Quatro novas categoria de peso:
seria uma boa para o UFC?

Leo Salles | 07/08/2017 às 14:13

Esse assunto já vinha sendo discutido há alguns meses, proposto e aprovado pela Comissão Atlética da Califórnia (CSAC, em inglês) e agora englobado pela Associação Americana de Boxe (ABC, em inglês), órgão que possui todas as Comissões Atléticas norte-americanas: a criação de quatro novas categorias para o MMA.

Gastelum encontraria o seu lar?

Essas novas divisões para o esporte, cujos intuitos são impedir que atletas continuem fazendo cortes de peso extremos e dar opção ao atletas escolher outras categorias compatíveis com sua estrutura corporal, são quatro: superleve (165 libras ou 74,8 kg.), super meio-médio (175 libras/79,3 kg.), supermédio (195 libras/88,4 kg.) e cruzador (225 libras ou 102 kg.).

Provavelmente essas novos pesos serão vistos, a principio, em eventos satélites nos Estados Unidos para testes e ver como lutadores se adequarão.

Na verdade, para quem sofre com corte de peso, será uma dádiva ter essas categorias, que podem refazer carreiras de muitos lutadores outrora desgostosos com seus futuros.

Assim, os eventos maiores, percebendo um êxodo que deverá ocorrer com grande volume dentro de suas estruturas, vão adotá-las eventualmente, acredito, a longo prazo. Mas não todas elas. O UFC prontamente se manifestou favorável a essa decisão:

O UFC apoia a oferta de novas categorias de peso no MMA como inicialmente proposto pela CSAC e agora adotado pela ABC. O UFC recentemente anunciou a abertura de duas novas categorias femininas, o peso mosca e o peso pena e agora a organização global oferece divisões com diferença de 10 libras (4,5 kg.) entre si. Ao adicionar essas novas classes, o UFC acredita que está dando mais opções para que seus atletas possam promover cortes de peso mais saudáveis. O UFC também acredita que o talento regional, constantemente avaliado por olheiros da companhia, e incorporado à organização, vai ser, em breve, robusto o suficiente para justificar a adição dessas novas categorias no próprio UFC”, disse Jeff Novitzky, vice-presidente de performance e saúde do atleta do Ultimate.

Demian rumo ao 3º title shot?

Se a maior organização de MMA do mundo apoia a ideia, então podemos pressupor alguns pontos, positivos e negativos, acerca das novas categorias.

De bom, obviamente, as novas divisões trariam maior sossego para os atletas que perdem muito peso para lutar em categorias bem abaixo do que deveria.

Ainda, o grande volume de atletas que passam por esse processo são geralmente os que estão no meio tabela dos rankings ou até mesmo no limbo, sem saber por onde vagar. Seria uma grande oportunidade para esses lutadores se motivarem e se movimentarem com novas divisões.

Alguns atletas poderiam brilhar em novas situações e até desenvolverem melhor seus estilos de luta. E teríamos uma profusão de novos campeões (vendo pelo lado esportivo apenas).

Demian Maia, que enfrentou Tyron Woodley pelo cinturão dos meio-médios no UFC 214 no fim de julho, já se mostrou empolgado por um possível novo desafio em nova divisão:

Infelizmente para os caras da minha divisão, vou continuar. Tenho mais energia para queimar e quero continuar lutando mais um pouco. Vamos ver o que acontece. Estão pensando em abrir divisões de 165lb (74,8kg), 175lb (79,4kg)… Nunca desisto”, afirmou Maia, na coletiva pós-UFC 214.

Ainda, quanto mais campeões, mais chances também ter termos super-lutas, ou campeões buscando novos cinturões para possuir simultaneamente. Principalmente quando falamos das categorias mais leves e que não haveria tanta aversão ao corte de peso.

De ruim, o que vejo (pelo menos no UFC, mesmo tendo chances de haver grande impacto nas transições para novas categorias) é que não deva ter grandes mudanças. Principalmente entre atletas que possam ir dos superleves até os supermédios.

Os cortes, por exemplo, entre leves e superleves é de aproximadamente cinco quilos de diferença, assim como entre os médios e supermédios. Para o UFC, vendo que algumas categorias ficariam esvaziadas por conta dessas mudanças, não seria uma vantagem para a organização.

Tiramissu não neutralizaria Khabib

Se os atletas acham que será uma boa adição ter novas categorias, o chefão do UFC, Dana White, foi curto e grosso quanto ao UFC adotá-las (ainda que ele mude de ideia várias vezes): ”Não”, foi sua resposta na coletiva de encerramento do UFC 214.

Por conseguinte, muitos desses atletas ora lutariam na nova divisão, ora voltariam para a antiga categoria.

Não haveria uma ”fidelidade”, tampouco os novos rankings suportariam um top 15 formado (nem o peso-pena feminino, com uma campeã, dá sinais que terá um ranking). Ademais, mais novos campeões poderiam banalizar a disputa do cinturão. Quem vai conseguir se lembrar de tantos ”and new…”?

Porém, mesmo não acreditando que o UFC criará essas categorias no curto prazo, posso presumir quem poderia se mudar para essas divisões e se destacar.

Nos superleves, Khabib Nurmagomedov (que vive com problemas de peso), Gunnar Nelson, Donald Cerrone, Tony Ferguson, Rafael dos Anjos e direi, Conor McGregor (o homem gosta de cinturão).

No supermeio-médio, Demian Maia, Kelvin Gastelum, Matt Brown, Santiago Ponzinnibio, Robert Whittaker, Stephen Thompson.

No supermédio, Vitor Belfort, Ronaldo Jacaré , Mauricio Shogun, Jimi Manuwa, Lyoto Machida, Anthony Johnson (ele volta).

A meu ver, a que faz mais sentido a ser criada pelo UFC, a curto e médio prazo, é a peso-cruzador (225 libras ou 102kg). Para aqueles atletas que saíram dos pesados para os meios-pesados, a diferença de 27kg de uma categoria para outra poderá ser encurtada indo até o cruzador.

Imaginem uma divisão de até 102kg com atletas que são ”leves” para os pesados, como Fabricio Werdum, Cain Velasquez, Alexander Gustafsson e até Daniel Cormier (a quem dediquei uma resenha sobre mudar de ares)?

Resumindo a ópera do êxodo da manada: não vejo uma boa ideia o UFC adotar as novas categorias, já que possuem tantas outras e, dessas, poucas são equilibradas e com diversos bons atletas (peso meio-médios, pesos-leves e agora pesos-galos, na minha opinião).

Para mim, a única que faria sentido a ser adotada pelo UFC seria o peso-cruzador, pela diferença de pesos entre os meios-pesados e os pesados (27kg).

Por mais que a questão mercadológica/marketeira pudesse impactar com grandes lutas de campeões de diferentes categorias, ocorreria, o que eu acho, uma banalização dos cinturões e pouca importância para a solidificação das divisões.

Seria uma nova proposição e reajuste das divisões e toda essa discussão traria novos pontos e questionamentos.

Por isso, meus amigos do Sexto Round, acham que o UFC deva dotar essas novas categorias? Quem poderiam ser os novos campeões? Concordam com o texto? Vamos bater um papo nos comentários!

Abraço!

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Já eu acho a Cruzador a menos necessária kkkkkkkk, mas respeito a opinião e concordo com o argumento, talvez uns Arlovski da vida podem encontrar uma recuperação nelas. Eu acho que pode ser ruim para algumas categorias, mas se a mudança vier será acolhida por mim como fã tranquilamente

    • Rodrigo Carvalho

      Acho que a categoria entre os médios e os meio-médios é a melhor. O gap ali é grande e você nota que tem atleta que corta muito pra 77 enquanto outros estão muito largados pra 84. Acho que daria mais competitividade, além de proporcionar mudanças interessantes. Kelvinho, Lyoto, Hall, o Belfort, comporiam essa tal nova categoria. Entre outros meio médios que poderia aproveitar a onda – e muitos Médios que ficavam presos ao 84 por não terem como descer tanto pra 77.

      • Idonaldo Gomes Assis Filho

        Prefiro a entre os leves e meio médios, ia dar chance pra galera do top 20 dos leves ter chance nos rankings.

    • Igor Bittencourt

      concordo, se criar essa cruzador vai matar a divisão dos pesados, que tá povoada de caras leves pra divisão mas grande pro meio pesado, além de possivelmente tirar um ou outro bom atleta dos meio pesados como o cormier, por exemplo

  • bedotRJ

    Talvez eu tenha sido um dos primeiros aqui no site a sugerir a criação dessas novas categorias. Só vejo aspectos positivos: mais cinturões, mais rankings, mais qualidade técnica, mais saúde, menos lutadores top no ‘limbo’ etc. Espero que o UFC crie essas categorias logo.

    • Asisz Marco

      euja discordo em partes, qualidade técnica, imagima voce a categoria meio pesado e pesado já não é das melhores, se faz um peso intermediario no atual cenario do ufc, migrariam jones, glover, cormier, gustafsson, creio que cirkunov, latifi todos meio pesados grandes adicionando a pesos pesados “pequenos” como werdum, cain, cigano, arlovski, miocic, que sao caras que pesam na casa dos 110 ai vc tem a categoria dos meio pesados e pesados defasada, enquanto o peso cruzador estaria com excelentes nomes.

  • Luis Coppola

    Categoria cruzador sendo criada, poderiam automaticamente aumentar o limite do peso pesado até 285lbs, o que traria atletas de outras modalidades para o ultimate.
    Nessa altura da carreira e pelo desanimo demonstrado nas últimas entrevistas, duvido que o Shogun faria um esforço pra bater 195lbs.
    Rumble tbm não creio que lutaria nesse peso.

    • Daniel R Carletti

      Tipo lutadores de sumô né?

  • Allan Johnson

    Acredito que a ideia do Luís seja coerente, poderia encher a categoria dos pesados com uma galera nova, embora esse peso cruzador poderia mudar toda a dinâmica da galera do peso pesado

  • Felipe Lemes

    quem corta peso, vai continuar cortando a mesma quantidade…ou estou errado?

  • KRS Porlaneff

    Na verdade a criação dessas categorias ao meu ver só acrescenta para o UFC. Supondo que hoje abram as quatro: um mini-GP SLW para o UFC 217, um mini-GP SWW para o UFC 218, um mini-GP SMW para o UFC 219 e um mini-GP CW para algum On FOX – nem precisa investir muito em evento com disputa de cinturão fora esses GPs. Depois, UFC 220, UFC 221 e outro On FOX, um desses 3 eventos com duas disputas de cinturão inaugural.

    Desafoga as três categorias mais cheias do MMA (não só do UFC) que são a FW, a LW e a WW – pela última vez que calculei, só no UFC mais da metade dos lutadores estão em alguma das 3 categorias – dá mais chance ao pessoal meio-de-tabela que por N motivos não chega nem perto de uma disputa de cinta, abre espaço pra novos atletas de fora e aumenta a competitividade mesmo com a impressão inicial de que diminui.

    O único ponto negativo é que com esse peso cruzador há um grande risco de tornar a tão tradicional HW em terra de freaks – freaks de aparência, freaks de técnica, freaks de estilo… porque a HW técnica (com Miocic, Cigano, Arlovski, Werdum) não passa muito dessas 225lbs que limitam a categoria.

    • Há o risco dos pesados se tornar uma terra de freaks fatalmente. Mas, pelo que o UFC declarou, eles estão preocupados com a questão do corte de peso, aparentemente. Se levarmos ao pé da letra a declaração, o peso-cruzador seria o mais propenso a entrar, porque tem um gap muito grande entre meios-pesados e pesados.
      Mas na hora que entrar o business em jogo, eles colocarão isso ai em segundo plano.

      • Idonaldo Gomes Assis Filho

        Sei lá, os únicos que eu vi usando toalha pra bater 93kg foram o Cormier e o Oezdemir que já lutaram de pesados, o resto não me parece cortar tão perigosamente o peso

  • Igor Vovchanchyn

    Até pouco tempo atrás, eu estava de acordo com a adição de novas categorias de peso, e com intervalos de 10 pounds (4,5 kg) entre elas, mas sempre reforçava que a medida se não fosse acompanhada da pesagem na entrada do cage, seria inútil.
    Com a debandada de lutadores presentes no top 10 do UFC nas classes de peso meio médio e meio pesado para o Bellator, mudei minha posição e hoje sou contrário a ideia.
    Simplesmente, não há lutadores vindo de ao menos 3 vitórias consecutivas ou jovens nas categorias de peso atuais para comportar a inclusão de novas categorias de peso.
    De uma olhada nos rankings do UFC atualizado: http://www.ufc.com/rankings?fb_comment_id=6086517324953#f230b7344cd045c
    Apenas as divisões peso-leve, com Tony Ferguson e Khabib Nurmagomedov, e pasmem, peso-mosca com Joseph Benavidez, tem desafiantes legítimos.
    Para que fique claro, minha definição de desafiantes legítimos é quando um lutador consegue no mínimo 3 vitórias consecutivas, e ao menos uma dessas vitórias foi sobre um lutador presente no top 5 na época da luta.
    Se hoje achamos injusto um lutador vindo de derrota receber o title shot, prepare-se porque se for confirmado essa quatro novas categorias de peso, esse cenário será frequente!
    Outra coisa que me incomoda é que o peso-pesado, peso meio pesado e peso médio, são divisões envelhecidas, sem reposição de jovens talentos.
    Acho que seria melhor para a competitividade, se as classes de peso fossem reorganizadas, com intervalos de 20 pounds ( 9 kg) entre cada uma. Ficaria assim:
    Peso Galo: até 135 lb (61,2 kg)
    Peso Leve: de 136 até 155 lb (de 61,7 kg até 70,3 kg)
    Peso Meio Médio: de 156 lb até 175 lb (de 70,8 kg até 79,4 kg)
    Peso Médio: de 176 lb até 195 lb (de 79,9 kg até 88,5 kg)
    Peso Meio Pesado: de 196 lb até 215 lb (de 89 kg até 97,5 kg)
    Peso Pesado: acima de 215 lb (acima de 97,5 kg)

  • Leonard Andrade

    Muito se fala do peso-cruzador ser mais viável pela diferença entre os meio-pesados e pesados, mas atletas que fazem essa mudança não parecem sofrer com Isso, como é o caso de Brandon Vera e Daniel Cormier.

  • Joao Pedro
  • William Oliveira

    Acho a peso cruzador a menos necessária, acho que ela seria totalmente maléfica ao evento, pois a divisão dos pesados e dos meio-pesados já são as duas piores divisões, se esvazia-las então, pronto, teremos 3 divisões horríveis, sem contenders suficientes e com lutadores totalmente sem técnica no top 15.

    Pra mim só tem espaço pra mais uma divisão: entre os leves e o peso meio-médio, pois são as 2 divisões mais lotadas do UFC e ali sim tem MUITOS lutadores que não se encaixam em nenhuma das 2 divisões, que ou cortam demais e não lutam bem por causa disso ou não precisam cortar e ficam pequenos em comparação aos oponentes.

    Basicamente pensando na competitividade do evento, sou contra as outras 3 divisões propostas, pelo menos por hora. Quando lotar mais as outras divisões, aí vale a pena pensar sobre, não agora.

    • William, seus pontos são pertinentes quanto à criação do peso-cruzador. Meu ponto sobre ela parecer viável para o UFC agora eh simplesmente pela declaração que eles divulgaram, sobre a preocupação com o corte de peso, e não com a competitvidade em só, com essas novas categorias. Lá nos mais leves certamente tem muito mais opção de lutadores podendo migrar, mas ainda tenho receio quanto à “fidelidade” desses lutadores numa nova categoria, já que o corte de peso entre uma divisão e outra não seria tão grande. Abs!

  • João Vitor Andrade

    Se hoje em dia os pesados ja são uma categoria rasa imaginem se abrir uma de 102kg o que sobra até 120kg

  • Leo França

    Para mim a categoria mais viável é entre os pesos leves e meio médios, a diferença de peso é enorme(15 lb), fora que são as categorias mais populosas e melhores tecnicamente do UFC, acho que não sofreriam tanto com a debandada de lutadores para essa nova categoria.

  • Weslei Alvarenga

    O UFC em teoria dveeria ter os melhores atletas sendo a principal organização, se for para inserirem novas categorias, primeiro devem enxugar o seu plantel e ter uma exigência melhor quando contratarem alguém.

  • Lero

    Menos de 4 quilos entre duas categorias por acima dos galhos acho frescura. Eu entendo que de leve até meio-médio tem mais de 7 quilos e é muito mesmo. De meio-médio até Médio de repente pode encolher um pouco também. Mas do jeito que eles querem fazer agora viraria um bagunça do caralho. Olha aí: De super. leve até meio-médio só tem 2.3KG. Tem nego cortando isso no mesmo dia da luta. De Super meio-médio até meio-médio só tem 2.2KG!! Isso é uma cagada e uma sauna para caras massomenos grandes. Meio-médio viraria chatisima com duas categorias de peso tão perto dela. E os melhores de tamanhos parecidos não se enfrentariam entre eles. No super médio e no cruzador as diferencias de peso parecem mais aceitáveis, só que essas categorias virariam mais ruins ainda por falta de capital humano.

    Para mim a solução é refazer as categorias assim:

    Faz mosca até 55KG e não até 56.7
    Faz galho até 59KG e não até 61.2
    Faz pena até 64KG e não até 65.7
    Faz leves até 69KG e não até 70.3
    Faz Meio-Médio até 74KG e não até 77.1
    Faz medio até 80KG e não até 83.9
    Faz meio-pesado até 88KG e não até 92.9KG.
    Creia a categoria cruzador até 99KG.
    Libera a porra dos pesados até o peso que eles quiserem pesar.
    Deixa os campeões atuais pegar o titulo da nova categoria, acima ou embaixo, Se dois campeões querem pegar o mesmo cinturão. Faz super luta. “Sólo puede haber uno”.
    -O novo peso leve seria ótimo para Aldo, Guida, Jeremy Stephens, Poirier, Pettis, Myles Jury, Iaquinta, Eddie Alvarez, Chandler…
    -O novo meio médio seria ótimo para os Cowboy, Nurmagomedov, Gunnar Nelson, Jorge Masvidal, Nate Diaz, Barboza, GSP sem barriga, Rafael dos Anjos (viraria a melhor categoria do UFC)
    -O novo médio seria maravilhoso para Demian, Wonderboy, Lawler, Condit, Magny, Ponzinibio, Marreta, Whittaker, Kelvin Safadão, PosTRT Belfort, Nick Diaz… Viraria uma categoria maravilhosa… Imagina se ainda tivesse o Rory nessa galera.
    -O novo meio pesado seria uma puta de uma categoria para Romero, Rockhold, Weidman, Spider, Jacaré, Brunson, Shogun, Lyoto, e de repente até Cormier poderia bater esse peso. Ficaria bem mais legal que o meio pesado atual.
    -Coloca no cruzador o Jon Jones, Gustafsson, Glover, Oezdemir, Manuwa, Corey Anderson, OSP, Cain, Cigano, Werdum, Overeem post-TRT, Stipe… Ficaria uma categoria muito interessante e seria perfeita para outros caras como o King Mo, Bader, Davis, Fedor, Roy Nelson…
    -Deixa nos pesados os freaks e os gigantes mesmo. Gnannou, Mark Hunt, Struve, Volkov… E se alguém do cruzador quiser subir mesmo, que fique a vontade. Sem limite de peso Poderíamos ainda ver bizarrices tipo os irmãos de Jon Jones, Shaquille o Neal etc.
    Peso pesado, meio pesado e médio de hoje tem duas caraterísticas em comum entre elas. 1. Por fora do top 5 as categorias são uma merda. 2. Esse top 5 são quase todos caras de mais de 35 anos Excetuando só Whittaker, Rockhold (perto dos 35) Weidman (perto dos 35). Jon Jones, Gustafsson, Ngnannou e Cigano, (perto dos 35 e com idade no MMA de 60 anos) Então elas vão ficar uma merda completa daqui a pouco
    Com a minha distribuição de categorias patenteada, estou fazendo que duas categorias ruins fiquem fodásticas (médio e meio pesado). Criando uma nova categoria que ficaria muito boa (cruzador) E só estaria mandando a dos pesados para o caralho, mas pelo menos é uma e não três categorias ruins. Além disso, as categorias de embaixo ainda ficariam muito boas porque tem mais nego enchendo esses boracos e se misturando legal.
    De nada UFC.

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