Vale Assistir? A leitura
dinâmica do Bellator NYC

Thiago Sampaio | 21/06/2017 às 20:45

Esse fim de semana tem mais luta e vamos para os destaques do UF…opa, pera! Resolvemos abrir uma exceção e a coluna “Vale Assistir?” desta vez é sobre o “vice”. O Bellator que acontece na noite deste sábado (24) acontece no Madison Square Garden, em Nova York.

A promoção está grande para o segundo card de pay-per-view da organização presidida por Scott Coker, tanto que serão dois cards em um: o Bellator 180, com transmissão pela TV aberta lá fora pela Spike TV, e o Bellator NYC, pago (aqui no Brasil, a Fox Sports transmite a partir das 21h).

Encabeçando o 180, os ex-UFC Phil Davis e Ryan Bader fazem a revanche valendo o título dos meio pesados. Na luta principal do NYC, Wanderlei Silva e Chael Sonnen finalmente farão o ajuste de contas após anos de provocação.

No co-main event, Fedor Emelianenko estreia contra Matt Mitrione, duelo que deveria ter acontecido em fevereiro deste ano. E ainda terão outras duas disputas de cinturão!

Com tanto apelo, foi o jeito dedicar uma coluna exclusiva para o evento, que também contará com palpites de toda a equipe do Sexto Round na véspera.

E vamos lá aos destaques!

Será que agora vai?

Se tem uma luta que pode ser rotulada como novela mexicana sem nunca sequer ter acontecido é essa entre Wanderlei Silva (35-12-1-1) e Chael Sonnen (28-15-1). Se não acontecer mais um desastre (o que não é nada improvável), ela vai finalmente sair do papel. E pelo Bellator!

Eles foram treinadores do The Ultimate Fighter Brasil 3, em 2014, quando trocaram muitas provocações e até foram para as vias de fato. O combate chegou a ser agendado em três ocasiões diferentes mas nunca vingou.

Na última, Wand fez o papelão de fugir do exame antidoping pelos fundos da academia. O brasileiro foi banido do MMA pela Comissão Atlética de Nevada (NSAC), pena depois reduzida para três anos de suspensão. Anunciou a aposentadoria e travou uma guerra verbal com o UFC até ser liberado do contrato.

Mas Sonnen, ironicamente, foi flagrado no exame surpresa, pegou dois anos de gancho, foi demitido até do cargo de comentarista do UFC e também se retirou do esporte. Tudo falácia, claro!

Sonã assinou com o Bellator e fez a estreia em janeiro de 2017, sendo finalizado em apenas dois minutos para Tito Ortiz. Já Wand não luta desde março de 2013, quando venceu Brian Stann numa batalha insana.

Desde então, o mais perto que teve de uma exibição pública foi um duelo de submission em dupla contra Kazushi Sakuraba e Hideo Tokoro pelo Rizin FC.

Se ambos estavam longe do auge quando deveriam ter se enfrentando, imagina agora! Após tanto tempo afastados, difícil fazer um prognóstico do que vai acontecer quando se encontrarem no cage circular do Bellator.

O Gângster Americano, apesar de ter lutado em janeiro, não dá para avaliar muita coisa dali. E se for analisar, o diagnóstico é bem negativo, levando em conta que ele bateu com um mata-leão porcamente encaixado.

Todos conhecem o estilo frenético do brasileiro, com um muay thai brutal que lhe garantiu uma série de nocautes e o consagraram no extinto Pride. Tem a potência necessária contra uma resistência duvidosa do rival, mas o condicionamento físico pode ser determinante.

E o que americano vai tentar fazer não é surpresa: usar o bom wrestling para derrubar, machucar e quem sabe tentar uma finalização.

Uma rivalidade antiga que, finalmente, será resolvida. Não poderia me aposentar assim. Tenho 49 lutas e gostaria de fazer a minha 50ª. Mais do que isso, tinha que ser com ele. Eu iria lutar com o Crop Crop no final do ano passado, mas não consegui me recuperar. Mas a luta 50, eu queria que fosse com ele e vai ser. Eu vou meter a porrada nele”, disse Wanderlei.

Quem conseguir impor o seu estilo, vai levar a melhor (a não ser que saia algum golpe ilegal e a luta fique sem resultado, não duvide de nada).

Não podemos esquecer que na tal briga do TUF, Sonã derrubou o Cachorro Louco de calça comprida e chinelo…

A nova (ou última?) onda do imperador

Fedor Emelianenko (26-4-0-1) era aguardado para fazer a esperada (pelo menos para a organização) estreia no Bellator no dia 18 de fevereiro, contra Matt Mitrione (11-5). Porém, o ex-UFC sentiu pedras nos rins no dia do combate, que acabou cancelado.

Passado o balde de água fria, o confronto foi reagendado para ser a segunda atração principal do evento de Nova York. Quem diria que O Último Imperador, considerado pela maioria o melhor peso pesado de todos os tempos, fosse abrir para Sonnen num card!

Fato é que, aos 40 anos, a idade chega para todos, até para as lendas do esporte. Desde que voltou da aposentadoria, em dezembro de 2015, o russo ainda não provou ser capaz de competir em alto nível.

Lutando pelo Rizin, pegou o desconhecido indiano Jaideep Singh, na época com um cartel de 2-1, jogado no ringue como carne a ser abatida. Fedor fez a obrigação.

Em junho de 2016, lutou no evento russo Fight Nights contra o ex-meio pesado demitido do UFC Fábio Maldonado. Apanhou como nunca na vida no primeiro round e, depois, fez mais dois rounds equilibrados. Ganhou por decisão majoritária absurda!

Mitrione, que sempre alternou vitórias e derrotas no UFC, vem de duas vitórias por nocaute no Bellator, sobre Carl Seumanutafa e Oli Thompson.

Tudo bem que o ex-jogador de futebol americano nunca foi um dos mais talentosos dos pesos pesados, mas é inegável que ele tem uma mão pesada, além de ser maior.

O americano é considerado favorito, principalmente se o russo tiver uma performance como a que teve contra Maldonado.

Vale lembrar que a categoria segue sem campeão desde que Vitaly Minakov se mandou para o Fight Nights. O vencedor dessa peleja bem que poderia enfrentar em seguida Cheick Kongo, vindo de cinco triunfos (todos por decisão), para botar o cinturão de novo em jogo.

Mais um show ou mais uma zebra?

Michael Chandler (14-3) é sem dúvidas um dos nomes mais empolgantes do Bellator. Resta saber se o pouco popular Brent Primus (7-0) vai frear a boa fase do campeão dos leves, o que seria uma das maiores zebras desse card.

Desde a derrota para Eddie Alvarez, quando perdeu o cinturão, Chandler foi derrotado duas vezes em seguida para Will Brooks, também valendo o título.

Mas depois, venceu Derek Campos, David Rickels e, com a migração dos dois últimos algozes para o UFC, recuperou o status de campeão ao nocautear Patricky Pitbull, em junho de 2016.

Defendeu o título em novembro contra o experiente Benson Henderson, ex-campeão do UFC, vencendo por decisão dividida, em outro combate emocionante e cheio de reviravoltas.

Completo, com sete vitórias por nocaute e seis por finalização, é o tipo do cara que se entrega por completo em cada apresentação. As duas lutas que fez contra Alvarez (com uma vitória para cada) estão entre as melhores da História do evento.

Primus foi escolhido em meio a falta de desafiantes inéditos, já que o próximo a receber o title-shot deve sair do embate entre Patricky Pitbull e Derek Campos (ambos vencidos por Chandler), que se enfrentam no dia 14 de julho.

Apesar de invicto, tem apenas sete lutas como profissional (cinco no Bellator), vindo de duas vitórias por decisão dividida, sendo a última sobre Toninho Fúria, em abril de 2016. Ou seja, vem em período bem maior de inatividade.

Mas vamos lembrar que Will Brooks era semi-desconhecido no primeiro confronto com Chandler e venceu, de maneira até polêmica, mas se deu melhor também na revanche sem deixar dúvidas.

Primus tem uma trocação apenas mediana, mas é faixa preta de jiu-jítsu, com um mata-leão que pode surpreender.

Nesse confronto de sobrenomes de personagem do seriado Friends contra marca de cerveja, o campeão é amplo favorito e garantia de show. Só não pode subestimar…

Recepcionando os famosos

Douglas Lima (28-6) é um campeão tão talentoso quanto Chandler, porém, sem o mesmo apelo. Tanto que a organização colocou Lorenz Larkin (17-5), uma das principais aquisições “roubadas” do rival UFC, direto para uma disputa de cinturão dos meio-médios.

O brazuca, que treina na American Top Team, tem um cartel volumoso com apenas 29 anos. Das 28 vitórias, 13 foram por nocaute e 11 por finalização.

Tornou-se campeão em 2014 ao nocautear Rick Hawn, mas perdeu o título logo na primeira defesa, para Andrey Koreshkov, por decisão.

Ao vencer o experiente Paul Daley, se credenciou a uma nova disputa e, desta vez, venceu a revanche contra Koreshkov com um belo nocaute, em novembro do ano passado.

Larkin, que lutava como meio-pesado no Strikeforce, desceu para os médios, onde já venceu Robbie Lawler. Mas ao chegar no UFC, esteve prestes a virar um freak à beira da demissão, com quatro derrotas e apenas uma vitória (e sobre Chris Camozzi!).

Mas descer para os meio-médios parece ter sido a melhor decisão da vida dele. Larkin se encontrou na categoria até 77kg, vencendo John Howard, Santiago Ponzinibbio, Jorge Masvidal e, na última aparição, nocauteou Neil Magny, em agosto de 2016.

A única derrota na categoria foi para Albert Tumenov, por decisão dividida. Mas entrou em litígio com o UFC, não entrou em acordo para renovação e preferiu dar aulas de MMA para atrizes pornô (é sério!) antes de assinar com o Bellator.

Tem tudo para ser um combate de muita trocação franca em que qualquer um pode cair a qualquer momento. Vale destacar que ambos só foram nocauteados uma vez. Douglas para um Matt Brown pré-UFC, lá em 2007, e Larkin para o aposentado Costa Phillipou, em 2014.

Larkin bate pesado (tem 11 vitórias por nocaute) e Douglas, apesar de faixa preta de jiu-jítsu de Roan Jucão, tem se especializado no muay thai, sendo as últimas vitórias também por KO, com socos potentes e alternando muitos chutes nas pernas e na cabeça (Ben Saunders lembra bem).

Se a situação tiver complicada para o brasileiro, pode tentar levar para o solo, onde o americano não tem um repertório versátil, apesar da boa defesa (nunca foi finalizado na carreira).

Provavelmente outro reforço de peso vindo do UFC vai estar lá do lado e deve fazer o desafio ao vencedor dessa batalha logo em seguida: Rory MacDonald.

Podem brilhar em paz!

Se antes eles eram nomes pouco vendáveis e que nunca receberam a chance de uma disputa de título, Phil Davis (17-3-0-1) e Ryan Bader (22-5) agora têm tudo para serem “os caras” da categoria meio-pesado do Bellator.

O Mr.Wonderfull defende o cinturão contra o último algoz, na revanche do duelo ocorrido em janeiro de 2015, ainda pelo UFC, na Suécia.

O combate está sendo propagado como a luta principal do Bellator 180 (não vai para o pay per view), o que é uma maneira caridosa para não admitir que ela está no card preliminar.

Estranho uma disputa de título com dois atletas bem conhecidos estar nessa posição, mas, vida que segue!

Davis, que tem vitórias sobre nomes importantes como Alexander Gustafsson, Rogério Minotouro, Lyoto Machida e Glover Teixeira, foi um dos primeiros dessa debandada de atletas da elite a sair do UFC por conta própria visando valores melhores.

Depois da derrota para Bader por decisão dividida, assinou com a empresa rival e faturou o GP dos meio-pesados, batendo Emanuel Newton e Francis Carmont na mesma noite.

Depois, venceu King Mo Lawall numa decisão apertada. Credenciado a disputar o cinturão, venceu o então campeão Liam McGeary com uma atuação dominante pelos cinco rounds.

Bader, desde que foi nocauteado por Glover Teixeira numa luta em que vinha levando a melhor, emplacou cinco vitórias em seguida (todas por decisão), até sentir os punhos de chumbo de Anthony Johnson.

Mas depois, se reabilitou nocauteando Ilir Latifi com uma baita joelhada e, por último, Rogério Minotouro por nocaute técnico na última aparição, também com atuação irretocável.

Ambos sempre foram conhecidos pelo estilo “amarrão”. Porém, o que esperar de dois wrestlers, All American NCAA Divisão 1? No que eles fazem, são fora da curva!

E também não são trouxas na trocação. Bader tem maior pressão e poder de nocaute, enquanto Davis é mais pragmático e, no UFC, conseguiu a impressionante marca de 72% de golpes em pé evitados contra ele.

A previsão é de um combate bem parecido com aquele de 2015, nem tão empolgante, mas bastante técnico. Considerando o nível da dupla, é quase certo que um terceiro confronto aconteça num futuro não tão distante, independente do resultado.

Card completo

Chael Sonnen x Wanderlei Silva
Fedor Emelianenko x Matt Mitrione
Michael Chandler x Brent Primus
Douglas Lima x Lorenz Larkin
Aaron Pico x Zach Freeman
Phil Davis x Ryan Bader
James Gallagher x Chinzo Machida
Neiman Gracie x Dave Marfone
Heather Hardy x Alice Yauger
Ryan Couture x Haim Gozali
Jerome Mickle x Anthony Giacchina
John Salgado x Hugh McKenna
Matt Rizzo x Sergio da Silva
Bradley Desir x Nate Grebb

Vale assistir?

É, de longe, o melhor card da História do Bellator. Se vai ser sucesso de pay per view ou não, tanto faz para nós, brasileiros, pois o evento completo será transmitido pela Fox Sports.

Por mais que esteja acontecendo com três anos de atraso, fica a curiosidade para ver a rivalidade entre Sonã e Wand finalmente sendo colocada na prática.

A estreia de Fedor, mesmo longe do auge, contra um ex-UFC de mãos pesadas, é um ótimo teste para prever o futuro do Último Imperador.

As três disputas de cinturão prometem duelos de alto nível, como a pancadaria entre Lima e Larkin, a técnica entre os wrestlers Davis e Bader valendo um título, além do sempre empolgante Chandler.

E ainda tem o prospecto irlandês James Gallagher (6-0), de 20 anos, se colocando à prova contra o experiente carateca Chinzo Machida (5-2), de 40 anos que, apesar da bagagem nas artes marciais, tem apenas sete lutas no MMA.

Ah, mas domingo (25) tem o UFC Fight Night: 112: Chiesa x Lee!

E num card até razoável, com promessas de boas lutas, como a principal, entre Michael Chiesa e Kevin Lee; Johny Hendricks contra Tim Boetsch pelo peso médio e o “Prodígio” BJ Penn, buscando um último suspiro na carreira contra um cambaleante Dennis Siver.

Mas e se tiver que escolher só um evento para não te chamarem de louco, verminoso, que está perdendo a vida para ver luta? Pelo ineditismo comercial, vamos de Bellator!

Até porque com as principais estrelas em ação, podemos esperar uma série de cards meia boca do vice nos próximos meses.

Então, faz o seguinte: fica em casa e assiste. Mas chama só aqueles que realmente querem ver. Ter que explicar que MMA não é UFC, que existe uma espécie de “Série B” do esporte, responder “cadê o cara que grita Iiiiit’s tiiiime?” pode consumir boa parte da noite.

E também não precisa aturar aqueles pseudo especialistas que, por verem Wand e Fedor num card, enchem a boca para dizer que “bom era nos tempos do Pride”.

Poupe-se, relaxe e divirta-se. No domingo você faz a social.

  • Anderson Tomaz

    o evento COMPLETO será transmitido pela Fox ou só o card principal?

    • Renato Rebelo

      A Fox vai transmitir a partir das lutar principais do Bellator 180 (que é a porção preliminar do Bellator NYC). Ou seja, vão passar Phil Davis x Ryan Bader, James Gallagher x Chinzo Machida e Neiman Gracie x Dave Marfone. Começa às 21h.

      • Fernando Batista Lima

        Que beleza! Também não tinha entendido direito.
        Faltou o Kimbinho…

        • Renato Rebelo

          Vade retro!

        • Thiago Sampaio

          No último evento o Kimbinho estava no pôster com um cartel 0-1 contra um adversário 0-0! No próximo já vai estar num co-main event! haha

      • Leo França

        A Fox deve tá pagando bem pra passar um PPV de “graça” no Brasil

  • Lucas Santana

    vou assistir esse evento daquele jeito principalmente pelas lutas principais e pelo duelo Lima vs Larkin que deve ser insano!!

    • Thiago Sampaio

      Particularmente, é a que promete mais emoção pelo estilo dos dois. Phil Davis x Ryan Bader tb promete ser um combate bem técnico.

  • Gustavo Souza

    E para aperitivo do main event, fiquem com essa vergonha alheia!
    https://www.youtube.com/watch?v=h_ELfYZ8N2o

    • Renato Rebelo

      Quem conseguir traduzir o que disse o Wand dps de “I don’t wanna like you” leva uma viagem pra Bahrein com tudo pago pelo Carrano (ainda não combinei os detalhes com ele). Valendo!

      • Vinicius Maia

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk a cara do Sonnen ta assim por que ele ta tentando enteder o que o Wand fala kkkkkkkkkkkk

        • William Oliveira

          dá pra ver que ele tá fazendo um baita esforço mas não tá indo não mano kkkkk

      • William Oliveira

        “i don’t want to be one of your friends” HUAHUAHUA acho que foi isso, Carrano vou estar esperando meu prêmio, abraço!

        • Thiago Sampaio

          Acho que não foi bem isso não, mas estou imaginando o Caetano com medo! Haha

    • Thiago Sampaio

      O pior é que o Dana White e a imprensa ainda usou dessa cena lamentável para promover o TUF Brasil 3 antes de estrear. Lamentável!

  • Fernando Batista Lima

    Lembro que fizeram uma matéria aqui no site sobre o Pico –
    http://sextoround.com.br/15811-a-strikeforcezacao-do-bellator-e-a-contratacao-de-pico/ – quase 3 anos atrás…
    Vamos as perguntas. Se alguém souber…
    Pico disputou as Olimpíadas? Se sim, como foi o desempenho? Em caso negativo, por que?
    Essa será a estreia dele no MMA? Quase 3 anos depois de ser contratado… Qual a categoria de peso vai lutar?

    • Renato Rebelo

      Fernandão não escutou o podcast essa semana hehe. Falei sobre ele. É a estreia sim e não, não lutou nas Olimpíadas no RJ. Não se classificou. A categoria dele era uma das mais concorridas na seleção americana. E ele será peso leve no MMA.

      • Fernando Batista Lima

        Putz… Foi mal… Infelizmente não acompanho o podcast. Nenhum aliás. Não gosto, pra falar a verdade. Já tentei, mas não tenho paciência… rsrsrs
        Agradeço pela resposta.
        Mas convenhamos que era esperado que seria o campeão mais jovem da história, e depois nem se classificou… Cai muito a expectativa…

        • Marcelo

          Dá mais uma chance pro podcast. Muito bom.

        • Thiago Sampaio

          O podcast do Sexto Round merece ganhar uma chance! hehe

          • Fernando Batista Lima

            Certamente merece. Percebo que a galera gosta muito mesmo. O 6R sempre produz material de qualidade. Eu que, além de não ter muito tempo, sou um chato convicto.
            Antes nem os vídeos eu via. Agora acompanho sempre. Já é uma mudança. Hehehe…

  • Hyuriel Constantino

    O resultado de Fedor x Maldonado não tinha sido desfeito em prol de um empate? Que confusão…!

    • William Oliveira

      Acho que na Rússia não aceitaram isso não, uma comissão pode ignorar o que a outra declara kk

  • Beto Magnun

    Larkin foi currado até dizer chega pelo King Mo. Virou no contest, mas ele bonecou legal.

    • Renato Rebelo

      Mas era duas categorias acima, né?

      • Beto Magnun

        Ah mas foi só pra citar que alguém já o tinha nocauteado antes do ‘Philipe’.

  • Beto Magnun

    E convenhamos que Lima vs Larkin é uma luta de eliminação pra ver quem vai ser eliminado pelo Red King.

    • Felipe Pontes

      Red King ainda é o apelido de rory? Acho que ele é o cara com mais apelidos da história do universo. kkkk

    • Thiago Sampaio

      Rory MacDonald é um dos caras com mais apelidos no MMA e, no fim das contas, nenhum pegou!

    • William Oliveira

      De jeito nenhum, acho que o Larkinz tem um jogo muito bom pra ganhar do Rory, mas não vou torcer contra o Douglas..

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Mitrione quase foi nocauteado pela baranga do Seumadrugatafa ai, mas ainda sim eu acho que ele vai dar um pau no Fedor. Aliás se não fosse na Rússia, onde claramente o juiz esperou demais (e ao menos o Fedor voltou razoavelmente bem) ele tinha sido declarado nocauteado pelo Maldonado no GNP do R1.

    • Thiago Sampaio

      A atuação do árbitro central e dos juízes laterais foram todas pavorosas naquela luta!

  • Marcelo

    Wand vai com tudo, e o Sonã sempre foi medroso. Depois de umas bordoadas vai entrar em posição fetal e desistir da luta. Mais cedo ou mais tarde Mitrione vai fazer alguma burrada e Fedor termina a luta.

  • Baixista Loko

    Como eu faço pra treinar MMA com atrizes pornôs?

    • Thiago Sampaio

      Better Call Carlton Banks (a.k.a Lorenz Larkin)

  • Marcos Salgueiro

    Faltou Michael Page!

    • Thiago Sampaio

      Seria uma boa adição ao card. Porém, acho que ele ainda está se recuperando da lesão que o tirou da luta contra Derek Anderson.

  • William Oliveira

    Acho que poderia ter destacado também o Aaron Pico, um dos prospects mais credenciados do MMA, e a Heather Hardy, campeã mundial de boxe invicta que vai estar estreando. Parece que vai ser um bom card sim.

    • Thiago Sampaio

      São bons destaques mesmo, fica a curiosidade para ver como vão se sair no MMA, e logo em um evento grande. Só não os citei no texto para não ficar muito longo, rs

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