Ronda Rousey: como dar corda para esse fenômeno?

Lucas Carrano | 02/03/2015 às 16:13
Estreia no MMA contra Ediane Índia

Estreia no MMA contra Ediane Índia

A expressão “meteórica” talvez não seja intensa o suficiente para descrever a ascensão de Ronda Rousey.

Há quatro anos, Ronda sequer era profissional. Hoje, mesmo já tendo sido campeã panamericana e medalhista olímpica, é mais popular do que nunca e protagonista de feitos inimagináveis.

É equivocado dizer que Ronda Rousey é a grande estrela do MMA feminino na atualidade. O erro se dá pelo recorte desnecessário.

Rowdy não é a maior mulher no esporte hoje em dia, mas a maior atleta, independentemente de gênero.

“Ah, Lucas, mas foi você mesmo que, há não muito tempo, publicou um texto falando de como já era possível colocar o Jon Jones nas listas de maiores de todos os tempos, quiçá no primeiro posto. Como assim?”

Estreia no Strikeforce

Estreia no Strikeforce

São coisas diferentes. Embora caiba uma discussão técnica, e a californiana seja impressionante também neste aspecto, não é esse o ponto.

A questão é que ninguém, eu disse NINGUÉM, na história desse esporte conseguiu chutar a porta deste jeito – tanto pra dentro quanto para fora dele.

Primeiro, a loira foi condição sine qua non para Dana White engolir uma das mais curtas, porém mais infelizes declarações de seu longo histórico e abrir as portas do octógono para as mulheres.

Vamos relembrar este momento.

“Nunca… Nunca”, respondeu o dirigente, sucinta e ironicamente, sem conter o riso, ao ser perguntado pelo site TMZ em janeiro de 2011 sobre quando as mulheres finalmente lutariam no Ultimate.

Segundo, não há paralelos para Ronda no quesito romper os limites da própria modalidade e ser popular e relevante fora do universo do MMA.

Só para se ter uma ideia, a ESPN, maior canal especializado em esportes no planeta e rival da principal parceira do Ultimate (FOX Sports), não dá atenção e espaço para nenhum outro lutador como faz com Rousey.

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Destaque na SI

Mas não para por aí. Os caras não só fizeram dela pauta (e vocês já calculam o que isso dá retorno como publicidade espontânea), mas a entregaram um ESPY, conceituada premiação anual entregue pelo canal e da qual Ronda é a única representante do MMA a ter sido agraciada na história.

Não se esqueça do cinema, da TV, das grifes internacionais, das revistas (como as tradicionais edições “Body Issue” da ESPN Magazine e de trajes de banho da Sports Illustrated), a Reebok, os sites, blogs, redes sociais, entre tantos espaços na mídia e, até mesmo, fora dela.

Acontece que nem tudo são flores e esses feitos possuem uma contrapartida pesada justamente na razão de ser de tudo isso: o aspecto esportivo.

Ao contrário de outros campeões, como Demetrious Johnson ou mesmo o peso galo Renan Barão antes da derrota para TJ Dillashaw, Ronda não parece precisar que seja criado um desafiante, ou um nemesis, para ser rentável.

Há – por várias razões, que certamente incluem presenciar sua grandeza e ver a história ser escrita – interesse em vê-la lutar, independente de quem esteja do outro lado da jaula.

Apesar disso, e de promover rendimentos por diversas fontes e gerar um enorme capital simbólico, fica difícil prever até quando as pessoas vão estar dispostas a pagar US$ 60 para vê-la destroçar alguém em intervalos cada vez menores – que me fazem pensar se em breve ela não finalizará alguém na pesagem ou no media day.

"Mercenários 3" - em meio a um grupo de anônimos

Ronda com um grupo de anônimos em “Mercenários 3”

Este é o chamado “Efeito Mike Tyson” (que chegou a desanimar muita gente ficar até de madrugada para assistir suas lutas até aqui no Brasil, onde elas eram transmitidas gratuitamente na TV aberta), tema que chegou a ser debatido no último fim de semana com a própria lutadora e o presidente Dana White.

A alternativa mais viável então é colocar diante de Rousey a adversária que todos acreditam, realmente (não como foi com Cat Zingano), ser capaz de lhe fazer frente: Cris Cyborg – embora, ao contrário do que já pensei no passado, hoje eu dê acredite em vantagem para a norte-americana.

Pois ainda há um grande empecilho para a realização deste combate: o peso, como lembrou Dana White, algumas dezenas de vezes, na coletiva pós-UFC 184.

Ela (Cyborg) tem que bater o peso. A Ronda vai lutar com ela em um minuto quando ela bater 61,2 kg. Ela quer lutar contra a Cyborg. Ela não está dizendo isso, mas eu vou dizer para vocês. E é como eu disse, não é culpa da Ronda. A Cyborg precisa bater o peso. Cyborg, bata os 61,2 kg e esta luta vai acontecer”, garantiu o dirigente.

Estreia no UFC contra Carmouche

Estreia no UFC contra Carmouche

Essa é uma questão que envolve especialmente dois fatores: a saúde da brasileira, já que não se sabe como ela vai reagir a este corte de peso, e por em risco um grande evento, sem dúvidas o maior da história do MMA feminino.

Basicamente, as soluções para os dois pontos convergem em Cyba se testar primeira no peso galo antes de partir pra cima de Ronda.

E isso toma tempo. Um tempo que o UFC talvez não tenha, mesmo com Ronda tendo anunciado que vai tirar uma folga do octógono para rodar seu novo filme, projeto o qual ela preferiu manter os detalhes em segredo.

Diante disso, resta alimentar a besta com mais carne nova, certo?

Bom, tal estratégia pode queimar nomes interessantes para um futuro até breve, mas que arriscam ter o desenvolvimento de sua trajetória prejudicado por um choque prematuro contra a campeã– a exemplo do que está rolando com Kyoji Horiguchi nos moscas neste momento.

E, sim, neste caso eu estou me referindo a Holly Holm e Bethe Pitbull.

ufc-184-ronda-rousey-cat-zingano

Incluindo Cat, Ronda precisou de cerca de 16m para despachar 5 rivais

A primeira, cuja expectativa é baseada especialmente em seu lastro no boxe profissional e promissor potencial de marketing, acabou deixando a desejar em sua estreia contra Raquel Pennington.

Já a segunda, que acredito ser a favorita para encarar Ronda na sequência, possui a melhor história para promover um eventual duelo com a campeã (já que já bateu o que há de companheiras de treinos delas atuando no Ultimate), mas nitidamente ainda precisa ser testada contra adversárias do topo da categoria.

Confesso que já começo a considerar soluções até mais ousadas, como buscar atletas dentro e fora da organização para promover um torneio, aos moldes dos GPs do Pride ou Strikeforce, mas que, além de uma boa premiação, dariam à campeã a chance de enfrentar Ronda em um grande duelo.

Enfim, caberá ao próprio UFC ponderar bem e administrar eventuais prejuízos esportivos decorrentes do avassalador, e rentável, fenômeno Ronda Rousey.

Afinal de contas, não se sabe quando Rowdy considerará cumprida sua missão no esporte, como ela mesma gosta de falar, ou mesmo Hollywood a tirará de vez da rotina de treinos, pesagens e lutas…

Abraços.

  • Rodrigo Tannuri

    Pra mim, CyCy é a única mulher pra bater de frente com a Rousey. Achava que a Zingano duraria mais, também pensei que a McMann fosse fazer frente, mas me enganei. Via essas duas com jogo e mentalidade pra dar um calor na campeã. Se elas, que são muito qualificadas, foram trucidadas, imagina o que acontecerá com Bethe, Eye, Reneau e Amanda. Até gostaria de ver uma luta entre Rousey e Holm, mas não agora.

    Há um boato de que o UFC pode fazer um tira-teima entre Ronda e Zingano. Eu acho injusto. Se a luta durou 14 segundos, isso é mérito da campeã, mas se a própria Ronda mostrou interesse, quem sou eu pra discordar. A falta de lutadoras e de contenders causa esse estranho quadro. Não gosto da Ronda, mas ela é tão sinistra, que nem se opõe a conceder revanches pra adversárias, teoricamente, cascas-grossas.

    • Carlos Montalvão

      Não sei quem em sã consciência apostaria numa wrestler unidimensional igual à McMann contra a Rousey hehehe (disse o mesmo em Jones x Cormier), torci pra ela mas já esperando uma derrota no primeiro round (e achei a interrupção zoada, se fosse homem teriam continuado naquela ocasião), o jogo dela é o mesmo sempre, trocar soco em clinch e derrubar pra fazer o ground n pound. Mas eu não subestimaria tanto a Eye assim, depois dela EXPLODIR a orelha da Leslie Smith kkkkk. A Reneau é um nome a ser observado ainda e a Amanda eu considero do time B das lutadoras da categoria

  • Jônatas Freitas

    Se ela ganhar da Cyborg não vai ter mais ngm

  • Raphael Pinheiro

    Eu só não excluo a Bethe porque sempre tem um Dillashaw que pode surpreender um Renan Barão.. guardadas as devidas proporções. Não acho que uma revanche da Cat Zingano faria sentido agora, mas se ela reescalar a fila vencendo umas duas lutas (ou até uma, se for de forma categórica e não houver alternativas), nova chance pode ser considerada. Acho que a Cat pagou pela afobação e teria como estudar melhor essa luta, o problema é a desconfiança que bate quando você dá uma entrevista falando “não pensei num gameplan específico, sei me virar lá em cima”.

    Alguns fizeram comparações sobre uma possível chance da Bethe ser um novo Cain x Pezão 2, mas acho um péssimo exemplo visto que essa luta foi o pior exemplo de early stoppage dos últimos anos, na minha opinião. Mesmo que você saiba que a corda arrebentou do lado mais fraco, eu bancaria Rousey x Bethe.

    • Carlos Montalvão

      Se a Cat vencer apenas uma, ainda fica atrás de Bethe Correia, Miesha Tate (3 vitórias cada uma), Marion Reneau e talvez Sarah Kaufman (que estaria indo pra segunda vitória) e empataria com Holly Holm, Jessica Eye e talvez Alexis Davis (se vencer a Kaufman). Tá difícil pra Alpha no momento. A categoria simplesmente tá sem desafiante fora a Pitbull e a Cupcake (que não seria rentável no momento, com uma terceira luta contra a campeã)

      • Raphael Pinheiro

        Pois é, desconsiderei a Miesha pelo fator repetição e por não ter tido nenhuma performance arrebatadora desde que perdeu o title shot. Mas você tem razão. O problema é que se existe um abismo entre Rowdy e as possíveis segundas ou terceiras colocadas, acho que dessas para baixo o abismo aumenta ainda mais, daí…

        • Carlos Montalvão

          O que ajudaria a Tate além da sequência de vitórias, a falta de desafiante e a história dela com a Rousey é isso aqui, mas estaria ela pronta pra LUTAR de verdade, por mais de um round, em vez de desistir de tudo no meio do combate e apenas sobreviver? Aí que tá a questão:

  • “que me fazem pensar se em breve ela não finalizará alguém na pesagem ou no media day” hahaha…

    Cara, acho que a Ronda vai longe no evento.
    Cinco defesas de cinturão é pouco, por mais que exista uma soberania, o Spider ficou bem mais tempo, até que chegou alguém preparado e fez o que fez.

    Gostei da luta da Holm, o nervosismo tomou conta dela, mas a defesa de queda e postura (evitando entradas) já é um começo para começar a pensar na Ronda, mas precisamos de uma ou duas lutas ainda.

    A Bethe é aquilo, qq lutadora ranqueada pode deixar escapar uma mãozada, mas que a Ronda tem gigantescas vantagens tem.

    Depois que vi a luta da Ciborg fiquei muito entusiasmado!
    Besteira compararmos uma com a outra só porque a Rousey levou 12,6 segundos e a Cyborg 45. A americana não teve nem o trabalho de levar para baixo, a Zingano fez o trabalho sujo.
    A Cristiane precisou furar a guarda de uma lutadora de muito mais envergadura. E que Punch tem a Cris, precisão e força misturados com velocidade.

    o tira-teima que o Rodrigo citou também me apetece, bom, temos ainda algumas opções para a californiana!

    • Carlos Montalvão

      O que me preocupa agora é a foto da Cyba na balança pesando 79kg que ela postou ontem

    • Jonas Angelo

      Ótimas observações David. Ainda vejo Cyborg muito mais visceral que Ronda, e isso é um diferencial interessante. Ronda é mais atleta, Cyborg mais lutadora. Agora, uma coisa que não entendo: porque é Cyborg que precisa ir atrás de Ronda e descer de peso? Se Ronda realmente tivesse toda essa vontade de lutar com a Cyba, que o Dana falou, ela lutaria em peso combinado. Não entra na minha cabeça o fato de só uma ter que se mover para que essa luta aconteça.

      • Carlos Montalvão

        Medo, simplesmente. Esse papinho de que “campeão não corre atrás” que o Dana falou na coletiva sábado, não cola. Porque a Ronda já disse que lutaria contra a Semi-Aposentada e atualmente com baixo nível técnico Gina Carano no peso casado.

        • Dany

          Ela gosta da Gina, ela vive dizendo que é a inspiração dela, que a primeira luta que viu de wmma foi Carano e Kedzie e bla bla bla. Por isso faria esse “sacrifício” por ela, mas só pra ela. Posso estar errado, mas acredito que a Ronda só quer é dificultar mesmo e deixar a Cyborg no limbo que é a feather e sua granja por puro prazer de ver alguém que ela realmente tem nojo como pessoa no vácuo, longe de todos os holofotes (kkk esse ódio pode ter nascido na luta com a Gina).

      • Lucas Pereira Carrano

        Olha, Jonas, além do fato da Ronda ser a campeã do evento no qual a luta vai acontecer (portanto é a Cyborg que chega como desafiante), tem o fato da norte-americana ser a parte mais rentável envolvida, portanto quem naturalmente ter a “preferência”.

        Parece-me claro que as condições para este duelo rolar já estão definidas, cabe à Cyborg, se quiser mesmo este combate, atendê-las ou fazer um trabalho exímio de bastidores e negociações, para flexibilizar algumas exigências em seu favor.

        Abraço.

        • victor

          Rapaz… A cyborg já meio q deu a entender, e simples, basta o UFC ver quanto ela ganha pra lutar hj no invicta, e multiplicar pro 10 e pronto… Oferece um caminhao de dinheiro pra ela, arruma um frango no peso galo pra ela testar a perda de peso q esta luta acontece

        • Jonas Angelo

          Olha Lucas, não acho que esses fatores que você citou sejam determinantes a ponto de não poderem lutar em um peso combinado. Entendo que a mais rentável é a Ronda e que esse duelo precisa acontecer no UFC, até aí tudo bem. Mas um peso casado não dificulta em nada, pelo contrário, facilita a realização. Parece que que Rousey quer fazer Cyborg rastejar até ela, e isso me parece bem infantil, como a própria Ronda demonstra ser em vários momentos.

  • Carlos Montalvão

    Ri demais com o “Ronda com um grupo de anônimos em Mercenários 3” hahahaha

    Ela pode nocautear a adversária com a respiração apenas, antes da luta, que nada me fará gostar dela, mas infelizmente tenho que reconhecer que ela tá no nível de Anderson Silva, Fedor Emelianenko, José Aldo, Jon Jones e do próprio Mike Tyson mesmo, pra mim isso é triste porque é uma pessoa que eu realmente odeio (ok, parei de exaltar isso), só espero que ela fique no esporte o suficiente para ser derrotada e nos brindar futuramente com lutas de verdade, de 3 a 5 rounds, se as meninas finalmente se superarem e chegar num nível próximo de inteligência, técnica e frieza da campeã, que não entrem 10x mais lenta na trocação igual a Alexis ou com uma estratégia suicida como a Cat, que façam, no mínimo, o que a Tate fez na segunda luta (simplesmente SOBREVIVER), só que muito melhor, oferecendo riscos à ela.

    Como dito pelas concorrentes, faria bem para o MMA em geral, não só o feminino, se Ronda Rousey perdesse e NÃO tivesse revanche imediata para ela, isso até inspiraria as outras atletas a treinarem no mesmo ritmo da pessoa que destronou a campeã, aumentando a competitividade.

    Parabéns à Holm por superar a pressão e vencer (embora eu discorde da vitória) na estreia, se mostrou um sabão com aquela defesa de quedas, mas tem que comer muito arroz e feijão pra disputar a cinta. É capaz da Bethe oferecer mais riscos que pra Ronda que a própria Holm no momento. Só acho que deviam encaixar uma luta pra Rousey contra a Jessica Eye e ao mesmo tempo, contratar a Marina Shafir e jogar ela no canil da Bethe (ela é peso pena, foi nocauteada na última luta, mas dá uma boa continuidade para a história das 4 Horse Women, além disso ela tem o mesmo tamanho da Ronda, então bater 61 não acho que seria um problema pra ela, fora que se o UFC contratou a Angela Hill com 1 luta no cartel, a Marina que tem se não me engano 1-1 também podia ser chamada, além de ter sido técnica auxiliar no TUF18). Bethe derrubando a Shafir, tem um puta material pra promover a luta contra a líder da “gangue”.

    • Marcio Rodrigues

      Acho que a Ronda ta bem longe de Aldo e Jones. Pra mim, a comparação mais justa seria com o Toquinho, outro especialista em um golpe só. A Ronda é um pouco melhor pelo Judô, que deixa ela mortal nas quedas e no chão ela sempre fica por cima, além da força física muito superior as outras. Mas ela não é ótima em tudo como Aldo.
      Ah! Outra diferença é que os adversários do Toquinho sabem se defender, claro!

  • mazzaropi

    De longe a lutadora mais arrogante do MMA.

    Isso não me torna cego para suas capacidades e habilidades como lutadora… Mas foda-se, eu quero que ela perca sempre… kkk!

  • Ramon Reis

    O proprio Dana White disse que a Ronda não para de pedir pela Cyba, então porque a Cyba terá que descer de categoria? A brasileira não é babaca, ela conhece o jogo, não o jogador, o jogo ( ela é amiga do TIto Ortiz), ela quer alguma vantagem, foi por isso que ela disse que é a unica a se esforça um tempo atras.

  • Leonardo Neves

    Em 61 a Ronda bate a Cris. Isso é, se a Cris conseguir bater o peso sem necessitar tomar soro antes ou logo após a pesagem. Essa luta jamais acontecerá!

  • victor

    Cara!!! pra mim, o grande problema e q ninguem estuda a ronda como deveria, ela e do judo, só derruba com quedas de quadril meio se embolando, não digo q ronda não e técnica, mas a técnica q diferencia ela das demais, e quando já esta no chão, VC não vê a ronda na guarda de ninguem, quando ela derruba sempre esta pra lá da meio guarda, acho bem complicado em uma luta da ronda alguem conseguir manter ela na longa a luta toda, mas evitar q ela encoste o seu quadril e derrube com aquelas quedas meio emboladas, isso acho bem possível

  • Gefferson Nesta

    Não conseguia engolir a ronda como lutadora de MMA, até que vi nocauter duas de forma rapida e destruir a que eu achava capaz de bate-la. Então hoje já não duvido mais do potencial dela como lutadora e somente vejo a Cris na sua frente. Se ela bater a Cyborg ai não haverá nenhuma lutadora no mundo capaz de vence-la! Pensamento igual ao que vejo com Weidman se ele vencer Belfort ai tb não vejo ninguem a bater ao compeão… São situações diferentes mas vejo da mesma forma!

  • Malk Suruhito

    A imagem da capa (ela ajoelhada falando com a Cat) realmente foi uma cena que mexeu comigo na hora, e acredito que tenha a ver com a perda do marido da Cat e a (quase) mesma experiência que a Ronda teve com o pai dela. Naquele momento vi que a loirinha tem coração.

    • Carlos Montalvão

      Acredito que qualquer adversária ficaria com pena da Cat naquela situação, se a luta acabasse da forma que acabou, depois de tudo que aconteceu com ela. É raro a Ronda demonstrar coração bom, mas tem até uma foto muito boa da reação dela depois que ela venceu a Tate no Strikeforce e mostraram o replay do braço da Tate virando ao contrário, ela tá com uma cara de ‘meu deus, o que eu fiz” que provavelmente ninguém veria em outra luta kkk

  • will

    A Ronda é a maior estrela do UFC. Botar ela no octógono contra a Cyborg é um “suicídio econômico”. A Cyborg vai matar a Ronda! Literalmente, não é figura de linguagem.

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