Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC 221

Thiago Sampaio | 08/02/2018 às 14:09

O segundo evento numerado de 2018 do UFC acontece em pleno Carnaval do Brasil! Mas como a Oceania fica um pouquinho longe daqui e eles não têm nada a ver com a folia, vai ter luta e disputa de cinturão, sim!

O UFC 221: Romero vs. Rockhold acontece neste sábado (10), a partir das 21h30 (horário de Brasília), na Perth Arena, em Perth, Austrália.

Na luta principal, o ídolo local Robert Whittaker não estará presente, mas teremos um encontro, por muito tempo ventilado, entre Luke Rockhold e Yoel Romero, valendo o cinturão interino da categoria dos médios.

No co-main event, Mark Hunt, de novo lutando perto de casa, retorna contra um embalado Curtis Blaydes.

Mas vamos lá aos destaques!

Interino e com emoção de linear

Culpado por desalinhar o universo da categoria dos médios desde que menosprezou Michael Bisping, cabe ao próprio Luke Rockhold (16-3, 6-2 UFC) tentar começar a arrumar a casa. A bagunça está generalizada!

Georges St-Pierre, que apagou Bisping no UFC 217, abriu mão do título logo em seguida. Robert Whittaker, que se tornou campeão interino enquanto o inglês sentava no cinturão, agora é campeão linear, mas se recupera de infecção séria no estômago.

Já que o australiano pulou fora da luta principal e sua primeira defesa de título vai ter que esperar, coube a Rockhold ser trancado na jaula com uma besta, caso de Yoel Romero (12-1, 8-1 UFC), por outro cinturão interino.

A ideia de ser esmagado no ground and pound parece filme de terror, ainda mais para quem foi nocauteado pelo Bisping.

Depois daquela patacoada, Rockhold quase entregou a paçoca de novo no primeiro round contra David Branch, até virar no segundo.

Mas não podemos esquecer que o ex-campeão dos médios é um dos atletas mais completos da categoria. É alto (1,91m), tem ótimo kickboxing, chutes perigosos e uma respeitável faixa preta de jiu-jítsu de Dave Camarillo.

Contra um wrestler como Romero, vai limitar os chute para evitar quedas. Mas se conseguir cair por cima, como fez na luta em que faturou o cinturão, contra o All-American Chris Weidman, também tem total condição de massacrar e/ou buscar uma finalização.

O cubano, que vinha de nada menos que oito vitórias em seguida no UFC, incluindo sobre Lyoto Machida, Ronaldo Jacaré e também Chris Weidman (que joelhada assassina!), vem de derrota para Robert Whittaker no UFC 213, na luta que valia o título interino.

Naquele combate, mostrou que a massa do físico assustador, junto aos 40 anos de vida, pesam bastante num duelo de cinco rounds. Ofereceu risco, mas à medida que teve as tentativas de queda frustradas, o balão de gás ficou na reserva.

O Soldier of God tem condições de trocar em pé e pode arrancar um nocaute, até porque o queixo do surfistão é duvidoso. Mas se a peleja se prolongar pelos rounds, a situação fica favorável ao que tem um arsenal mais variado.

Com um certo inglês longe de título, a situação pode ficar confusa à vontade, pois teremos batalhas como esta que prometem!

Matar ou morrer, literalmente?

Mark Hunt (13-11-1-1; 8-5-1-1 UFC) foi retirado da luta contra Marcin Tybura após revelar uma série de sequelas, perda de memória e dizer que provavelmente “morreria lutando”.

Achou ruim, mas continua vivo e agora encara Curtis Blaydes (8-1-0-1, 3-1-0-1 UFC), de preferência sem entrar ao som da marcha fúnebre.

Sabemos que o Super Samoan é um dos atletas mais reclamões do UFC, mas tais mazelas fazem sentido. Já tem 43 anos, um cartel nada elegante no MMA e uma vasta carreira com cérebro chacoalhado no kickboxing, sendo inclusive campeão do K-1.

Apesar de alternar vitórias e derrotas desde sempre, costuma proporcionar embates empolgantes, mesmo contra a elite dos pesos pesados.

A última aparição foi em junho do ano passado, quando encerrou a sequência de triunfos de Derrick Lewis com um nocaute no quarto round.

Vai enfrentar um adversário 17 anos mais novo e em boa fase. No UFC, Blaydes só perdeu na estreia contra Francis Ngannou por paralisação médica. Depois venceu Cody East, Adam Milstead (revertido para no-contest por causa do cigarrinho da paz) e Daniel Omielańczuk.

Na última luta, venceu Oleksiy Oliynyk num anticlímax bizarro, em que o vovô russo acusou uma pedalada ilegal, que na verdade pegou na orelha, fez teatro alegando que não tinha condições de continuar e, após comprovada a pilantragem, a vitória ficou com Blaydes.

Mesmo com a carreira pedindo arrego, Hunt é um cara perigosíssimo em pé. Se o soco entrar em cheio, qualquer um pode cair fora de sintonia e depois ele só se vira de costas e sai andando como se nada tivesse acontecido.

O Razor tem ferramentas para vencer se não ficar como alvo fixo, fugindo da pancada. Para isso, vai precisar de muita movimentação. É wrestler desde colegial, tem ótimas quedas e, se conseguir grudar e quedar, fazendo o antijogo, pode levar.

Hunt com as costas no chão é tão efetivo quanto uma tartaruga com o casco no solo e também não vai ameaçar finalizar. Seria o fim do mundo!

Mas derrubar o gordinho também não é tão fácil. Mesmo sem utilizar muitos sprawls, costumar evitar as entradas com golpes de encontro.

Nesse interessante choque de gerações e estilos, vamos torcer que todos saiam com vida.

Vai ser negócio da China?

O jovem Jake Matthews (11-3, 5-3 UFC) surgiu como uma grande promessa do MMA australiano, figurando em tudo que é card local. Mas com apenas 23 anos, ele já migrou da divisão dos leves para a dos meio médios buscando se reencontrar no UFC.

Foi nocauteado por Kevin Lee, o que até aí não é demérito, mas depois perdeu numa decisão dividida para o fraquíssimo Andrew Holbrook, balançando a credibilidade. Subiu para 77kg e venceu Bojan Veličković numa split-decision pra lá de duvidosa.

Com 1,75m, o The Celtic Kid é pequeno para a nova categoria e enfrenta um adversário que, além de oito centímetros mais alto, oferece perigos reais.

Li Jingliang (14-4, 6-2 UFC) é mais do que o único chinês a conseguir vencer no UFC, pois se mostrou de fato um lutador de qualidade. Não à toa vem de quatro vitórias em seguida, sobre Anton Zafir, Bobby Nash, Frank Camacho e Zak Ottow, sendo três delas por nocaute.

O 李景亮 (sim, esse é o nome dele, eu juro!) tem mãos pesadas, com experiência no sanda (ou boxe chinês, como preferir) e wrestling. Também é faixa marrom de jiu-jítsu, contando com uma eficiente guilhotina que já lhe garantiu quatro vitórias.

Matthews, que foi do time de Kyle Noke no TUF Nations: Canada vs. Australia, é bastante agressivo na trocação, bom no clinch e tem um jiu-jítsu bem justo, faixa preta de Carlos Português. Porém, já mostrou brechas defensivas, o que pode ser crucial contra o chinês.

Mesmo tendo sido campeão australiano de wrestling, Matthews vai estar em maus bocados se cair por baixo, já que o ground and pound de Jingliang é bem perigoso. Mas se levar para a decisão, o atleta da casa tem vantagem no preparo físico, mesmo com menor punch.

Pelo estilo agressivo de ambos, não surpreende se tivermos um começo de trocação e tudo pode se desenrolar em qualquer área.

Ainda em passos de formiga

Já ficou foi chato lembrar que Jussier Formiga (20-5, 6-4 UFC) sempre bate na trave quando está a uma vitória de disputar o cinturão dos moscas. Mas, como vencer Ben Nguyen (18-6, 4-1 UFC) não traria garantia alguma, até que podemos esperar um resultado positivo para o potiguar.

Até parecia que iria deslanchar após a boa performance contra Dustin Ortiz, mas em seguida, o wrestling de Ray Borg botou uma pá de cal nas pretensões. Até se reabilitou, conseguiu boa vitória sobre Ulka Sasaki por finalização, mas, precisa bater alguém mais ranqueado.

Ben Nguyen está abaixo no ranking, mas é aquele baixinho “sem nome” que adora causar. Tira-se pelo vídeo dele que viralizou, na época lutando pelo Nitro MMA 11, quando foi intimidado pelo tatuado Julian Wallace na pesagem, mas, na hora da luta, nocauteou em apenas 25 segundos.

No UFC, só perdeu para Louis Smoolka. Venceu Alptekin Ozkilic, Ryan Benoit, Geane Herrera e, na última, venceu um hypado Tim Elliott por finalização em apenas 49 segundos.

Apesar de Formiga vir melhorando na luta em pé, esse continua sendo o ponto fraco. É na luta agarrada que o faixa preta de judô e jiu-jítsu se sobressai. Se conseguir levar para o solo e insistir na finalização, tem chance de êxito.

Nguyen é completo, também tem um jogo de solo justo, mas é justamente na trocação onde oferece maior perigo. Faixa preta terceiro grau de taekwondo e com experiência no kickboxing profissional, tem chutes fortes e um poder de nocaute diferenciado para a categoria até 57kg.

Se o brasileiro não conseguir levar para a sua especialidade, vai ficar bem complicado para ele.

Enquanto isso, ficamos na expectativa para Demetrious Johnson x T.J. Dillashaw sair do papel. É mais jogo!

Lutaça escondida

Existem casos em que não entendemos o motivo pelo qual o matchmaker casa uma luta entre duas promessas de uma categoria. E pior ainda quando ela fica no card preliminar. Pois é, fizeram isto com Jeremy Kennedy (11-0, 3-0 UFC) e Alexander Volkanovski (16-1, 3-0 UFC).

A luta aconteceria UFC Fight Night: Werdum vs. Tybura, em novembro do ano passado, mas Kennedy teve que se retirar. Volkanovski viu o adversário mudar várias vezes e acabou vencendo Shane Young por decisão, sem dificuldade.

Aproveitando o embalo do australiano de 29 anos, que antes havia vencido Yusuke Kasuya e Mizuto Hirota, remarcaram a peleja que pouco vem sendo falada para mais um card em casa.

Volkanovski, que já foi jogador de rugby, parece um tanque para a categoria dos penas, apesar da baixa estatura (1,68m). Tem um estilo bastante agressivo e alta precisão nos golpes. Até em pé, onde vem melhorando, tem um estilo que costuma andar sempre para frente.

Mas é no wrestling onde o The Great se mostra ainda mais perigoso, conseguindo boas quedas e o estilo corpulento contribui para o massacre no solo.

O canadense Kennedy, 25 anos, está invicto em 11 lutas. No UFC, passou por Alessandro Ricci, Rony Jason e Kyle Bochniak.

Tem o biotipo inverso: é franzino, porém, alto para a categoria (1,80m). Também é eficiente em todas as áreas e, diferente do adversário, é pragmático. Sabe capitalizar no erro do outro, fazer o antijogo se necessário para sair com a vitória.

Também é muito bom na luta agarrada, caminho que foi decisivo para as suas vitórias no UFC, mas sabe usar a envergadura para manter a distância e levar o combate na trocação, estratégia que deve ser seguida contra o australiano.

Ótimo teste para ambos. Se a organização não sabe planejar seus novos produtos, não temos nada a ver com isso e só curtimos!

Card completo

Yoel Romero x Luke Rockhold
Mark Hunt x Curtis Blaydes
Tai Tuivasa x Cyril Asker
Jake Matthews x Li Jingliang
Tyson Pedro x Saparbek Safarov
Damien Brown x Dong Hyun Kim
Rob Wilkinson x Israel Adesanya
Jeremy Kennedy x Alexander Volkanovski
Jussier Formiga x Ben Nguyen
Ross Pearson x Mizuto Hirota
Teruto Ishihara x José Alberto Quiñónez
Luke Jumeau x Daichi Abe

Vale assistir?

Definitivamente, Luke Rockhold x Yoel Romero é uma lutaça! Imperdível! Sim, vale assistir esse choque entre dois legítimos top 5 da categoria dos médios, tanto que o evento nem caiu tanto com a saída do campeão linear Robert Whittaker.

Não caiu tanto pois o restante do card numerado já não estava grande coisa e assim permaneceu.

Mark Hunt está no co-evento principal pois é um dos nomes mais conhecidos da Oceania, mas está batido usar ele nos eventos por lá. Jake Matthews foi um prospecto que, hoje, busca se reinventar com apenas 23 anos e também está na porção principal.

Vamos seguir imaginando o raciocínio dos matchmakers montando esse card!

“- Queremos um combate da pipoca entre pesos pesados sem tanta técnica mas que sabemos que pode rolar nocaute a qualquer momento.” “- Ah, Tai Tuivasa e Cyril “Perguntador” se encaixam nesse perfil, então, manda pro card principal”.

“- Saparbek Safarov, que no UFC só fez uma luta e foi nocauteado por Gian Villante, vai lutar…”. “- Ei, mas o Tyson Pedro até que é conhecido, vai, é da casa, manda pro principal também para fazer a alegria da galera”.

“- Vamos demitir Ross Pearson?” “- Não, dá mais uma chance pra ele. É um cara legal, joga ele pra fazer número no card”. “- E o japonês tarado Teruto Ishihara? “- Vixi, também! Tremei, australianas!”.

É, por aí vai. É de lamentar que luta de alto nível técnico, como Kennedy x Volkanovski esteja escondida no card preliminar, quase sem divulgação.

Temos aquela valia que qualquer evento pode render boas lutas, sim, como um jogo da quinta divisão do seu estado pode ser de uma emoção única, mas você não vai se deslocar para ver.

Então, vai zoar no sábado de Carnaval, curta a folia com moderação para chegar de madrugada e assistir à luta principal.

E se não for muito a sua vibe ir para a festança ilimitada? Bom, pode fazer um esquema caseiro entrando no clima australiano. Assiste aos quatro filmes da franquia “Mad Max” com um bom churrasco até lá.

  • Tairon de Oliveira

    hater kk

    • Thiago Sampaio

      Sincero! Kkkk

  • Mauricio

    Caramba… Você só falou o nome do GOATeruto Ishihara para critica-lo?????

    Tá de sacanagem, Thiago!

    Faltou só o Artem Lobov nesse card para ficar pior

    • Thiago Sampaio

      Nossa, Ishihara e Lobov no mesmo card eu precisaria criar um novo nível para deslike…

  • Alisson Passos

    Foda se o carnaval! Vou ficar esperando a luta principal ansioso em casa mesmo…

    • Thiago Sampaio

      Pode botar o AC/DC nas alturas para embalar o clima australiano. Super aprovo.

      • KRS Porlaneff

        Faz uma seleção de músicas com AC/DC, Midnight Oil, INXS, Rose Tattoo e Men at Work. E Silverchair, se você curtir.

        E se teu negócio for um pouco mais pesado, vai de Virgin Black, Airbourne, Mortification…

        • Shotokan Karate

          A tribo do surf vai estar toda com o Rockhold se ele entrar no cage ao som de Hoodoo Gurus

        • Thiago Sampaio

          Seleção foda!!!

          • KRS Porlaneff

            É, sou fanático por rock e metal igual eu sou fanático por MMA.

      • Shotokan Karate

        Essa música é do Eder Jofre mas já que tu citaste AC/DC tá valendo…

        https://www.youtube.com/watch?v=etAIpkdhU9Q

  • Shotokan Karate

    Luta dificil de arriscar um palpite. Yoel é uma máquina e é um perigo pra qq um encará-lo (uma só que entre e o estrago está feito) só que Rockhold é a personificação da adrenalina e quanto mais pegada for a treta maiores são as chances do Rockhold ganhar. Lutaço para assistir e sem favoritismo pra nenhum deles.

    • Thiago Sampaio

      A luta principal é tão boa que até apaga o restante do card, que já não era tão atrativo.

  • Renato Rebelo

    Pessoal, não se esqueçam de deixar os palpites no Confere:
    http://sextoround.com.br/eventos/ufc-221-rockhold-x-romero/

  • Iago Batista

    card bem merda

  • Leo Corrêa

    Se até o Wilson Reis disputou cinturão, não duvido nada que depois dessa luta (se vencer…) o Formiga ganhe uma chance também.

    • Thiago Sampaio

      Eu não apostaria nisso. Se não rolar Demetrious Johnson x TJ Dillashaw, creio que o Henry Cejudo está na frente para uma revanche, mesmo se o Formiga vencer o Nguyen.

  • Camilo Junior

    Quem eh mais hater: Haterbelo, Tanuri, Rezende ou Thiago Samapaio? Hahahahaha

    • Renato Rebelo

      Rodrihater, Rezenhater e Thiahater me passam fácil!

    • Rodrigo Tannuri

      A briga é boa! kkkkk

    • Diogo Barbosa

      Thiago Samhater

    • Thiago Sampaio

      Eu sou o mais gentil! Haha

      • Rodrigo Tannuri

        Eu o chamo de impiedoso kkkkk

  • Davi freitas

    a car aeu nem to nem ai pra carnaval mas as lutas do card principal vale assistir ssim só lut aboa e de cara promissores

  • Sergio Araujo

    Pelo histórico em recomendar cinema, pensei q ia mandar a gente ver 50 tons de liberdade … ar maria -I- vo ver as lutas da 3 divisão mesmo.

    • Thiago Sampaio

      Cinema é sempre uma boa pedida…mas “50 Tons” não é cinema, é uma aberração qualquer. E lutas da “3° divisão”, de fato garantem um bom entretenimento…kkkk

  • William Oliveira

    Kennedy x Volkanovski vai ser uma partida de wrestling, não acho estranho que esteja no preliminar, os dois são verdes ainda então o casamento faz sentido, nenhum dos 2 tem um striking mt bom, hora de ver quem é o mais completinho e que já pode ser casado com lutadores rankeados na próxima rodada.

    • Thiago Sampaio

      Os dois são verdes, mas são talentos a serem explorados. Creio que mereciam um destaque maior…mais do que Saparbek Safarov, Cyril Asker, Tai Tuivasa…

      • William Oliveira

        Bom, a questão é como as lutas vão ser, todas no main card fora Hunt-Blaydes devem, mt provavelmente, terminar por nocaute/finalização. Asker, Matthews e Safarov estão sendo totalmente “outmatch”, Safarov e Tuivasa tbm nunca chegaram em decisões e o Leech anda entregando recentemente..

        Kennedy e Volkanovski são 2 wrestlers amarrões, o publico médio não quer ver isso, mt menos pagar por..
        Sem falar q são 2 caras ainda voando embaixo do radar, T. Pedro, Tuivasa e o Leech tem mais nome.

        Dito isso, pela perspectiva meritocrática, eu concordaria, mas aí Formiga/Nguyen era p ser main card também.

  • Paul Kersey

    Thiago anda rabugento pacarai com os cards.

    Mas estes não ajudam tb. hahahahaha

    • Thiago Sampaio

      Sei que agradar não é a minha especialidade, mas esses cards estão contribuindo para melhorar essa questão…haha

  • Davi freitas

    só vale assistir o card principal por tanto bebbão fação o escambal mas cheguem inteiro pra ver o card principal

  • Tairon de Oliveira

    Desprezo o carnaval, não bebo álcool, odeio samba, folia e aglomerações.

    Vou assistir o tio Romerito dar uma piaba no Surfista.

    • Shotokan Karate

      Luta sem favoristismo algum. Yoel bate pra caramba só que o Rockhold adora uma fumaceira. Pode literalmente dar qq um (50/50)

      • Tairon de Oliveira

        Eu sei. É mais torcida, do que qualquer outra coisa.. haha

  • Beto Magnun

    Vou estar transtornadissímo nas ruas de BH. Vejo a reprise desse bagulho até melhor pq aí pulo as lutas merda (tipo o Asker no card principal… Genésio).

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