Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC Liverpool

Thiago Sampaio | 24/05/2018 às 18:40

Opa pessoal! Sentiram falta da coluna na semana passada? Nem perceberam a ausência? Ok, eu tentei! Mas estou de volta das férias e de cara tem um daqueles eventos europeus na medida perfeita para destilar implicâncias.

O “UFC Fight Night 130: Thompson vs. Till” acontece a partir das 10h30 da manhã deste domingo (27)! Sim, começa cedo num domingo, e não sábado! Cuidado! O palco é a Echo Arena, em Liverpool, Inglaterra.

A luta principal, pela categoria meio médio, é entre dois especialistas na trocação, o americano Stephen Thompson, contra o inglês Darren Till, que pela primeira vez assume o protagonismo diante da torcida pela organização.

No co-main event, Neil Magny, que por pouco não ficou sem adversário, recepciona o estreante Craig White.

Além desses, como é de costume, temos uma caravana de atletas britânicos e outros tantos que retornam de um longo período de inatividade.

Mas vamos lá aos destaques!

Gosta de luta em pé? Segura essa!

Darren Till (16-0-1, 4-0-1 UFC) está com tanta moral após o nocaute avassalador sobre Donald Cerrone que ganhou a responsabilidade de liderar um evento em casa. Para isso, recebeu ninguém menos que Stephen Thompson (14-2-1, 9-2-1 UFC), o primeiro do ranking da categoria até 77kg.

O inglês de apenas 25 anos foi anunciado como prato principal deste card antes mesmo de saber quem seria o adversário. Nascido em Liverpool, apesar de ter morado no Brasil por muitos anos, vai lutar diante de familiares que moram a alguns minutos da arena.

Mas apesar do cartel invicto, Till não havia atraído tantos holofotes antes da vitória sobre Cerrone. Estreou nocauteando Wendell Negão, empatou com Nicolas Dalby e venceu por pontos os pouco relevantes Jessin Ayari e Bojan Veličković.

Thompson tem uma trajetória bem mais extensa. Se credenciou à disputa de título após vencer sete em seguida e quase levou o cinturão. Foram duas lutas bem apertadas contra Tyron Woodley, em que a primeira terminou empatada e a segunda com vitória para o campeão por decisão majoritária.

De novo na corrida por uma nova chance, retornou com uma vitória bem tranquila por decisão sobre Jorge Masvidal no UFC 217, em novembro do ano passado. Mais um para o currículo de vítimas, que inclui nomes como Robert Whittaker, Johny Hendricks e Rory MacDonald.

Há de reconhecer que Till estava abençoado contra o Cowboy. Engoliu na base do volume, praticamente não desperdiçou golpes e conseguiu o nocaute perto do fim do primeiro round. Mas antes, não havia mostrado algo que o colocasse como um possível desafiante ao título.

Com experiência no muay thai desde a infância, campeão europeu do K-1 e cartel invicto no kickboxing de 44-0, tem nove nocautes na carreira no MMA. Conta com um estilo agressivo que pode ser frustrado contra um carateca do gabarito do Wonderboy.

Isso porque Thompson é um especialista na longa distância e, se Till quiser imprimir pressão, vai ter que encurtar. O americano também tem experiência no kickboxing, contando com um cartel de 20-0. É sem dúvidas o trocador mais técnico da categoria.

Faixa preta sexto dan em Karate Kenpō, tem amplo repertório. Tem totais condições de capitalizar com chutes, contragolpear, algo que faz muito bem, além da possibilidade de tirar da manga algum golpe plástico, como os chutes que nocautearam Hendricks e Jake Ellenberger.

Com a tendência que o combate se desenrole o tempo todo em pé entre dois nocauteadores, cada um ao seu estilo, essa luta principal promete emoção!

Orelhudo gente boa

Neil Magny (20-6, 13-5 UFC) faria o co-main event contra Gunnar Nelson. Mas o islandês se lesionou e deixou o orelhudo sem adversário. Mesmo assim, ele topou permanecer no evento contra o estreante Craig White (14-7, 0-0 UFC).

Além de receber a bolsa para pagar os boletos de cada dia, Magny defende uma causa nobre. Vai doar US$ 15 mil para o tratamento da garotinha Presley O’Doherty, que luta contra uma rara doença neuromuscular.

Com vitórias sobre nomes como Kelvin Gastelum, Hector Lombard e Johny Hendricks, se recuperou da rápida finalização que sofreu para Rafael dos Anjos vencendo um apático ex-campeão interino Carlos Condit por decisão unânime. Atualmente é o 9º do ranking.

A organização até tentou convocar Alex Cowboy, sondou Jorge Masvidal e até pesos leves como Gilbert Durinho se ofereceram para enfrentá-lo. Mas terminou tendo que recorrer ao Cage Warriors para contratar um oponente para o orelhudo.

White, cujo apelido é The Thundercat, nem de longe tem a qualidade daquele saudoso desenho dos anos 80, apesar de vir de quatro vitórias. Com cartel irregular, já perdeu para nomes como Leon Edwards e Oskar Piechota, atletas do Ultimate.

Natural de Exmouth, na Inglaterra, foi uma solução caseira para não desfalcar o evento. Trata-se de um lutador razoável em todas as áreas, mas nada de assombrar. Tem cinco vitórias por nocaute e nove por finalização (cinco guilhotinas, quatro triângulos).

Começou no taekwondo ainda criança, é faixa preta primeiro grau e gosta da luta em pé, apesar de ser no solo onde costuma liquidar a fatura mais rápido. Costuma controlar bem a distância com jabs e, quando tem a chance, puxa para a guarda na guilhotina.

Mas se Magny seria favorito mesmo se White tivesse feito a preparação completa, a disparidade fica ainda maior com o ex-campeão peso médio do Ultimate Impact sendo escalado em cima do laço.

O participante do longínquo TUF 16 e com a altíssima frequência de 18 lutas em quatro anos (!) tem 1,91m e envergadura de 203cm. Tem uma trocação eficiente e utiliza bem os longos braços e pernas para controlar a distância.

Já mostrou que o jiu-jítsu é o calcanhar de Aquiles, tendo quatro das seis derrotas desta maneira. Por isso, White, que também é alto para a categoria (tem 1,87m), deve trocar golpes apenas para tentar encurtar e buscar arrancar os três tapas.

Aquele típico duelo que, se o orelhudo vencer, não vai a lugar nenhum. Mas se perder, vai ser um prejuízo e tanto e ainda vai promover visibilidade para o novato.

Esquisitão x Sumidão

Ídolo de Lucas Rezende, Dan Kelly (13-3, 6-3 UFC) é aquele tiozão que parece um professor de Física, tem um estilo de luta bizarro, mas sabe-se lá como já conseguiu entrar para o top 15 dos médios. Ele enfrenta Tom Breese (10-1, 3-1 UFC), que não luta há quase dois anos!

O australiano de 40 anos já chegou a emplacar quatro vitórias em seguida, incluindo sobre Antônio Cara de Sapato numa virada louca e sobre o decrépito ex-campeão dos meio pesados Rashad Evans.

Mas vem de dois reveses, por nocaute fulminante para Derek Brunson e por decisão para Elias Theodorou, numa luta chatíssima, e entendeu que ranking é coisa alta para ele.

O adversário, 14 anos mais novo, não luta desde junho de 2016, quando conheceu a primeira derrota da carreira, por decisão dividida para Sean Strickland. Antes, havia vencido Luiz Besouro e Cathal Pendred por nocaute, e Keita Nakamura por decisão.

Judoca com quatro Olimpíadas no currículo, Kelly tem pecado por utilizar as quedas apenas em casos pontuais. A trocação é um tanto atabalhoada, sem técnica aparente nos golpes e uma base não bem definida, mas…ele encaixa!

Breese tem background em competições de wrestling e jiu-jítsu. Defende e aplica bem quedas e costumava arrancar finalizações nas primeiras lutas como profissional de MMA, lutando pelo BAMMA, principalmente com triângulo e mata-leão.

Pelo UFC, tem explorado mais o boxe, ainda que em algum momento seja inevitável que ele vá tentar entrar nas pernas para derrubar e martelar no ground and pound. Foi assim que nocauteou Besouro e o aposentado Pendred.

Fazer isso com um judoca olímpico não vai ser moleza e, por isso, deve tentar desenrolar na trocação. Mas o tempo de inatividade certamente vai pesar!

Por mais esquisito e pragmático que Kelly seja em pé, já conseguiu bons resultados, seja correndo para clinchar e aplicar uppers, ou apenas buscando grudar na grade.

Podemos até ver uma bizarrice como um quarentão partindo para pontuar de qualquer maneira contra um adversário mais técnico, porém, com risco de morrer logo no gás. Pelo menos pode garantir algumas risadas.

Olha o ring boy aí! E quem se importa?

É doloroso saber que um dos nomes mais conhecidos deste card está mais nos holofotes por causa do trabalho como ring boy do Invicta FC! Sim, este é Elias Theodorou (14-2, 6-2 UFC), que faz a segunda luta do evento contra o freak Trevor Smith (15-7, 5-4 UFC).

O metrossexual campeão do TUF Nations: Canada vs. Australia ganhou uma vaguinha em 15º do ranking do peso médio com a possível aposentadoria de Vitor Belfort. Mas os últimos resultados estão longe de impressionar.

Perdeu para Thiago Marreta, venceu Sam Alvey numa das piores lutas de 2016, venceu Cezar Mutante numa decisão bem questionável, perdeu para Brad Tavares e, na última, venceu Dan Kelly por pontos. O que convenhamos, não é muito mérito!

A sorte dele é que se já engrenou alguma credibilidade (mesmo que forçando a barra nas redes sociais pelo estilo canastrão), o adversário, Trevor Smith, nem perto disso. O ex-Strikeforce já foi nocauteado em segundos por Thales Leites e Caio Magalhães.

Mas o veterano de 37 anos conseguiu vitórias sobre nomes conhecidos, apesar de combalidos, como Dan Miller e Chris Camozzi. Ainda assim, perdeu no meio do caminho para o fraquíssimo Andrew Sanchez.

O canadense tem um muay thai de qualidade, já conseguiu cinco vitórias por nocaute. Mas o estilo provocador, cheio de fintas e guarda baixa não condizem com o que tem entregado. Os inúmeros chutes frontais no vento e socos no vazio têm virado constante.

Ainda assim, tem mais ferramentas do que Trevor, que é basicamente um wrestler, com credenciais de All-American da NJCAA. Tem 1,91m, já lutou até como peso pesado e tem a força bruta para derrubar e controlar no solo, fazendo pressão e buscando finalizar.

Mas se o afrodite dos cabelos bem cuidados evitar cair por baixo, a tendência é que leve a melhor em pé, pois mesmo desperdiçando muitos golpes, outros tantos ele consegue conectar.

Se você quiser mesmo assistir ao evento, mas pular essa luta, não vamos te julgar. Prometo!

Card completo

Stephen Thompson x Darren Till
Neil Magny x Craig White
Arnold Allen x Mads Burnell
Jason Knight x Makwan Amirkhani
Davey Grant x Manny Bermudez
Eric Spicely x Darren Stewart
Cláudio Silva x Nordine Taleb
Dan Kelly x Tom Breese
Brad Scott x Carlo Pedersoli Jr.
Gillian Robertson x Molly McCann
Elias Theodorou x Trevor Smith
Gina Mazany x Lina Länsberg

Vale assistir?

O fato de a promoção deste evento ter começado sem sequer saberem quem seria o adversário de Darren Till mostra um pouco o descaso com a formação deste card, totalmente apoiado na luta principal.

Sim, Thompson x Till é um combate de altíssimo nível em pé e estaria em qualquer card principal de evento numerado. Mas é a única atração de apelo. O co-evento principal também sofreu prejuízo com a saída de Gunnar Nelson, já que Neil Magny vai enfrentar um estreante.

Bem que este card poderia receber o codinome “A volta dos que não foram”, devido o alto número de lutadores que retornam após um longo período sem dar as caras.

Entre eles, merece atenção o talentoso Arnold Allen, de 24 anos, que não luta março do ano passado. Vindo de três vitórias no Ultimate, tem trocação afiada, faz boas transições no solo, tem potencial para figurar no ranking do peso pena no futuro. Ele enfrenta o mediano Mads Burnell.

Além do já citado Tom Breese, outros que retornam de hiato são o finlandês Makwan Amirkhani, que enfrenta o bom Jason Knight buscando se recuperar de duas derrotas. E, olha só, Cláudio “Hannibal” Silva!

O brasileiro que mora na Inglaterra não luta desde novembro de 2014, quando venceu Leon Edwards numa decisão controversa. E vai precisar estar com o grappling em dia para segurar o perigoso striker Nordine Taleb (vulgo segurança do Neymar), embalado por duas vitórias!

São apostas curiosas para quem realmente aprecia o esporte, mas, de um modo geral, não tem peso para todo mundo refazer os planos para assistir a este evento, mesmo num domingo à tarde.

Já que se trata de Liverpool, na tarde de sábado (26), pode voltar as atenções para a final da Champions League entre Real Madrid e Liverpool. Manda a torcida para o Reds e ensaia o canto “You’ll Never Walk Alone”.

No domingo, pode começar desde cedo ouvindo a discografia dos Beatles. O quarteto de Liverpool sempre nos faz transcender!

Aproveita para colocar os filmes em dia e confere “Deadpool 2” e “Han Solo: Uma História Star Wars” nos cinemas. Quem sabe dê tempo de conferir a luta principal ao voltar…

  • Igor Barbosa

    Dan Kelly e Elias Thedorou no mesmo card… Socorro!
    O main event é espetacular, apesar de o Wonderboy ser favorito, tô com um pressentimento de que o Till vai conseguir atrair o Thompson pro caos. Acho que perde, mas vai entregar uma guerra pro americano.

    Empolgado pra volta do Arnold Allen também. Impressionante como tá boa essa categoria dos penas…

    Evento no domingo, porque no sábado Liverpool vai parar pra comemorar o título da Champions League! Tá escrito!

    • William Oliveira

      Detalhe q nas bolsas de apostas o Till tá como favorito haha

      • Rod (:

        Esses tempos vi um comentário seu botando maior fé nele, pensei “bah, ta louco esse cara”…
        Esses dias estava conversando com uns colegas no FaceBook e acabei achando esse vídeo que queria mandar pra ti.
        Enfim, repensei e lembrei-me de que quando Barão foi enfrentar TJ achei mesma coisa, mesmo sabendo que TJ era rápido, “Ahhh, quem esse loirinho acha que é…”
        Ando pensando e to indo pro lado do TILL, seria bom pra categoria uma renovada a mais e realmente o cara tem uma trocação acima da média.
        VÍDEO QUE FALEI: https://www.youtube.com/watch?v=Ng8bLLdcw9M

        • William Oliveira

          Excelente vídeo brother, concordo com praticamente tudo aí, mt bem feito.

          Lembro de quando o Till foi anunciado como oponente do Cerrone em Gdansk, me chamaram de louco aqui no 6R por dar o voto de confiança pro guri haha mas quem viu tds as lutas dele no UFC percebeu o potencial, o como ele é diferenciado, e como foi pra decisão algumas vezes pq simplesmente não quis acabar algumas das suas lutas..

          Vendo suas lutas no kickboxing e no MT eu também percebi que a força dos chutes baixos dele é um fator bem menosprezado pela maioria dos analistas, contra o Cote eu lembro de ter percebido que o WB fica desconfortável ao receber chutes na perna dianteira, e o Till já teve até TKO por chutes, no campeonato que ele lutou na Romênia..
          Particularmente, acho que isso vai ser um ponto crucial, assim como o controle do centro do octógono.

          O WB vem de um background onde os caras lutam somente com golpes acima da linha de cintura, enquanto o Till treina chute baixo desde os 12.. A galera fala da experiência que o WB tem sobre o Till, mas nas regras full contact nem é tanto assim.

          As vezes acho que o striking do WB é muito supervalorizado por aqui, ele se desespera muito de costas pro 8 quando pressionado, talvez não em todas as lutas, mas contra o Masvidal e o Tyron.. meu deus!

          De qualquer jeito, apesar de ser uma baita enganação de kickboxer, é um puta lutador de MMA, e deve fazer um bom combate com o Till, uma vez que cada um é o melhor striker que o outro vai ter pego, em suas vidas.

          • Rod (:

            Esse canal é MUITO bom, recomendo demais!
            Gosto de ambos, mas uma vitória do Till seria bem mais proveitosa: Fortalece dois mercados (queira ou não ele é um bom tanto “BR”), renova a categoria e ainda pode ser o estopim pra uma remota subida do WB.
            Tô bem empolgado

          • Victor Martins

            Ah velho, mas todo mundo sabe da deficiência do Cerrone em defender chutes. Perdeu pro Masvidal por causa disso. Não era loucura apostar no Till

          • William Oliveira

            Ok, mas o Till não ganhou do Cerrone somente por causa disso, na real isso nem foi o fator principal, o maior problema do Cerrone é não ser mt bom lutando levando pressão.

            Loucura não era, mas aqui no 6R por exemplo, de 12 palpites da equipe do site, somente 2 foram com o Till.
            Grande maioria do site não acreditava tb, achava que ia ser Cerrone-Myles Jury 2.

          • Igor Barbosa

            E o Till também tem uma experiencia considerável no kickboxing, apesar de ser bem mais jovem que o Thompson. Acho que o cartel dele foi de 44-0.

        • Igor Barbosa

          Cara, muito maneiro o vídeo! Ótima análise. Logo no começo ele diz que o Till é como um sniper, é por aí mesmo. É raríssimo ve-lo errar um golpe, e ele consegue fazer isso a uma boa distância. Impressionante mesmo.

          Aliás, é sempre muito bonito de ver os dois lutando. Pura técnica…

      • Jonas Greco

        Eu foi fã demais do Wonderboy, vou até fazer como certas pessoas no fórum e dizer que ele venceu o Tyron. Mas acho que o Till tem boas chances nessa luta, ainda mais levando em consideração que o carateca não é mais nenhum menino. MMA é um esporte traiçoeiro nesse sentido, o declínio físico te pega de uma luta pra outra sem dar muitos spoilers.

        • William Oliveira

          Tem uns fãs do Wonderboy aqui que meu deus.. haja paciência haha

          Fui falar do cartel fabricado dele no kickboxing e o cara quis até sair na mão pela honra ofendida da donzela hahaha

          • Jonas Greco

            Eu fui um desses que não sabia que o cartel dele tinha sido fabricado kkkk
            Mas como acompanho kickboxing muito esporadicamente, mas tenho colegas fazendo a mesma prática no boxe, nem fiquei surpreso. Sou um fã dele como lutador de MMA mesmo.

          • William Oliveira

            Isso é tranquilo po, oq é patético são os fãs do cara q dão piti por vc falar a real haha

      • Igor Barbosa

        Não sabia que o Till tava como favorito, mas deve ajudar o fator torcida e o desempenho absurdo contra o Cerrone. Acho que ele não errou nenhum golpe naquela sequência final que nocauteou o Cowboy. Acho que quem vencer pode pegar o Usman numa última eliminatória pelo TS.

    • Lorenzo Fertitta

      É incrível como o Madrid é talhado para disputar grandes competições, passou por PSG, Juve e Bayern só na base da camisa, sem demonstrar superioridade. Estou torcendo muito pelos Reds, acho inclusive que estão jogando com muito mais qualidade, espero que esteja escrito mesmo.
      Se o Till nocautear e o Liverpool levar a Champions, acho que até o John Lennon ressuscita.

      • Igor Barbosa

        Sim, penso igual, e Real ainda contou com ajuda da arbitragem no meio do caminho né. Sempre tive uma simpatia pelo Liverpool e gosto do trabalho do Klopp desde a época do Borussia, sem contar que é sempre muito bom ver o futebol jogado por esse time do Liverpool. Se o Till vence, aí acaba a cerveja de todos os pubs de Liverpool.

        • Lorenzo Fertitta

          Também sou fã do trabalho do Klopp, conseguiu incomodar muito a hegemonia do Bayern enquanto técnico do Dortmund. Merece muito essa Champions.

  • William Oliveira

    Esse card é disparado o pior do ano, na minha opinião. Tem nem comparação kk até o criticado UFC Shanghai do ano passado estava mt melhor..

    A segunda luta mais interessante é Jason Knight vs. Makwan Amirkhani, mas aí tem o detalhe do Knight estar com 2 derrotas seguidas e o “Mr Finland” vindo de 1 ano sem lutar..

    Essas duas lutas abaixo devem ser divertidas, mas é isso, card realmente deplorável, e olha q eu devo ser um dos menos elitistas aqui do 6R haha

    “Brad Scott x Carlo Pedersoli Jr
    Gillian Robertson x Molly McCann

    • Lorenzo Fertitta

      Pra mim, analisando expectativa-entrega, o pior do ano até agora foi o UFC Belém. Esse evento em Liverpool e o de Cingapura têm potencial para serem ainda piores. Espero estar errado.

      • William Oliveira

        Po, ce não gostou da despedida (do UFC, somente) do Freddy Mercury da borracharia? Mancada..

        To até indeciso sobre quem me decepcionou mais: o Albini contra o Arlovski ou o Golm contra o mr. Timothy.

        • Lorenzo Fertitta

          hahahah Albini X Arlovski e Golm X Johnson são ótimas lutas a serem citadas como exemplo de como o atleta pode ficar travado durante a luta. Assim como o Belfort contra o Jacaré.
          Trator muito acima do peso, luta interessante cancelada devido ao Munhoz falhar no corte devido a problema no hotel (será?), main event decepcionante, Yamasaki e seu prazer pelo sofrimento alheio no co-main. E ainda fiquei com pena do Mercury borracheiro, o cara teve que fazer a maior correria pra angariar fundos e trazer os coachs pra cá.

  • Jonas Greco

    Dan Kelly e Magnyfico no evento e nego negativando o card. Esse mundo tá perdido mesmo.

  • Shotokan Karate

    A torcida do Bolsonaro vai ficar de cara comigo mas vejo o Till perdendo pro Wonderboy. O rei do uramawashi é um cara ultraestiloso e tá na pegada pra retomar a disputa do titulo. Thompson tem uma facilidade invejável pra chutar e cada vez me surpreendo mais com a facilidade em aplicar uramawashis que são chutes do karate de beleza plástica mas mto dificil de serem aplicados tanto que coloquei esse outro apelido nele. Sua ultima luta contra o Woodley foi um ponto fora da curva. Não duvido nem que role KO pro Wonderboy.

  • Victor Martins

    É amanhã que acaba o hype de um certo Darren Till ?

    • William Oliveira

      Ou é o dia que o “campeão mundial de kickboxing” é exposto kk

    • Lorenzo Fertitta

      Contra quem você prefere ver a sua raposa decidindo o mundial no final do ano? Liverpool ou Real?

      • Victor Martins

        Liverpool.
        Mas as chances de ganhar do Madrid são mínimas, pra não dizer nulas.

    • Igor Barbosa

      Liverpool hype? Jamais!
      Salah já é o melhor do mundo na temporada, e o Liverpool vai levantar a sexta UCL.

  • Iago Batista

    Till tem potencial de campeão, mas vai tropeçar no Garoto Prodígio. Thompson luta no seu melhor quando os adversários são os agressores.

  • Roberto jr

    O till vai fumar o wonderboy

  • Juan

    Gosto mesmo é das sugestões alternativas no final da coluna. 😀

Tags: , , , , , , , , , , ,