Atrocidade! Dever de árbitros é
salvar os lutadores de si mesmos

João Vitor Xavier | 13/09/2017 às 14:14

De forma geral, o trabalho da arbitragem e dos juízes laterais foi um dos focos do UFC 215 do último sábado (9).

Na luta principal, a brasileira Amanda Nunes venceu Valentina Shevchenko por decisão dividida e manteve o cinturão, causando revolta da desafiante e muito debate entre fãs e jornalistas.

Pessoalmente, marquei a luta para a Leoa, ainda que entenda quem tenha visto triunfo de Bullet. De qualquer forma, não houve garfo.

Porém, quero mesmo falar do trabalho dos árbitros centrais, que vacilaram feio em duas lutas do evento.

Moedura de carne sem fim em Glenn x Tucker

Primeiro, preciso dizer que entendo a dificuldade dos homens de preto, que são vilificados constantemente, seja por paradas prematuras ou por terem esperado demais.

A linha entre um stoppage bem e mal feito é tênue. Porém, o MMA é diferente de outros esportes, pois não são apenas pontos ou gols em jogo – é a saúde a curto, médio e longo prazo do atleta que está também nas mãos da arbitragem.

Por isso, não posso deixar de criticar duramente a atrocidade cometida no duelo entre Rick Glenn e Gavin Tucker, além de cornetar o encarregado de mediar Gilbert Melendez x Jeremy Stephens.

Na maioria das vezes em que um árbitro é acusado de parar a luta cedo demais – ou não parar, como nos dois casos descritos acima -, os próprios atletas tratam de absolvê-los.

Aconteceu com Daniel Cormier quando este foi derrotado por Jon Jones no recente UFC 214. E Tucker fez o mesmo, dizendo que Kyle Cardinal pode “dormir tranquilo”.

O peso pena ainda revelou que o árbitro lhe visitou no hospital e pediu desculpas por sua atuação. Atitude admirável, mas uma atitude de quem sabe que errou.

Vou deixar isso bem curto e doce. Eu perdi no sábado. Parem de culpar o árbitro. Aquele homem me deixou sair pelo meu próprio escudo. Ele me visitou enquanto estive no hospital e pediu desculpas. Era eu e ele naquele cage. Eu não parei de lutar e ele viu isso. Ele pode dormir tranquilo…”, comentou o peso pena em comunicado nas redes sociais.

Sinceramente, não dá para justificar a (falta de) atitude de Cardinal. Se o córner do canadense fosse um pouco mais conservador, não deixaria seu pupilo entrar em ação no terceiro assalto.

Pois o que vimos nos últimos cinco minutos foi um monólogo de Glenn, que de forma constante e letal tirou todas as armas de Tucker e o castigou de forma brutal.

O resultado? Quato ossos faciais quebrados e muito tempo de molho para o promissor peso pena. E isso é só o que pudemos pescar agora. Quem sabe se ele vai voltar da mesma forma…

A luta deveria ter sido parada muito, muito antes. É injustificável que um árbitro de MMA não seja capaz de ver todos os sinais de que um lutador não tem mais condições de atuar. Tucker não queria desistir, obviamente. Todo atleta que chega ao UFC é duro demais para seu próprio bem e ele não é diferente.

O árbitro central não está lá somente para salvar o atleta de seu adversário. Está lá para salvar o lutador de si mesmo. E, neste quesito, Cardinal falhou miseravelmente.

Pernas de Melendez no dia seguinte

O árbitro do duelo entre Melendez e Stephens tem menos culpa. Porém, mantenho que o digníssimo Jerin Valel deveria ter parado a luta antes do fim.

Gilbert fez tudo certo para se manter no combate, assim que as pernas cediam ele se levantava logo, mostrando estar em combate.

Desta forma, o árbitro agiu conforme as regras, pois o ex-campeão do Strikeforce nunca deixou de tentar se manter competitivo. Mas aí, achei que faltou bom senso.

Provavelmente minha opinião não será popular, mas o árbitro deveria ter visto que Melendez não oferecia qualquer resistência a Stephens.

Deveria ter analisado que não era um duelo competitivo e que aquela perna poderia quebrar a qualquer momento, em um momento Anderson Silva ou Corey Hill.

Ok, era desejo de Gilbert continuar. Porém, como disse lá em cima, é trabalho da arbitragem salvar o lutador de seu próprio espírito guerreiro. Na minha opinião, Valel falhou nesse quesito também.

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Foi o primeiro 10-7 que eu vi, terrível deu até dó de ver o cara apanhando daquele jeito, o Tucker ao menos tentava esboçar algum defesa, colocar a mão da cara, ficar mexendo, mas o estado que ele tava, terminou a luta irreconhecível, erro feio demais. Bom texto

    • KRS Porlaneff

      Quer ver três 10-7 famosos?

      Primeiro round de Edgar VS Maynard II (e uma aula de como ser um lutador raçudo), terceiro round de Weidman VS Rockhold (tem gente que fala que foi só 10-8 mas não foi) e terceiro round de Stipe Miocic e Mark Hunt.

      • Idonaldo Gomes Assis Filho

        Acho que desses o único juiz que marcou oficialmente foi um da luta do Edgar né, nessa época eu não acompanhava mma (na verdade só as lutas que passavam na madrugada da globo kk), então não tinha visto só em video, agora nas outras como não foram pra decisão não se incluiriam, e acho que os juizes de tão palhaços que são nem marcariam kkkkkk

      • Beto Magnun

        Acho que a questão é: os juízes marcaram 10-7?

  • Beto Magnun

    No boxe é bem comum os corners jogarem a toalha, mas sei lá… no mma a galera parece pensar que é uma disputa pra ver quem é mais macho. Lembro de quando o Glover massacrou o Maldonado e os corners do caipira de aço putos com a interrupção médica. Os treinadores e o Curtis Blades tentando enganar o médico para ele voltar pro terceiro round contra o N’gnou (isso rola mt no boxe também). Os treinadores deviam conhecer o limite de seus lutadores ou pelo menos ter um pouco de bom senso nessas horas.
    Lembrei aqui do Nick Diaz jogando a toalha quando o Nate foi currado pelo Thomson. Tá certo que o juiz nem viu, mas ele já tava indo parar a luta xD.
    E nunca esqueço de quando o Marquadt pegou o Gastelum no México. No intervalo o Nate quase vomitando os pulmões e dizendo que podia continuar, o treinador só mandou um “Sorry; guy. It’s over.”.

    • Renato Rebelo

      O mestre já mandou jogar. Concordo que deveria ser mais comum, mas só vejo uma autoridade incontestável tomando essa atitude no MMA (nesses casos, pai, irmão mais velho e tal). Dá pra imaginar um cara contratado pra uns camps fazer isso com um Anderson Silva, por exemplo?

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      • Malk Suruhito

        A pergunta que fica é: se não fosse filho, será que ele tinha jogado?

        • Renato Rebelo

          Pois é.

          • Malk Suruhito

            Filho a gente vê até mãe entrar no ringue para bater em adversário e juiz, hahaha

        • Rudá Corrêa Viana

          O mesmo vale pro laço sanguíneo e afetivo entre Nick e Nate.

      • Cerrone

        depois de 1 hora de luta e um pé quebrado

    • João Vitor Xavier

      Lembrando que, nas regras unificadas do MMA, o córner não tem poder de interromper uma luta durante o seu desenrolar. Só o árbitro pode fazer isso! De qualquer forma, se um árbitro olha o córner do atleta jogando a toalha, imagino que entenda a dica, rs

  • Lorenzo Fertitta

    Ótimo texto, João Vitor. Assunto interessante, porém pouco abordado.
    A parcela de culpa dos árbitros centrais é grande, afinal são os únicos imparciais ali dentro, preparados para decidir sem se deixar levar emocionalmente. Porém, não se pode isentar o córner, afinal, por mais que nas regras do MMA não haja a possibilidade do córner jogar a toalha. nada impede que no intervalo do round ele diga a seu atleta: “cara, essa luta não deu. Vamos parar por aqui e garantir sua integridade para a próxima.” E avisa ao médico que o lutador não vai retornar.

    • Carlos

      Não precisa ser entre rounds, o árbitro tem a consciência extra-regra de que se uma toalha branca é jogada dentro do cage é a equipe do cara que tá levando a pior se entregando. Pessoalmente acho que esse ato, como quando o Nick Diaz salvou o Nate, tem muito mais honra do que deixar ele apanhar até ficar sequelado pra mostrar que é o fodão inocauteável.

      • Lorenzo Fertitta

        Só que jogar uma toalha branca dentro do cage durante a luta (ainda) não é permitido nas regras unificadas do MMA.
        Certa vez li que é considerado interrupção indevida, antidesportiva e com risco de atrapalhar o combate e desconcentrar os lutadores, e eu até entendo esse posicionamento.
        Acho que seria interessante se sempre designassem algum membro autorizado da Comissão Atlética para se colocar junto aos córners para – atendendo o pedido destes – interceder junto ao árbitro central (através de um ponto, por exemplo) para que a luta seja interrompida.

        • Carlos

          Veja o vídeo que postei, o cara teve que invadir o cage com a toalha pro árbitro fazer alguma coisa, isso é um absurdo

          • Lorenzo Fertitta

            Você tem razão, realmente foi uma aberração. E, com certeza, o árbitro não interrompeu pela toalha e sim pela invasão.
            Mas você não acha que com a solução que citei (ponto eletrônico entre membro da comissão/árbitro central) resolveria problemas como esse, e de uma forma mais rápida, eficaz e menos polêmica do que jogar a toalha ou ter de tomar atitudes extremas como o desesperado rapaz do vídeo?

          • Carlos

            Com certeza

  • Silas K

    Acredito que no terceiro chute que derrubou Melendez o árbitro deveria ter interrompido, já vimos acontecer em um dos nocautes do Barboza via leg kick.

  • Carlos

    Por mais amante da violência, sangue e brutalidade nas lutas que eu seja, Glenn x Tucker chegou num ponto que ficou desagradável, quando até o ex (agora atual) campeão interrompe os comentários na transmissão pra gritar pro juiz parar a luta, tem alguma coisa errada. Mais que cegueira do árbitro, foi irresponsabilidade da equipe não jogar a toalha, por mais duro que seja o atleta e por mais que a equipe saiba disso, não são os corners, o treinador e nem o árbitro central que está lá sendo feito em pedaços na pancada, uma hora o bom senso deveria pesar mais do que mostrar quanto o lutador aguenta e tem de coração. Não acho que tomar uma surra do Titio Avô igual o Tucker tomou até o fim do último round, sem desistir, garanta mais respeito com o patrão do que se o time tivesse jogado a toalha pra salvar a vida dele. Do Melendez foi tensa mas é uma situação em que um atleta solto e acostumado a jogar nas duas bases normalmente conseguiria se virar melhor (não foi o caso dele).

  • Carlos
    • Marcos de Abray

      o braço da moça se mantem em pé e ela movimenta a perna
      criaram uma comoção ridicula com este video apenas por que o treinador jogou a toalho para dizer que o juiz errou, ele não errou, qualquer arbitro manteria a luta

      • Carlos

        “Qualquer árbitro”? Você tá maluco, mano? Ela movimenta a perna por espasmo com a falta de oxigenação, aos 20 segundos ali já era pra ter acabado a luta, ali ela dá uma apagada e depois levanta o braço por instinto quando acorda e continuada travada sem tentar lutar, manter a luta pra quê? Pra mandar a mulher pro hospital babando e convulsionando?

        • Marcos de Abrey

          vc dramatizou ao dizer: movimenta a perna por espasmo, nem cabe isto.
          a realidade é que nenhum arbitro para uma luta com o atleta de braço levantado
          estou falando sobre regras, sem dramatização
          estou falando racionalmente. Qual a necessidade vc me chamar de maluco?? não tem moral para discutir racionalmente?

          • Carlos

            Chiesa tava com o braço levantado, olhando pro nada, sem reação e o Yamasaki interrompeu. Nessa luta a menina tava muito pior. O que te faz ignorar a gravidade da situação entre essas duas? Ou melhor, o que seria grave pra você? Se acha que essa interrupção foi normal, no mínimo não deve sido pego em uma guilhotina dessas ou é fã do Rousimar.

          • Marcos de Abrey

            yamasaki errou ao interromper a luta, cara procure se informar com quem pratica jiu jitsu, o mestre sempre cobra para o seu aluno resistir ao maximo ao estrangulamento e não dar os tr}es tapas.
            vc continua dramatizando sem dizer nada, a realidade é que a menina estava na luta e mantinha o braço levantado
            viciado em dramas em? toquinho segurava a finalização após o juiz pedir para largar, nada haver com esta situação

          • Carlos

            Sua falta de percepção é gritante, achando que ela ainda estava bem. Os dois braços caem e só depois de um tempo um deles levanta, não há uma tentativa de escapada, não há tentativa de puxar o braço, simplesmente não há NADA de reação, braço erguido o Terry Etim também tava quando caiu petrificado contra Edson Barboza, se esse é seu melhor argumento. Aliás, é bem comum o cara ser nocauteado, por exemplo, e alguma parte do corpo ficar mexendo por espasmo (esse ano mesmo teve lutador convulsionando no UFC após tomar um porradão e cair “morto”). Resistir ao máximo no estrangulamento é uma coisa, ficar 15-20 segundos sem reação e não tentar bater enquanto sofre sem oxigenação é loucura. Posso me informar, deixa eu ver…comigo mesmo, já que também pratico Jiu Jitsu ou com a galera mais graduada e os mestres que me deram aula. Duvido que qualquer um deles concorde com essa sua viagem, pois todos sabem o inferno que é cair numa finalização dessas.

          • Marcos de Abrey

            vc é leigo demais leia a reposta que dei para o andré guilherme talvez aprenda algo

          • Marcos de Abrey

            o que vale é o braço levantado, isto indica que ela esta na luta, isto indica que ela esta resistindo e esta a fim de continuar e não quer desistir ,isto indica que esta esperando um momento propicio para tentar escapar. É assim que interpretado,

          • Marcos de Abrey

            o que vale é o braço levantado, isto indica que ela esta na luta, isto indica que ela esta resistindo e esta a fim de continuar e não quer desistir, se ela quisesse desistir era facil pois o seu braço estendido estava perto da cintura de sua oponente, era só dar os três tapas, mas ela queria continuar, qualquer atleta busca resistir ao maximo ao estrangulamento , buscando uma oportunidade para conseguir escapar, pois quem ta na posição de aplicar o estrangulamento cança……

          • Marcos de Abrey

            sim procure se informar, se o seu mestre não ensina vc a resistir a um estrangulamento ele é muito fraco e deve ser abandonado.
            o primeiro minuto do estrangulamento é o mais dificil e o mestre sempre incentiva a resistir ao desespero de tentar dar os tres tapas. UM MESTRE QUE ENSINA DESTA MANEIRA É UM MESTRE
            E estes papos tolos e dramatizador de ficar sem oxigenio
            vc consegue respirar na posição de estrangulamento se naõ se desesperar, o mestre ensina a vc resistir a posição de estrangulamento sem desesperar, este é o espirito samurai, o espirito da superação, é isto que um mestre de verddade ensina

          • Renan Augusto

            attwhore mano, nem gasta seu tempo com esses caras

          • Marcos de Abrey

            kkkk melhor opção, pelo o comentario do seu fake, da para concluir que nunca praticou jiu jitsu, um cara que nem sabe que se treina para escapar de um guilhotina e que nem sabe que um mestre de jiu jitsu cobra resistencia a uma guilhotina

          • Beto Magnun

            Surreal o cara achar que isso foi um lance normal.

      • Silas K

        Ela ficou uns 20 segs sem sentidos com a finalização encaixada, o juiz estava mal posicionado e pensando nas crosemerencias palipateticas do couro cabeludo da minhoca.

        • Marcos de Abrey

          nem sabe o que esta falando, ela não estava sem sentidos pois se movimentava e mantinha o braço em pé,
          Pura dramatização na analise desta luta, o treiinador jogou a toalha apenas por que viu que ela não iria escapar da guilhotina, mas ela se mantinha resistindo ao estrangulamento.

          • André Guilherme Oliveira

            Cara, aos 4:34 da luta ela começa a ter espasmos. Foi um erro grosseiro. Ela se movimenta pois é isso que o corpo faz quando se tem um espasmo muscular.

            O angulo da filmagem não ajuda, mas o que aconteceu com ela é parecido com o que ocorre nesse vídeo.
            https://m.youtube.com/watch?v=8svzQvlZlG4

          • Marcos de Abrey

            nada haver dramatizador, neste video o cara tenta suportar
            o estrangulamento e derrepente perde a consciencia, o corpo fica tremulo, isto não aconteceu com a moça, ela se mantem firme com o braço erguido sem perder a consciencia

        • Beto Magnun

          O juiz tava em cima do lance. Puro incompetência.

    • William Oliveira

      Revoltante. Não sei se eu conseguiria me segurar e não agredir o imbecil.

      • Marcos de Abrey

        ignorancia de sua parte, apenas um leigo querendo agredir o juiz

  • Lucas Venagas

    Melhor arbitro de todos os tempos

    FORA MIMIZENTOS

  • Malk Suruhito

    A questão para mim é simples: o arbitro pode errar parando prematuramente, ou parando tardiamente ou mesmo não parando, MAS só o primeiro erro o torna alvo de inúmeras críticas, xingamentos, ameaças, etc, etc. E outro ponto é que só ele erra quando para prematuramente, mas quando ele não para, erra ele, erra o médico, erra toda equipe técnica do lutador abatido, então, é mais fácil dividir o fardo (INFELIZMENTE).

    • William Oliveira

      Como assim? Kkk aqui foi um caso onde não houve o encerramento da luta e aqui estamos o criticando, até o Dana White fez isso

      • Malk Suruhito

        Sim, e eu coloquei justamente este ponto: as lutas (Melendez e Turk) NÃO foram interrompidas, e poderiam ter sido por 3 entidades distintas: equipe técnica, médica ou o arbitro da luta. Nenhum dos 3 pararam, mas praticamente só o juiz é cobrado, só que até esta falha é abonada pelo prejudicado. Quando o Juiz para a luta, ao que os outros entendem prematuramente, só o mesmo é detonado, xingado e até mesmo o resultado da luta mudado.
        Só que é muito mais preferivel que um juiz erre por parar antes da hora do que por parar atrasado ou mesmo não parar. Mas as críticas não tem o mesmo peso nestes casos, e este é o meu aparte.

        • William Oliveira

          Não acho, vejo em pé de igualdade as críticas para casos onde a interrupção seja tardia ou nem ocorra e para situações onde é feita antes da hora, mas percepção da mídia é algo subjetivo, depende mais dos meios que acessamos, a quantidade de conteúdo que consumimos etc

  • Joao Pedro
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