Vale assistir? A análise
dinâmica do UFC 222

Thiago Sampaio | 01/03/2018 às 02:40

Passou mais um UFC, quem está mal nos palpites continua nessa decadência como este que vos fala, mas vamos lá! Brasileiro não desiste nunca, até porque este fim de semana tem card numerado.

Este sábado (3), acontece o “UFC 222: Cyborg x Kunitskaya”, a partir das 20h30 (horário de Brasília), na T-Mobile Arena, em Paradise, Nevada. Evento que por pouco não foi cancelado.

Inicialmente, Max Holloway defenderia o cinturão do peso pena contra Frankie Edgar. O campeão se machucou, a organização tentou casar a revanche entre T.J. Dillashaw e Cody Garbrandt pelo título do peso galo, sem sucesso.

Mas a salvação veio naquela que por muitos anos ouviu piada do próprio UFC. Cris Cyborg assumiu a bronca e defende o cinturão da categoria peso pena feminino contra a russa Yana Kunitskaya na luta principal.

No co-main event, Frankie Edgar permanece no card e agora enfrenta Brian Ortega, que vive grande fase.

Mas vamos lá aos destaques!

Show da Cyba para salvar o evento?

Imagina a cara feia de uma criança ao dar uma golada num copo imaginando ser Nescau mas é caldo de feijão!

Tal reação é semelhante a qualquer lutadora que irá dividir o octógono com Cris Cyborg (19-1-0-1, 4-0 UFC). Desta vez a careta fica por conta da bonitinha da Yana Kunitskaya (10-3-0-1, 0-0 UFC).

Em negociação para enfrentar a compatriota Amanda Nunes, Cris aceitou a missão de pegar esse duelo com apenas três semanas de antecedência.

A russa Foxy, ex-campeã do peso galo do Invicta FC, faria a estreia no UFC neste mesmo evento, contra Leah Letson, pela divisão até 61kg, mas viu surgir a possibilidade de disputar o título da categoria pena.

Apesar de ter começado na luta em pé treinando taekwondo e boxe, Yana tem a maioria das vitórias por finalização (sete no total). Na última luta, venceu por decisão unânime Raquel Pa’aluhi, quando faturou o cinturão vago do Invicta.

Já lutou duas vezes com Tonya Evinger, justamente a vítima da Cyborg quando se sagrou campeã do UFC. Venceu a primeira por finalização (resultado alterado para no-contest devido a uma interrupção controversa) e foi finalizada na segunda.

Pegar a máquina de moer humanas como a Cyborg é uma missão quase suicida. Mesmo gostando da luta em pé, a russa não deve se dar ao luxo de testar a resistência do rostinho bonito diante do muay thai de alto nível e a mão pesada da brasileira.

No UFC, Cris tem feito lutas até mais cautelosas e estratégicas, sem a fome para nocautear logo no início, estilo que a consagrou. Contra Holly Holm, fez um combate de alto nível todo em pé contra uma multicampeã de boxe. Teve trabalho, mas venceu numa decisão unânime sem contestação.

Ciente de que é a maior favorita da noite, a curitibana já disse que espera que a adversária vá tentar levar a peleja para o chão, onde na teoria tem mais chance. Mas ela defende bem as investidas e, faixa marrom de jiu-jítsu, desenrola bem ali, apesar de não ter precisado mostrar.

Então, você ficaria mais surpreso se a Priscila Pedrita nocauteasse a Valentina Shevchenko ou se a Kunitskaya batesse a Cyborg? Tá, a primeira opção é mais surreal!

Que pequenos homens, amigos!

Que homões são Frankie Edgar (22-5-1, 16-5-1 UFC) e Brian Ortega (13-0-0-1, 5-0-0-1)! O primeiro por aceitar permanecer no card mesmo sem disputar o título. O segundo, por topar pegar esse pequeno casca grossa em um curto período de preparação.

O The Answer não luta desde maio do ano passado, quando deu um chá de realidade no prospecto em ascensão Yair Rodríguez, vencendo por nocaute técnico no segundo round. Antes, havia vencido por decisão o atualmente embalado veterano Jeremy Stephens.

Estava escalado para lutar pelo título do peso pena contra Max Holloway no UFC 218, no dia 2 de dezembro, mas se lesionou e teve que ceder a vaga para José Aldo. Confronto remarcado para o UFC 222, agora foi a vez do campeão abandonar o barco.

Mas como a vida de um cidadão exige trabalho, eis que surgiu Ortega no caminho do ex-campeão dos leves. Aquele modelo que nunca ganhou nenhum round no UFC mas venceu todas as lutas da carreira.

Invicto, virou mantra o T-City estar levando um atraso, mas acabar arrancando uma finalização ou nocaute. Foi assim com Thiago Tavares, Diego Brandão, Clay Guida, Renato Moicano e, na última, Cub Swanson.

Edgar seria favorito nas condições normais e se torna mais ainda sem Ortega ter realizado um camping completo. Mas o cabeludo já mostrou que não dá para brincar com ele. Principalmente no terceiro round, quando costuma tirar a carta na manga.

Aqui temos dois atletas completos, com boxe afiado, que sempre iniciam na trocação. Edgar tem um queixo de adamantium e nocautear ele é uma tarefa mais difícil do que ver o Jon Jones livre de polêmica.

Apesar de Ortega também ter começado no wrestling, Frankie tem bem mais experiência na área e, se tiver levando a pior em pé, é certo que vai derrubar e massacrar no solo. Mas, vai precisar de todo o cuidado para não ceder a finalização.

De longe o casamento mais técnico do card e promessa de melhor luta da noite, aqui não tem outra conversa. Quem vencer, vai disputar o cinturão de Holloway na próxima!

Corram para as colinas!

“Run to the hills, run for your lives”!

O refrão dessa ótima música do Iron Maiden serve também como dica do que fazer quando Stefan Struve (28-9, 12-7 UFC) e Andrei Arlovski (26-15-0-1, 15-9 UFC) estiverem no octógono. Se essa tortura durar três rounds pode ser questão de sobrevivência para quem assiste.

O cosplay de Megazord, Struve, até enganou a alguns num passado, vencendo até o atual campeão Stipe Miocic por nocaute. Mas depois mostrou toda a limitação no alto dos bizarros 2,13m e envergadura de 215cm que não sabe usar ao seu favor.

Nos últimos combates, o Skyscraper até venceu os veteranos em decadência Rodrigo Minotauro, Antônio Pezão (pobre criança!) e o baranga Daniel Omielańczuk. Mas foi dominado pelo já demitido Jared Rosholt e, na última, foi nocauteado por Alexander Volkov.

Já Arlovski, que foi campeão dos pesados do UFC lá em 2005, deve ter amizades bem legais na organização. Até fez algum barulho em seu retorno, venceu quatro seguidas, mas depois perdeu nada menos que cinco, uma atrás da outra.

Com emprego mantido mesmo assim, se recuperou ao vencer o brasileiro Júnior Albini na última luta por decisão unânime. Foi mais demérito do brasileiro e seu fraldão, que lutou de freio de mão puxado, do que uma alavancada triunfante do bielorusso.

Levando em conta que nenhum dos dois conta com um queixo confiável, qualquer um pode cair, mesmo sem grande potência. Já que o holandês não utiliza os membros de polvo para manter distância e nunca ouviu falar em jab, Andrei pode levar a melhor se conseguir encurtar.

A tendência é que Struve em algum momento leve para o chão para tentar uma finalização, já que tem um jiu-jítsu de certa qualidade, que já lhe garantiu 17 vitórias. The Pitbull até que se defende bem no solo, tendo batucado apenas uma vez, para Josh Barnett, em 2016.

Há de reconhecer que o holandês está alguns níveis abaixo de Stipe Miocic, Alistair Overeem e Francis Ngannou, para quem Arlovski perdeu. Mas na derrota por pontos para o duro, mas apenas razoável, Marcin Tybura, e no revés para Albini, mostrou o desgaste natural de 42 lutas na carreira.

Podendo acontecer algo de errado para qualquer um dos lados, fica a expectativa que algum deles faça o favor de liquidar a fatura logo no primeiro round.

Agradecemos também por isso não ser o co-evento principal, já que assim seria caso o card não tivesse passado por reformulação forçada.

Sim, existe vida pós-Ronda

Se os auges de José Aldo e Renan Barão parecem mesmo ter ficado no passado, Ketlen Vieira (9-0, 3-0 UFC) parece ser a aposta do momento de Dedé Pederneiras na Nova União. Mas para conseguir o rápido title-shot, vai precisar passar pela duríssima Cat Zingano (9-2, 2-2 UFC).

Com apenas 26 anos e invicta em nove lutas como profissional, a manauara estreou em 2016 no UFC com uma vitória sem brilho sobre Kelly Faszholz.

Depois, passou por Ashlee Evans-Smith de maneira convincente e, na última, finalizou a favoritíssima Sara McMann com um katagatame quando vinha levando a pior no combate.

A veterana Cat Zingano chegou no UFC logo na fase de implantação do MMA feminino na organização, em 2013, quando o intuito era promover o nome de Ronda Rousey.

De cara, estreou vencendo Miesha Tate, mas teve que lidar com uma série de lesões, cirurgias e a morte do marido Maurício Zingano.

Retornou no ano seguinte vencendo por nocaute técnico a atual campeã Amanda Nunes, garantindo o title-shot.

Mas a brincadeira durou só 12 segundos…quando inventou de mandar uma joelhada afobada logo de início contra Ronda e foi finalizada com uma chave de braço nada convencional. A última aparição foi há quase dois anos, no UFC 200, quando foi dominada por Julianna Peña.

O longo período sem lutar pode ser determinante para a americana. Mesmo assim, ela costuma ter um começo mais lento para explodir no final. Foi assim com Miesha e Amanda, em que vinha levando a pior em ambas as lutas e nocauteou no terceiro round. Por isso, Ketlen não pode ser agressiva em excesso no primeiro round.

A brasileira começou no judô e depois passou para jiu-jítsu. Aplica boas quedas e é bem afiada no chão. Na Nova União Manaus e, depois sob a tutela de Pederneiras, aperfeiçoou o muay thai. Usa chutes baixos e jabs para cadenciar o combate e pontuar, até encontrar o momento para definir.

Zingano bate forte, tem joelhadas perigosas e, se a brasileira quiser desenrolar o tempo todo na trocação, pode ter um desfecho infeliz.

Deve sentir o ímpeto da troca de golpes do início para depois, à medida que o cansaço bate, buscar a queda e fazer o antijogo, evitando o clinche, onde a americana é muito boa.

Amanda Nunes e Raquel Pennington, que se enfrentam no dia 12 de maio, no UFC Rio 9, podem assistir atentas a esse combate!

Olha o peso da responsabilidade!

O combate entre John Dodson (19-9, 8-4 UFC) e Pedro Munhoz (15-2-0-1; 5-2-0-1 UFC), que seria o co-main event do UFC Belém, acabou não acontecendo pois o brasileiro não bateu o peso, ficando 1,8kg acima dos 61,7kg da categoria peso galo.

O The Magician bateu o pé, não quis lutar, e o combate foi remarcado. Se foi “punição” ou não, sabe-se lá, mas o embate de alto nível foi jogado para o meio do card preliminar desse evento.

E como as condições dos atletas é quase a mesma (se baterem o peso, claro!), tomei a liberdade para reaproveitar parte do texto anterior.

Dodson tem a credencial de ter chegado ao UFC nocauteando o atual campeão dos galos, T.J. Dillashaw, quando se sagrou campeão do TUF 14. Lutando como peso mosca, só perdeu para o campeão Demetrious Johnson, duas vezes.

De volta ao peso galo, tem alternado resultados: venceu Manvel Gamburyan (num nocautaço em apenas 37 segundos) e Eddie Wineland, e perdeu para John Lineker e Marlon Moraes, ambos por decisão dividida.

Pedrinho vive ótima fase, vindo de quatro vitórias em seguida: sobre Russell Doane, Justin Scoggins, Damian Stasiak e Rob Font.

No UFC, só perdeu para os tops Raphael Assunção e Jimmie Rivera e ainda deu trabalho para ambos. Dodson pode ser o principal nome a ser batido no currículo do ex-campeão do extinto Resurrection Fighting Alliance (RFA).

São atletas bastante rápidos, principalmente Dodson, que é uma formiga atômica ligada no 220V o tempo todo, não para de se movimentar em nenhum momento.

Tem mãos bem pesadas para quem tem apenas 1,60m, ainda que o punch na divisão dos galos não seja tão fatal como na dos moscas. Nas lutas contra Wineland e Moraes, atuou de maneira até mais burocrática do que de costume.

O brasileiro tem mostrado boa evolução no muay thai, a ponto de trocar quase em nível de igualdade com Rivera. Mas a especialidade é o jiu-jítsu, com uma guilhotina perigosíssima que lhe garantiu a maioria das vitórias.

A dificuldade vai ser encontrar Dodson e sua movimentação frenética no octógono. Derrubar também não vai ser fácil, pois o americano tem bom wrestling defensivo.

Mas no embolado, o brasileiro tem chances de tirar uma finalização da cartola, apesar que Dodson nunca perdeu desta maneira. Em pé, o duelo promete tensão o tempo todo!

Card completo

Cris Cyborg x Yana Kunitskaya
Frankie Edgar x Brian Ortega
Sean O’Malley x Andre Soukhamthath
Stefan Struve x Andrei Arlovski
Cat Zingano x Ketlen Vieira
Ashley Yoder x Mackenzie Dern
Beneil Dariush x Alexander Hernandez
John Dodson x Pedro Munhoz
C.B. Dollaway x Hector Lombard
Mike Pyle x Zak Ottow
Bryan Caraway x Cody Stamann
Jordan Johnson x Adam Milstead

Vale assistir?

Holloway x Edgar seria uma luta inédita que muitos fãs querem ver. Mas mesmo assim, as reposições de última hora mantiveram a qualidade do evento. Se a luta principal perde em competitividade, fica a expectativa por mais um show da Cyborg.

E Edgar continua lá, agora contra o estraga prazeres Ortega, num duelo de alto nível. Do duelo entre Cat Zingano e Ketlen Vieira deve sair a próxima desafiante do peso galo, o que já rende uma atenção especial.

E claro, não tem como deixar de lado a americana, filha de brasileiros, a multicampeã de jiu-jítsu, Mackezie Dern, que fará a estreia no UFC.

Aos 24 anos e com cinco vitórias em cinco lutas, enfrenta a mediana Ashley Yoder, um desafio na medida para começar a subir a escada. Como o amigo Leo Salles falou sobre o futuro da bela e querida moça, optei por não discorrer mais sobre a luta.

É entendível o UFC depositar as fichas em Sean O’Malley, que chamou atenção no programa lá do Dana White, estreou vencendo Terrion Ware, mas colocá-lo no card principal em detrimento ao lutaço entre Dodson e Munhoz é, no mínimo, bizarro.

Tem até o retorno de Bryan Caraway, bom peso galo que não luta há quase dois anos e, se vencer o promissor Cody Stamann, vai seguir mostrando que pode bem mais do que chorar as pitangas por perder a Miesha Tate, hoje grávida do irrelevante ex-TUF, Johnny Nuñez. Difícil sofrer golpe pior do que este!

Sim, temos bizarrices como Struve x Arlovski e, respiremos, no card preliminar temos que aturar Hector Lombard x C.B. Dollaway. Mas somos humanos com a capacidade de desenvolver a maturidade e o dom de desculpar.

Em geral, está um card mais encorpado do que os famigerados UFC 220 e 221, que depositaram todas as fichas nas disputas de cinturão. Ficar em casa, reunir amigos e conferir é uma opção bem válida.

E agora que pedi música no Fantástico por positivar três eventos seguidos (“Run to the Hills” está lá em cima), vou saindo à francesa para não me amarrarem. Não quero correr o risco de acordar no sanatório.

Bruce Dickinson abençoe vocês!

  • Mauricio

    Achei o Card bom, e fora esses combates que nosso amigo escreveu tb anima ver o O’malley que é um otimo prospecto, o Dariush que faz lutas boas.

    Um dia achei que o Lombard vinha para ganhar do Anderson Silva

    • Thiago Sampaio

      O’Malley é mesmo um cara promissor, só não concordei em colocá-lo no card principal em detrimento a Dodson x Munhoz. Também gosto muito do Dariush, pena que vai enfrentar um estreante que só passou por circuitos regionais.

      E sim, Lombard enganou uma legião!

  • bedotRJ

    Card bom, não tem como não positivar. Mesmo as lutas que foram zoadas, Struve vs Arlovski e Lombard vs Dollaway, têm nomes que já foram bem rankeados e estrelaram eventos. Com certeza vale a pizza e a Glacial de sábado à noite.

    • Thiago Sampaio

      Glacial consegue ser pior do que assistir 10 rounds de Lombard x Dollaway….haha

  • Igor Bittencourt

    Se tem a Mackenzie tem que positivar!

    • Thiago Sampaio

      Merece!

  • Jonas Greco

    Que fase do Bryan Caraway, quando ele bateu o Sterling estava ali a uma, no máximo duas lutas do cinturão, sábado o cara vai lutar escondido no começo do card preliminar. A vida tem dessas.

    • Thiago Sampaio

      E o pior de tudo: sem a Miesha Tate.

  • Renato Rebelo
  • Camilo Junior

    Acho que dessa vez vai dar ruim para T-city, duvido que ele ache uma finalização contra o Edgar
    No mais, estou ansioso para ver a estréia da Dern no UFC.

    • Thiago Sampaio

      Edgar nunca foi finalizado na vida e também acho que ele está alguns degraus acima dos adversários batidos pelo Ortega. Mas, vai que…

  • Juanjo_MMA

    Cyborg tem que perder para que podamos saber como ela se comporta com uma derrota, mas assim tá dificil.

    • Thiago Sampaio

      Ela perdeu na luta de estreia, para a Érica Paes. Mas de fato, tudo mudou de lá para cá. No atual cenário, levando em conta que a categoria pena sequer existem lutadoras de fato no UFC, vai ser bem difícil mesmo tirar a cinta da Cyborg.

      • Juanjo_MMA

        Realmente para mim é uma pena. Uma atleta muito boa que nunca teve competidoras a altura.

    • Igor Bittencourt

      pra que vc quer saber isso? não faz o menor sentido, eu quero mais eh que ela se aposente sem perder mais

  • Rudá Corrêa Viana

    Tudo bem que Edgar vs The city eh um lutao, mas eh uma atitude totalmente nada a ver queimar um dos dois no cami ho do cinturão.

    • Thiago Sampaio

      Neste caso não tiveram muita alternativa. O campeão se lesionou. Edgar não luta desde maio do ano passado. A opção óbvia é mesmo colocar os dois contenders diretos para se enfrentarem valendo o title-shot.

  • RWillians

    Zingano nao foi dominada pela Pena, ganhou o primeiro é perdeu os outros 2 onde claramente cansou, aquela luta mostrou claramente um.hype excessivo sobre a Pena, pois Zingano estava parada, ganhou o 1o, cansou e ainda foi osso duro de roer nos outros 2.

  • Lucas Venagas

    que card horrivel
    mais um pra coleção desse maravilhos ano de 2018 para o ufc

    • Thiago Sampaio

      Em geral, o card está melhor do que o 220 e o 221.

      • Lucas Venagas

        que foram horriveis tbm,assim como sera melhor que o pessimo ufc rio
        Ano lamentavel

        • Iago Batista

          UFC Rio ta ate bom cara

          • 16.999.999 visualizações 17

            UFC fez tantos Eventos Ótimos recentemente, que acostumou a galera mal, agora só se contentam com Card do naipe do UFC Curitiba (quando for no BR), UFC 194, 200, 205, 207, 211, 214, 217, e esperam que as lutas tenham qualidade das Lutas Principais do UFC 193, 195, 213, 217, 218. Fica difícil quando tem Spider, Jones, Lesnar, Cigano, Lyoto (antes de retornar), Mendes, etc no DOPING; nomes como Nate Diaz, Nick Diaz, Anthony Johnson, Ronda, Tate, Hendo e Conor INDECISOS/APOSENTADOS; bons nomes se APOSENTANDO ou DECADENTE como Hendricks, Belfort, Hunt, Aldo, Bisping, Rockhold, Shogun, Lyoto; CATEGORIAS RASAS como Pena Feminino, LHW HW e Moscas; bons nomes saindo; e O PIOR, quando uma Lenda decide voltar, é o GSP, que só faz ‘LUTÃO’; entre outras coisas. Não há dúvidas que o UFC tá poupando seus medalhões pra descarregar de boas lutas quando aproximar o meio do ano com a Fight Week. A real é que tem sim bons nomes e boas lutas rolando, nada espetacular, mas é que vocês não conhecem os caras. Acostumem-se com a Nova Geração, pois tem muitos caras ÓTIMOS até mais promissores que as Lendas passadas.

          • Iago Batista

            não, eu só disse que UFC Rio agora ta bom. Tem um tempinho que os cards em geral tão bem fracos

          • Thiago Sampaio

            Amanda Nunes x Raquel Pennington
            Ronaldo Jacaré x Kelvin Gastelum
            Vitor Belfort x Lyoto Machida
            Glover Teixeira x Volkan Oezdemir

            Em geral, o UFC Rio 9 está ficando muito bom, sim!

  • Apesar de terem 3 lutas capengas, o restante vale a pipoca e a coca(o refrigerante, não o brinquedo do Jones).

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  • William Oliveira

    “A russa Foxy, ex-campeã do peso galo do Invicta FC, faria a estreia no UFC neste mesmo evento, contra Lauren Murphy”

    Acho que cometeste um engano aí. Ela estrearia contra a Sara McMann, que luta nos galos hoje. A Murphy desceu pros moscas.

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