Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC Boise

Thiago Sampaio | 12/07/2018 às 14:00

Se você ainda está indignado com a falta de garra de certas estrelas da seleção brasileira de futebol, este fim de semana tem mais um evento do UFC com direito até a lutador que sobreviveu a facada e passou meses em coma!

O UFC Fight Night 133: dos Santos vs. Ivanov acontece a partir das 19h15 (horário de Brasília) deste sábado (14), na CenturyLink Arena, em Boise, Idaho.

Na luta principal, o ex-campeão Júnior “Cigano” dos Santos retorna de suspensão contra o estreante búlgaro Blagoy Ivanov, ex-campeão dos pesos pesados do WSOF.

No co-main event, o queridinho do tio Dana, Sage Northcutt, sobe de novo para a categoria dos meio médios e enfrenta Zak Ottow.

Também figuram no card nomes de certa relevância na organização, como Chad Mendes, Cat Zingano, Dennis Bermudez, Darren Elkins, entre outros.

Vamos lá aos destaques!

Sai da grade, Cigano!

Ele voltou! Não que todo mundo estivesse esperando ansiosamente por isso, mas Júnior dos Santos (18-5, 12-4 UFC) está livre da suspensão para tentar reiniciar o caminho ao topo da categorias dos pesados contra o duríssimo estreante Blagoy Ivanov (16-1-0-1, 0-0 UFC).

Desde que perdeu o cinturão após uma surra de Cain Velásquez em meados de 2012, o brasileiro não consegue vencer duas em seguida. Teve a chance de reaver o título no ano passado mas foi nocauteado rapidamente por Stipe Miocic (quem ele venceu em 2014).

Quando estava com duelo marcado contra Francis Ngannou, foi notificado pela USADA por suspeita de uso do diurético hidroclorotiazida. Por ter colaborado com as investigações, que envolviam uma farmácia de manipulação, recebeu suspensão reduzida de seis meses.

Rapidamente teve luta anunciada. Apesar de ter pedido o russo Alexander Volkov, recebeu outro europeu, ainda não ranqueado. Mas o búlgaro Ivanov está longe de ser um novato qualquer para o brasileiro voltar aos trilhos.

Ex-campeão dos pesados do World Series of Fighting e com passagem positiva pelo Bellator, Ivanov só perdeu uma vez na carreira, finalizado pelo próprio Volkov, hoje ali na boca para disputar a cinta do UFC.

No WSOF, já estreou disputando o título e pegou o cinturão ao finalizar Smealinho Rama. Defendeu com sucesso contra Derrick Mehmen, Josh Copeland, Shawn Jordan e Caião Alencar.

Mas o reconhecimento vem desde antes do MMA. Faixa preta de judô, faturou títulos em competições nacionais e europeias. Foi campeão mundial de sambo em 2008, derrotando, inclusive, ninguém menos que Fedor Emelianenko nas semifinais.

A principal conquista dele, na verdade, foi fora das lutas. Em 2012, o restaurante onde ele estava foi invadido por um grupo de oito pessoas. Foi esfaqueado embaixo do braço, atingindo o coração. Submetido a cirurgia, foram quase três meses em coma!

Lutando contra a morte, ele saiu do hospital, teve dificuldade para voltar a falar. Cinco anos depois, estreia na maior organização do mundo de MMA, numa luta principal, contra um ex-campeão.

Na carreira, tem seis vitórias por nocaute, seis por finalização e quatro por decisão. Tem uma trocação justa no dirty boxing, bate muito pesado e derruba com facilidade. Tem ótimo controle de solo, capitalizando no ground and pound e busca arrancar os três tapas.

Cigano vai buscar impor o seu já conhecido boxe, buscando o nocaute, intercalando aqui e acolá com chutes. A dúvida é se vai voltar a cometer os erros de permitir ser encurralado na grade. Para Ivanov, será um prato cheio. Lembrando que o poder de absorção de golpes não é o mesmo do passado.

O caminho para o catarinense é atuar de maneira estratégica como fez na vitória contra Ben Rothwell. Se movimentou bastante, batia e saía, aproveitava os contragolpes. Apesar da guarda baixa (defeito antigo), teve bom controle de distância.

Tesouro, não se misture com essa gentalha!

Goste você ou não, Sage Northcutt (10-2, 5-2 UFC) é mesmo um queridinho de Dana White. Tanto que com a desfeita da luta James Vick x Paul Felder, seu duelo contra Zak Ottow (16-5, 3-2 UFC) foi alçado nesta semana ao posto de co-evento principal.

As derrotas para Bryan Barberena e Mickey Gall levantaram a dúvida se, com aquele nível precário de luta no solo, iria muito longe. A vitória segura sobre Michel Quiñones deu indícios de que os treinos na Team Alpha Male estariam tendo bom avanço.

Mas no último combate, pegou um limitado Thibault Gouti e venceu numa decisão dividida bem contestada. Voltou a sofrer sustos no chão. Mas vamos lá: o moleque só tem 22 anos! Ele tem sim o seu valor e muito tempo para corrigir as deficiências.

Mas um bom começo seria decidir em qual categoria quer lutar. Ele perdeu as duas lutas que fez como meio médio, voltou para a categoria em que está invicto, peso leve, conseguiu duas vitórias e, agora, vai se aventurar de novo entre os 77kg.

Dificuldade para bater peso, já que tem um físico bem definido para um jovem de 1,83m? Provavelmente.

Zak Ottow é aquele adversário que está alguns níveis acima de figuras como Francisco Trevino, Cody Pfister e Enrique Marín (todos já demitidos).

No Ultimate, alternou vitórias sobre Josh Burkman e Kiichi Kunimoto, com derrotas para Serginho Moraes e Li Jingliang. Na última aparição, venceu por nocaute técnico o veterano (e agora aposentado) Mike Pyle.

Apesar de ter o seu valor em pé, é faixa laranja de taekwondo, gosta de chutar, porém, a maioria das vezes o seu objetivo é usar os golpes para encurtar e derrubar. Das 16 vitórias da carreira, 10 foram por finalização.

Ex-piloto da força aérea americana e ex-jogador de futebol americano no colegial, é aquele típico lutador que pratica wrestling desde a high school e desenvolveu o jiu-jítsu na Pura Vida BJJ & MMA, junto com Jake Klipp.

Por isso, Northcutt deve tentar capitalizar na longa distância com combinações simples de jab-direto, economizar com os chutes para evitar a queda, já que tem bom controle na trocação.

Porém, Ottow tem o jogo perfeito para anular o projeto de Ken da Barbie (ou mini-Ivan Drago, mini-Guile do Street Fighter, como preferirem). Se querem promover mesmo o rapaz, não foram muito felizes no casamento.

Em busca da quarta disputa de título?

Uma atração interessante deste card é o retorno de Chad Mendes (17-4, 8-4 UFC), que até merecia figurar no posto de co-evento principal. Para recepcioná-lo de volta, Myles Jury (17-2, 8-2 UFC) busca sair do status de promessa que carrega há alguns muitos anos.

Sem dúvida, o Money é um dos nomes mais fortes da categoria dos penas e volta após cumprir dois anos de suspensão após testar positivo para GH – hormônio usado para hipertrofia e definição muscular.

Já venceu nomes como Cub Swanson (ainda no WEC), Darren Elkins, Clay Guida, Nik Lentz e Ricardo Lamas. A última aparição foi em dezembro de 2015, quando acabou nocauteado por Frankie Edgar numa luta que prometia muito e acabou em pouco mais de dois minutos.

Teve nada menos que três chances de disputar o cinturão da categoria e, como bom integrante da Team Alpha Male, perdeu todas. Foi nocauteado por José Aldo na primeira e proporcionou uma revanche épica em que foi derrotado por pontos, ambos os duelos no Brasil.

Na terceira, substituiu Aldo com apenas duas semanas de antecedência para disputar um título interino contra Conor McGregor. Mesmo sem preparo, manteve o irlandês imobilizado por quase dois rounds inteiros, até ser nocauteado no final do segundo.

Se hoje ele estivesse em plena atividade, Jury seria um adversário a ser batido até com certa tranquilidade. Participante do TUF 15, era apontado como um dos nomes fortes desta nova geração de atletas, mas ainda busca o seu lugar entre os grandes.

Atuando como peso leve, bateu nomes experientes como Michael Johnson, Diego Sanchez e Takanori Gomi. Após perder a invencibilidade numa decisão dominante para Donald Cerrone, resolveu buscar novos ares entre os penas. De cara, foi finalizado por Charles do Bronx.

Mas vem de duas vitórias, nocauteando o fraco Mike De La Torre e passando pelo razoável Rick Glenn por decisão unânime. Ainda com 29 anos, bater um nome como Mendes parece ideal para escalar o ranking até 66kg.

É eficiente no kickboxing, às vezes agressivo em busca do nocaute, às vezes pragmático quando o estilo do adversário é andar sempre pra frente (caso de Sanchez). Faixa marrom de jiu-jítsu, também desenrola bem no chão, contando com seis vitórias por finalização.

Porém, o solo não deve ser opção contra Chad, wrestler da primeira divisão da NCAA. Apesar da baixa estatura (1,68m), é bastante forte e tem a capacidade de derrubar e controlar no chão como poucos na categoria (talvez só Frankie Edgar se equipara).

E mesmo assim, estava se mostrando cada vez mais seguro em pé, com mãos muito pesadas para a categoria. Basta lembrar o quanto Aldo sofreu pra vencer na segunda luta. Das últimas seis vitórias dele, cinco foram por nocaute.

Mas dois anos sem lutar não são brincadeira. Então, resta esperar para conferir se tais atributos não enferrujaram.

Existe vida ainda entre as mulheres até 61kg

A categoria peso galo feminino anda tão abandonada que até quem venceu pela última vez em 2014 ou uma professora de 41 anos pode ficar perto de um title-shot se levar essa. É o caso de Cat Zingano (9-3, 2-3 UFC), que enfrenta Marion Reneau (9-3-1, 5-2-1 UFC).

A última vitória de Zingano foi justamente contra a atual campeã, Amanda Nunes, no longínquo UFC 178. Mas temos que reconhecer que a trajetória dela na organização foi marcada por uma série de fatos traumáticos.

Além de lesões que tiraram dela uma vaga como treinadora do TUF ao lado e Ronda Rousey, teve que lidar com a morte do marido, Maurício Zingano.

Quando teve a chance de disputar o cinturão contra Ronda, em 2015, uma joelhada totalmente desengonçada custou a ela uma finalização com apenas 12 segundos de luta! Depois dessa presepada, perdeu por decisão para Julianna Peña e Ketlen Vieira.

Reneau, que tem o curioso apelido de A Pugilista de Belize, nunca fez alardes na organização, mesmo estreando com duas vitórias em seguida, a segunda finalizando Jéssica Bate-Estaca. Serviu de ponte para Holly Holm caminhar para o título após perder por decisão.

Porém, não perde há quatro lutas. Venceu Milana Dudieva por nocaute, empatou com Bethe Correira, nocauteou Talita Bernardo e finalizou a experiente Sara McMann.

A curiosidade é que a quarentona, quando não está treinando, ocupa o tempo como professora de educação física na Farmersville High School. Ela inclusive foi impedida de participar do TUF 18 por considerarem ela com idade ultrapassada.

Tem bom muay thai (tem cinco vitórias por nocaute) e nunca foge da trocação de início. Apesar de não ter backgroung no wrestling, é no solo onde tem conseguido maior êxito e tem maior chance de vencer Zingano.

Lembrando que chegou a perder dois rounds para apenas mediana Bethe, até surrar com sobras no terceiro na montada, garantindo o empate. Caindo por baixo, já mostrou que tem um triângulo perigoso (assim finalizou Bate-Estaca e McMann).

Zingano é uma striker bem mais condecorada. Costuma minar a resistência das adversárias com chutes na linha de cintura, é eficiente no clinche, aplica joelhadas e cotoveladas perigosas. Sabe dosar bem o gás para explodir no final e buscar o nocaute se preciso.

Desde que chegou ao UFC, em 2013, vai lutar pela primeira vez duas vezes no mesmo ano. Até apresentou pequenos sustos contra Ketlen, mas as quedas de judô da brasileira foram decisivas.

Já que quedar não é a especialidade de Reneau, é bem possível que tenhamos um duelo equilibrado em pé, com leve vantagem para Cat se prolongar assim até o final.

Prestígio medonho do vesguinho

Darren Elkins (24-5, 14-4 UFC) é praticamente o Raphael Assunção dos penas. Quanto mais vence, mais longe fica de uma disputa de cinturão. Motivo? Apelo zero! Agora, sequer está no card principal, recebendo o sequer ranqueado Alexander Volkanovski (17-1, 4-0 UFC).

Já são seis vitórias em seguida, sequência menor apenas do que a do campeão Max Holloway e empatada com Brian Ortega. Enfileirou Robert Whiteford, Chas Skelly, Godofredo Pepey, Mirsad Bektić, Dennis Bermudez e Michael Johnson.

Quase sempre é azarão nas casas de apostas e quebra a banca. Contra Bektić, levava um espancamento homérico até arrancar o nocaute no terceiro round. Recepcionando Johnson na categoria até 66kg, levou um atraso em pé na primeira etapa mas finalizou no segundo.

Ele muito pediu um title-eliminator contra Ortega, mas o que conseguiu foi o australiano Volkanovski, uma aposta da organização que conta com quatro vitórias em quatro lutas desde que chegou.

Estreou nocauteando Yusuke Kasuya, venceu Mizuto Hirota por decisão tranquila, depois viu o adversário mudar várias vezes na terceira luta e acabou vencendo Shane Young também pelas papeletas, sem dificuldade.

A última aparição foi no UFC 221, em fevereiro, quando nocauteou o também prospecto Jeremy Kennedy, massacrando com chuva de socos e cotoveladas.

Já foi jogador de rugby e, apesar de ter a mesma estatura de Chad Mendes, e ainda mais forte e corpulento do que o ex-desafiante. Tem um estilo bastante agressivo e alta precisão nos golpes. Em pé, tem um estilo que costuma andar sempre para frente.

Mas é no wrestling onde o The Great se mostra ainda mais perigoso, conseguindo boas quedas e conseguindo imprimir pressão no solo, arrancando muitos nocautes técnicos desta maneira.

Derrubar Elkins, outro wrestler que por muito tempo era visto como amarrão e proporcionando lutas “chatas”, não será tão fácil. Porém, a vantagem física pode fazer diferença nesse caso.

Essa fama do vesgo tem mudado aos poucos com resultados inesperados, inclusive em pé. Como o australiano ainda exibe brechas defensivas na trocação, pode ser um caminho para enfileirar a sétima vitória.

Mas se Elkins vencer mais uma e não conseguir um duelo decisivo na próxima, vai estar provado que a causa é mesmo a horrível tatuagem de “The Damage”. Ou preconceito mesmo por ele ter um olho no peixe e outro no gato.

Card completo

Júnior dos Santos x Blagoy Ivanov
Sage Northcutt x Zak Ottow
Dennis Bermudez x Rick Glenn
Randy Brown x Niko Price
Myles Jury x Chad Mendes
Cat Zingano x Marion Reneau
Eddie Wineland x Alejandro Pérez
Darren Elkins x Alexander Volkanovski
Justin Scoggins x Said Nurmagomedov
Kurt Holobaugh x Raoni Barcelos
Liz Carmouche x Jennifer Maia
Mark De La Rosa x Elias Garcia
Jessica Aguilar x Jodie Esquibel

Vale assistir?

Depois dos UFC 225 e 226 é até injusto cobrar algo de nível semelhante logo na semana seguinte. Mas para um Fight Night “despretensioso”, card de Boise até que tem atrativos bem legais.

Cigano não desperta mais a atenção como há alguns anos, mas esse retorno é bem vindo para termos ideia se ele pode brigar por algo maior ou vai ser peça para puxar cards no Brasil com as saídas de Lyoto Machida e Vitor Belfort.

A volta de Chad Mendes é outro ponto alto, pois, se ele ainda tiver 70% do que é capaz, chega para embolar a parte de cima do ranking dos penas.

Apesar de escondido na porção preliminar, a luta entre o injustiçado Darren Elkins e o promissor Alexander Volkanovski tem tudo para misturar técnica apurada com brutalidade.

Além dos combates citados, a luta entre Randy Brown e Niko Price, promovida nesta semana ao card principal, promete uma pancadaria bem divertida.

O mesmo vale para o embate entre os galos Eddie Wineland e Alejando Pérez, que vão tentar não perder tempo para fechar o card preliminar.

Said Nurmagomedov, primo de Khabib, faz a estreia contra o bom Justin Scoggins, com a promessa de ser mais um russo a incomodar.

E o brasileiro Raoni Barcelos finalmente vai realizar o sonho de estrear pelo UFC, enfrentando Kurt Holobaugh, em sua segunda passagem pelo Ultimate.

Sendo assim, até que vale uma reunião caseira para não fazer desfeitas com os amigos e deixa a TV ligada. Pode usar como desculpa que no domingo não haverá tal encontro para ver a final da Copa do Mundo pois não tem o Brasil.

Se perguntarem quem vai lutar, pode dizer que é o Cigano, aquele que teve o Galvão Bueno narrando a conquista de título dele com: “um, dois, três, quatro, acabooooouuuu!!! Brasiiilll!!!”. Ali nasceu o “gladiadores do novo milênio”. Infelizmente.

E se bater a depressão no final do domingo ao lembrar que não tem mais UFC e nem Copa? Assiste ao segundo episódio de “Objetos Cortantes”. Suspense psicológico que prende bem a atenção. Depois, só resta aceitar por mais uma segunda-feira.

  • Lorenzo Fertitta

    Convenhamos, o main event moral desse FN é Elkins X Volkanovski.

    • Thiago Sampaio

      Elkins, o campeão do povo. Ou não.

      • Lorenzo Fertitta

        Olha, vou te falar que se o Elkins conseguir passar pelo australiano, já merece lutar pelo interino contra o Ortega.

        p.s.: Bem lembrado, foi em uma luta do Cigano que o Galvão inventou o tosquíssimo “gladiadores do novo milênio” hahahahah

        • Thiago Sampaio

          Merecer, sim, assim como o Raphael Assunção também merece a chance dele no peso galo. Mas conseguir, acredito que a probabilidade seja equivalente a de jabutis voarem uivando.

  • Thiago Sampaio

    Estar no card preliminar já é sacanagem, e contra um adversário que nem é ranqueado (e perigosíssimo), pior ainda.

    • Fernando Ribeiro

      Estão o usando de escada sem nenhum pudor! Situação péssima pro Damage.

      • Fernando Ribeiro

        Aliás, fazendo uma pesquisa rápida aqui, vi que o Bektić – derrotado pelo Elkins a algumas rodadas – está em sua frente no ranking. A razão disso, é pq o Bektić venceu o Lamas ( mentira, tá na frente pq venceu o GoDeusfredo XD ) .É osso, o Bektić perde pro Elkins, em seguida vence o Pepey e pega o Lamas em sequência. E o Elkins tem que ficar matando esses prospects no peito. Tenso 🙁

        • Thiago Sampaio

          Se ele passa pelo Volkanovski, não duvido que na próxima mandem o Zabit Magomedsharipov para ele. Esse, o vesguinho tem bem mais chance de perder e encerrar essa sequência de vitórias.

  • Igor Barbosa

    Sage Northcutt x Zak Ottow NO CO-MAIN EVENT.

    As definições de “queridinho” foram atualizadas.

    • Thiago Sampaio

      Acho que Chad Mendes x Myles Jury merecia mais estar nesta posição. Lembrando que inicialmente o co-evento seria James Vick x Paul Felder. Por algum tempo cogitaram deixar Bermudez x Glenn nesta posição. Nesse caso, acho que a do Sage tem um pouco mais de apelo.

      • Igor Barbosa

        Eu tinha pensado em Mendes x Jury também, até pela importância que tem: volta do Mendes, e Jury buscando se afirmar na divisão…

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