar de última hora no UFC 227 contra o desconhecido Kevin Holland (12-3, 0-0 UFC).

Marreta vinha embalado com quatro vitórias, sobre Jack Marshman, Gerald Meerschaert, Jack Hermansson e Anthony Smith, todas por TKO. Entrou para o ranking do peso médio mas, ao receber o experiente David Branch, foi nocauteado no primeiro round.

Holland, por sua vez, faz a sua estreia oficial no UFC. Conseguiu o emprego no Dana White’s Tuesday Night Contender Series no último dia 12 de junho, vencendo Will Santiago Jr. por decisão unânime. Não foi contratado de imediato, mas recebeu a chance.

Vem de quatro vitórias (o último revés foi para Curtis Millender, hoje no Ultimate) e passagens por eventos como KOTC, LFA e Bellator. Vai para a quarta luta só em 2018.

Essa é aquele desafio que o Marreta deve ter aceitado para tapar o buraco deixado por Alexander Gustafsson e Volkan Oezdemir no card com algum acordo em vista. Provavelmente visando substituir alguém no UFC 230, estrelado pela elite do peso médio.

Se vencer, se coloca de novo no caminho para almejar um adversário ranqueado na próxima. Aquele famoso passo para o lado. Se perder, poder se despedir do ranking e de pretensões maiores.

O brazuca da tatuagem horrível no peito apresentou uma evolução colossal desde a participação apagada no TUF Brasil 2, quando atuava como meio médio. É um striker perigosíssimo que bate pesado, tem chutes perigosos e sempre vai partir pra nocautear.

Das 17 vitórias, 12 foram por nocaute e a tendência é que procure adicionar mais um highlight para a coleção e ficar bem na fita com os patrões.

Holland, que é um cara alto (tem 1,91m) e carrega o apelido de Trailblazer, tem um estilo que favorece o brasileiro, pois também costuma aceitar a trocação e já disputou competições de muay thai. É daqueles que anda pra frente mesmo sem tanta técnica e gosta de provocar.

Não tem tanta potência em golpes singulares, mas tem com seis vitórias por nocaute técnico. Também tem um chão decente, com cinco triunfos por finalização, com guilhotina, mata leão e triângulo.

O americano já prometeu que se perdesse tatuaria também uma marreta no peito. Brincadeira! Ele pode ser marrento, mas não tem essa coragem toda.

Acorde antes do card principal

A categoria dos galos é uma das mais animadas atualmente. Para além da luta principal, os talentosos Pedro Munhoz (15-3-0-1, 5-3-0-1 UFC) e Brett Johns (15-1, 3-1 UFC) buscam reabilitação para sonhar com voos maiores, fechando o card preliminar com muito potencial.

Munhoz chegou ao UFC como campeão do extinto Resurrection Fighting Alliance (RFA) e, de cara, recebeu Raphael Assunção, para quem perdeu por pontos. No meio do caminho também foi superado pelo duríssimo Jimmie Rivera, para quem perdeu por decisão dividida.

Vinha em ótima fase, com quatro vitórias consecutivas, sobre Russell Doane, Justin Scoggins, Damian Stasiak e Rob Font. Mas na última, o atleta de 32 anos perdeu por decisão dividida para John Dodson numa luta equilibrada.

O galês Brett Johns, ex-campeão do Cage Warriors FC e do Titan FC, chegou ao Ultimate engrenando três vitórias, sobre Kwan Ho Kwak e Albert Morales por decisão e finalizando Joe Soto com uma rara chave de panturrilha.

Mas ao receber o maior desafio na companhia, The Pikey perdeu a invencibilidade de 15 lutas sendo dominado por Aljamain Sterling na última aparição. Ainda assim, segue ali na rabeira do ranking.

O ágil brasileiro tem mostrado boa evolução no muay thai, a ponto de trocar quase em nível de igualdade com todos os adversários. Mas a especialidade é o jiu-jítsu, com uma guilhotina perigosíssima. Das 15 vitórias, nove foram por finalização.

Com 26 anos, Johns é um lutador completo. Bom no kickboxing, troca golpes com segurança. A especialidade também é na luta agarrada. Faixa preta de judô, consegue quedar com facilidade e tem arsenal variado de finalizações (venceu cinco vezes assim).

Apesar de promissor, Johns mostrou ser suscetível quando colocado contra um competidor de elite. Pedrinho certamente é um teste de fogo para o lutador, pois mesmo com a derrota recente, parece vir numa crescente.

Não à toa o brasileiro está sendo colocado como franco favorito nas casas de apostas.

Como um duelo típico entre grapplers de origem que se empolgaram com o MMA, eles devem começar na trocação, onde Pedrinho tem apresentado um desenvolvimento bem maior. Chuta muito, se movimenta com facilidade e não hesita em explodir caminhando para frente.

Como Munhoz não é wrestler, o galês não vai ter a preocupação de ser jogado para lá e para cá como foi com Sterling. Se estiver levando a pior em pé, ele quem deve buscar a queda, mas o brazuca tem totais condições de arrancar uma finalização, mesmo por baixo.

Card completo

T.J. Dillashaw x Cody Garbrandt
Demetrious Johnson x Henry Cejudo
Cub Swanson x Renato Moicano
Polyana Viana x JJ Aldrich
Thiago Marreta x Kevin Holland

Pedro Munhoz x Brett Johns
Ricky Simon x Montel Jackson
Matt Sayles x Sheymon Moraes
Jose Torres x Alex Perez
Ricardo Carcacinha x Kyung Ho Kang
Danielle Taylor x Zhang Weili
Marlon Vera x Wuliji Buren

Vale assistir?

Este é aquele caso de card numerado que não tem um nome de impacto para puxar vendas de pay per views, não deve ter a maior das audiências, mas com certeza está repleto de combates interessantes.

Dillashaw e Garbrandt podem se enfrentar dez vezes que sempre vão garantir uma luta de altíssimo nível técnico.

As últimas atuações de Cejudo mostraram que ele evoluiu para, diferente da primeira luta entre eles, fazer um duelo competitivo contra Johnson. Cheiro de que mais um campeão dominante vai cair? Veremos.

Marreta até merecia um adversário mais conhecido, porém, sempre fica a expectativa por nocaute com ele no octógono contra um cara que vai tentar mexer com o psicológico dele.

Enquanto isso, o talentoso Renato Moicano pode conquistar a mais importante vitória da carreira se vencer Cub Swanson. Pedro Munhoz e Brett Johns devem fazer uma luta bastante movimentada.

Por sinal, brasileiro é o que não falta neste evento (e ainda teria Bethe Correia, vetada na semana da luta)! Já fica com essa desculpa se quiser chamar os amigos para uma farra caseira. Para o amigo que não curte muito luta, só aponta para quem ele deve torcer e ignora os comentários aleatórios.

Após a boa estreia por finalização em Belém, Polyana Viana já foi jogada para o card principal, sinal que a organização está apostando nela. Com ótimo jiu-jítsu, ela de fato é promissora e JJ Aldrich é uma adversária bem vencível.

O empolgante striker Sheymon Moraes recebeu logo na estreia o encardido Zabit Magomedsharipov e se deu mal, mas agora contra Matt Sayles (outro que saiu do programa do Dana White), tem maior chance de mostrar do que é capaz.

Outro jovem que promete bastante é Ricardo Carcacinha, de apenas 22 anos, que na última luta nocauteou Aiemann Zahabi com uma sensacional cotovelada giratória. Enfrenta Kyung Ho Kang, que não é nenhum primor, mas vem de três vitórias. Olho nesse moleque!

Posso escrever algo e sair correndo?

A saída de Gustafsson x Oezdemir nem prejudicou tanto o evento. Quem sabe o sueco divulgue depois um vídeo patrocinado pedindo desculpas pelas lutas dele caírem tanto, que nem um certo jogador de futebol brasileiro fez.

  • Paulo Zanchet

    Card TOP

  • Jonas Greco

    Cejudo campeão seria interessante.

    • Thiago Sampaio

      Baita lutador. Mas se ele vencer, é bem provável que marquem uma revanche imediata com o DJ.

      • Jonas Greco

        Também acho e creio que o DJ vá vencer. Queria ver o campeão tomando um choque pra sair um pouco mais da zona de conforto dele. Quem sabe assim teria a visibilidade que merece.

        • Igor Barbosa

          Acho essa luta bem perigosa pro DJ, e a que menos tenho certeza da vitória dele. É uma pena mesmo o cara não ser devidamente reconhecido, vendo por esse lado, uma derrota seguida de uma revanche poderia chamar mais a atenção das pessoas.

  • Leonardo Saraiva

    Quero muito ver Marlon Moraes x Tj, mas seria legal contra o Cody, que é um otimo boxer, TJ é muito mais testado, acho q isso pesa, em contraponto ainda acho o Cody rapido demais com as mãos, lutassa

    • Thiago Sampaio

      Acho que há maior chance de o Marlon Moraes conseguir a disputa de título se o Cody vencer. Se o TJ ganhar novamente, vão tentar casar a superluta com o Demetrious Johnson (se passar pelo Cejudo, claro).

  • Rodrigo

    Torcendo muito pro Carcacinha!

    • Thiago Sampaio

      Uma das principais promessas do Brasil. Creio que os treinos na Team Alpha Male farão ele evoluir mais ainda.

  • Douglas Karpinski

    poderia assistir mais umas 5 lutas do NoLove vs snake in the grass, esses dois são muito foda, que isso, velocidade com poder de nocaute, lutassa!!!

    • Douglas Karpinski

      pra vcs terem idéia de como essa revanche vai ser top
      https://www.youtube.com/watch?v=yAjTKH5Rctc

    • Thiago Sampaio

      Não é à toa que a categoria dos galos, na minha opinião, é a melhor da atualidade no UFC (mais até do que leve). TJ, Cody, Dominick Cruz, John Lineker, Jimmie Rivera, Marlon Moraes, Raphael Assunção (ele não é empolgante mas é um ótimo lutador) podem fazer um torneio entre si que é garantia de lutas espetaculares.

      • Douglas Karpinski

        concordo plenamente, acho que a categoria dos médios e meio médios ótimas tambem, sobre o rafael ele é um puta lutador, pena não se promover melhor

  • Nathan Dreak

    Na expectativa por TJ x Cody. Aposto no Cody dessa vez. Bom reforço para o card a ausência da Bethe.

    • Thiago Sampaio

      Impressionante a rejeição da Bethe pelos brasileiros!

  • Igor Barbosa

    Eu assistiria TJ x Cody saírem na porrada todo mês, não reclamaria não! É muita qualidade técnica reunida só em dois lutadores, existe uma rivalidade genuína, e o mais legal é que os estilos casam bem demais. Parece até que um nasceu pra bater no outro, como se o TJ fosse o Massaranduba do Cody e vice-versa kkkkkk… Esses dois são do tipo de lutador que dá gosto de ver. Nem vi a revanche e já quero a trilogia!

    Demetrious é genial, já sabemos disso, mas às vezes ele gosta de esfregar a genialidade dele na cara de todo mundo. Lendário demais! Mas depois da entrevista que o Cejudo deu no último Revista Combate, não dá pra não torcer por ele… Simpatia pura, e ainda falou português (nem sabia que ele falava nosso idioma). Vai ser bem diferente da primeira luta, acho que vai ser o desafio mais difícil pro DJ desde que se tornou peso mosca.

    Tô na ansiedade pra ver Moicano, Polyana ( <3 ) e Carcacinha. Nova geração do MMA brasileiro muitíssimo bem representada amanhã, e tenho certeza que os 3 passam bem no teste.

    • Thiago Sampaio

      Acho que mesmo se o Cejudo perder por decisão, entregando uma luta dura, vai dar uma chacoalhada na divisão. Demetrious está numa zona de conforto, mérito todo dele pois sobra em qualidade em relação aos adversários. Mas ao ver que existe sim concorrência, a organização pode traçar novos planos para promover a categoria.

      • Igor Barbosa

        Com certeza, é sempre bom lembrar da sacudida que a divisão dos médios sofreu quando o Anderson perdeu o cinturão por exemplo. Sou fã do DJ, mas um revés dele acabaria fazendo bem pra divisão.

  • flavio israel

    Já diziam os Teletubbies : de novo , de novo ! kkkk mitou nessa aí . No mais o evento promete lutas legais !

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