Sobre o UFC 186 e os PPVs recheados de 2015

Lucas Carrano | 19/01/2015 às 12:11
Revanche no UFC 186

Revanche no UFC 186

Mercado importante para o UFC e com público consumidor ávido das artes marciais mistas, o Canadá volta e meia é sempre brindado com grandes eventos da série de PPVs.

A máxima de que grandes lutas costumam acabar na terra do putine e de Wayne Gretzky se fez valer novamente e, na última semana, não houve quem não ficasse chocado com o anúncio do card do UFC 186.

O evento já contava com Rory MacDonald x Hector Lombard , primeiro combate anunciado, que pode definir o próximo desafiante ao título dos meio-médios (caso o direito não seja tomado de Ares novamente) e recebeu nada menos que outras três lutaças.

Numa tacada só, foram parar em Montreal: a revanche entre Renan Barão e TJ Dillashaw pelo título dos galos, a reestréia de Quinton Jackson contra o “Caipira de Aço” Fábio Maldonado e o duelo entre os habitues do top-15 peso médio CB Dollaway e Michael Bisping.

Começamos, então, pelo começo. A reedição da maior zebra de 2014 não é o combate que a categoria até 61,2 kg pedia neste momento, especialmente após os incidentes de agosto do ano passado.

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Rampage retorna após temporada no Bellator

Porém, não há responsabilidade de ninguém, senão o acaso e um timing perfeito, na tentativa de Barão tentar recuperar a cinta.

Apesar dos já citados problemas de Renan Barão antes do UFC 177 em meados do ano passado ter dado uma bela esfriada no clima para o duelo contra Tyler Jeffrey, este ainda é, sem dúvidas, o combate que larga com maior apelo junto aos fãs e perspectiva de sucesso comercial dentro da recente categoria.

Em seguida, vem o retorno de Rampage, que se está distante de seu auge, ainda é um atleta que chama a atenção do público – em uma um capítulo da saga dos ídolos de um passado não tão distante mostrando que sua imagem ainda tem alguma lenha para queimar.

Aliás, o casamento desta luta é muito interessante, pois dá a Maldonado seu tão sonhado “bilhete dourado” (segundo comentou o amigo Renato Rebelo) dentro da divisão – a meu ver, com uma nota de agradecimento no verso pelo socorro imediato ao capenga TUF Brasil 3 Final em maio de 2014.

Bisping tentará se reerguer no Canadá

Diga-se de passagem, o combate entre Maldonado e Rampage poderia sem disputado com sapatilhas, luvas de 12 onças e em 12 rounds de três minutos sem problema algum.

Por fim, o duelo entre Michael Bisping e CB Dollaway, pela interessantíssima divisão de pesos médios, pode devolver um dos dois, mesmo que apenas temporariamente, para o time de cima e fazer com que o outro fique em maus lençóis.

Diante de tudo isso, no entanto, é um indício deixado pela decisão da organização que salta aos olhos: parece que o UFC está mudando seus planos depois do fiasco de 2014.

Bom, primeiramente é bom que se diga que o cenário se apresenta de forma bem diferente neste ano.

Se em 2014 foram vendidos cerca de 3 milhões de pacotes PPV para os 12 eventos realizados (média de 250 mil unidades por edição), é bastante provável que a organização já atinja pelo menos metade deste número já no próximo dia 31 de janeiro, quando Anderson Silva encara Nick Diaz.

Dito isso, após meses ouvindo que vinha lançando cards frágeis e tendo passado por seu segundo cancelamento em pouco mais de dois anos, o evento aparenta ter mudado sua abordagem – especialmente se deixarmos de lado as edições 182 e 183, que apesar de acontecerem neste ano, foram anunciadas há muito tempo e tiveram seu trabalho de organização e promoção praticamente todo feito em 2014.

Segue firme o 184...

Segue firme o 184…

Se olharmos para o UFC 184, UFC 185 e já destrinchado UFC 186, veremos cards mais sólidos, recheados de grandes nomes e lutas, e que certamente sobreviverão ao baque de um imprevisto – como aconteceu com o evento em Los Angeles, que, apesar do nosso lamento diante do interesse em acompanhar o choque entre Ronaldo Jacaré e Yoel Romero, resistiu bem à saída do combate de sua programação – por ainda contar com Weidman x Belfort e Rousey x Zingano.

A opção por fortalecer os PPVs me parece evidenciar três questões:

1) não dá mais pra correr riscos tolos de cancelar outro evento.
2) grana e exposição da TV aberta e fechada são fantásticas, mas o grosso da renda vem mesmo de PPVs, então nada mais óbvio do que investir no seu produto mais rentável.
3) Com 13 eventos de grandes proporções no ano, 10 categorias e campeões e grandes estrelas saudáveis e atuantes, o trabalho de matchmaking e composição dos cards fica bem mais fácil.

Por outro lado (sempre há o reverso da moeda), tal movimento de migração dos maiores ovos da companhia para os cestos que custam US$ 60 a unidade em HD (50, se você não se importar com alta definição) gera um efeito contrário nos cards gratuitos, especialmente os da TV fechada: seu esvaziamento.

Embora o primeiro Fight Night do ano, em Boston, tenha sido de bom nível, a tendência de agora em diante não é melhorar.

Também devido a problemas com lesões, a próxima edição no FOX Sports 1 nos EUA será encabeçada por Stephen Thompson e Brandon Thatch.

Em seguida, é a vez do Brasil receber um card também pouco estrelado em Porto Alegre – que, embora não seja a mais escassa edição já realizada por aqui, não faz frente à segunda edição do UFC em Barueri, por exemplo.

Mas ainda menos animadora para os fãs brasileiros é mesmo a expectativa sobre a edição do UFC Fight Night no Rio, em março. Apesar de ser a primeira vez de um card desta série na Cidade Maravilhosa, a disponibilidade de grandes atletas para encabeçar a programação é quase nula – haja vista que já há eventos até no mês seguinte com lutas anunciadas, e o evento do Maracanãzinho até agora permanece vazio.

É possível que isso represente uma mudança de foco da série Fight Night, que deixaria de ter um caráter de introdução e fidelização do grande público, por estar disponível gratuitamente na TV dos EUA, e passaria a atrair mais a atenção do fã já iniciado, por contar com nomes intermediários e prospectos?

Sim, mas só o tempo trará a resposta definitiva para tal questão.

Além disso, é parte fundamental nesta equação os resultados dos PPVs bombados que vem por aí. E nós podemos começar a ter uma ideia disso a partir de vocês, amigos do Sexto Round.

Qual a sua opinião: te animam os PPVs já programados neste conceito (UFC 184, UFC 185 e, especialmente, o UFC 186) ou sua preferência é mesmo pela distribuição mais equivalente de nomes ao longo de todo o calendário anual?

Abraços.

PS: O Memorial Day de 2015, quase certamente, terá José Aldo x Conor McGregor disputando o cinturão dos penas. Alguém arrisca mais alguns palpites para rechear este card no “modelo 2015”?

  • Ibsen Oliveira

    Roy Nelson X Travis Browne seria uma boa luta ?

    • Marllon

      Roy ja está acertado para enfrentar Overeem no UFC 185,amigo

      • Renato Rebelo

        UFC 185:
        Anthony Pettis vs. Rafael dos Anjos
        Carla Esparza vs. Joanna Jedrzejczyk
        Roy Nelson vs. Alistair Overeem
        Matt Brown vs. Johny Hendricks
        Chris Cariaso vs. Henry Cejudo

        • Ibsen Oliveira

          Opa, foi mal pelo erro. Obg galera!!

  • Pedro Papini

    Divisão dos leves tb promete, tem Rafael, khabib e agora o cerrone!
    Eu acho melhor uma distribuição mais equivalente pra cada evento

  • Rodrigo Tannuri

    Bom, eu continuarei assistindo, independente dos modelos mesmo kkkkk Mas confesso que acho muito legal os eventos numerados terem o caráter estelar. Me admirava ver uma organização como o UFC realizando eventos com uma luta principal top e um co-main event qualquer. Era um risco desnecessário, tivemos contratempos e o papelão foi merecedor de críticas. A companhia tem um plantel de qualidade disponível, ou seja, não tinha motivos pra torcer pra não haver lesões.

    Agora, sobre o UFC 186, essa revanche entre TJ e Barão não me pega. Não estou na expectativa mesmo. Realmente, era a luta a se casar devido a falta de contenders em condições, mas era muito mais vantajoso assistirmos a um TJ x Dominick (que seria especial!) ou contra o subestimado Assunção (que seria uma justa revanche). Agora teremos que aguentar aquele discurso do Barão: “O Tijei está falando muito. Vou dar nele e trazer esse cinturão de volta pro Brasil.” Muda o disco, bicho!

    Se o Rory vencer e não obter o TS deveria processar o UFC! Ok, o Gastelum está muito bem, veio diretamente do TUF, mas as vitórias do canadense são irrepreensíveis. Estou fechado com o garoto. Maldonado x Rampage será engraçado e Bisping x CB ajudará e muito no PPV do evento, com certeza.

  • Malk Suruhito

    E vocês cantaram a pedra de Rampage x Maldonado no último Podcast na sacanagem e o Alexandre “é bem capaz mesmo”.
    Sean Shelby definitivamente acompanha os podcasts!!

  • Malk Suruhito

    E vocês cantaram a pedra de Maldonado x Rampage no último podcast e o Alexandre ainda mandou “Não ri que é capaz mesmo…”
    Joe Silva definitivamente é um dos primeiros a fazer download do podcast…

    • will

      É a primeira vez que eu considero o Maldonado favorito no UFC ! Acharam um pior que ele na segunda divisão do MMA !

  • Thiago Arruda

    É muito melhor ver os astros concentrados em um card só. Não sei pra que existe os Fight Nights, são ruins tecnicamente e atraem pouca audiência. Esse UFC 185, tá ficando fantástico, por enquanto o futuro melhor card do ano.

    Bem q Mendes vs. Lamas podia ser co-main-event de Aldo vs, McGregor.

    • Malk Suruhito

      O FN nos últimos tempos estavam com cards melhores que os PPV.

      • Thiago Arruda

        Com exceção da luta principal, o último Fight Night que poderia ser comparado com um PPV que eu vi foi Jacaré vs. Mousasi II. Não lembro outro FN q possa ser comparado.

        • Malk Suruhito

          É. Tava na cabeça que o evento do Kennedy vs Romero tinha sido num FN e não num PPV (DJ vs Cariaso) e tava lembrando também só das lutas principais do outros FN.
          É… tá complicado mesmo.

    • Rodrigo Tannuri

      Nem todo o UFN é ruim tecnicamente. Pelo contrário, muitos desses eventos menores surpreendem. Tanto é que o UFN: Rockhold x Bisping, disputado lá na Austrália, foi um dos melhores shows de 2014. E ele não é exceção. O que acontece é que muita gente pensa que pra se ter luta boa, é necessário ter nomes conhecidos, o que é errado. A expectativa pra Rory x Ellenberger era de lutão e, na verdade, foi horrível. É sempre bom ver os UFN, porque, geralmente, é a porta de entrada de muitos desconhecidos, que podem virar promessas.

      • Thiago Arruda

        Claro, tinha esquecido de Rockhold vs. Bisping, realmente foi um dos melhores de 2014, mas msm assim foi uma exceção. Claro q nem todas as lutas são ruins tecnicamente, e tbm nomes poucos conhecidos podem fazer grandes lutas, o maior exemplo disso é Bermudez vs. Grice. Mas o q sou contra, é o tanto de números de eventos, isso não é legal.

      • Raphael Seiji

        Matou a pau, Rodrigo.

  • Leonardo Peron

    Que tal para o Ufc 187:
    Demetrious Johnson x John Dodson (ou o vencedor de Ian x Lineker)
    Benson Henderson x Michael Johnson
    Mark Hunt x Miocic
    Gilbert Melendez x Jim Miller
    Carlos Condit x Saffiedine (não sei como escreve direito)

    • Leandro Ramos

      Johnson ta casado com Barboza

      • Leonardo Peron

        No final de fevereiro, o 187 é no final de maio, podia dar tempo… Mas eu botei uma porrada de opções mesmo, caso essa não dê tem várias outras.

        • Leandro Ramos

          Seria uma luta compreensível nesse momento do Bendo.

    • Lucas Pereira Carrano

      Mandou bem na grafia do Saffiedine, Leonardo. Vulgo “Tarec Safadinho”. hahaha

      Aliás, bela lembrança da volta do Condit, um dos meus lutadores favoritos no plantel do UFC. 🙂

      • Rodrigo Tannuri

        Que tal o apelido do apelido? Tarado Safadinho kkkkk

  • Tiago Nicolau de Melo

    Se (e somente se) vencesse o Barão, acho que o TJ pegaria o Super Mouse em 2015. Muito próximo pra casar nesse card, mas…

  • Fernando

    Eu prefiro cards mais recheados !!!

  • O que ainda vem por aí:

    UFC 183: Anderson Silva (brasileiro) vs Nick Diaz
    UFC 184: Chris Weidman vs Vitor Belfort (brasileiro) e Ronda Rousey vs Cat Zingano
    UFC 185: Anthony Pettis vs Rafael dos Anjos (brasileiro)
    UFC 186: TJ Dillashaw vs Barão (brasileiro) II
    UFC 187: José Aldo (brasileiro) vs Conor McGregor
    UFC 188: Cain Velasquez vs Fabricio Werdum (brasileiro)

    Nos próximos 6 pay per views, 6 brasileiros estarão na luta principal pelo cinturão.

    • Gefferson Nesta

      Com Vitor Belfort campeão, Barão nocauteando Dillashaw, Aldo esmagando McGregor e apesar de ser brasileiro Velasquez mantendo o cinta sobre vai cavalo!

      • Jonas Angelo

        Eu sendo otimista(leia-se torcedor): Belfort, Barão, Dos anjos, Werdum e Aldo campeões, supremacia retornando ao Brasil em 2015.

        Eu sendo realista: José Aldo, único brasileiro com cinturão em 2015.

        hahahaha

        • Ramon Reis

          Com exceção do Werdum, acredito que todos terão cinturão, mas se o Werdum ganhar não irei me surpreender.

        • Gefferson Nesta

          Como Renatão fala no podcast… Que é isso rapazzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!

      • Hromeupinto1

        Há. Há.Há.

        Nossa…como vc é legal.

    • Evandro Carvalho

      Sem falar que no fim do ano poderemos ver Anderson Silva x Weidman ou belfort

    • Lucas Pereira Carrano

      Bela lembrança, xará. Olha, que se a galera estiver de olho, e eu sei que está, vale até pauta aqui no 6R, hein?

      Abração!

    • ilton souza

      Ainda tem gnt q vem falar q o Dana (UFC) persegue brasileiros (e outras nacionalidades) e faz de tudo para manter os campeões americanos, é foda.

  • Gefferson Nesta

    2015 sem duvidas um ano sinistro e de muitas surpresas!

  • Raphael Seiji

    Curto assistir os FN, mas, é claro, prefiro os eventos numerados!

    Se Brock Lesnar confirmar um retorno ao MMA, com certeza irá compor algum desses eventos numerados!

  • Gabriel Fareli

    Gostei bastante desse “modelo 2015” do UFC organizar os eventos, a formula tem que ser essa mesmo : Estrelas nos cards numerados e deixa os FNs pros prospectos e promessas, e nada de eventos numerados com uma luta foda e o resto mais ou menos, ai cai o main event e pronto, o card fica sem atrativos.
    O ruim por esse lado, é que na tv aberta americana, não vai mais atrair o fã “inicial” e sim o que já acompanha e que gosta de ver jovens e prospectos, mas como bem disse o amigo Lucas Carrano, o que dá dinheiro é o PPV, o jeito é fazer isso mesmo.
    Ainda acho que pra ficar quase perfeito teria que reduzir o numero de eventos, com quase um por semana, nem dá direito pra descansar de um evento pro outro, ou debater o que aconteceu no ultimo, pq já tem outro logo em seguida.
    E sem contar que pra quem gosta de lutas e tem namorada/patroa/noiva/esposa que não gosta de luta,como eu, é um parto quase todo sabado, ter que convencer-la a deixar você ver o evento, enquanto ela quer sair, ou ver outra programação.
    Mas essa do numero de eventos, ainda vai demorar, mas em relação pelo menos a organização e distribuicao dos lutadores nos eventos, o Ultimate mostra que não está indo bem, e que quer mudar.
    Bom para nós, fãs !!

  • Ramon Reis

    Começamos, então, pelo começo.

    Há, Vá.

  • Daniel Cazan

    E aí amigos? Quais os chutes para o main event do UFC Fight Night no Rio, em março? As minhas apostas são no Jacaré (se melhorar) ou no Do Bronx. Mas acho que pode pintar uma luta boa de gringos..

    • Lucas Pereira Carrano

      Daniel, também tinha pensado em Jacaré x Romero, mas o próprio Jaca disse agora que só volta em abril.

      E agora?

      • diego rizzo

        Acredito no Demian de main event. A opção mais digna seria o Condit, pois os que estão em sua frente ja tem lutas, e maioria que está atras, no ranking ele ja venceu/lutou ou nao faz sentido como Ryan LaFlare e etc. Raphael Assunção poderia ser uma hipotese, mas esta na maca. Ta dificil, rs!

  • Carlos Montalvão

    Se o insetinho das lesões resolver ficar no ninho sem incomodar, tem tudo pra ser um dos melhores anos do UFC.

    Os caras mandaram sem dó um sequência violente de Anderson Silva x Nick Diaz, Chris Weidman x Vitor Belfort, Anthony Pettis x Rafael dos Anjos, Carla Esparza vs Joanna Jedrzejczyk (tentei escrever sem ctrl+c ctrl+v ou olhar em qualquer lugar, espero ter acertado hahahaha), José Aldo x Conor McGregor e Cain Velasquez x Fabrício Werdum, sem contar inúmeras lutas insanas que podem preencher esses cards se Sean Shelby e Joe Silva pensarem com cuidado.

    E aproveito o espaço com relação aos PPVs pra deixar minha indignação de tiete quanto à burrice do UFC de jogar Miesha Tate vs Sara McMann pro meio do card do UFC 183 e promover Kelvin Gastelum – O Poderoso vs Tyron Woodley, por motivos de: 1) Gastelum a menos de 2 anos era um participante do TUF, apesar de vir lutando muito no UFC, 2) Woodley morre na agressividade após o primeiro round e vira um atleta ruim à partir de então, 3) Quem em sã consciência daria o title shot pro Gastelum após essa luta como veem dizendo sendo que tem Rory MacDonald/Johny Hendricks/Matt Brown (diga-se de passagem, Hector Lombard é carta fora do baralho né) na jogada? 4) Tate: já disputou o cinturão, tem apelo com o público seja pela beleza ou por até o embate contra a Zingano costumar levar alguns bônus de luta da noite, além de já ter sido treinadora do TUF, programa o qual Gastelum apenas foi participante, adversária que em 2 lutas contra a campeã, durou cerca de 15 minutos mais ou menos, tempo que se combinar as outras lutas da Ronda, não chega perto, 5) McMann: disputou cinturão ano passado 6) Luta de mulher atrai público seja pela curiosidade de quem não conhece WMMA ou porque geralmente as mulheres se quebram sem “Gleisontibalzar/Hacrandiaszar” durante os rounds, salvo algumas excessões, 7) Colocar as duas no cartaz embaixo de Spider e Diaz ia chamar mais atenção.

    • Fabricio Alves

      WMMA atrai publico?

      • Carlos Montalvão

        Com certeza. Eu mesmo prefiro luta feminina a qualquer luta masculina fora do top 10 (a não ser que tenha algum monstro em alguma arte marcial específica envolvido), Demetrious Johnson lutando ou um Phil Davis vs Ryan Bader. Acho que chama a atenção também o fato delas quebrarem o mito de que mulher é frágil e lutarem sem frescura. Fora que quando são lutadoras bonitas tem o apelo da imagem. Conheço várias pessoas que iam preferir um evento do Invicta FC à um Fight Night desses que só servem pra encher linguiça, como conheço também quem não gosta de ver duas mulheres se estragando na pancada.

  • Bart Simpsons

    No UFC Aldo vs McGregor, bem que poderiam colocar duas lutas valendo cinturão. já que Dana disse querer fazer lá em Las Vegas, poderia rolar nem que fosse um Ronda Rousey vs Bethe Correa. Com a melhora de Ronaldo Jacaré, poderiam colocar a luta dele contra Yoel Romero. Tão dizendo aí que poderia rolar em breve um Cigano vs Browne, então caso o brasileiro já estivesse recuperado da cirurgia que fez recentemente e claro, se tiver tempo para treinar, também seria uma boa rolar essa luta no card principal desse evento. Pra fechar o card principal, bem que poderia rolar Uriah Hall vs Costa Phillipou, Daniel Cormier vs o perdedor de Gustafsson vs A.Johnson, Daniel Cormier vs o vencedor de Davis vs Bader, Thales Leite vs vencedor de Henderson vs Mousasi, John Dodson vs vencedor de Ian McCall vs John Lineker, Uriah Faber vs Raphael Assunção, o retorno de Carlos Condit, vs Demian Maia.
    Enfim, todas essas lutas citadas são grandes lutas que fariam sentido hoje, não sei se até lá elas ainda faram tanto sentido, se algumas delas podem ter acontecido em algum evento anterior, lutadores podem se machucar, enfim…. o que eu gostaria era de ver pelo menos o card principal de Aldo vs McGregor bem movimentado, com lutas entre lutadores que estão disputando ts, lutadores importantes, reconhecidos pelo público, lutadores grandes dentro do MMA em geral. Podem não ser exatamente os que eu citei, mas que sejam nomes a altura desses citados por mim.

  • Italo Soares

    Na Luta Co-Principal do UFC Aldo vs McGregor eu colocaria Donald Cerrone vs Khabib Numargomedov!

  • Bart Simpsons

    Analisando o UFC 186..
    Dillashaw vs Barão – Dillashaw conseguiu bater o até então imbatível produto da Nova União, que só havia sido derrotado em sua estréia no MMA profissional e, desde então era mais de 30 vitórias consecutivas, 9 anos sem ter a sensação de sair do cage com o gosto da derrota. Enfim, Dillashaw continua tendo seu footwork e gás como fatores que desequilibram para o seu lado. Renan Barão tem o striker e o jiu jitsu a seu favor. Aliás, falando em striker, Barão é melhor sim, tecnicamente falando, no entanto o que pode pesar contra o brasileiro justamente na parte em que poderia ser uma de suas vantagens, é o fato de Renan jogar um tanto paradão, talvez justamente confiando no seu poder de fogo na parte de trocação. Para lutadores como Dillashaw, lutadores “pipocas”, pipoca não no mau sentido, no sentido de pipoqueiro, mas sim no sentido de ficar pulando como se o chão do octógono fosse uma panela quente, esse estilo de Barão pode ser letal (mais uma vez no caso de TJ).
    Rory vs Lombard – Sabemos de como Lombard é explosivo, é forte, tem mãos pesadíssimas e seu judô dispensa comentários. No entanto, a fase de Rory MacDonald é simplesmente estupenda. O pupilo de St Pierre está um mestre em controlar a distância, sabe usar a envergadura como poucos no MMA mundial. O canadense está a cada luta melhor, e na atualidade, vejo apenas Robbie Lawler e Johny Hendricks com capacidade para pará-lo.
    Maldonado vs Rampage – Rampage Jackson, um dos maiores fanfarrões do história do MMA mundial está de volta a antiga casa, justamente contra o nosso querido Fábio Maldonado. Maldonado pode até ter um boxe ofensivo bem legal, no entanto, nosso “caipira de aço” é um tanto lento e tem um boxe defensivo que não é lá grande coisa. Não que o Rampage esteja numa grande fase hoje em dia, mas sinceramente, na parte de striker, sou mais o americano. Sem contar que Rampage pode muito bem levar para o chão, caso queira, e ficar por lá no ground and pound até umas horas. Enfim, torcendo pelo Maldonado, mas Rampage é pleno favorito.
    CB Dollaway vs Bisping – Sinceramente, Bisping pode até ser melhor na parte de trocação do que o seu oponente, não muita coisa, mas não porque ele seja bom mesmo, mas sim porque não é muito a praia de CB. Creio que essa luta vá se desenrolar no chão, “Doberman” tentará usar seu wrestling, que estará muito bem afiado com a ajuda de seu grande parceiro de academia, o ex all american Ryan Bader. Aposto em “doberman”, por unanimous decisions.

  • diego rizzo

    Aldo x McGregor
    Khabib x Cerrone
    Cigano x Browne
    Dennis Bermudez x Denis Siver
    Masvidal x Tibau/Ferguson

    Melhor card do ano?

    Pro Rio, realmente ta bem dificil e em cima da hora pra montar um belo card, tendo em vista a preparação de atletas de alto nivel. Vou por algumas sugestões de lutas que me vem na cabeça:

    Rafael Feijão x Pat Cummings
    Alan Nuguette x Jake Mattews
    Charles do Bronx x Max Holloway ou Dennis Bermudez
    Rony Jason x Jim Alers
    Sergio Moraes x Colby Colvington
    Demente x Krzysztof Jotko
    Caio Monstro x Josh Samman
    Thominhas x Henry Briones
    Johnny Eduardo x Alex Caceres

    Falta algumas lutas, mas essas que estão aí, são lutas bem decentes para um card em cima da hora. Ficamos a mercê de main event nas lutas acima. Talvez Charles x Bermudez ou Feijao x Cummings de qualquer forma. Eaí Carrano, o que acha? Abraço.

    • Lucas Pereira Carrano

      Rapaz, grande esforço seu em reunir praticamente todas as possibilidades (se cuidem, Joe Silva e Sean Shelby). Mas, embora dê pra se montar um card com esses combates, convenhamos que qualquer luta dessas como main event seria de longe o evento principal com menor apelo/nome da história. Ou não?

      Abração!

      • diego rizzo

        Não tenha duvida, irmão! Pensei em um Demian Maia no main event, mas confesso que não me deixar excitado o suficiente, mesmo gostando de muitos nomes que consegui achar aí… Demian x Condit( nao sei sua atual condição), nao seria um FN de se jogar fora. Ou vai assim, ou vamos de promessas no main event, vide Thatch x Thompson

  • will

    O UFC está certíssimo! Os eventos numerados têm que trazer só o filé. Se uma luta cair têm mais 5 ou 6 pra segurar. Teve FightNight melhor que o UFC 177! Isso é bom porque atrai o grande público pros grandes eventos. Os eventos menores ficam pros fans hardcore.

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