Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC Belém

Thiago Sampaio | 01/02/2018 às 16:55

Se não fosse a bica do Ronaldo Jacaré na cabeça de Derek Brunson, o Brasil ainda estaria no zero em 2018! Mas para amenizar o retrospecto de 1-9, tem evento verde e amarelo cheio de atletas locais para a festa dos torcedores de plantão.

E o primeiro card brasileiro do ano é também a estreia do UFC na região Norte. O “UFC Fight Night 125: Machida vs. Anders” acontece a partir das 22h (horário de Brasília), na Arena Guilherme Paraense, em Belém, Pará.

A principal atração é a presença do nosso querido Lucas Rezende na beira do octógono destilando todo o seu hate ao universo e fomentando sua criativa veia literária na resenha do evento que vai estar imperdível.

Ah, além dele tem também Lyoto Machida enfrentando Eryk Anders na última luta da noite (não vamos tirar a nominação principal do nosso colunista paraense).

O card também conta com o interessante duelo entre John Dodson e Pedro Munhoz no co-main event, além da presença de Valentina Schevchenko, debutando na divisão dos moscas contra a estreante Priscila Cachoeira.

Mas vamos lá aos destaque!

Vai de ídolo local mesmo…

Com a dificuldade de encontrar um nome brasileiro de peso para encabeçar esse card, sobrou para Lyoto Machida (22-8, 14-8 UFC)!

Vindo de um nocaute sofrido há pouco mais de três meses, coube a ele representar a terra onde reside contra o perigoso e nem tão conhecido Eryk Anders (10-0, 2-0 UFC).

Prestes a completar 40 anos, a fase do ex-campeão dos meio pesados é bem delicada, sem vencer desde 2014, quando bateu CB Dollaway.

Vem de derrotas para Luke Rockhold, Yoel Romero e, após cumprir 18 meses de suspensão pelo uso da substância DHEA, encontrada no suplemento 7-Keto, retornou sendo nocauteado por Derek Brunson, em outubro de 2017, em São Paulo.

Acostumado a dividir o octógono com alguns dos melhores lutadores de todos os tempos, agora o Dragão enfrenta um adversário com perfil diferente.

Anders, que nem está ranqueado e só tem duas lutas pelo UFC, pediu um combate com Lyoto no Brasil sob o pretexto de ser casado com uma brasileira. Foi atendido!

Ex-campeão dos médios do Legacy Fighting Alliance (LFA), o americano estreou atropelando o veterano Rafael Sapo no primeiro round e, depois, venceu Markus Maluko por decisão unânime, em dezembro do ano passado.

A ascensão rápida, já estrelando um main-event contra um ex-campeão, pode garantir a ele uma vaga no ranking se vencer.

Se Lyoto se consagrou como um dos principais representantes do karate no MMA, um estilo contragolpeador que por muito tempo foi um enigma para os adversários, ao longo dos anos foi sendo decifrado e o reflexo não é mais o mesmo.

O tempo parado por suspensão e a atuação engessada contra Brunson não deram indícios felizes. Quase 10 anos mais novo, Anders, que já foi jogador de futebol americano, tem o preparo físico ao seu favor.

Tem trocação justa, poder de nocaute e um wrestling perigoso que pode ser decisivo contra o brasileiro num confronto de cinco rounds. Se não se expor em excesso, permitindo os contragolpes, pode ter sucesso.

Parece o cenário ideal, em casa, para Machida reencontrar o caminho das vitórias. É um lutador bem mais técnico e, se fosse em condições normais, seria um casamento até desproporcional.

Mas o tempo chega para todos.

Olha os “pequenos” aí com moral

A organização apostou na agilidade para o co-evento principal. Afinal, o sorridente veterano John Dodson (19-9, 8-4 UFC) contra o embalado Pedro Munhoz (15-2-0-1; 5-2-0-1 UFC), somam rapidez com poder de nocaute e habilidade para finalização.

O The Magician tem a credencial de ter chegado ao UFC nocauteando o atual campeão dos galos, T.J. Dillashaw, quando se sagrou campeão do TUF 14. Lutando como peso mosca, só perdeu para o campeão Demetrious Johnson, duas vezes.

De volta ao peso galo, tem alternado resultados: venceu Manvel Gamburyan (num nocautaço em apenas 37 segundos) e Eddie Wineland, e perdeu para John Lineker e Marlon Moraes, ambos por decisão dividida.

Pedrinho vive ótima fase, vindo de quatro vitórias em seguida: sobre Russell Doane, Justin Scoggins, Damian Stasiak e Rob Font.

No UFC, só perdeu para os tops Raphael Assunção e Jimmie Rivera e ainda deu trabalho para ambos. Dodson pode ser o principal nome a ser batido no currículo do ex-campeão do extinto Resurrection Fighting Alliance (RFA).

São atletas bastante rápidos, principalmente Dodson, que é uma formiga atômica ligada no 220V o tempo todo, não para de se movimentar em nenhum momento.

Tem mãos bem pesadas para quem tem apenas 1,60m, ainda que o punch na divisão dos galos não seja tão fatal como na dos moscas. Nas lutas contra Wineland e Moraes, atuou de maneira até mais burocrática do que de costume.

O brasileiro tem mostrado boa evolução no muay thai, a ponto de trocar quase em nível de igualdade com Rivera. Mas a especialidade é o jiu-jítsu, com uma guilhotina perigosíssima que lhe garantiu a maioria das vitórias.

A dificuldade vai ser encontrar Dodson e sua movimentação frenética no octógono. Derrubar também não vai ser fácil, pois o The Magician tem bom wrestling defensivo.

Mas no embolado, o brasileiro tem chances de tirar uma finalização da cartola, apesar que Dodson nunca perdeu desta maneira. Em pé, o duelo promete tensão o tempo todo!

Tem estrela estrangeira no Brasil, sim!

Priscila “Pedrita” Cachoeira (8-0, 0-0 UFC) tem uma bonita história de superação de quem já superou casos de abuso sexual, traição e vício com drogas.

Mas o que fizeram com ela não se faz nem com o pior inimigo: jogaram logo na estreia dela no UFC, ninguém menos que Valentina Schevchenko (14-2, 3-2 UFC).

A verdade é que a atleta da Paraná Vale Tudo se destacou no MMA nacional mais pelo estilo guerreira do que pela técnica.

Em muitas das suas lutas, parecia que seria nocauteada mas continuava a andar pra frente e terminava com a mão erguida. Não à toa ela gosta de ser chamada de “Zombie Girl”.

O fôlego é problemático, tem uma trocação apenas mediana e um chão quase nulo. Mas tem coração de sobra e deve entregar o máximo de si nesta estreia que é, bem de longe, o desafio de maior nível da carreira.

Mas nem toda raça do mundo pode ser suficiente para bater uma técnica apurada, caso de Valentina, que só não é hoje campeã do peso galo pois os juízes da segunda luta contra Amanda Nunes assim não quiseram.

Agora ela baixa para a categoria mosca como fortíssima candidata a faturar o cinturão, por enquanto sob posse de Nicco Montaño.

O cartel da quirguistanesa é de respeito. Na primeira luta com Amanda, perdeu numa decisão em que venceu com sobras o terceiro round. Na segunda, viu a split-decision ir para a Leoa, quando muitos viram vitória dela.

Quem dominou em pé Holly Holm como ela fez e finalizou a grappler Julianna Peña, qualquer coisa não pode ser!

A Bullet conta com um muay thai de altíssimo nível, com o singelo cartel de 60-2 e três vitórias sobre Joanna Jedrzejczyk.

Tem muita flexibilidade, chutes potentes, um volume de golpes desestabilizador e um preparo físico que muitas profissionais invejariam. Na luta agarrada, tem mostrado grande evolução.

Se a Pedrita vier para cima com tudo, pode ser um prato cheio para a bela radicada no Peru. Tem treinado cotoveladas e joelhadas para evitar o jogo na curta distância. Porém, nada que a Bullet não tenha visto ao longo da carreira.

Nesse casamento de pouco sentido em que temos uma clara favorita, que provavelmente vai se credenciar ao title-shot em caso de vitória, é difícil crer naquele ditado de que “no MMA tudo pode acontecer” ou “uma mão pode entrar e acabar tudo”. Mas…

Mais uma escada para Marreta quebrar

Thiago Marreta (16-5, 8-4 UFC) era aquele típico lutador “descartável” no TUF Brasil 2 que evoluiu e se mostrou alguém relevante para a categoria dos médios. Mas ainda carece de adversários de nível para subir.

Vindo de três boas vitórias, todas por nocaute, sobre Jack Marshman, Gerald Meerschaert e Jack Hermansson, agora recebe Anthony Smith (28-12, 4-2 UFC), num interessante duelo de strikers.

Tudo bem que as derrotas para Gegard Mousasi e Eric Spicely atrapalharam os planos do Marreta, mas numa categoria tão cheia de opções como a dos médios, ele já poderia receber alguém ranqueado.

O Lionheart, Anthony Smith, conseguiu a maior vitória na carreira em setembro do ano passado, quando nocauteou Hector Lombard no terceiro round. Convenhamos, bater o ex-campeão do Bellator não é grande mérito nos dias de hoje.

Mesmo assim, nesta segunda passagem pelo UFC (antes havia feito só uma luta, perdendo para Antônio Braga Neto), tem mais três triunfos, sobre Leonardo Leleco, Elvis Mutapcic e Andrew Sanchez, além de um revés, para Cezar Mutante.

Trata-se de um lutador que não foge da trocação, mas também desenrola bem no solo. É razoável em todas as áreas, mas não é excelente em nenhuma. Conta com 15 vitórias por nocaute e 10 por finalização.

Em 40 lutas do americano como profissional, só duas foram para a decisão, uma vitória e uma derrota. Mas também foi nocauteado sete vezes e finalizado outras quatro! Ou seja: ele vai para matar ou morrer.

E como o brasileiro não tem característica de amarrar, é certo que no começo teremos uma pancadaria divertida. Marreta tem um muay thai bem mais apurado e bate pesado. As chances de anotar mais um KO no cartel são grandes.

Mas o americano tem condição de oferecer risco e, se jogar com inteligência, deve iniciar na trocação para fintar uma queda e buscar a finalização, onde tem mais chances.

Se o cidadão que tem uma marreta horrorosa no peito vencer mais uma, não deve melhorar muito para sair da rabeira do ranking, pois atualmente é o 15º. Que situação!

Para o Serginho voltar a sorrir

“Uma Pirueta, duas piruetas, bravo, bravo!”. Faltou a trilha-sonora de “Os Saltimbancos Trapalhões” quando Serginho Moraes (12-3-1, 6-2-1 UFC) caiu dando cambalhota ao ser nocauteado por Kamaru Usman.

Encerrada a sequência de sete lutas invicto ao receber um atleta de ponta, chegou a hora do cosplay de biscoito Trakinas recomeçar para voltar a sorrir.

E Tim Means (27-9-1-1, 9-6-0-1 UFC) é um adversário ideal para ganhar moral.

O Pássaro Sujo (não adianta, sempre associo o apelido a algum vilão do Chapolin) é aquele lutador que tem o seu reconhecimento, é temido pela turma de meio de tabela, mas é bem vencível.

Se trata de um kickboxer de qualidade, com 1,88m, é alto para a categoria dos meio médios (e olha que ele lutava de peso leve!), bate forte, mas já mostrou ter problemas quando sai da sua zona de conforto.

Pasmém, foi finalizado por Matt Brown!

Apesar de ter conseguido bons nocautes sobre John Howard e Sabah Homasi, se mostrou bem perdido com a estratégia bem feita por Alex Cowboy, sendo também finalizado. Na última exibição, foi anulado pelo mediano Belal Muhammad.

Serginho, quatro vezes campeão mundial de jiu-jítsu, é diferenciado na arte suave. Se honrar as origens, é capaz de fazer frente a qualquer um.

Ele até melhorou muito na trocação sob o comando de André Dida na Evolução Thai. O problema é que, quando estava vencendo, parecia ter se convencido que havia se tornado um ótimo striker.

Convenhamos, ter nocauteado Omari Akhmedov e vencido em pé Davi Ramos numa estranha decisão unânime, não são grandes referências. Se não raciocinar bem e sair na mão com Means, estará em plena desvantagem.

Acontece que o brasileiro também não tem wrestling para aplicar uma queda decente. Se pular nas pernas, corre o risco de ganhar de presente uma bela joelhada na cara.

Sendo assim, é bem provável que tenhamos um começo de trocação e, se o finalista do TUF Brasil 1 for inteligente, vai buscar a luta de solo quando conseguir aproximação. Se tiver êxito, vai estar em casa!

Card completo

Lyoto Machida x Eryk Anders
John Dodson x Pedro Munhoz
Valentina Shevchenko x Priscila Cachoeira
Michel Trator x Desmond Green
Timothy Johnson x Marcelo Golm
Thiago Marreta x Anthony Smith
Serginho Moraes x Tim Means
Alan Nuguette x Damir Hadžović
Douglas D’Silva x Marlon Vera
Iuri Marajó x Joe Soto
Deiveson Figueiredo x Joseph Morales
Maia Stevenson x Polyana Viana

Vale assistir?

O UFC estava seguindo a filosofia de fazer menos evento no Brasil por ano, porém, com mais qualidade. Para esta estreia no Norte do país, a impressão é que quebraram o protocolo e montaram um card “com o que conseguiram”.

Convenhamos, Lyoto Machida não tem mais o apelo dos tempos áureos. Nomes como Alan Nuguette, Iuri Marajó e Serginho Moraes são bem típicos para preencher esses cards locais.

Aguentar Timothy Johnson, o Freddie Mercury da Borracharia, contra Marcelo Golm, que tem como maior vitória na carreira Christian Colombo, no card principal, é de doer!

Há lutas que, de fato, prometem ser emocionantes, como Dodson x Munhoz e a pancadaria entre Marreta x Smith. A presença de Valentina Shevchenko, a atleta mais relevante do card, confere algum peso, apesar da disputa desigual com a Pedrita.

Mas até mesmo lutas que prometem bom nível técnico, como a de Michel Trator contra o bom Desmond Green, tem pouco apelo comercial. O policial paraense, lutando diante da torcida, pode ir para a sexta vitória seguida e pouco se fala sobre ele. Infelizmente.

Se você mora no Pará e tem dinheiro sobrando, até vale a experiência de ver ao vivo um evento do UFC. Mas se a crise está rondando, melhor conferir pela TV.

Se tiver de bobeira, sem nenhum compromisso, pode até assistir entrando no clima carimbó. Chama o pessoal sob a desculpa de que tem um monte de brasileiro para torcer, encomenda a bacia de açaí e castanha do Pará pra tirar o gosto.

Caso contrário, não precisa remarcar compromissos. Leva a pessoa que você tanto conversa há tempos para assistir no cinema “A Forma da Água” (que filmaço!) e depois aproveita o último sábado antes do Carnaval.

Depois cobra do Lucas Rezende uma foto com a Valentina! Aí sim é imperdível!

  • Carlos Teixeira

    Lyoto é mais um veterano igual a tantos outros ( belfort, minotouro, shogun, etc) que esta perdendo seu bonde na história. Lento, sem punch e movimentação que o fizeram campeão, além de não aguentar mais receber golpes, querendo fazer frente a um lutador muito inferior tecnicamente, PORÉM MUITO mais forte, explosivo e com a mão pesada, além de bem mais jovem. Vou de Anders por nocaute. Quem sabe para o bem de sua historia e saúde, Machida se aposenta em prólogo a luta. A outra que tem parafuso solta é a tal pedrita cachoeira, aceita estreiar no UFC logo contra a Valentina? o certo não seria ir, degrau a degrau, galgando os desafios e sendo testada com o tempo? Insanidade enfrentar na estréia a lutadora que é no mínimo a 2º melhor peso galo do momento. Valentina tira para nada essa pedrita, que pra mim, não passa do primeiro round.

    • Thiago Sampaio

      Acredito que o resultado desta luta com Anders, um atleta bem menos técnico, porém mais jovem e atlético, vai ser cricial para analisarmos o futuro de Lyoto.

      Quanto ao casamento da Cachoeira com a Valentina ser desproporcional, creio que seja algo inquestionável. Mas se foi a oportunidade oferecida a ela para adentrar no UFC, tinha mais que aceitar mesmo.

    • Carlos

      Valentina deve anotar um 30-26 no máximo, não vejo ela nocauteando ou finalizando. Já o Lyoto, tá vindo de um nocaute e o tempo que ele teve de camp deveria ser o tempo de repouso, não de treino. Não acho que esteja recuperado e vai sofre o efeito Bisping (vs Gastelum)

      • Thiago Sampaio

        O próprio Lyoto ponderou com a equipe não aceitar participar do evento por causa do curto período desde o último nocaute sofrido. Era o mais sensato, sim, mas a vontade de lutar em casa falou mais alto. E convenhamos, é compreensível.

        • Carlos Teixeira

          Bom, já o sr.. Lyoto, está fazendo hora extra na carreira. Talvez aprenda que seu tempo já passou, que foi excelente competidor, mas o tempo é inexorável, passa para todos nós.

      • Carlos Teixeira

        Até simpatizo com a História de vida da Priscila, mas como estamos falando de luta, infelizmente não dá pra ela. Sem chance. Está muito, muito abaixo tecnicamente, fisicamente, mentalmente, e tudo mais. Suas chances nenhuma. Mas como dizem, MMA tudo pode acontecer..se entrar uma mão Blá Blá Blá.. O que não acredito. Já vis as lutas da Priscila, passou até sufoco lutando contra meninas semi amadoras. Não passa do primeiro round. Ela devia estreiar contra aquelas barangas do TUF do peso mosca, MAS as que caíram nas preliminares: Ariel Beck, Lauren Murphy, Rachael Ostovich-Berdon, Shana Dobson, etc. Aí sim, seria mais justo e talvez a chance de debut com vitória. Mas contra Valentina, vai ser um massacre. Totalmente desigual esse combate.

        • Thiago Sampaio

          Casamento mais sem sentido do que Cub Swanson x Artem Lobov! Eu diria que um dos mais estranhos dos últimos anos.

  • Vinicius Menor

    Esses lutadores veteranos em fim de carreira principalmente os brasileiros, evitam ao maximo fazerem suas ultimas lutas contra brasileiros … preferem ser nocauteado/humilhado por gringos muito mais jovens e com todo vigor físico ao seu favor… do que fazer uma luta de igual para igual com um compatriota. Vai entender as vezes eles ja querem fazer o máximo de luta possível e que termine o mais rápido possível tbm, de preferência no primeiro round kkkk… foda-se o legado o importante é o dinheiro, nao duvido lyoto ser nocauteado no primeiro round e falar que errou na estratégia que ainda tem lenha pra queimar e que quer fazer pelo menos mais 3 lutas… nao duvido ….
    Sobre a pedrita é óbvio que é ou vai ou racha … quer entrar no UFC? Tem essa ai! Ou pega ou mete o pe? Ah e se eu nao pegar? Bom, se vc nao pegar.. outra vai pegar e quando surgir outra oportunidade talvez a gente te chama … talvez… e pode demorar 6 meses 1 ano 2 anos quem sabe … nem todos tem a oportunidade e gabarito pra estreiar e logo recusar uma luta, mesmo sendo um péssimo casamento.

  • Lucas Venagas

    Que card horrivel
    Povo da regiao deveria boicotar uma porcaria dessas, assim quem sabe ufc criaria vergonha na cara e pararia com esses cards bosta
    Quem e erik anders?
    Que M E e esse? Um ex lutador e um ze ruela
    “ah mas podem sair grandes lutas de cards assim”
    Foda-se, ninguem para pra assistir uma partida do luverdense contra o madureira, mesmo que facam um jogo espetacular

    • Thiago Sampaio

      Apesar de o desabafo ter sido sério e o card realmente não estar atrativo, você resumiu o cunho bem humorado da coluna “Vale Assistir?”, haha…fã que é fã não deixa de assistir, mas que há eventos melhores e piores para o público em geral, é óbvio.

  • Carlos

    Sairia de casa só pra ir atrás de uma foto com a Valentina e com a Antonina (que é mais bonita), caso morasse em Belém. Puta card bosta.

    • Thiago Sampaio

      N à toa cobrei do Rezende essa missão. Questão de honra! Haha

    • Vinicius Maia

      Verdade hein. Mas não pagaria o ingresso pra ver a luta kkk. Mesmo morando em Belém.

  • pablomaz

    E essa bomba vai acabar quase 4h da manhã né… Não posso deixar de perder.

    • Thiago Sampaio

      Vai servir para quem tem insônia ou costuma chegar tarde da noitada! Sem compromisso, até que vai.

    • Malk Suruhito

      Vou ver o preliminar ao vivo e acordar para ver o replay do principal (e talvez ainda olhe o twiiter para ver quais valem a pena assitir)

    • Thiago Sampaio

      E agora que Dodson x Munhoz caiu, além de ter enfraquecido bastante o evento, o início foi adiado para 22h30!

      • pablomaz

        Puuutz

  • Nathan Dreak

    Card bem fraco mesmo. Foi com que arrumaram, concordo com a afirmação. Sem boas promessas brasileiras. Alguns casamentos ruins, como Valentina e Pedrita. E Lyoto, realmente já deu. Se ainda tivesse um grande nome, com respeito mundial, como Erick Silva por exemplo. Mas nem isso.

    • Victor Martins

      Tem um clone do Erick Silva aqui no fórum kkk Blade Runner virando realidade no Sexto Round

      • Nathan Dreak

        Rapaz de visão ein. Depois que o Erick conquistar seus cinturões será modinha.

    • Thiago Sampaio

      Sem Erick Silva, sem Massaranduba, sem Felipe Sertanejo, sem Pepey…nem card no Brasil irreconhecível!

      Mas Iuri Marajó está lá!

    • Baixista Loko

      Ia ser epico o main event com o Lobov.

  • Douglas Karpinski

    Sempre que um card assim parece ser horrivel, e eu não assisto me arrependo, pq a desgraça entrega as melhores lutas, é o fator expectativa, quando não criamos tende a nos surpreender com qualquer coisa que seja fora do que estávamos esperando….

    • Thiago Sampaio

      De fato. Por isso é sempre legal cada um ter iniciativa para assistir e gostar mais (ou menos) do esporte. A proposta, até no nome “Vale Assistir?”, é avaliar a montagem do card de uma maneira extrovertida. No Sexto Round não tem espaço para ranço jornalístico…kkkk

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