MMA brasileiro precisa de
renovação, não de títulos

João Vitor Xavier | 07/06/2017 às 16:34

Sempre que o Brasil perde um cinturão no UFC fica aquele vazio, aquela sensação de que a “fonte secou”, que demorará muito tempo para termos mais de um campeão novamente.

Alguns meses depois, e os próprios atletas brazucas desmentem os profetas do apocalipse.

Rei posto

Sem querer ser um desses, mas é hora de analisarmos novamente o futuro do Brasil no topo do UFC, pelo menos a curto prazo.

Com a derrota de José Aldo no último sábado, apenas Amanda Nunes representa o país como campeã no Ultimate – pelo menos até 8 de julho, quando enfrenta a duríssima Valentina Shevchenko.

Caso a Leoa perca, o jejum de títulos vai ser bem maior que 48 horas, período em que o Brasil ficou sem campeões no ano passado, quando Rafael Dos Anjos foi surpreendido por Eddie Alvarez no dia 7 de julho, mas Aldo e a própria Amanda venceram cinturões no dia 9.

É fato que temos boas oportunidades no horizonte. E elas passam pelas mulheres, principalmente.

Nos palhas, Claudinha Gadelha passou por cima de Karolina Kowalkiewicz também no UFC 212 e está a uma luta de enfrentar Joanna Jedrzejczyk novamente.

Cyborg e o peso pena feminino: vai ou racha no UFC 214

Cris Cyborg deve ser coroada campeã do peso pena no UFC 214, seja interina ou linear.

Se confirmada a chance de título de Demian Maia, por exemplo, creio que ele tem tudo para destronar Tyron Woodley.

Situação parecida tem Fabricio Werdum, que está a uma luta de ter uma chance pelo cinturão. No caso de “Vai Cavalo”, porém, não o vejo superando Stipe Miocic em uma eventual revanche.

Além dos casos citados, porém, o Brasil está em baixa no restante das categorias. Nos meio-pesados, Glover Teixeira era a maior esperança, mas a derrota definitiva para Alexander Gustafsson deve tirá-lo de qualquer disputa de título pelo resto de sua carreira.

Entre os médios, Ronaldo Jacaré também vem de derrota, mas pode sonhar ainda com o título.

Nos leves, a grande esperança é Edson Barboza, que está na cara do gol, mas sofre com a falta de “carisma”, que se faz ainda mais necessária em uma categoria onde Conor McGregor é o campeão.

Maia: perto do título e dos 40 anos

Nos penas, José Aldo perdeu o título, mas também está a um ou dois combates de nova chance pelo cinturão – se vai chegar lá é outra história.

Entre os galos, Raphael Assunção e Marlon Moraes são as grandes esperanças. No mosca, só Jussier Formiga salva.

Mesmo assim, não vejo motivo para pânico – no curto prazo. A ciranda de cinturões é normal e atinge os brasileiros, para o bem ou para o mal.

Historicamente, o Brasil vai bem em algumas divisões e mal em outras. O que preocupa mesmo é a falta de renovação.

Como José Aldo colocou recentemente em excelente entrevista antes de sua luta com Max Holloway, falta ao MMA brasileiro um fora de série dos moldes do próprio Aldo, um Mauricio Shogun, um Anderson Silva.

Acho que os brasileiros que não conseguiram a renovação ainda para dar continuidade. A gente teve Anderson, Cigano e Shogun também. Não apareceram atletas brasileiros com o mesmo estilo de luta que poderia dar seguimento a esse legado. Mas isso é fase, isso é normal. Nós já tivemos muitos cinturões, e vamos ter outros. Cigano acabou de perder [a disputa], mas pelo menos estamos ali. Mas isso faz parte, né, a vida em si muda bastante. Fora de série eu não vejo ninguém ainda”, comentou José Aldo a jornalistas, em declarações transcritas pela AG. Fight.

Concordo plenamente com ele. O Brasil tem revelado bons atletas, como Paulo Borrachinha, Thomas Almeida e Jéssica Bate-Estaca, mas não sei se são nomes para, um dia, terem o mesmo nível de um Anderson Silva ou de um José Aldo.

A questão nem passa pela relevância. Não vejo os lutadores brasileiros perdendo seu lugar de destaque no MMA mundial. O que preocupa é a falta de ídolos após a atual geração se aposentar.

E é preciso ser um fora de série para ser ídolo. Tomara que apareça algum fenômeno (de verdade, não estrela cadente) em breve. Ou então, a força do esporte pode diminuir e muito no Brasil.

  • Eduardo Kovasc

    Pois pra mim o Brasil ainda é campeão de todas as categorias do UFC!!!

    • Petrus Radamés

      uai, como assim para você o Brasil ainda é campeão em todas as categorias?

      • Gabriel Nicacio

        Acho que ele quis dizer que em tds as divisões o Brasil tem o melhor lutador dela!

        • Tiago Nicolau de Melo

          Não faz sentido igual. Porém, é a opinião dele.

          • Gabriel Nicacio

            Pois é, não que faça sentido…

    • KRS Porlaneff
      • Marllon

        AAAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHHAHAH

      • IMPERADOR

        Hahahahaha

    • felipe

      PQP mais um idiota da tatame, agora fudeu. Por favor Renato, ja corta na raiz essa bosta,

      • Shotokan Karate

        Deixa o coitado curtir seu mundo paralelo kkkkkkkkkkkkkkkk

  • Diogo Barbosa

    Aparecerá alguém uma hora, mas creio que a seca vem principalmente por conta na falta de estrutura física e mental das academias.
    Quando nossos campeões perdem, a maioria absoluta ou tenta mudar drasticamente a forma que luta ou não muda absolutamente nada vide como exemplo desse desperdício Cigano , Dos Anjos, Lineker, Bate-estaca, Cara de Sapato dentre outros.
    Outro problema é a baixa frequência com que a maioria luta e a alta intensidade dos treinos. Enquanto as academias daqui mantiverem os lutadores lutando uma ou duas vezes por ano, não teremos campeões dominantes.
    Hoje tenho expectativas em ver como serão as novas aparições de Renan Barão, e creio que se forem boas podem servir de exemplo para os outros lutadores com enorme potencial mas que acabam o desperdiçando.
    Campeões deixam de ser moldados somente no treino e no Octógono e passam a ser nos detalhes entre esses pontos, como alimentação, treino mais sadio , sparrings mais técnicos e menor exaustão nos treinos.

    • Eduardo Kovasc

      Jaca é o campeão sem cinta.

  • Daniel Piva

    Para mim o que precisa mudar é a cultura brasileira. O povo gosta de ser campeão, não do esporte. Embora eu não concorde com muitas coisas da formação, nós temos ótimos nomes para nos representar a curto, médio e longo prazo.

    Sem muito esforço, de cabeça temos vários nomes bons abaixo de 30 anos: Douglas Lima, Patrício Pitbull, Eduardo Dantas, Marlon Moraes, Paulo Borrachinha, Thomas Almeida, John Lineker, Goiti Yamauchi, Augusto Sakai e muitos outros.

    Além disso, entre 30 e 35 anos possuímos outros grandes nomes, como por exemplo o Rafael Carvalho, campeão dos pesos médios do Bellator. Além do próprio José Aldo, que tem muita lenha para queimar e acrescentar muito mais na história.

    O ponto é que muitos deles são campeões em eventos menores e por isso não são valorizados. E, se forem ao UFC e não conquistarem os cinturões (ou ficar pouco tempo com eles), também não serão.

    • William Oliveira

      Sakai só é um bom nome se estivermos falando de uma competição de comida, porque lutador é mediano para ruim.

      • Renan Oliveira

        Eu ri, hahaha

    • João Vitor Xavier

      Excelente colocação, Daniel! Meu texto já parte do pressuposto de que o fã brasileiro gosta de vencedores e não necessariamente do esporte.

  • wanderson

    cara tirando a parte do fenômeno de verdade o resto eu concordo

  • Shotokan Karate

    Honestamente JVX não me consigo me animar com essa “nova geração”. Já comentei muitas vezes que comecei a acompanhar MMA quando era sinônimo de refúgio para lutadores aposentados de outras lutas como o próprio boxe. Mas enfim pra não correr do tópico do teu texto levo fé em títulos da Cris e acredito no Demian apesar de admitir que o Woodley vai ser um grande mistério e esse mistério que impede num otimismo maior em uma conquista dele. Não me empolgo com a Amanda apesar de admitir que está sendo competente em suas lutas.

    • Igor Martins

      a amanda em lutas passadas já foi decifrado seu jogoe como vence-la, apesar de ser boa lutadora e ter qualidades que tornam dificil de enfreta-la como potencia e precisao nos seus golpes em pé…

  • Mauricio

    A curto prazo, olhando alguns nomes dá para ver uns bons lutadores

    No mosca, vejo o Pantoja como um prospecto… tem o Matheus Nicolau e o Moraes (ex ou atual campeão do One FC) e o Liniker se batesse o peso.

    No galo, vejo o Thominhas e o Marlon a longo prazo e só, não acho que o Liniker vá um dia ser campeão, o Barão só falo após a proxima luta. E ainda o Dudu Dantas no Bellator.

    Nos penas, futuramente o Moicano parece ser um bom lutador que pode fazer frente lá com os tops, não agora tbm mas a longo prazo pode vir a ser campeão.

    Leves: Só o Edsão da massa mesmo, infelizmente…

    Meio Médio: Vale o Santiago?

    Médio: Borrachinha, Cara de Sapato (esse com mais chance de ser ídolo) e o Rafael Carvalho

    Daí pra frente tá meio osso hehe

    • Eduardo Kovasc

      Cara de sapato ídolo? O cara é o rei das lutas chatas!! E ainda levou um sacode do mediano Cummins. Cê tá doido. Qdo o “Carlos de Sapato” é anunciado eu vou comprar cerveja.

      • William Oliveira

        Cummins como lutador de MMA é mediano, mas como wrestler é muito bom e sendo mais pesado acaba ficando com uma baita vantagem sob o Cara de Sapato..

    • Gabriel Nicacio

      Poxa, no meio médio vc não colocou o Demian Maia?

  • José Valter Alves Junior

    Parabens pelo Texto, muito bem escrito mostrando realmente a situação como um todo, ele foi direto no X da questão. Acredito que o Brasil tem um excelente material humano e pode gerar varios bons atletas no cenário internacional, mas acho que a maior questão a longo prazo é: será que a qualidade da preparação de atletas vai evoluir com o passar do tempo ou a unica alternativa de melhora se encontra fora do brasil!? E uma boa questão pra discutir e refletir.

  • Lele Me

    Eu acho que cabe uma reflexão. Será que as tais lendas eram mesmo muito bons ou o nível é que era muito baixo? minotauro, shogum, machida, o próprio cigano,d entre outros…será que eles eram muito tops? Eu fico um pouco na duvida

    • Sim, eram. Não há motivo para dúvida, acredite em mim, o homem do flashback. O que se pode observar é que a mudança do polo central do MMA do Oriente para o Ocidente abalou o Brasil fortemente, enquanto potência hegemônica do esporte. As regras do UFC — principalmente o tamanho dos rounds e o tamanho do octógono — favorecem um estilo diferente de lutador que o Brasil se acostumou a forjar, menos guerreiro e mais racional, menos explosivo e mais maratonista. E o fato de ser octógono e não ringue supervaloriza as valências do wrestling.

      Com essa virada, os EUA, que tinha participação modesta no Pride, passou a potência número 1. O mérito do Brasil, porém, está em ainda se manter relevante. Se manter no topo, mesmo em segundo lugar. Ainda temos o segundo maior número de lutadores tops. 😉

      • Paulo Zanchet

        Excelente explicação, sempre tive essa dúvida. As valências do wrestling são determinantes no MMA atual. Só uma correção: EUA faz concordância no plural.

      • Fernando Chaves

        ta sumido com os flashbacks, caro FHS. Quando vai poder dá uma palhinha !?

        • Estamos quase de volta. No momento estou focando em terminar algumas prioridades de programação que vão dar um up no site, e depois eventualmente vamos escrever novamente. Estou até com saudades.

      • Entra Numa MMA

        Lembrando nomes de alguns adversários daquela época:
        Quinton Jackson
        Mirko CroCop
        Fedor
        Chuck LIdell
        Kasushi Sakuraba
        Entre outros…

    • FABIO NEVES

      Acho que era um pouco dos dois.

  • Daniel Mental

    Comparativo: Aldo x Holloway e McGregor x Nate (1ª luta)

    Analisando estes dois confrontos, achei que os motivos das derrotas foram bem semelhantes.

    Aldo e Connor:

    1 – enfrentaram adversários maiores e com longo alcance.
    2 – começaram superiores.
    3 – aplicaram golpes com força máxima logo no começo
    4 – cansaram, perderam rendimento e capacidade de esquiva
    5 – seus adversários viram seus adversários crescendo durante a luta
    6 – levaram sequência limpa de diretos
    7 – caíram e entraram em modo de sobrevivência

    no final, um desistiu na finalização e o outro teve a interrupção por TKO.

  • Anderson Tomaz

    Esse lance da Cris tá confirmada no 214 é fato? Ainda mais como TS?

    • William Oliveira

      Dana falou que ela ia estar no 214, agora se isso confirma alguma coisa é outra história haha

      • Daniel R Carletti

        Isso aí. Mas não tem papo de cinturão interino por enquanto não. Ela vai lutar no 214 (segundo Dana White) mas sem adversária confirmada.

        Mas já pode apostar em KO no primeiro round, tá seguro.

    • João Vitor Xavier

      Está confirmado title shot, seja linear ou interino, pro UFC 214!

  • Marcio Rodrigues

    Fazendo uma pesquisinha rápida sobre alguns dos principais nomes do mma nacional recente: Wand; Anderson; Belfort; Shogun; Machida; Irmãos Nogueira; Werdum; Aldo.

    Todos esses entrearam no mma entre 1996 e 2004. Em um intervalo de 9 anos surgiram 9 ídolos nacionais.

    De 2004 (ano de estréia do Aldo) pra cá, já se vão 13 anos e o único fora de série que surgiu (pra mim) foi o Cigano (estreou em 2006, já com 22 anos).

    Ou seja, esse cenário de seca já é antigo, mas só agora com a aposentadoria dessa super safra é que o pessoal começou a se preocupar. Quando digo seca, é de ídolos. Bons lutadores o Brasil continua e continuará formando (RDA, Amanda, Barboza…). Agora, lutador fora de série/carismático, acho que foi só uma fase (e não vai voltar).

  • William Oliveira

    Sei que não é o foco da conversa mas acho que o pessoal do 6R dá muita pouca moral pro Werdum. O cara é na minha opinião o maior peso pesado da história que já lutou no UFC (Fedor não entra no papo).

    Cain passa mais tempo machucado que lutando, e Werdum deu um pau nele, alta altitude ou não (até porque preparação é dever do atleta).

    Assim sendo, que história é essa de não vê-lo superando o Miocic? Qualquer ser humano pode perder pro Werdum numa luta de MMA, é simplesmente o melhor BJJ do MMA no peso pesado e o striking dele melhorou pra caralho nos últimos anos, não há motivo pra considerar aquela luta em Curitiba, onde ele errou sim, pra caralho (e já admitiu) como o fim da carreira do cara.

    De resto, concordo em partes, pra mim a parada é que o MMA evoluiu muito pra permitir caras tão acima da média quanto o Anderson nos melhores dias, quando a competição era pior (Okami, Leites, Marquadt, Lutter) era com certeza mais fácil de ser tão superior.

    • Igor Martins

      n lista do anderson…somente dan henderson e belfort

      • Entra Numa MMA

        Rich Franklin não?

    • Baixista Loko

      Na epoca eram os tops como hj tem os tops de cada categoria, n época eram esses ai.

      • William Oliveira

        Sim, lembro disso, mas meu ponto é que o nível deles, mesmo sendo os melhores da categoria na época, era muito baixo.

        Antigamente havia vários atletas bons competindo nessa categoria mas em outras organizações, hoje não temos sequer 5 nomes de respeito fora do UFC, Dana White conseguiu trazer quase todos os lutadores realmente fodas e a categoria tá muito mais viva e competitiva do que na época do reinado do Anderson. Enquanto o Anderson estava enfiando o pé na cara do Belfort por exempo, Rockhold e Jacaré lutavam no Strikeforce. Enquanto ele lutava com o Okami, tava rolando Rockhold contra Tim Kennedy, na época varrendo o Strikeforce, percebe? É diferente, o nível do UFC subiu muito nos últimos 7 anos.

        Também vale citar que as categorias em geral eram todas mais rasas, menos lutadores, fazia-se muito menos pra ganhar um titleshot, então as vezes lutadores ganhava sem merecer e tomavam um coro, evidenciando que não estavam prontos, foi o caso do Lutter, Cote, Irvin..

        • Asisz Marco

          para mim a categoria dos medios do strikeforce era bem mais forte que a do ufc

    • Asisz Marco

      faço das suas, minhas palavras

    • Entra Numa MMA

      Sabe quando vc vê um Bob Burniquist dando um “flip” e fala: “Ahh isso ae eu tbm faço!”
      Quando vc vê o medina fazendo um aéreo numa onda e diz: “Ahh isso ae é fácil!”
      Pois é, os nossos lutadores do passado eram tão diferenciados que parecia fácil o que eles faziam, que quando ele quisesse e desse uma blitz ele detonava o oponente. muitos desses nomes não foram mais na carreira pq simplesmente batiam com a cara na parede.

      Sem dúvida o MMA brasileiro precisa ter uma reformulação na parte de preparação física, estrutura e principalmente de estratégia. Precisamos (nós brasileiros) entender que só vontade, só na paraibagem não dá mais.
      Precisamos (nós fãs do MMA) observar que essa é a era mais democrática do UFC de todos os tempos.
      Temos como campeões:
      -Brasileira
      -Irlandês
      -Croata
      -Inglês (campeão merda, mas é)
      -Polonesa
      -Holandesa
      -Americanos
      Enfim… É preciso voltar para as academias e reinventar a roda ou simplesmente voltar ao projeto original.
      Sei lá. É preciso esperarmos e não queimar cartuchos na ânsia de termos logo campeões e fazer a nova geração seguir a etapas corretamente, sem atalhos q vai sair.

      Não foi falado no texto, mas um nome que eu vejo futuramente bem seria Vicente Luque
      Anotem esse nome!

      • Entra Numa MMA

        Desculpem o textão!

      • Croata?

        • Joadson Carvalho

          Miocic tem nacionalidade Croata e Americana.

  • RWillians

    O que me preocupa é q num curto prazo nossa média é de poucos contenders por divisão (lutadores que com uma ou duas vitórias tem chance de cinta e/ou as estrelas se alinharem):

    Masculino: 25 ranqueados
    Peso Pesado: Werdum e Cigano (2 no top 15) – Divisão é rasa, logo Cigano sempre terá chance.
    Peso Meio-pesado: 0 (3 no top 15) – Os 3 estão em reta final de carreira
    Peso Médio: Jacaré (4 no top 15) – Com umas duas vitórias acho q ele sobe para as cabeças novamente, mas…
    Peso Meio-médio: Demian (1 no top 15)
    Peso Leve: Edson e RDA (3 no top 15) – RDA ainda está no ranking do leve, como ex-campeão acho que se ficasse por ali teria uma chance futura, Edson precisa de uma vitória sobre um dos dois contenders para se tornar significante.
    Peso Pena: Aldo (3 no top 15) – Renan Barão ainda está no ranking do pena, Aldo com uma vitória deve ter chance
    Peso Galo: Rafael, Marlon e Lineker (6 no top 15) – Acho que os 3 estão ali em cima, Rafael com uma vitória, Lineker vencendo 2 relevantes, Marlon ainda tem q se provar, afinal do UFC, os animais são outros. Lombard, Alavarez e Will Brooks estão aí para mostrar. Ainda teríamos o Barão, mas esse é uma incognita.
    Peso Mosca: 0 (3 no top 15)

    Feminino: 3 ranqueadas
    Peso Galo: 0 (1 no top 15) – Tirando a Leoa campeã, temos Bethe…
    Peso Palha: Gadelha e Jéssica (2 no top 15) – Essas duas sempre estarão ali em cima.

    • Renan Oliveira

      No peso-galo feminino tem aquela Ketlen também, que tá no ranking.

  • Pedro Duarte

    Como falou o Dedé em uma entrevista recente, só na California existem mais academias com estrutura profissional que no Brasil inteiro. Isso ajuda muito na perda de relevância do país. O BJJ, Judô, Karatê, Capoeira e Muay Thai ainda são esportes muitos praticados por aqui, mas é preciso incentivo para os atletas migrarem para o MMA. No BJJ por exemplo, ainda somos potencia absoluta nos campeonatos mundiais.

  • Acho que pode entrar nessa questão da renovação a falta de incentivo financeiro nos eventos e patrocínios aqui no Brasil. Tô falando meio de orelhada, mas aqui tem um zilhão de eventos pequenos que pagam uma ninharia pro indivíduo lutar, e ai galgar até um evento nacional de maior escopo e ganhar um pouco mais não é tão fácil. Aqui nossos atletas não tem como se sustentar só de luta e a maioria precisa trabalhar além da luta. Pra um cara ser fenômeno, ele precisa focar só na luta.

    Lógico que esse raciocínio se estenderia até pra crise brasileira e mundial, mas não vou aprofundar pois sou leigo rs.

  • Paulo Tanner

    Parei de ler quando li “Shogun fora de série”. Shogun é o cara que foi espancado diversas vezes? Viúvas do Pride criem vergonha antes de escrever.

    • William Oliveira

      Shogun é um fenômeno, uma lenda, concorde vc ou não, olha a idade que ele tinha quando foi campeão no PRIDE.

    • Thiago_NCO

      O MMA não começou em 2012 na Rede Globo não, champs…

  • Lincon Medeiros

    Minha esperança por cinturão é com Demian Maia , porque o Cigano foi maior decepção. nunca vi um involução tão grande. Como dizem Cain tirou sua alma nas lutas..

  • João Vitor Xavier

    Falando por mim. Sou fã absoluto do Werdum, inclusive já o defendi em algumas oportunidades aqui. Mas eu não vejo o jogo casando, ainda mais com a confiança que o Miocic vem alcançando a cada vitória. É isso. A resposta era para o amigo William Oliveira! rs

    • IMPERADOR

      Tem o Jiu Jitsu…
      Acho que estão esquecendo disso.

    • Shotokan Karate

      JVX realmente o Miocic está pegando moral mas não vamos esquecer que o que passou em Curitiba foi uma grande sorte por parte do Miocic. Pra mim ele acusou algum golpe que o Werdum mandou nele o que fez o gremista começar aquela blitz que era pra resolver a luta. Entre os socos que o Miocic mandou a esmo um deles entrou. Faz parte é da luta. O que incomoda é essa encheção de saco do careca em marcar essa revanche.

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