Vale assistir? A leitura
dinâmica do UFC Pittsburgh

Thiago Sampaio | 13/09/2017 às 23:19

Amanda Nunes mereceu a vitória ou Valentina Shevchenko foi garfada? Não importa. Já é página virada e neste sábado (16) tem mais: o UFC Fight Night 116: Rockhold x Branch, na PPG Paints Arena, em Pittsburgh, Pennsylvania.

Na luta principal, o ex-campeão do médios Luke Rockhold retorna após mais de um ano de inatividade contra David Branch, ex-campeão de duas categorias do extinto WSOF.

O evento teve uma baixa e tanto no co-evento principal, apenas três dias antes.

Thiago “Pitbull” Alves saiu e deu vez ao estreante Alex Reyes, que entra de última hora para encarar Mike Perry.

No mais, o card está cheio de outros nomes conhecidos, como Hector Lombard, Serginho Moraes, Uriah Hall, Felipe Sertanejo, Gilbert Durinho, entre outros.

E vamos lá aos destaques!

Consertando a besteira!

O responsável por desalinhar o sistema cósmico está de volta para tentar reorganizar a parada. Afinal, se hoje temos Michael Bisping segurando o cinturão dos médios até onde consegue, é por causa de Luke Rockhold (15-3, 5-2 UFC).

Desde aquele duelo no UFC 199, em junho de 2016, em que claramente menosprezou o inglês e acabou nocauteado no primeiro round, está fora de cena. Sofreu com uma lesão no joelho que o tirou na luta contra Ronaldo Jacaré, em novembro.

Enquanto aparecia desfilando ao lado de Demi Lovato ou outras beldades, teve combates especulados contra Yoel Romero, Anderson Silva e Gegard Mousasi, mas o escolhido para enfrentá-lo no retorno foi David Branch (22-3, 3-2 UFC).

Apesar de menos badalado do que os outros nomes, Branch se reconstruiu após sair do UFC em 2011. Pelo World Series of Fighting, venceu 10 lutas, se sagrando campeão de duas categorias, médio e meio-pesado, simultaneamente.

No retorno ao UFC, venceu Krzysztof Jotko no UFC 211, em maio, numa decisão dividida sem nenhuma emoção. Apesar de eficiente na trocação, o faixa preta de Renzo Gracie tem no jiu-jítsu como carro chefe.

Mas não tem como negar o favoritismo de Rockhold. Sem lesões, é talvez o lutador mais completo da categoria dos médios. Com chutes agressivos e um arsenal de finalizações, tem todas as ferramentas para fazer frente a Branch.

Ele, que chegou ao UFC com o status de campeão do extinto Strikeforce e foi recepcionado com um chutaço de um “turbinado” Vitor Belfort, mostrou o real potencial nas vitórias contra Costas Philippou, Tim Boetsch, Bisping, Lyoto Machida e Chris Weidman, quando faturou o cinturão.

Se Branch for com uma estratégia de agarrar como fez contra Jotko, tem maiores chances, apesar de o atleta da AKA ser capaz de reverter. Em pé, o último campeão pré-Bisping tem ampla vantagem.

Fato é que com Georges St-Pierre voltando e Robert Whittaker em posse do título interino, existe esperança de termos a emoção de volta na categoria.

Quem não tem Pitbull, caça com Reyes

Até esta quarta-feira (13), o co-evento principal seria uma insana “briga de rua” entre Thiago Pitbull (22-11, 14-8 UFC) e Mike Perry (10-1, 3-1 UFC). Mas o brasileiro saiu por motivos ainda bem mal explicados e no lugar dele entrou o estreante Alex Reyes (12-2).

Perry tem aquele perfil comercial que o UFC adora: é jovem, tem 25 anos, faz o estilo provocador que causa nas pesagens e nas redes sociais. Não à toa, a organização correu para arrumar um adversário de última hora.

Mas a principal característica dele é: tem um poder de nocaute absurdo, tanto que todas as vitórias foram assim. Na última aparição, em abril, desligou Jake Ellenberger com uma cotovelada que o veterano deve estar sentindo até hoje.

Mas na derrota por decisão para Alan Jouban mostrou suas brechas, quando o sósia do CR7 fez uma estratégia de manter a distância e capitalizar nos contragolpes.

Chamado com apenas três dias de antecedência, Alex Reyes luta de peso leve, mas aceitou essa pedreira na categoria dos meio médios. A impressão que fica é que ele será uma presa jogada no octógono para ser abatida por Mike Perry.

Desconhecido, Reys tem bons números recentes: perdeu as duas primeiras lutas da carreira, mas depois venceu 12 em seguida. Nenhuma delas por decisão. Foram oito nocautes e quatro finalizações.

Curiosamente, essas quatro finalizações vieram em seguida, nas últimas quatro lutas, todas pelo King of the Cage.

Ciente da potência do adversário, a “estratégia” é apenas tentar fugir da bordoada. Tentar trocar o mínimo possível, buscar levar para o solo e arrancar os três tapas. Sem ter feito uma preparação para a luta, vai ser bem difícil!

Desesperado x Whatever

Sabe aquele charuto cubano especial que você paga caro por ele e só o consome em momentos especiais, vai cortando ele para preservá-lo, mas em algum momento vai precisar jogá-lo fora?

O cubano Hector Lombard (34-7-1-2, 3-5-0-1 UFC) está quase assim. Não à toa jogaram o vencível Anthony Smith (27-12, 3-2 UFC) na tentativa de tirá-lo desse destino.

Contratado a peso de ouro junto ao Bellator, onde era campeão dominante dos médios, veio como o nome a bater o então imparável Anderson Silva. Mas não repetiu o sucesso.

No UFC, foram três vitórias, cinco derrotas e um No-Contest (sim, caiu no antidoping). O último triunfo foi em 2013, sobre Jake Shields. Vindo de reveses para Neil Magny, Dan Henderson e Johny Hendricks, está com a corda no pescoço.

Smith é um adversário na medida para ele voltar a vencer. Aliás, nem tão na medida assim. Com 1,96m de altura e 1,97m de envergadura, contra apenas 1,75m e 1,80m, respectivamente, de Lombard.

Se trata de um atleta só razoável em todas as áreas e excelente em nenhuma. Ao mesmo tempo em que tem muitas vitórias por nocaute e por finalização, também já foi nocauteado e finalizado tantas outras.

Incorporado ao UFC após a extinção do Strikeforce (onde foi finalizado por Roger Gracie), foi demitido após uma única luta, em que foi finalizado por Antônio Braga Neto. Após sete vitórias em outros eventos, foi recontratado.

Nesta nova passagem, soma uma derrota (para Cézar Mutante) e três vitórias. Vem de dois ótimos nocautes, com uma cotovelada em Elvis Mutapcic (que rendeu o bônus de Performance da Noite) e um chute na cabeça em Andrew Sanchez, em abril deste ano.

Mesmo na fase mais zicada da carreira, Hector é mais lutador. Encurtar a distância vai ser o maior empecilho do condecorado judoca. Para isso vai ter que saber entrar na hora certa.

Se for inteligente, vai agarrar, grudar na grade e, quem sabe, tentar a queda. Caso contrário, corre o risco de levar uma patada na longa distância e cair esparramado.

Ps: fumar causa sérios danos à saúde.

Wrestling x jiu-jítsu (?)

Depois de seis vitórias no UFC, o sorridente Serginho Moraes (12-2-1, 6-1-1 UFC) tanto pediu um adversário ranqueado que conseguiu. Vai pegar Kamaru Usman (10-1, 5-0 UFC), 13° do ranking.

Por sinal, é de impressionar que o brasileiro vá enfrentar o adversário escalado originalmente, pois virou uma constante as trocas (isso quando ele próprio não sai), no duelo que deveria ter acontecido no UFC 198, em maio de 2016.

Agora, ele deve ter o desafio mais difícil na organização (sim, mais do que aquele Neil Magny de 2013)! Campeão do TUF 21, o Pesadelo Nigeriano é NCAA All-American em wrestling.

Não perde desde a segunda luta na carreira, em 2013, e vem de performances dominantes sobre Warlley Alves e Sean Strickland. Tem aquele jogo chato de anular quem estiver com ele octógono na luta agarrada e um ground and pound violento.

O que vai ser interessante contra o vice-campeão do TUF Brasil 1, multicampeão de jiu-jítsu. Se estiver com a arte que domina em dia, é capaz de reverter a situação e finalizar, mesmo se estiver por baixo.

O problema é que o modelo de batata sorriso está cada vez mais convencido que está evoluindo na trocação e esquecendo as origens. As últimas performances, nos triunfos por decisão contra Zak Ottow e Davi Ramos (que luta horrorosa!), e o empate com Luan Chagas, poderiam muito bem ter sido vitórias dos adversários.

Kamaru é amplo favorito e um vitória vai garantir a permanência na parte de baixo do ranking. Mas se o brasileiro da Evolução Thai surpreender, até que pode afastar o karma de Francisco Massaranduba e conseguir desafios maiores em seguida.

Ranqueados no preliminar

Será que o Homem Ambulância vai voltar a honrar o apelido? Uriah Hall (12-8, 5-6 UFC), aquele mesmo que mandou todo mundo pro hospital no TUF 17, foi jogado para o card preliminar contra Krzysztof Jotko (19-2, 6-2 UFC). Ambos vêm de derrotas.

Depois que teve o hype freado por Kelvin Gastelum na final do TUF, alternou resultados, sendo que o maior feito foi nocautear Gegard Mousasi com uma sequência de chute rodado, joelhada e socos que tirou da cartola numa luta em que estava levando a pior.

Mas desde aquela zebraça, há dois anos, o jamaicano não ganha uma. Vem de três derrotas seguidas, para Robert Whittaker, Derek Brunson e o próprio Mousasi (estava tão mordido que necessitava limpar aquela mancha no cartel).

O polonês Jotko fez o caminho inverso. Chegou sem alardes e foi galgando passos. Emendou uma série de cinco vitórias, incluindo Thales Leites, até ser freado por David Branch numa decisão dividida que poderia ter ido pra qualquer lado.

Todos sabem que Hall é perigoso no kickboxing, faixa preta de karatê e com um grande poder de nocaute. Mas já demonstrou que tem uma defesa de quedas precária e um chão que beira o nulo. O estilo do adversário não o favorece.

Jotko desenrola bem na luta em pé (que nocautaço sobre Tamdan McCrory!), mas sabe dominar na luta agarrada, capitalizando com golpes com muita eficiência (basta lembrar que Thales foi anulado por ele).

É pragmático e paciente, tanto que a maioria das vitórias foram por pontos. Por ter um jogo mais difícil de ser decifrado, e levando em conta as limitações de Hall, o polonês tem vantagem nas casas de apostas.

Mas aquele primeira luta contra o Mousasi está viva para nos lembrar que um golpe pesado pode entrar a qualquer momento e mudar a história…

Recomeçando do início (literalmente!)

Quase um ano desde a última aparição e buscando se recuperar do revés, Gilbert Durinho (12-2, 4-2 UFC) retorna fazendo a luta que abre este evento contra Jason Saggo (12-2, 3-2 UFC), duelo que eles mesmos acertaram pelas redes sociais.

O tricampeão mundial de jiu-jítsu chegou ao UFC com moral, emplacando três vitórias seguidas – Andreas Stahl, Christos Giagos e Alex Cowboy – até perder a invencibilidade contra Rashid Magomedov.

Se reabilitou em seguida finalizando Lukasz Sajewski, porém, no último confronto, perdeu por decisão para Michel Trator, quando era o favorito. A moral baixou e agora ele tenta recomeçar a trajetória na divisão dos leves.

O canadense Saggo tem um cartel bem parecido no MMA. No UFC, estreou com nocaute sobre Josh Shockley, perdeu por decisão para Paul Felder, venceu Justin Salas e Leandro Buscapé.

No último confronto, foi dominado pelo russo Rustam Khabilov no UFC 206, em dezembro. É faixa preta de jiu-jítsu de Royler Gracie e conta com oito finalizações na carreira.

Apesar de ambos serem especialistas no solo, eles têm se testado cada vez mais em pé, principalmente o canadense, que tem se saído melhor nessa área e deve priorizar a trocação.

Durinho até que conseguiu nocautes no MMA nacional, mas no UFC, veio o choque de realidade. Estava levando uma surra do então estreante Alex Cowboy até arrancar um armlock no último minuto de luta. Contra Magomedov, foi dominado.

Fato que o brasileiro tem o jogo de solo diferenciado na categoria dos leves e honrar a especialidade é o caminho. Apesar de também ser faixa preta, Saggo é um nome vencível e que tem lá o seu valor. Ideal para voltar a sentir o gosto de sair com o braço erguido.

Card completo

Luke Rockhold x David Branch
Mike Perry x Alex Reyes
Hector Lombard x Anthony Smith
Gregor Gillespie x Jason Gonzalez
Kamaru Usman x Serginho Moraes
Justin Ledet x Zu Anyanwu
Tony Martin x Olivier Aubin-Mercier
Anthony Hamilton x Daniel Spitz
Krzysztof Jotko x Uriah Hall
Luke Sanders x Felipe Sertanejo
Jason Saggo x Gilbert Durinho

Vale assistir?

A saída de Thiago Pitbull na briga de serra elétrica contra Mike Perry deu uma enfraquecida no evento, afinal, era o duelo mais aguardado pelo estilo de ambos.

Mas mesmo assim, o card ainda está cheio de atrações interessantes, começando pelo retorno de Luke Rockhold, um lutador completo que, se bater Branch, volta a figurar ali entre os cabeças da categoria por uma nova disputa ao cinturão.

Se Hector Lombard não empolga mais, pelo menos fica a curiosidade sobre o seu desempenho. Se perder, fica difícil defender a permanência. O mesmo vale para Uriah Hall!

Kamaru Usman e Serginho Moraes prometem um bom duelo de especialistas da luta agarrada (por favor, não tornem isso uma disputa amadora de trocação!).

Apesar de pouco conhecidos, Gregor Gillespie e Jason Gonzalez merecem que fiquemos de olho neles! Justin Ledet é outro nomes a ser observado na varrida categoria dos pesados.

Se tiver gente na sua casa perguntando quem vai lutar, usa a desculpa que estão lá os brasileiros Gilbert Durinho e Felipe Sertanejo! Em geral, tem casamentos bem interessantes.

Mas pelo luto pela caída de Pitbull x Perry não precisam se sentirem forçados a nada. Aliás, recomendo que assistam vestidos de preto e acendam a vela em respeito a essa perda. A coluna está abalada emocionalmente. Agradecemos a compreensão.

  • Lucas Venagas

    Card Ruim demais,mas certamente vai ter gente falando que ta bom

    • Tairon de Oliveira

      Tô pensando em nem assistir. Tenho a campanha de Shadow of Mordor pra terminar antes que o HD do meu PC vá pro pau de novo. XD

      • Vinicius Maia

        Ne querendo te desanimar não mas o jogo é muito bom. Mas o final da campanha é horrível kkk

        • Tairon de Oliveira

          É que tô no hype pelo Shadow of War, por isso tô fechando a campanha do Mordor! kkk

          • Vinicius Maia

            Rapaz eu fiquei muito frustrado com o final do Jogo. O jogo excelente, sistema de generais simplesmente fantástico mas pqp. Que finalzinho horrível. Os dois últimos chefes PQP. Aquilo ali é preguiça pra fazer algo melhor, na moral. O Shadow of War te falo que não me deixou animado. Muito tempo que a Warner vem cagando no pau. MKX e Batman Arkan Knight pra PC foram ridiculamente mal otimizados. Por isso só vou comprar o War em promoção quando ver que todos os problemas que eu tenho certeza que vão ter serem solucionados.

          • Tairon de Oliveira

            Joguei os 2 no PS4 (Batman e MKX), tô de boa. kkk
            O SoM tô jogando no PC, a minha GTX 750ti de 1GB tá dando conta do recado. kkk

            Não me spoila, desgraça.

          • Vinicius Maia

            Nem é spoiler kkkkk. O jogo é bom. Vale a pena. Joguei quase 40 horas dele. Fazendo um monte de missões secundárias.

          • Tairon de Oliveira

            Porra… Fiz o final ontem, que boss fight mais broxante…

      • Thiago Sampaio

        É um motivo justo. Mas deixa para fazer a campanha durante a madrugada. Dá uma chance pro evento…haha

        • Tairon de Oliveira

          Minha esposa não deixa eu jogar de madrugada. kkkkkkk

    • KRS Porlaneff

      Cards abaixo do radar acabam se tornando bons porque assistimos sem expectativas.

      Um que foi desse jeito e muita gente não assistiu por ser pré-188, foi aquele onde o Hendo nocauteou o Barbarian.

    • Thiago Sampaio

      Não está do nível de um card numerado, mas tem bons nomes e lutas bem interessantes.

  • Carlos André

    Essa coluna ficou show e ri muito no final.

    • Thiago Sampaio

      Haha….obrigado, Carlos!

  • Paulo Josué Lemos Alves

    Só uma dica: coloquem sempre nas matérias o dia e o horário do evento

    • Renato Rebelo

      Verdade. Faremos.

    • Thiago Sampaio

      Boa! Dica bastante válida. Faremos isso a partir da próxima edição.

  • William Oliveira

    Haha texto muito bem escrito, o evento tá massa sim, as lutas do Lionheart geralmente são boas, é o tipo de cara que leva o apelido a sério pois colocou um que muito combina com sua personalidade dentro do octógono.

    Alex Reyes não é nenhum frango e deve dar uma boa luta também, e como você bem lembrou Ledet e Gillispie são dois nomes bem interessantes pra se manter esperto.

    • Thiago Sampaio

      Haha….valeu por estar sempre participando, William!

  • Henrique Berto

    Helwani mandou no Twitter que o motivo pelo qual o Thiago saiu da luta foi pq ele ficou ilhado devido ao irma. Preferiu ficar com a família.

    O motivo pra ele não ter vazado antes de lá com a família, ninguém sabe.

    • Thiago Sampaio

      Se esse foi o real motivo, achei que ele mandou bem mal. Claro que é compreensível a preocupação com a família, mas como você disse, era questão de planejamento viajar antes para a cidade onde vai ocorrer o evento.

      • Henrique Berto

        Exato, ele inclusive postou uma foto com o Jotko, os dois juntos de carro. E o Jotko viajou normal.

  • Lorenzo Fertitta

    Ótima análise, Thiago. Ainda que o card tenha perdido um pouco o brilho pela queda da luta “just bleed” do evento, ainda tem nomes bem interessantes. Rockhold, Perry, Ledet, Gillespie e até o Lombard quase sempre proporcionam lutas movimentadas.

    Rockhold KO
    Reyes SUB
    Smith DEC
    Gillespie DEC
    Usman KO
    Ledet SUB
    Martin DEC
    Spitz DEC
    Jotko DEC
    Sanders DEC
    Saggo DEC

    Não sei quantas lutas o Hall, Lombard e o Hamilton ainda tem em contrato, mas possivelmente vão passar no RH em caso de derrota.

    • Thiago Sampaio

      E se depender dos teus palpites, eles vão mesmo bater na porta do Bellator…haha

      • Lorenzo Fertitta

        heheheh a intenção é ajudar o UFC a fazer uma limpeza.

  • Expert

    Pena que no mesmo dia tem uma das maiores lutas nos últimos 15 anos de boxe :
    Canelo vs GGG, Ufc fica pra próxima

    • Thiago Sampaio

      Também pode ficar alternando entre um e outro…fica a dica….hehe

      • Expert

        Não tinha pensado nisso kk, irei tentar
        abraço

  • João Lucas

    Sinceramente estou ansioso mesmo pela luta principal, essa promete. O restante vem de bônus, ainda tem boas lutas, muitas vezes esses eventos menores surpreendem.

Tags: , , , , , , , , , , ,