Vale assistir? As leituras dinâmicas
do TUF 25 Finale e UFC 213

Thiago Sampaio | 05/07/2017 às 21:20

E estamos na semana da UFC International Fight Week, considerada uma das épocas mais badaladas da maior organização de MMA do mundo. Para o fãs, não há o que reclamar, pois serão dois eventos em dias consecutivos.

Na sexta-feira (7) tem o The Ultimate Fighter 25 Finale, na T-Mobile Arena, em Paradise, Nevada, com a final do TUF Redemption, incluindo o brasileiro Dhiego Lima. Na luta principal, Michael Johnson recepciona o estreante Justin Gaethje pelo peso leve.

No sábado (8) acontece o UFC 213, no mesmo palco, com um card bem recheado. Amanda Nunes defende o único título que sobrou para o Brasil na revanche contra Valentina Shevchenko, pelo cinturão do peso galo feminino.

Yoel Romero e Robert Whittaker se enfrentam pelo cinturão interino do peso médio. Entre outras atrações, ainda tem a desforra entre Fabrício Werdum e Alistair Overeem.

E vamos lá aos (muitos) destaques!

TUF 25 Finale / Violência à vista

Se tinha um nome do extinto World Series of Fighting (WSOF), ao lado de Marlon Moraes, que prometia fazer alguns estragos no UFC era Justin Gaethje (17-0).

E Michael Johnson (17-10, 9-7 UFC) é adversário na medida para a estreia e qualquer coisa diferente de uma pancadaria será uma decepção nessa luta principal.

Com cartel invicto, tem 14 das 17 vitórias por nocaute. No WSOF, foram 10 triunfos, cinco deles defendendo o cinturão dos leves.

A única luta que foi por decisão (e dividida) foi contra o combalido Melvin Guillard. Tem um muay thai que, pelo menos na teoria, pode fazer frente aos principais nomes.

Johnson tem muitas derrotas, mas já bateu nomes relevantes como Tony Ferguson, Joe Lauzon e Edson Barboza. Nos últimos quatro combates, venceu apenas um (nocautaço sobre Dustin Poirier) e vem de um passeio de Khabib Nurmagomedov, em que perdeu por finalização no UFC 205, em novembro de 2016.

São dois caras que curtem uma trocação franca, têm poder de nocaute e não devem amarrar. O ponto fraco de Johnson é o jogo de solo, onde foi finalizado sete vezes, mas Gaethje não deve explorar essa brecha.

Pelo retrospecto, o estreante pode até ser favorito, mas é um teste e tanto para ver onde pode chegar na categoria, pois o The Menace é aquele mediano sempre perigoso. Caso contrário, vai ser um choque de realidade.

Eles vêm trocando provocações e o desfecho no octógono deve ser, no mínimo, interessante!

Se Michael não me derrubar, não vou parar de andar pra frente. Ele diz que vai tentar me matar, mas para mim, toda luta é até a morte. Estou contente com qualquer resultado. Ele está agindo como uma criança insegura, falando que minha mãe transou com meu irmão… Isso não significa nada quando o cage fecha”, declarou Gaethje.

Quem vencer, certamente vai ficar bem no ranking e deve pegar outro que está em boa fase nessa categoria amarrada pelo campeão Conor McGregor.

Quem sabe, um Kevin Lee, Edson Baborza ou mesmo Michael Chiesa, vindo de derrota polêmica.

A volta dos que não foram

Em um TUF que já nasceu freak desde o anúncio dos participantes, é exagero dizer que os finalistas são o que há de menos pior? Não!

Pelo menos, vimos que o brasileiro Dhiego Lima (12-5, 1-3 UFC) mostrou boa evolução e deve ganhar uma nova chance no UFC, independente do resultado.

Irmão um ano mais novo (e bem menos talentoso) do campeão dos meio médios do Bellator, Douglas Lima, Diego participou do TUF 19, chegando à final, quando foi nocauteado pelo também demitido Eddie Gordon.

No UFC, venceu apenas Jorge Blade por decisão e foi mandado embora após sofrer nocautes para Tim Means e Li Jingliang.

Passou pelo Legacy e pelo Titan FC (onde foi campeão), com duas vitórias e uma derrota. No TUF Redemption, chegou à final após passar por Hayder Hassan, Gilbert Smith e Tom Gallichio. Todos eles por decisão unânime.

O adversário é Jesse Taylor (30-15, 0-1 UFC), que surpreendeu na casa ao apagar o favorito James Krause (que enfrenta Gallichio no card) com uma guilhotina na semifinal. Antes, havia vencido Mehdi Baghdad por decisão e Hayder Hassan por finalização.

Veterano com 34 anos e 45 lutas no cartel, Taylor é daqueles que entrou lá pela polêmica. Participou do TUF 7 e só não disputou a final pois pegou briga durante um bico como motorista de limousine (!). Só lutou uma vez pelo UFC, em 2008, e foi finalizado para CB Dollaway. Tem passagem de apenas 1-1 pelo WSOF.

Detalhe: Taylor tem 16 vitórias por finalização e 14 derrotas pelo mesmo meio! Ou finaliza ou é finalizado!

Vai oferecer uma disputa mais parelha (e mais vencível) para o brasileiro Dhiego Lima, do que se James Krause tivesse passado para a final pelo estilo. O brasileiro não tem uma resistência das melhores, mas o americano também não é nocauteador.

Card completo

Michael Johnson x Justin Gaethje
Dhiego Lima x Jesse Taylor
Marc Diakiese x Drakkar Klose
Jared Cannonier x Nick Roehrick
Brad Tavares x Elias Theodorou
Jordan Johnson x Marcel Fortuna
Angela Hill x Ashley Yoder
James Krause x Tom Gallichio
Ed Herman x CB Dollaway
Jessica Eye x Aspen Ladd
Gray Maynard x Teruto Ishihara
Tecia Torres x Juliana Lima

Vale assistir?

Esse TUF Redemption foi um dos mais bizarros de todos. Se a ideia era mostrar que lutadores que passaram por outras edições evoluíram a ponto de merecer uma nova chance, não foi o que se viu. Pelo contrário, parece que regrediram.

Partindo por esse princípio, o card da final não está nada atrativo, em que apenas a luta principal entre Johnson e Goethe (excelente aquisição) promete ser emocionante.

De resto, algumas lutas podem ser muito boas ou verdadeiros soníferos, como Elias Theodorou e Brad Tavares, ou Marcel Fortuna, retornando para a categoria dos meio pesados contra Jordan Johnson, após surpreender na estreia nocauteando Anthony Hamilton entre os pesados.

O que dizer do combate entre o cada vez mais decadente Gray Maynard contra o japonês tarado Teruto Ishihara? Freakice à altura do TUF Redemption.

Já que serão dois dias seguidos de luta e se tiver que priorizar um, nem pense duas vezes. Escolha o UFC 213. Tire a sexta-feira para fazer o que der na telha, curta como se não houvesse amanhã.

Mas divirta-se com consciência para não passar o sábado refletindo sobre quaisquer besteira que fez. Pode tirar o prazer de assistir ao 213 pela noite.

UFC 213 / Pra honrar o título solitário do Brasil

Com Ronda Rousey longe dos holofotes, a brasileira Amanda Nunes (14-4, 7-1 UFC) tem a chance de provar que pode ser a campeã dominante da categoria peso galo feminino se vencer novamente Valentina Schevchenko (14-2, 3-1 UFC). E de novo com a responsabilidade de encabeçar um dos cards mais importantes do ano!

O primeiro duelo entre elas aconteceu no UFC 196, em março de 2016, com vitória por decisão unânime para a brasileira (a única dela decidida pelos jurados). Apesar de ter saído com a mão levantada, mostrou um visível cansaço no terceiro round.

Depois veio o triunfo: faturou o cinturão ao finalizar Miesha Tate no histórico UFC 200 (que foi promovida à luta principal na véspera), em julho, e defendeu com sucesso no alardeado retorno de Ronda, no UFC 207, dia 30 de dezembro, nocauteando em apenas 48 segundos.

Valentina também foi só na crescente. Venceu por decisão unânime a ex-campeã Holly Holm numa atuação dominante, e, em janeiro de 2017, finalizou Julianna Peña com uma chave de braço, algo um tanto inesperado vindo de uma multicampeã de kickboxing contra uma grappler.

Passou pouco tempo do primeiro embate para cá, mas deu para perceber evolução dos dois lados. Enquanto a brasileira mostrou que tem condição de nocautear, a russa mostrou que está evoluindo no chão.

Acontece que a baiana nunca lutou cinco rounds na vida, diferente da adversária, e o gás pode ser um fator determinante. Buscar uma finalização logo pode até ser um meio mais seguro, mas certamente a campeã vai querer trocar golpes no início para sentir o ímpeto da luta.

Depois dessa luta, aí sim as pessoas vão realmente começar a me chamar de campeã, a me reconhecer como campeã, tudo leva um tempo. Se você não tem uma promoção da mídia para te ajudar, você como atleta tem que fazer isso. Eu realmente tenho que entrar e mostrar que sou a melhor do mundo e é isso que eu venho fazendo a cada luta e vou continuar fazendo no sábado”, disse Amanda.

Fato é que as possíveis próximas da fila, Raquel Pennington, ou mesmo Holly Holm, que reencontrou o caminho das vitórias após bater Bethe Pitbull, não seriam favoritas contra a brasileira.

Germaine De Randamie que, literalmente, teve o cinturão dos penas retirado após fugir de Cris Cyborg? Já perdeu para a Leoa no UFC e perdeu também o respeito de boa parte do mundo!

E se Valentina vencer? Provavelmente fará uma defesa com uma das citadas acima, todas com favoritismo. E Amanda com uma vitória em seguida (uma revanche com Cat Zingano, sua única algoz no UFC, talvez…), já se credenciaria para uma trilogia que teria roteiro para vender.

Futuro adversário de Bisping? Ou não?

Bastou o anúncio de que a luta contra Georges St-Pierre estava cancelada que uma lesão apareceu em Michael Bisping. Enquanto o inglês segue desfrutando do cinturão como pode, a categoria tem que andar e Yoel Romero (12-1, 8-0 UFC) e Robert Whittaker (18-4, 9-2 UFC) foram escolhidos para disputar o título interino dos médios.

O cubano de 40 anos é considerado uma das principais ameaças da categoria, vindo numa ótima sequência de oito vitórias seguidas, incluindo nomes importantes como Tim Kennedy, Lyoto Machida, Ronaldo Jacaré e, na última, Chris Weidman, no UFC 205, em novembro de 2016, nocauteando com uma joelhada brutal.

O australiano é bem mais novo, tem 26 anos, e trilhou o caminho sem tanta badalação. Foi campeão do primeiro TUF Smashes, lutando ainda pela categoria dos meio-médios, onde chegou a ter derrotas para Court McGee e Stephen Thompson.

Ao subir para os médios, engrenou sete triunfos seguidos, incluindo Uriah Hall, Rafael Natal e Derek Brunson. Mas a visibilidade para ganhar um title-shot veio após a última exibição, com um nocaute técnico sobre Ronaldo Jacaré em abril de 2017, freando a boa fase do brasileiro.

Romero tem uma força descomunal, além de um ground’n’pound devastador. É conhecido por começar num ritmo devagar, mas, do meio para o fim da luta, vai lá e liquida a fatura.

Espera-se que não apronte de novo alguma, como “borrar” o calção, segurar na grade ou esperar sentado além do tempo permitido entre os rounds…

Whittaker é mais ágil e tem uma trocação de qualidade. Faixa preta de karatê, pode levar a melhor se conseguir jogar na distância, combinando chutes e socos. A diferença de 14 anos também pode ser decisiva ao longo de 25 minutos. Resta saber se vai resistir às pedradas do Soldado de Deus.

Mas a dúvida que vai mesmo pairar no ar é se Bisping irá enfrentar o vencedor desse duelo. Já declarou torcida para Whittaker, com quem até chegou a ter duelo agendado mas não aconteceu, no UFC 193, em novembro de 2015. Mas se Romero levar…sei não!

A trilogia da falta de opções

Numa categoria tão rasa como a dos pesos pesados, o vencedor da trilogia entre Fabrício Werdum (26-6-1, 9-3 UFC) e Alistair Overeem (42-15-1, 7-4 UFC), ambos já derrotados pelo atual campeão, pode ser o próximo contemplado com o title shot.

A primeira vez que eles se enfrentaram foi em 2006, no Pride, com vitória do brasileiro por finalização. A revanche aconteceu em 2011, pela quartas de final do Torneio dos Pesados do Strikeforce, quando o holandês levou a melhor por decisão unânime.

Desde que retornou ao UFC, Werdum emplacou seis vitórias seguidas, incluindo a conquista do cinturão interino, sobre Mark Hunt, e do título linear em seguida, quando finalizou Cain Velásquez. Na primeira defesa, foi nocauteado por Stipe Miocic no UFC 198, em Curitiba, em maio de 2016.

O status de ex-campeão até poderia dar a ele uma outra disputa rápida em caso de um novo triunfo, mas a atuação apagada na vitória por decisão unânime por Travis Browne no UFC 203, em setembro do ano passado, numa luta chatíssima, não convenceu.

Overeem, que esteve perto de ser demitido após doping e resultados irregulares, ganhou a disputa de cinturão após vencer quatro em seguida. Contra Miocic, no UFC 213, esteve perto de uma finalização, depois correu como o cão foge da cruz e terminou nocauteado. No UFC 209, em março, venceu Mark Hunt por nocaute.

Contra um kickboxer experiente e nocauteador como Overeem, Werdum não deve vir afobado como o fez contra Miocic. O Vai Cavalo teve uma evolução grande no muay thai treinando na Kings MMA com Rafael Cordeiro e o queixo do holandês não é dos mais confiáveis, apesar que tem protegido ele com maior cautela, lutando mais fechado.

O gaúcho tem o melhor jiu-jítsu dos pesados, mas o histórico de Overeem merece alerta: tem 19 vitórias por finalização e só foi finalizado uma vez em 58 lutas (para o próprio Werdum!). Uma hora o combate deve ir para o solo e o Vai Cavalo ainda tem vantagem nessa área.

Ele é um cara que está jogando muito no contra-golpe. Agora mudou um pouquinho o jogo, quando ele estava com o “café da manhã especial” ele estava mais forte, botava mais ritmo. É um cara que cansa bastante e a gente sabe disso. Como dizem na gíria, ele é um leão atacando e um gatinho defendendo. Ninguém gosta de levar porrada, mas ele não sabe apanhar”, disse Werdum.

Nesse embate em que nenhum resultado vai surpreender, Werdum tem mais chances de ganhar o title-shot pelo histórico de ter perdido o cinturão para Miocic. Se Alistair vencer, uma revanche tão perto não teria tanto a apelo e deve ficar na fila de espera.

Nesse caso, talvez tenhamos o retorno de um sumido e eternamente contundido Cain Velásquez direto para o cinturão. Mas…já pensou se Francis Ngannou vence Júnior Cigano no UFC 215 e acaba sendo o escolhido? Como seria a reação do querido Rodrigo Tannuri?

Em busca do show perdido

Outrora legítimos top 3 da categoria dos leves, agora se enfrentam para mostrar que ainda são relevantes. É assim que Anthony Pettis (19-6, 6-5 UFC) e Jim Miller (28-9-1, 17-8-1 UFC) entram para a primeira luta do card principal.

Pettis, desde que perdeu o cinturão da categoria ao ser dominado por Rafael dos Anjos no UFC 185, em março de 2015, não se encontrou.

Perdeu em seguida para Eddie Alvarez e Edson Barboza, ambos por decisão. Desceu para a categoria dos penas e voltou a vencer finalizando Charles Oliveira, numa atuação bem morna.

Escalado para enfrentar Max Holloway no UFC 206, em dezembro de 2016, ganhou a chance de disputar o cinturão interino após o linear ser retirado de Conor McGregor numa forçada de barra da organização para valorizar o desfalcado evento.

Não bateu o peso e ainda foi nocauteado no terceiro round.

Já Miller, apesar de nunca ter disputado o título, sempre foi um dos principais nomes da divisão, mas amargou alguns altos e muitos baixos nos últimos três anos. Parecia que ia voltar a engrenar, vencendo três seguidas, mas, na última aparição, perdeu por decisão majoritária para Dustin Poirier no UFC 208, em fevereiro.

Após o fiasco com a balança, Showtime está de volta a divisão onde não precisa parecer que está à beira da morte para bater o peso. Mesmo na vitória sobre Charlinho, era visível o desgaste. Nas casas de apostas, é um dos principais favoritos da noite.

Conhecido pelos golpes plásticos (como o emblemático chute após passos na grade contra Ben Henderson, ainda no WEC), Pettis tem atuado de maneira bem mais cautelosa, o que deve se repetir, já que precisa voltar a vencer.

Apesar do revés para Poirier, Miller vinha mostrando atuações seguras. Tem o jiu-jítsu como especialidade (ainda que a última vitória por finalização foi sobre Yancy Medeiros, em 2014), e uma boa trocação. A tendência é que a luta se desenrole a maior parte em pé, mas inevitavelmente um dos dois vai agarrar quando sentir necessidade.

Podem até não estarem no auge, mas com o histórico de bons combates da dupla, a expectativa é de uma luta, pelo menos, animada.

Card completo

Amanda Nunes x Valentina Shevchenko
Yoel Romero x Robert Whittaker
Daniel Omielańczuk x Curtis Blaydes
Fabrício Werdum x Alistair Overeem
Anthony Pettis x Jim Miller
Travis Browne x Oleksiy Oliynyk
Chad Laprise x Brian Camozzi
Thiago Marreta x Gerald Meerschaert
Jordan Mein x Belal Muhammad
Rob Font x Douglas D’Silva
Cody Stamann x Terrion Ware
Trevin Giles x James Bochnovic

Vale assistir?

Para um card da International Fight Week, o UFC queria bem mais. A intenção era colocar Bisping x GSP como luta principal, mas o canadense não estava apto para voltar tão cedo.

A saída da luta entre Cody Garbrandt e TJ Dillashaw, que travaram uma guerra de provocações como treinadores do TUF Redemption, e também do lutão entre Robbie Lawler e Donald Cerrone (que passou para o UFC 214), também pesou.

A organização montou “o que conseguiu”, enquanto o UFC 214 foi se formando aos poucos e já está como um dos melhores cards de todos os tempos.

Mas mesmo sem tanto apelo comercial (dificilmente será um sucesso de vendas de pay per view), o 213 está cheio de lutas excelentes para você desmarcar qualquer compromisso e ficar em casa para assistir.

Ora, o único cinturão do Brasil vai estar em jogo, podendo consolidar Amanda Nunes como campeã dominante. Romero e Whittaker são dois caras violentos e, só de ver Michael Bisping assistindo para ver o que o espera, vai ser divertido.

Fabrício Werdum e Alistair Overeem é um legítimo combate entre pesos pesados da elite. Pettis e Miller volta e meia recebem bônus de performance.

E ainda tem o Mr.Rousey, Travis Browne, podendo trilhar o rumo do RH se perder para o veterano russo Oleksiy Oliynyk, com um cartel de nada menos que 51-10 e tem como especialidade a Ezequiel, uma finalização um tanto incomum sem quimono.

Na boa, fica em casa. Chama o pessoal com o pretexto de que vai ter brasileira campeã em ação para valorizar o que é nosso. O entretenimento e o alto nível esportivo estão garantidos!

  • Renato Rebelo

    Pessoal, não se esqueçam de deixar/ajustar os palpites no Confere!
    http://sextoround.com.br/eventos/ufc-213-nunes-x-shevchenko/

  • Hyuriel Constantino

    Esse card do TUF tem refugo pra cacete. O nome do evento (Redemption) veio bem a calhar.

    • Henrique Berto

      RHedemption.

      • Hyuriel Constantino

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • magnuseverest

    Curtis é um nome que vem se destacando nos pesados,e se vencer já pode figurar no top 15,quem sabe pegar o Travis…

    • Thiago Sampaio

      Curtis é um bom nome sim para a categoria. Mas quando a pegar o Travis, acho que ele não passa pelo russo e vai acabar no Bellator.

  • Gabriel Nicacio

    Parabéns cara, sempre com excelentes textos.

    PS: Saudades do “E se” kkk

    • Hyuriel Constantino

      Acho que desistiram do quadro depois que sugeriram “E se Royce não tivesse vencido o UFC?”. https://uploads.disquscdn.com/images/b00585c11fe135eac876417b2ecac4c66a1d43a39441bf94ef794529e17eb0e0.jpg

      • Gabriel Nicacio

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, vdd

    • Thiago Sampaio

      Valeu Gabriel! Não se preocupe pois a “E Se” não terminou. Como estão tendo muitos eventos, eles acabam sendo prioridade. Mas em breve retornaremos ela com temas bem viajantes….hehe

      • Gabriel Nicacio

        Kkkkkkk, espero ardentemente.

  • Gameplay Brasil

    Quem tem o melhor jiu-jitsu dos pesados: Werdum ou o semi-aposentado do Frank Mir ?

    • William Oliveira

      Werdum, com certeza.

    • Renato Rebelo

      Semi? Aposentado total. Ainda tá suspenso pela USADA, aliás.

    • Thiago Sampaio

      Frank Mir dificilmente voltará. Pelo menos no UFC. Mas mesmo no auge, coloco o Werdum um degrau acima no Jiu Jítsu.

  • William Oliveira

    Marc Diakiese VS Drakkar Klose vai ser lutão, nem que termine rápido, mas enquanto durar é show garantido, anotem.

    • Thiago Sampaio

      Tb boto fé no Diakiese. Acho que ele leva essa, mas se vai se criar contra tops, temos que esperar para ver.

  • Gleybison Silva

    Bisping vai vencer Whittaker ou Romero.
    Podem anotar ai !!!

    • Thiago Sampaio

      Não acho nenhum absurdo, como muitos dizem. Mas acho que o campeão seria zebra contra qualquer um dos dois.

      • Gleybison Silva

        Vai cozinhar Romero durante cinco rounds com volume de golpes,Cardio e controle de distância.
        Essa zebra vai rolar!!!

  • Fernando Batista Lima

    Queria saber o que aconteceu com o WSOF. Alguém sabe por que fechou? Quanso se deu isso? Não tinham outros bons lutadores para serem absorvidos por outros eventos?

    • Idonaldo Gomes Assis Filho
      • Fernando Batista Lima

        Obrigado Idonaldo e Thiago pelas informações. Eu me lembro dessa notícia do Fórum.
        É que é a segunda vez que leio “extinto WSOF”, e não me liguei nisso.

    • Thiago Sampaio

      Exatamente. Virou a Professional League of Fighters (PFL). Um evento-empresa em que os lutadores recebem salários mensais. O primeiro evento aconteceu na semana passada, em que Jon Fitch finalizou Brian Foster na luta principal. A ideia, no papel, é interessante. Se vai vingar são outros 500. Particularmente, acho bem complicado.

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