Vale assistir? A leitura dinâmica
do UFC Fight Night 115

Thiago Sampaio | 31/08/2017 às 14:44

Depois de um mês sem UFC, todos já mataram a curiosidade para assistir à luta de boxe Mayweather x McGregor, a maior organização está de volta com esse “grande” evento: UFC Fight Night 115: Volkov vs. Struve, em Roterdã, na Holanda.

Como já deu para perceber pelo trocadilho infame acima, o card não está dos mais estrelados, sendo ancorado pelos gigantes pesos pesados Alexander Volkov e Stefan Struve.

De resto, bom, vamos tentar espremer alguns destaques!

Tá frio aí em cima?

Um embate entre dois bonecos de Olinda, professores Girafales, Megazords, varapaus, Tropeços da Família Addams, escadas de eletricistas, que não sabem usufruir do próprio tamanho como benefício.

Esses são Alexander Volkov (28-6, 2-0 UFC) e Stefan Struve (28-8, 12-6 UFC)!

O russo tem 2,01m e 203cm de envergadura, enquanto o holandês tem 2,13m e 213cm de envergadura. E mesmo com braços e pernas tão compridos, pouco são usados para manter a distância.

Volkov chegou com a pompa de ex-campeão do Bellator. Mas nas duas lutas que fez no UFC, não empolgou.

Venceu o Freddie Mercury da borracharia, Timothy Johnson, numa decisão-garfada-dividida e, depois, bateu um combalido Roy Nelson, por decisão unânime, esse sem deixar dúvidas.

Tem 18 vitórias por nocaute técnico na carreira. Sabe cadenciar em cima do ponto fraco do adversário até desestabilizar. O que pode ser uma vantagem contra Struve, que não tem o queixo dos mais confiáveis.

Se por um lado o Skyskraper já venceu nomes como o atual campeão Stipe Miocic (o bombeirão deve se morder até hoje por aquela escorregada!), Minotauro Nogueira e Antônio Pezão, já foi nocauteado por Júnior Cigano, Roy Nelson, Travis Browne, Mark Hunt e Alistar Overeem.

Mas o holandês tem o jiu-jítsu como ponto forte, contando com 17 triunfos por finalização. Mas se o tamanho dos braços e pernas o favorecem para encaixar triângulos e armlocks, não terá a mesma facilidade com alguém grande como Volkov, que só foi finalizado duas vezes, a última em 2010.

Certo é que se eles ficarem na trocação ou o russo usar a estratégia de amarrar na grade como fez com Tim Johnson, temos grandes chances de ter um duelo enfadonho.

Com dois pesos pesados longilíneos, a esperança é que essa luta principal termine pela via rápida, seja por nocaute ou finalização. De um ou de outro. Por favor.

Tem algum valor aí

Dois meio médios que já possuem uma certa notoriedade mas lutam por um lugar no top 15 da categoria. É em busca de voos maiores que Bryan Barberena (13-4, 4-2 UFC) e Leon Edwards (13-2, 5-2 UFC) se enfrentam no card principal.

Sabe quando um mágico faz um truque, você fica encantado, mas depois chega um cara chato para contar o segredo e tudo perde a graça? Barberena é esse cara chato.

Isso porque ele já freou duas grandes promessas que o UFC vinha apostando as fichas: Sage Northcutt e o brasileiro Warlley Alves, tirando a invencibilidade de ambos.

E assim ele atraiu os olhares para ele. Apesar da derrota por pontos para Colby Convington, se reabilitou em seguida com um nocaute sobre Joe Proctor. Por sinal, ele tem nove vitórias por nocaute, duas por finalização e apenas duas por pontos.

Já o jamaicano radicado na Inglaterra, Leon Edwards, cujo apelido é Rocky, mas que de Balboa não tem nada, vem embalado por três vitórias consecutivas e já chegou a figurar no top 15, onde pode retornar em caso de triunfo.

Ex-campeão do Bamma, estreou com derrota controversa para o sumido Cláudio “Hannibal” Silva, foi amarrado no meio do caminho por Kamaru Usman, mas conseguiu resultados bem convincentes contra Seth Baczynsky, Pawel Pawlak, Dominic Waters, Albert Tumenov e Vicente Luque.

Também tem mãos pesadas (nocauteou Baczynsky em apenas oito segundos!), com cinco vitórias por nocaute. As únicas derrotas foram as já citadas, ambas pelas papeletas. Nas casas de apostas, é o favorito.

Esperança por trocação franca

Num card sem grandes atrativos, esse duelo até que promete um festival de trocação divertido. No retorno de Mairbek Taisumov (25-5, 5-1 UFC) e Felipe Silva (8-0, 1-0 UFC), fica a expectativa por um nocaute de qualquer lado.

O multiétnico Taisumov (é nascido na Chechênia, representa a Áustria e de vez em quando treina na Tailândia), desde que perdeu pra Michel Trator, engatou quatro vitórias consecutivas. Todas por nocaute!

Enfileirou Marcin Bandel, Anthony Christodoulou, Alan Nuguette e Damir Hadzovic. Mas por conta de lesões, a última aparição foi em março de 2016. Foi cortado de um combate contra Netto BJJ em maio de 2017.

O mineiro Felipe Silva, que apesar de pouco conhecido e ter apenas quatro anos de MMA, já tem 33 anos e uma carreira de respeito no muay thai. O atleta da CM System registra 21 vitórias em 23 combates, sendo 16 por nocaute na luta em pé.

Mantendo o estilo agressivo nas artes marciais mistas, Felipe está invicto em oito lutas, sendo seis triunfos por nocaute, uma por finalização e apenas uma por decisão. Na estreia no UFC, nocauteou Shane Campbell em agosto de 2016.

É de se esperar que eles busquem uma pancadaria, porém, Taisumov é mais experimentado no solo. Nas 25 vitórias, 10 foram por finalização, o que pode ser o caminho mais rápido contra o brasileiro.

Olha o Trator ali! Onde?!

Ficaram tristes quando o querido Massaranduba foi derrotado por Kevin Lee, encerrando a sequência de sete vitórias? Calma! Temos um substituto para a vaga dele, entendeu?

Mas que vaga? A de brasileiro que vence muito, tem pouco apelo e dificilmente receberá um adversário de nome. Prazer, Michel Prazeres (22-2, 6-2 UFC)! Paraense, policial e casca-grossa.

O veterano de 36 anos, que estreou com derrota para Paulo Thiago (…) e depois fora superado pelo então pouco conhecido Kevin Lee, não parecia despertar muita atenção. Mas os resultados foram surgindo e já vem de quatro vitórias em sequência.

Venceu com propriedade nomes como Mairbek Taisumov, Valmir Lázaro (esse nem tão bem assim…), J.C. Cotrell, Gilbert Durinho e, na última, finalizou Josh Burkman em pouco mais de um minuto. A primeira vitória dele pela via rápida no UFC!

Inicialmente ele enfrentaria o russo Islam Makhachev que, apesar de não estar ranqueado, tem um certo reconhecimento e vem de vitória sobre o bom Nik Lentz. Mas o chapa de Khabib Nurmagomedov se lesionou e, no lugar dele, entrou o estreante Mads Burnell (8-1).

Dinamarquês, apenas 23 anos, também tem o jiu-jítsu como carro chefe, tendo cinco das oito vitórias por finalização. Pelos estilos, podemos ter um bom embate no solo (ou um chato embate em pé), ainda que seja difícil de imaginar o novato fazendo frente a um faixa preta experiente e forte fisicamente como Trator.

Apesar do amplo favoritismo, o brasileiro só tem a perder nessa, pois se vencer a quinta seguida, dificilmente vai melhorar a situação no ranking (Léo Santos compreende!). Se for derrotado para o desconhecido, deve se conformar com cards preliminares no Brasil.

Card completo

Alexander Volkov x Stefan Struve
Siyar Bahadurzada x Rob Wilkinson
Marion Reneau x Talita Bernardo
Leon Edwards x Bryan Barberena
Darren Till x Bojan Veličković
Mairbek Taisumov x Felipe Silva
Michel Trator x Mads Burnell
Rustam Khabilov x Desmond Green
Francimar Barroso x Aleksandar Rakić
Mike Santiago x Zabit Magomedsharipov
Bojan Mihajlović x Abdul-Kerim Edilov
Thibault Gouti x Andrew Holbrook

Vale assistir?

Não é preciso repetir que, depois de um mês sem UFC, o fã merecia um evento melhor. Claro, sempre podemos nos surpreender e há alguns combates que prometem, como Edwards x Barberena, Taisumov x Silva e Khabilov x Green.

A holandesa Germaine De Randamie “fugiu” (inevitável lembrar disso após ela se recusar a enfrentar Cris Cyborg), aliás, se lesionou, e não fará agora o seu retorno ao peso galo após ter o cinturão dos penas confiscado.

No lugar dela, a pouco conhecida Talita Bernardo (cartel 5-1) assume a vaga e enfrenta Marion Reneau. A brasileira tem quatro das cinco vitórias por finalização, mas vai ter dificuldade contra o jogo chato da francesa de 40 anos.

Se o card que já não era grande coisa enfraqueceu ainda mais. O retorno após dois anos de Siyar Bahadurzada (que é bom lutador, mas nada que encha os olhos) foi promovido à co-main event contra o também estreante escocês Rob Wilkinson. Díficil!

Mas para os brasileiros, adivinha quem está de volta? O “empolgante” Francimar Bodão, contra o “popular” Aleksandar Rakić! Animou? É, tudo bem.

Já que você não quer perder o sábado todo aguardando dois gigantes que podem se arrastar em um duelo sonolento, fica aqui dicas de filmes de seres de dimensão avantajada que certamente vão garantir um entretenimento melhor:

1 – Círculo de Fogo, de Guillermo del Toro (Pacific Rim, 2013, EUA)
2 – King Kong vs. Godzilla, de Ishiro Honda (Kingu Kongu tai Gojira, 1962, Japão)
3 – O Ataque dos Vermes Malditos, de Ron Underwood (Tremors, 1990, EUA)
4 – Cloverfield – Monstro, de Matt Reeves (Cloverfield, 2008, EUA)
5 – O Hospedeiro, de Joon-Ho Bong (The Host, 2006, Coréia do Sul)

De nada…

  • Alisson Passos

    Card que no papel é horrível, mas a máxima de todo Fight Night é que quanto pior, melhor! Sendo assim, acho que teremos boas pelejas!

    • Thiago Sampaio

      A esperança é a última que morre!

  • Luis Coppola

    Card fraquinho, under card está melhor que o principal!
    Vamos ver se o Trator evoluiu treinando nos alphas fails, e na torcida pelo Bodão ser nocauteado brutalmente..

    • Thiago Sampaio

      Pobre Bodão! Detestado pelos próprios brasileiros só porque proporciona lutas chatas….kkkk

      • Luis Coppola

        hahahaha bodão além de ser horrível ainda é mau perdedor..

  • Fernando Ribeiro

    Eu tô com uma puta duma abstinência, até um eventinho meia boca como esse me satisfaz. E teve um evento que eu não assisti, acho que foi o último em que o Gustafson lutou, e o pessoal no fórum disse que o evento foi ducaralho, e eu perdi pq menosprezei o card. Por isso mesmo eu assisti aquele evento protagonizado por Pettis e Moreno, e foi um dos melhores do ano. Se não houver conflitos de horário, pretendo assisti, apesar do card ter perdido muito apelo após a saida da Randamie………..
    Sobre as sugestões de filmes:
    O Pacific Rim eu não assisti, mas ouvi dizer que é bem ruinzinho, e eu não dúvido muito. Essas tentativas dos EUA de fazer adaptações ou filmes baseados na cultura japonesa nunca dão certo. Ghost in the Shell foi a última vitima, aliás, foi bem constrangedor o hype que criaram encima desse filme, o pessoal lá do Omelete dizendo que o filme seria a melhor adaptação de anime de todos os tempos, que seria o divisor de aguas das adaptações japonesa, no fim foi mais uma adaptação ruim. O mercado dos EUA devia parar logo de fazer essas adaptações toscas de produtos do japão, já ficou claro que eles não conseguem. Mas eles vão continuar, live action de Naruto vem ai, tenho medo…
    Não sei quase nada sobre Godzilla. Pelo que eu saiba, o primeiro filme é bem sério, é uma certa analogia a segunda guerra, sobre o terror das armas nucleares ou algo assim. Mas eu nunca vi. Depois é que virou essa galhofa que é hoje.
    O Ataque dos Vermes Malditos é um clássico do Cinema em Casa, assisti várias vezes na minha infância. Esse ano mesmo eu assisti ele na Netflix. Engraçado que na Netflix chamam as criaturas de graboides, mas quando passava no SBT eu tenho quase certeza que eles eram chamados de lesmoides. Graboide, acredito eu, é simplesmente a palavra agarrar em inglês (grab) , mais um oide, inclusive uma das sugestões de nome pras criaturas do tiozinho do armazém é justamente agarroides, mas no filme eles só chamam de graboides mesmo. No 2, que tem um tempão que não vejo, se não me engano até no SBT eles eram chamados de graboides, o que sempre conzinhou meu cérebro na infância, pq eu não entendia o pq de serem lesmoides num filme e graboides no outro. Recomendo o primeiro filme, é bem divertido, o segundo eu não lembro muito bem, eu lembro que lá os graboides são tipo uns dinossaurinhos que só enxergam o calor, tem um pessoal que não gosta pq ficou diferente do primeiro, eu na época gostava, o que não significa nada aliás, também gostava de Double Dragon, Superman IV, Street Fighter a batalha final, Good Burger, K9, Surfistas Ninja, A Lagoa Azul 2, enfim, gostava de qualquer porcaria que tava passando.
    Eu não me dou bem com esse found footage, os filmes do universo onde as pessoas pensam que estão no BBB e possuem camêras com baterias infinitas. Então, não assisti cloverfield.
    E nunca nem tinha ouvido falar desse O Hospedeiro.
    Se é pra sugerir um filme de seres de dimensões avantajadas, pode ser qualquer um do Kid Bengala. Eu vou de Deu a Louca na Babalu, em específico a cena em que a musa Melissa Pitanga contracena com Kid Bengala e Big Macky, outro ser de dimensão avantajada aliás.
    Como meu avatar sugere, aqui é #teammangáeanime, então também sugiro Shingeki no Kyojin, um anime onde os herois lutam contra gigantes comedores de gente. O maior fenômeno dos últimos anos na esfera dos animes. Inclusiveu no finado Anitube, Shingeki chegou a desbancar Naruto em visualisações, coisa que eu julgava impossível, pois Naruto ocupava, sei lá, as 50 primeiras posições. Isso até a chegada de Shingeki no Kyojin. Ainda não assisti a segunda temporada, mas a primeira sim e é bem legal.
    Bom texto, Sampaio.

    • Beto Magnun

      Nem acho Pacific Rim essa tragédia que pregam. Na moral vi umas lutinhas legais de robôs vs monstros e fiquei satisfeito. Muito melhor que um transformers da vida.
      O primeiro Godzilla é muito massa apesar dos efeitos datados. Depois só foi ficando mais e mais galhofa. Ano passado saiu o Shi Godzilla, escrito e dirigido pelo maluco lá do Evangelion. Apesar do visual zuado é bem melhor que o Godzilla lá com o Mr White.

      • Beto Magnun

        Kong vs Godzilla vale pela bizarrice de ser um filme podre até o talo.
        *tem japoneses fazemdo black face 😮

        • Fernando Ribeiro

          Não sou muito chegado nesses filmes “tão ruim que é bom”, salvo algumas exceções, como Battefield Earth e The Room.
          Esses dias assisti um filme que contém black face, O Mestre da Guilhotina Voadora, um chinês interpreta um indiano. E o “indiano” banca o Jon Jones no filme, ele estica os braços pra enfrentar o inimigo a longa distância, de cara eu notei as semelhanças dele com o Dhalsim do Street Fighter, segundo minhas pesquisa a equipe da Capcom realmente se inspirou nesse filme pra fazer o Dhalsim.

          • Beto Magnun

            HAHA Adoro esse filme! Épico demais a maneira como o lutador de um braço só vence o mestre da guilhotina.

          • Fernando Ribeiro

            O velhinho é casca grossa mesmo. Pra ganhar dele o lutador de um braço usa uns bambus pra remover as laminas da guilhotina, não é? Não lembro perfeitamente como é a luta final, só que o mestre da guilhotina cai morto direto no caixão.

          • Beto Magnun

            Só precisa lembrar do golpe final em que ele da um soco o velho atravessa o telhado e cai num caixão.

      • Fernando Ribeiro

        A critica mais recorrente que eu li a respeito do Pacific Rim é que apesar de ser um filme de mechas vs montros, ele foca muito mais no romance do protagonista e a ação fica de lado. Confere?
        Deve ser melhor que Transformers, o que, convenhamos, não é muito difícil.
        Ainda vou assistir o Godzilla original, deve ser bom mesmo.

    • Thiago Sampaio

      Pacific Rim é um filmaço! Uma verdadeira homenagem de Guillermo del Toro aos tokusatsu que marcaram muitas infâncias. Prefiro revé-lo do que assistir a Vokov x Steve….kkkk

  • Beto Magnun

    Sempre que vemos um lutador com ‘Ov’ no final do nome esperamos por um cara sinistro na luta agarrada. Taisumov é uma das excessões. Pelo menos ainda não mostrou evolução na área desde o atropelo que tomou do Michel Máquina Agrícola. Aliás a primeira derrota do Burkman pela via rápida foi pro saudoso Patrick Cote.
    É a velha máxima: Eventos assim costumam render lutas muito boas. Talvez eu dêem uma conferida se estiver em casa de bobeira.

    • Thiago Sampaio

      No caso, citei que a vitória do Michel Trator sobre o Burkman foi a primeira dele pela via rápida no UFC. As outras foram por decisão.

      • Beto Magnun

        Ah eu que brisei então. Mals aí

  • Lorenzo Fertitta

    Thiago extraiu tudo o que pôde de pontos positivos desse card, mas não deu. Tá fraco mesmo. O principal atrativo desse evento é o horário.
    Na torcida para o Struve nocautear e provocar o bombeiro. Sem sentido? Pois é, combina com o card.

    p.s.: Boa seleção de filmes. O clássico King Kong vs. Godzilla traz uma batalha mais técnica do que esse main event aí.

    • Thiago Sampaio

      A intenção foi exatamente essa! Haha

  • Hildelano Delanusse Theodoro

    Excelente e divertida análise.

    • Thiago Sampaio

      Valeu, Hildelano. Com um card tão fraco, tive que tentar fazer algo que pelo menos garantisse algum entretenimento durante a leitura….kkk

  • William Oliveira

    War Struve!

    Beleza que o card não é dos melhores, mas pra ganhar de Cloverfield não precisa de muito, ô filminho ruim..

    E ah, Rob Wilkinson é australiano na real.

  • Tonny Varela
  • magnuseverest

    Miocic deve estar torcendo pelo Struve,pois poderia pedir a revanche e esquecer o Francis e Cain por enquanto.
    GDR não faz falta, deveria ser demitida pelo papelão,qualquer uma do Invicta poderia substituí-la.

    • Thiago Sampaio

      Miocic x Struve 2 seria um homicídio do bombeirão! O pior é que a luta faz sentido para o campeão….haha

  • Daniel R Carletti

    Narcos tá de volta hoje. Já tenho coisa pro fds. Domingo eu vejo os resultados e gifs 🙂

  • Shotokan Karate

    Struve é o famoso queixo de cristal. Vejo vitória tranquila do russo apesar de reconhecer que está devendo pelo cartaz que trouxe do Bellator. Miocic devia pedir o Struve em sua próxima luta pra limpar seu nome kkkkkkkkkkkkk

  • Ranilson

    Acompanho o site a muitos anos, sempre gostei dos textos, porem vocês tem caído de qualidade, vejam esta merda!!!!!
    Venho ao site para ler uma previa sobre o evento e a “recomendação é não assistir” prezado Thiago Sampaio, não faça este desserviço ao esporte.

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