UFC St. Louis: os palpites dos
colunistas do Sexto Round

admin | 12/01/2018 às 13:14

Neste domingo, a cidade de St. Louis (EUA) recebe o primeiro evento do Ultimate em 2018. Nele, os pesos-penas Jeremey Stephens e Doo Ho Choi fazem a luta principal do UFC Fight Night 124.

Vindo de grande vitória sobre Gilbert Melendez em setembro do ano passado, Stephens tenta emplacar o seu segundo triunfo consecutivo no octógono – fato que não ocorre desde 2013.

Do outro lado do córner, o “The Korean Superboy” vem de uma batalha épica contra Cub Swanson em dezembro de 2016. A promessa coreana tenta se recuperar da única derrota que sofreu no octógono.

No co-main event, Uriah Hall será o último lutador do cartel de uma lenda brasileira. Em sua 41º luta no MMA, Vitor Belfort irá pendurar as luvas diante do “Homem Ambulância”.

Ótima oportunidade para os primeiros palpites dos colunistas do Sexto Round neste ano de 2018!

André Azevedo: No confronto entre o promissor sul-coreano e o experiente Jeremy Stephens, eu aposto em Choi. Completo e material certo para o topo da divisão. Isso se o exército de seu país não atrapalhar como fez com seu compatriota Zumbi. Doo Ho via submission.

David Carvalho: Enfim, o retorno do empolgante Doo ho Choi. Vejo que arrumaram para ele um adversário com perfil relativamente próximo daquele que lhe entregou sua última derrota. Assim como Swanson, Stephens tem a experiência suficiente para fazer uma luta parelha, mas não tem o jogo técnico suficiente para vencê-lo. Fico com “The Corean Superboy” nocauteando.

Felipe Paranhos: Diz-se por aí que Stephens tem grande poder de nocaute em suas mãos. Nada mais equivocado. Sua última vitória por esta via foi em 2011. De resto, 12 decisões, dois nocautes (um milagroso, depois de perder dois rounds) e uma derrota também pela via rápida. Apesar de andar pra frente, nem sempre Stephens trabalha com alto volume, o que acabou minando o gás de Choi na luta contra Cub Swanson. Sendo assim, acredito que o sul-coreano (que precisa vencer com urgência para disputar o título antes de se alistar ao exército de seu país) frustra as investidas do americano e vence rápido. Choi, TKO.

João Vitor Xavier: Ainda que a pressão de Stephens possa dar trabalho ao sul-coreano, acredito em Choi. Superboy leva por nocaute técnico.

Laerte Viana: Stephens não tem jogo para amarrar o sul-coreano no chão, portanto a peleja será disputada em pé. E não é segredo para ninguém que sair na mão com o Choi não é o melhor caminho. Em 25 minutos, uma hora o americano irá dar alguma brecha e pagará por isso. The Korean Superboy nocauteia.

Leo Salles: Começamos o ano com uma luta principal cavernosa, quando o ditado ”matar ou morrer” se tornará literal. Tanto Stephens quanto Choi vão buscar o nocaute e o buscarão sem tomar precauções. Por estar vacinado com a derrota para Cub Swanson, acredito que o coreano vai controlar a ansiedade contra um não menos violento e absorvedor de golpes, Stephens. ”Superboy”, por decisão.

Lucas Carrano: Choi é um moleque promissor (e ainda tem nome de personagem irritante de The King of Fighters), mas acho que Stephens ainda é um passo maior que as pernas para o coreano. Stephens vence por TKO.

Lucas Rezende: Mais veloz e em pé de igualdade quando se trata de potência, acredito que o coreano superará Stephens de maneira estarrecedora. Choi por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Apesar de achar que Stephens pode complicar muito a vida de Choi, vejo esse duelo sendo disputado em pé, ou seja, na trocação sou mais o sanguinário da Coreia do Sul. Choi, TKO.

Renato Rebelo: Choi é nocauteador, carismático e tal, mas ainda verde. Acho que, contra um veterano malandro como o Stephens, o garoto coreano terá outro choque de realidade ao longo de cinco rounds. Stephens, nocaute.

Rodrigo Tannuri:  O primeiro main event do ano promete, mas vale ressaltar que se Stephens quiser, pode transformar uma aguardada guerra em algo travado. Tomara que ele não esteja com esse espírito. Em pé, não acho que o veterano vá suportar a velocidade do asiático. Choi, decisão.

Thiago Sampaio: Entre dois brigadores que batem pesado e aguentam pancada, aposto no mais experiente e que está num melhor ritmo de luta. Contra Swanson, o Superboy Coreano já mostrou que começa a falhar no gás quando os rounds se prolongam. Stephens, decisão.

André Azevedo: Vamos testemunhar a história sendo escrita na última luta do fenômeno no Ultimate e, quem sabe, da carreira. Mas acho que a noite será do jamaicano. Hall via TKO.

David Carvalho: Sei que serei julgado, apedrejado e hateado, não como da última vez que fui de Vitor por decisão, pois, por sorte, foi no mesmo dia em que o boss Rebelo também viu assim aquela e foi alvo de todas as brincadeiras. Não vou de decisão por causa de Belfort, mas por causa de seu adversário, Hall, que ainda é alguém que não dá para se confiar. Para finalizar a carreira com vitória, veremos um cauteloso Belfort vencendo nos pontos.

Felipe Paranhos: Belfort disse que vai se aposentar após esta luta. Ainda que eu não acredite que seja a última vez que vamos vê-lo lutar (alô, Bellator?), anúncio prévio de aposentadoria costuma ser reflexo de absoluta falta de motivação. Ainda que Hall “trave” toda vez que tem uma luta interessante pela frente, acho que o jamaicano vence, de uma forma ou de outra. Fico com a via mais comum nos últimos tempos. Hall, TKO.

João Vitor Xavier: Palpite complicado. Hall é talentoso, tem vantagem física, de velocidade (hoje em dia) e queixo menos testado. Belfort, por sua vez, tem a experiência e a motivação de estar fazendo sua última luta no UFC, além dos treinos com Firas Zahabi. Vou começar o ano com emoção – Belfort, decisão.

Laerte Viana: Por mais que Vitor esteja na saideira – e decadência há uns anos -, Hall não inspira confiança, especialmente quando é uma luta relativamente importante. Ainda assim, vejo o jamaicano, que ainda tem a chama acessa e mais fogo para queimar, com chances maiores de encerrar a prosa com um golpe singular no pouco resistente Belfort. Hall nocauteia.

Leo Salles: Conforme disse na minha coluna da semana, acho que esta luta poderia ser o main event em Saint Louis, já que é possivelmente a última luta no UFC do cavaleiro de ouro sagrado. Pelo combate em si, Belfort já não vive bom momento, com seguidos nocautes recebidos e seu adversário, apesar de instável, gosta de soltar golpes surpreendentes. Hall, TKO.

Lucas Carrano: Hall é o tipo do cara que pode dar um vacilo tremendo (e, errrr… tremer) para acabar derrotado por Vitor. Entretanto, ainda é muito cedo pra apostar fora da lógica. Vou de Hall por TKO.

Lucas Rezende: Se o jamaicano peidar novamente, como muitas vezes já fez, Vitor pode se aposentar com uma vitória. Do contrário, a noite será triste para o brasileiro. É difícil apostar que nada de Hall entrará durante 15 minutos, então vou de Uriah por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Se Hall não fosse tão inconstante e meio “pipoqueiro”, seria muito fácil de apostar em um vitória do “Homem Ambulância”, porém, nunca se sabe como o jamaicano irá se comportar. Do outro lado, Belfort fará a “última luta da carreira” e motivação não deve faltar. Mesmo em decadência, vejo o “Fenômeno” contando com mais uma pipocada da eterna promessa do TUF 17. Belfort, TKO.

Renato Rebelo: Com um pé pra fora da porta e quase 40 anos, acho que Belfa não acompanhará a pujança, criatividade, velocidade e potência do striker jamaicano. A sua última no UFC – que duvido muito que seja a última no MMA -, portanto, será melancólica. Casamento ruim para o brasileiro a essa altura do campeonato. Hall, TKO.

Rodrigo Tannuri: Todos sabem que sou Belfortzete, mas não tem jeito. A lenda brasileira está tão no fim de carreira, que nem contra Hall o vejo em vantagem. Belfort não tem resistência, nem velocidade, muito menos força, ou seja, cairá de forma desnecessária e nada bonita. Hall, KO.

Thiago Sampaio: Hall tem histórico de travar e entregar a paçoca. Mas não tem como confiar no queixo do leão velho nos dias de hoje. Se levar um chute em cheio do jamaicano, não deve ter um desfecho feliz na última luta do contrato. Hall, nocaute.

André Azevedo: Prevejo três rounds de batalha e o maior volume de jogo da PVZ falará mais alto.  Paige na decisão unânime.

David Carvalho: Confesso que não conheço Jessica-Rose Clark, mas analisando seu cartel não tive das melhores impressões. Mas se tem algo positivo é que fez três lutas em 2017, vencendo as duas últimas. Sinal que pode dar trabalho para a menina VanZant. Vou começar 2018 arriscando: Clark, decisão.

Felipe Paranhos: E lá vai o UFC novamente dando uma atleta vencível pra Paige, a fim de recuperar o hype. Clark é melhor em pé do que no chão (claro, senão ela não teria sido escolhida para enfrentar VanZant), mas deve tentar quedar a ex-Dancing with the Stars. Acho que, como faz com as atletas menos qualificadas que enfrenta, VanZant vai compensar a pouca técnica com a raça de sempre e leva a melhor. VanZant, decisão.

João Vitor Xavier: Gostei muito da estreia de Clark no UFC, mas a achei muito verde. Irá enfrentar uma lutadora com um pouco mais de experiência no octógono e em uma categoria onde não sofre tanto com o corte de peso. PVZ, decisão.

Laerte Viana: Apesar da vitória na estreia, Rose-Clark não apresentou, pelo menos por hora, nível para bater de frente com o pelotão de cima. Paige pode ter sido um pouco superestimada, mas a loira tem um jogo redondinho. VanZant, decisão.

Leo Salles: VanZant escolheu a dedo a adversária para estrear nos moscas, convencida de que tem que fazer uma boa luta para daqui a pouco disputar o cinturão. Mesmo Rose-Clark surpreendendo em seu debute ao bater a veterana Bec Rawlings, a americana deve ditar o ritmo do combate e não dar mole para o azar. VanZant, por decisão.

Lucas Carrano: Vanzant mostrou que o hype não é pra tudo isso. Mas ainda assim é uma lutadora mais versátil que a australiana, o suficiente pra garantir a vantagem na pontuação. Vanzant leva na decisão.

Lucas Rezende: Estreando numa categoria mais confortável contra uma oponente proporcional, a queridinha Paige deve se recuperar e chegar ao peso mosca com saldo positivo. VanZant por decisão.

Luiz Fernando Ferreira: Duelo na medida para estreia de VanZant na divisão até 57kg. Clark não me empolgou ou mostrou algo que possa acreditar que irá superar uma das “queridinhas do UFC”. Paige, decisão.

Renato Rebelo: Sigo achando que a Paige não está pronta para o creme de la creme da divisão, mas, contra meninas abaixo da nota de corte, a gatinha é, inegavelmente, um tratorzinho. Clark é até durinha, mas nada que chame muita atenção. PVZ, decisão.

Rodrigo Tannuri:  Essa lutinha tinha que estar aqui mesmo? Vou da queridinha da galera via ground and pound. Paige, decisão.

Thiago Sampaio: Paige VanZant é uma jovem talentosa que ainda tem muito a evoluir. Mas Jessica Rose-Clark, mais experiente, também não mostrou nada demais contra Bec Rawlings e nem ninguém na carreira. Deve aceitar a trocação, onde a loirinha da Dança dos Famosos é superior. VanZant, decisão.

André Azevedo: Não ignorem o viking! Meek é um bom lutador, grande e forte nos 77kg. Mas, para a noite de domingo, o Norueguês terá um pesadelo Nigeriano, que é passo maior que as pernas no momento. Vejo Kamaru como futuro contender/campeão dessa divisão no curto prazo. Kamaru Usman via TKO.

David Carvalho: Que pedreira deram para o “cara que venceu o Toquinho”. Usman teve um ótimo 2017, com duas vitórias, enquanto o Ragnar genérico fez a última luta em 2016, quando estreou com vitória no UFC. Não dá para ir contra “O Pesadelo Nigeriano”. Usman, KO.

Felipe Paranhos: Kamaru Usman merecia adversário melhor — ou, pelo menos, com mais moral dentro da organização. Ainda tenho minhas desconfianças quanto às qualidades do norueguês, uma vez que todos os seus adversários ou eram medíocres ou decadentes. Antes de vê-lo bem contra alguém de bom nível, não tenho como confiar nele. Usman, KO.

João Vitor Xavier: Ainda que Emil Meek tenha tido boas apresentações pelo UFC, não o vejo capaz de deter um motivado Usman. Acho que o nigeriano vai passar por cima. Usman, TKO.

Laerte Viana: Usman é mais forte, melhor tecnicamente e está mais preparado para adentrar a elite. Meek, por sua vez, tem alguns lampejos na trocação, mas acredito que sequer terá chance de lutar em pé, uma vez que o nigeriano irá bancar o cobertor humano. Usman vence por pontos.

Leo Salles: Usman, coronel de um certo Exército, gosta de impor seu jogo de luta agarrada e não tem vergonha disso. Meek, norueguês de mão pesadas, vai querer trocar socos e não titubeará da missão. Nesse duelo de estilos, fico com quem está em franca ascensão nos meio-médios: Usman, por decisão.

Lucas Carrano: Primeiro grande teste pra Meek dentro do octógono, e já creio que ele vai sentir o baque. Usman vence na decisão. 

Lucas Rezende: O viking tem poder para derrubar qualquer meio-médio, mas Usman é inteligente demais para se permitir trocar com o norueguês. Em performance tática, Kamaru vence por decisão.

Luiz Fernando Ferreira: Meek pode dar uma boa luta ao nigeriano, porém, Usman sabe que essa vitória é primordial em sua caminhada rumo às cabeças. Acredito que Kamaru não irá dar bobeira e fará um combate mais estratégico. Usman, decisão.

Renato Rebelo: Usman deve evitar a pegada do nórdico e mantê-lo adivinhando durante a luta toda (vai trocar ou quedar?). Dessa forma, o ex-TUF consegue aterrissar os melhores golpes e convencer os jurados. Usman, decisão.

Rodrigo Tannuri: Muito se fala dos brawlers dos meio-médios, mas, da nova geração, o grappler Usman é o lutador que mais me passa confiança. Meek não é ruim, porém não está no nível do meu queridinho. Sendo assim, não acho que suporte o jogo do meu negro maravilhoso. Usman, decisão.

Thiago Sampaio: Casamento péssimo para o Valhalla, que é um excelente striker. Kamaru já provou ser um wrestler sinistro e, se conseguir imprimir o ground and pound, deve ter mais uma vitória sem muita dificuldade. Usman, decisão.

André Azevedo: Essa vai ser uma guerra! E sou mais o sanguinolento da tattoo horrível. Elkins via decisão unânime.

David Carvalho: Outro palpite difícil, mas que promete ser o embate da noite. The Menace vem de um histórico sombrio, tendo sua última vitória em 2016. Johnson tem boa trocação, mas acredito no momento de Elkins que vencerá na decisão depois de uma luta dura. Elkins, decisão.

Felipe Paranhos: No clássico duelo grappler vs striker (Johnson não é mais grappler há muito tempo), fico com MJ. Elkins vai fazer seu tradicional jogo de trocação mecânica + grade + quedas. Só que, se Johnson fizer o seu feijão com arroz, o bate-sai que lhe rendeu vitórias contra Barboza e Beneil Dariush (em que foi roubado numa das pontuações mais absurdas de todos os tempos), Elkins não vai achar nada. Johnson, decisão.

João Vitor Xavier: Não sei como Johnson irá reagir na nova categoria e vai enfrentar logo um dos atletas mais traiçoeiros do peso pena: acredito que Elkins consegue pregá-lo no chão por 15 minutos. Elkins, decisão.

Laerte Viana: Johnson com 66kg é uma incógnita total, enquanto Elkins vive a fase mais iluminada de sua carreira. Se consideramos que o vesguinho é um wrestler bom o suficiente para explorar a defesa de quedas vazadas do ex-peso leve, aí as coisas complicam ainda mais. Dito isso, vou contra a maré e apostar em The Menace, que é melhor lutador e pode usar da movimentação e das mãos velozes para surpreender. Johnson, TKO.

Leo Salles: Ainda que viva uma fase de nocauteador, Darren Elkins não pode brincar de trocar sopapos com o boxer Michael Johnson. Se fizer o jogo que lhe consagrou até aqui, leva a vitória. Porém, Johnson precisa vencer para continuar no topo dos leves e deve estar bem treinado para defender as tentativas de queda. Johnson, por decisão.

Lucas Carrano: Momento conta muito e, apesar de só ter perdido pra tops, Johnson vive toda a pressão de precisar de um resultado positivo, enquanto Elkins está em franca ascensão. Com um pé atrás, vou de Elkins na decisão.

Lucas Rezende: A não ser que o corte de peso prejudique demais Johnson, creio que Elkins terá dificuldade de impor seu wrestling abafante contra o boxe de Michael. Então vou de Johnson por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Elkins vem numa boa sequência e Johnson não sabe o que é vitória desde 2016. Em momentos opostos na carreira, vejo a balança pesando para The Damage. Na base da amarração, The Menace terá uma amarga estreia nos penas. Elkins, decisão.

Renato Rebelo: MJ é muito, mas muito superior em pé. Sua defesa de quedas também não é essa várzea toda que pintam por aí (Khabib não é parâmetro). Se o corte de peso não levar a alma de Johnson, acredito que ele possa defender as quedas de um adversário menor e tirar onda em pé. Vou de The Menace por TKO.

Rodrigo Tannuri: Vai acontecer com Johnson o que aconteceu com Jury. Este desceu pros penas pra se consagrar e, logo na estreia, foi surpreendido. Creio que MJ ficará bem desgastado com o novo corte de peso. Por mais feio que seja o jogo de Elkins, ele aguenta ser surrado, é uma máquina de cardio e está acostumado a virar lutas. Vai perseverar de novo e amassar o marra boy. Elkins, decisão.

Thiago Sampaio: Michael Johnson tem tudo para proporcionar duelos empolgantes na categoria dos penas. Mas logo nessa estreia na divisão, trouxeram alguém que não casa com o estilo de luta franca dele. Elkins é um típico carrapato que deve grudar e não deixar o The Menace fazer maiores ameaças. Elkins, decisão.

Restante do card:

James Krause x Alex White
Matt Frevola x Marco Polo Reyes
Thiago Alves x Zak Cummings
Kalindra Faria x Jessica Eye
Talita Bernardo x Irene Aldana
Kyung Ho Kang x Guido Cannetti
Danielle Taylor x JJ Aldrich
Mike Santiago x Mads Burnell

Ranking dos colunistas 2017 (final):

1 – João Vitor Xavier – 975 pontos
2 – Renato Rebelo – 965 pontos
3 – Laerte Viana – 960 pontos
4 – Lucas Rezende – 950 pontos
4– Luiz Fernando Ferreira – 950 pontos
5 – David Carvalho – 935 pontos
6 – Gustavo Menor – 930 pontos
7 – Felipe Paranhos – 925 pontos
8 – Thiago Sampaio – 880 pontos
9 – Lucas Carrano – 850 pontos
10 – Rodrigo Tannuri – 850 pontos
11 – Leo Salles – 455 pontos

  • Matheus V.

    O Stephens bate pesado (segundo que mais aplicou KDs no UFC), mas não é nem de longe esse nocauteador que gosta de pintar. Acho que ele cai de ritmo em algum momento e o Choi nocauteia

  • Henrique

    Stephens KO
    Hall TKO
    Paige DEC
    Usman TKO
    Elkins DEC

  • Vinícius Pereira

    “Vejo Kamaru como futuro contender/campeão dessa divisão no curto prazo.” Finalmente alguém concorda comigo em relação ao Usman. Nas entrevistas do cara já dá pra perceber que ele tem um foco e uma visão fora do normal. Acompanho desde o TUF e ele nunca deixa de surpreender positivamente.

    • Matheus V.

      Usman já é TOP 5 moral e ganharia bem hoje tanto do Colby quanto do Demian, ao meu ver

      • Diogo Barbosa

        A diferença dele pro Colby é o poder de nocaute, ambos tem uma trocação Rudimentar. Não que isso o desqualifique como potencial campeão.

        • Matheus V.

          Acho o gás do Usman bem superior também. O Colby estava exausto naquele R3 contra o Demian.

          • Diogo Barbosa

            Pior que é, Usman é um puta produto com potencial, se os caras forem ligeiros vão fazer uns casamentinhos bom pra ele.
            Ele e Ngannou como potenciais campeões seria uma boa abertura de mercado.

  • Bodhisattva

    porra…. Caiu a luta do pittbull….. Whittaker lesionou e foi substituido pelo Romero que vai disputar o interino com o Rockhold……..e o Ortega recusou uma luta com o Emmett, em um main event ainda por cima….. Que beleza…..

  • magnuseverest

    Aldana tem altura,poderia lutar nos penas contra Holm.
    Eye precisa vencer para não ser demitida.

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