UFC FN 108: os palpites dos
colunistas do Sexto Round

admin | 21/04/2017 às 21:13

Bridgestone Arena irá receber, neste sábado, o UFC Fight Night 108, em Nashville, Tennessee.

O card, no papel, não é dos mais empolgantes e terá como luta principal o questionável casamento Cub Swanson x Artem Lobov.

O “Martelo Russo”, que é um dos melhores amigos de Conor McGregor, tenta chegar ao terceiro triunfo seguido contra o quarto colocado no ranking dos penas – que vive bom momento e seguir nessa batida em busca de  um title shot.

O evento ainda conta com o duelo de gerações entre Al Iaquinta e Diego Sanchez. O confronto marca o retorno do “Raging” após dois anos longe do octógono.

Já o Brasil terá dois representantes no card: Marcos Pezão encara a maior luta de sua carreira contra Ovince St.Preux entre os meio-pesados. Já pelos médios, Thales Leites enfrenta o sorridente Sam Alvey. 

Ótima oportunidade para os (nem sempre tão precisos) palpites de nossos colunistas do Sexto Round e de Gustavo Menor, o campeão do Confere em 2016.


David Carvalho: É hora de Swanson vingar tanto tempo ter sido chamado de “vovô” por McGregor e desforrar em cima de seu pupilo. Difícil algo diferente de Cub Swanson por nocaute. 

Felipe Paranhos: Tá de sacanagem essa luta. É MMA, tudo é possível, mas esse tudo só é possível se Doo Ho Choi tiver retirado sua alma com os socos que deu em dezembro. Cub por TKO.

Gustavo Menor: Lobov, que tem como única qualidade ser parça do Irlanda, não vai passar dos primeiros 5 minutos. Cub Swanson, TKO.

João Vitor Xavier: Difícil acreditar em qualquer outro resultado. Vejo Swanson vencendo Lobov brutalmente, e acho que não será bonito de ver. Swanson, TKO.

Laerte Viana: Aqui não tem nem muito papo. Lobov não é digno nem de figurar no plantel de lutadores do UFC, quiça enfrentar um legítimo top 5. Ficarei muitíssimo surpreso se Cub tiver maiores dificuldades. Swanson nocauteia no R1.

Lucas Carrano: Tá de sacanagem. É de parar o mundo pra eu descer se o russo radicado na Irlanda levar essa, hein? Swanson vence por nocaute. 

Lucas Rezende: Quem aprovou este combate? Swanson por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Luta sem sentido algum, não espero nada a menos que um atropelo de Swanson. Cub por nocaute.

Renato Rebelo: Na condição de líder isolado, pensei em ousar nessa aqui. Afinal, quem tem mais fichas em mãos geralmente é mais agressivo e força o jogo. Mas não rola apostar no Lobov. Na última década, apenas Chad Mendes, Max Holloway, Ricardo Lamas, José Aldo e Frankie Edgar bateram Cub (ou seja, o crème de la crème da categoria). O Martelo Russo, com muita boa vontade, é apenas um brigador raçudo e durável que está onde está por suportar o castigo (e a amizade) de Conor McGregor. Lobov tem, sim, a famosa “puncher’s chance” (até por ser maior), mas é inferior tecnicamente em todos os aspectos da luta. “Old Man” Swanson, decisão.

Rodrigo Tannuri: Sinceramente, não dá pra imaginar Lobov, um freak de marca maior, vencendo Cub, um dos grandes dos penas. Aliás, essa luta incabível só foi propiciada pelo fanfarrão Ishihara, que conseguiu perder! Voltando ao tópico principal, Swanson é bem favorito, pois é superior em tudo e luta de forma natural, enquanto o rival é todo travado e não tem nível de UFC. Resumindo: o veterano tem obrigação de vencer bem Lobov, que é mais conhecido por ser parça de McGregor. E é exatamente isso que vai acontecer. Cub, Nocaute.

Thiago Sampaio: Se Lobov sair com a mão levantada, é bom que a humanidade esteja preparada para o holocausto. Ou quem sabe um meteoro caia no dia seguinte para destruir a Terra e não vai ter o Bruce Willis para salvar! Swanson é superior em todas as áreas, já enfrentou os melhores da categoria, vem de uma guerra com Doo Ho Choi, e não deve ser o amigo de McGregor que vai pará-lo. Swanson, nocaute.

David Carvalho: Adoro o Diego Sanches, mas ainda que tenha mostrado tanta disposição nos treinos em suas redes sociais, aposto nesta – que promete ser a luta da noite – em vitória de Iaquinta na decisão.

Felipe Paranhos: Única suspeita paira sobre o tempo de inatividade de Iaquinta. No mais, trocação e wrestling superiores vão dar o tom numa luta tranquila. Iaquinta, decisão.

Gustavo Menor: Imagino que Iaquinta possa sentir a falta de ritmo por estar tanto tempo sem lutar. Mas depois que se soltar, vai conseguir vencer o segundo e o terceiro round. Iaquinta, na decisão.

João Vitor Xavier: Ainda que Sánchez tenha a experiência e a atividade a seu favor, vou com Iaquinta, que tem um jogo em pé mais refinado, mas não tem medo de trocar bombas. Iaquinta, decisão.

Laerte Viana: Iaquinta, enquanto se manteve ativo, mostrou ótimas qualidades, com potencial para incomodar o top 10. Diego, em contrapartida, nunca passou do meio de tabela, e a irregularidade é um marco negativo em sua carreira. O maluco tem coração, mas não suportará a pressão do finalista do TUF 15. Iaquinta vence na decisão.

Lucas Carrano: Minha dúvida aqui é se Iaquinta vai se engajar num combate aberto com Sanchez ou jogar com inteligência pra “garantir os três pontos”. Fico com a segunda opção. Al Iaquinta vence na decisão. 

Lucas Rezende: Bom combate de retorno para o Raging Al. Sanchez tem a carga certa de loucura e resistência para oferecer uma briga dura, mas vencível contra o nova-iorquino. Iaquinta por DU.

Luiz Fernando Ferreira: Diego Sanchez no octógono é promessa de lutão ou decisão controversa, pelo menos nas últimas apresentações do americano. Iaquinta deve sentir o ritmo de luta, mas acredito que o jovem lutador irá vencer mesmo assim. Iaquinta por decisão.

Renato Rebelo: O agressivo Iaquinta de dois anos atrás provavelmente repetiria o feito de Joe Lauzon e pararia Diego Sanchez com socos. Mas, não sei qual será a influência de dois ano de hiato no jogo de um Raging Al desgostoso (abandonou o jogo criticando a quantidade de golpes que levava na cabeça nos treinos, etc). Iaquinta não passará pelo doidão do Sanchez se estiver meia-bomba, mas acho que ele estará com as mãos em dia. Iaquinta, decisão.

Rodrigo Tannuri: Esse encontro tem tudo pra ser movimentado, porque Iaquinta e Sanchez são atletas inflamados e que lutam com muita vontade. Na verdade, vejo equilíbrio. Por mais que não esteja no auge, Sanchez é um adversário difícil de ser batido, que não se entrega nunca, além de ser uma máquina de cardio. Por outro lado, Iaquinta é mais jovem e está mais inteiro no jogo. Sei que o tempo afastado pode prejudicar o produto da Serra-Longo Fight Team, mas o vejo vencendo os dois primeiros rounds e sofrendo um pouco no terceiro. Iaquinta, decisão.

Thiago Sampaio: Nesse confronto de dois caras que andam pra frente o tempo todo e sempre proporcionam combates emocionantes, certo é que os fãs ganham. Em condições normais, daria todo o favoritismo para Iaquinta, que tem mãos pesadas e a fase de Sanchez nos últimos anos tem mais baixos do que altos. Mas o hiato de dois anos longe do octógono será decisivo. Se o campeão do TUF não lutar de maneira kamikaze como de costume e fazer um jogo inteligente, como fez contra Marcin Held, pode levar. Deposito a ficha no veterano, porém, tomara que não seja em mais uma decisão garfada. Sanchez, decisão.

David Carvalho: Palpite difícil, St Preaux, mais experiente tem um jogo de distância que pode favorecer nesta luta, mas não acredito que seja capaz de segurar a brutalidade do brasileiro. Pezão nocauteia.

Felipe Paranhos: Uma coisa eu sei: essa luta não passa do segundo round. Pezão tem grandes chances nesta luta, quero que ele ganhe, mas temo por outro vacilo no chão. St. Preux, finalização. 

Gustavo Menor: Luta ruim para o brasileiro. Acredito que vá se complicar com o jeitão estranho do OSP lutar. OSP, decisão

João Vitor Xavier: Difícil o prognóstico. St. Preux tem um jogo de wrestling mais refinado, mas Pezão tem pressão em pé e está confiante. Jogando a moeda para o alto, vou de OSP, decisão.

Laerte Viana: A fase do St. Preux é tenebrosa e Pezão pode se aproveitar do fator psicológico/momento para surpreender, mas a questão é que o brasileiro costuma travar nos momentos decisivos e comete falhas bobas no solo. E contra o ex-desafiante será fatal. St. Preux, finalização.

Lucas Carrano: Confesso que Pezão ficando acima do peso influenciou bastante minha opinião neste palpite – mudando o método. St Preux vence por TKO. 

Lucas Rezende: Dada a atual fase de Ursinho Puff, darei um voto de confiança ao brasileiro. Pezão tem um primeiro assalto poderoso e quer mostrar serviço na organização, sem falar que ninguém mais anda caindo na enganação do haitiano. Pezão por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Luta bem difícil para o brasileiro, mas a péssima fase de OSP irá me fazer arriscar nessa. Pezão por KO.

Renato Rebelo: Diferença de tamanho (principalmente de envergadura) e grappling grande a favor do americano – sem contar, ainda, que não bater o peso (novamente) é sinal de desleixo. Se tiver meio cérebro, OSP evita as mãos pesadas do brasileiro e mantém o emprego (afinal, vem de três derrotas seguidas). St. Preux, finalização.

Rodrigo Tannuri: Se a luta ocorresse num passado recente, estaria animado. Pezão e OSP possuíam boa sequência e eram vistos como novatos que poderiam se firmar numa categoria devastada. Atualmente, depois de algumas derrotas, ambos lutam em busca da relevância. Não nego que Pezão tenha boas chances, até porque seu início costuma ser avassalador e, contra o passivo OSP, esse ímpeto pode dar certo, mas o mesmo costuma se atrapalhar. Mesmo sabendo que o fator estranheza de OSP não assuste mais ninguém e que o haitiano venha de três derrotas seguidas, ainda o vejo sendo um pouco melhor que o brasileiro, levando a melhor numa luta modorrenta. OSP, decisão.

Thiago Sampaio: O brasileiro tem totais condições de encaixar a mão pesada e arrancar o nocaute, até porque a fase de Ovince não é nada favorável. Porém, o filho de imigrantes do Haiti é mais completo e, com o emprego em risco, deve fazer o jogo óbvio: agarrar e levar para o solo (basta lembrar a facilidade com que Pezão foi finalizado para Nikita Krylov e Gadzhimurad Antigulov). Mas o ursinho Preaux não é um ás do jiu-jitsu, deve capitalizar com golpes no ground and pound, tentar uma ou outra finalização, vencendo por pontos. Saint Preux, decisão.

David Carvalho: Não concordou comigo ao afirmar que Iaquinta vs Sanchez será luta da noite por que ainda temos esta luta no card, certo? Eu entendo, mas como Dodson tem sido mais cauteloso, temo que esta luta seja resumida em muito estudo entre estes dois lutadores bastante técnicos. Fico com a velocidade de Dodson. John Dodson na decisão.

Felipe Paranhos: Wineland tem suas chances em firmar contra-ataques e manter Dodson à distância, mas acredito que em algum momento a mão pesada encaixa. Dodson, TKO.

Gustavo Menor: Lutinha divertida de se ver mas, na boa, o tempo do Wineland já passou. Dodson, muito mais rápido e técnico, vence por nocaute. Dodson por TKO.

João Vitor Xavier: Um dos strikers de mão mais pesada da categoria, Wineland peca pela lentidão em pé (em relação ao resto da divisão). Isso vai lhe custar caro e Dodson vencerá por KO.

Laerte Viana: A derrota diante de John Lineker foi para lá de contestada, e Dodson mostrou, por hora, que ao menos no top 10 dos galos ele tem lugar, ao contrário de seu adversário. Wineland tem na trocação suas chances, mas o ex-peso mosca tem as quedas e um leque maior de opções ao seu favor. Dodson, decisão.

Lucas Carrano: Eddie é um lutador perigoso, muitas vezes desvalorizado. Mas o baixinho da Jackson’s MMA é sinistro e vai levar a melhor. Dodson vence na decisão. 

Lucas Rezende: Pensei que Eddie Wineland estava aposentado. A diferença de velocidade deve impossibilitar o ex-campeão do WEC de encontrar Dodson dentro do cage. Velocidade mata, todos sabem. Mais cedo ou mais tarde, Dodson vencerá por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Luta bem interessante. Acredito que por ser mais técnico e bem mais rápido, Dodson tem tudo para dominar o combate. O queixo de Wineland não é nada confiável, mas acredito que resista os três rounds. Dodson na decisão.

Renato Rebelo: Dodson é muito resistente, rápido e ardiloso nessa categoria. Suas mãos pesadas ainda o transformam num pesadelo logístico para a maioria dos galos. Acontece que Wineland tem mãos e footwork excelente e terá muita vantagem em alcance. Acho que a zebra do card pinta aqui. Wineland, decisão.

Rodrigo Tannuri:  O combate entre os galos é mais um que deve concorrer ao bônus de melhor da noite. Tanto Dodson quanto Wineland gostam de trocar golpes em pé e se sentem bem à vontade fazendo isso. Até acho Wineland superior no quesito, porém o vejo tendo problemas pra achar o vencedor do TUF 14. Dodson é muito rápido e ainda pode confundir o compatriota usando um pouco de wrestling. Wineland não é bobo, não está tão acabado como muitos pensam e deve complicar as coisas, mas deve ficar apenas nos sustos mesmo. Dodson, decisão.

Thiago Sampaio: Wineland pode até ser um nocauteador, mas também é comum para ele levar a pior contra adversários de elite. Esse é o caso de Dodson, infinitamente mais rápido e com mãos igualmente pesadas. Sem precisar se desgastar com o corte de peso como lutava entre os moscas, o saltitante Magician vai entrar com maior agilidade e potência que farão a diferença, mesmo contra um adversário 10cm mais alto. Dodson, nocaute.

David Carvalho: Thales precisa vencer. Se usar o jogo com menos riscos evitará as mãos poderosas do sorridente Smiley e levará a luta para águas mais profundas via jiu jitsu. Vou de Thalles finalizando.

Felipe Paranhos: Tô muito receoso deste palpite, por causa da declaração de Thales de que está pronto pra trocação franca. Por favor, não. Vou na fé: o brasileiro leva um susto e vai pro caminho mais rápido. Thales, finalização.

Gustavo Menor: Todo mundo sabe qual o caminho para vencer o Smiley. Imaginando que o brasileiro não vai ser burro de ficar trocando mão, vejo uma luta pragmática e morna com Thales vencendo por decisão.

João Vitor Xavier:  O brasileiro tem mãos suficientemente ajeitadas para se manter em pé com Alvey sem levar tanto perigo e pedigree para levar o duelo para o chão. Vejo-o dominando. Leites, sub.

Laerte Viana: Alvey é carismático, tem a mão pesada e só. Me recuso a acreditar que Thales, mesmo em má fase, cometerá o erro de ficar trocando em pé. Sua superioridade no chão é infinita, e é por lá que ele vai garantir os três pontos. Thales finaliza.

Lucas Carrano: Rapaz, a tentação pra ousar é grande, e a incomoda posição ocupada favorece o perfil de franco-atirador. Por isso, e só por isso, vou de Alvey por nocaute. 

Lucas Rezende: Se decidir trocar igual Jacaré fez contra Whittaker, será uma noite curta para o brasileiro. Se conseguir derrubar, será uma noite curta para o americano. Acredito que Thales seja o favorito, mas por alguma razão sinto que dá Alvey. Sorridente por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Luta perigosa para o brasileiro, em pé acredito que o menino sorriso possa colocar Thales para beijar o oito. Porém, vou acreditar na estratégia do ex-desafiante, que tem tudo para fazer o dever de casa. Thales por finalização. 

Renato Rebelo: Acho que essa é aquela típica luta em que o Thales encurtará a distância, colará Alvey na grade e colecionará uma monótona vitória. Chateia o público no processo, é verdade, mas se livra da derrota pro Jotko. Leites, decisão.

Rodrigo Tannuri: O estilo de Alvey o tornou queridinho da galera, afinal, não existem muitos lutadores simpáticos e, ao mesmo tempo, nocauteadores por aí, mas, na real, o americano é undimensional e limitado. Ok, venceu quatro seguidas, porém tenho que citar o baixo nível de seus adversários. Thales também está longe de figurar na elite dos médios, mas é experiente e possui mais ferramentas pra arrancar a vitória. O duelo em si não será bonito e quero acreditar que o brasileiro será grappler desde o início. Se quiser se aventurar, vai cair. Tomara que ele tenha aprendido a lição na luta que travou com Boetsch. Thales, decisão.

Thiago Sampaio: Alvey é carismático, todo mundo gosta de ver, além de ser um funcionário com alta frequência, indo para a nona luta em dois anos. Mas como atleta, não tem nada de extraordinário, além de uma boa trocação e certa contundência. Apesar de vir de uma sequência de vitórias, não bateu nenhum nome de nível mais avançado (lembrando que Nate Marquardt está nas últimas). Apesar de vir de derrota, Thales Leites está um degrau acima. Ele bem que poderia ir pelo caminho mais fácil e botar o eficiente jiu-jitsu em ação, porém, creio que vai mais uma vez tentar resolver na mão – o que não é boa ideia contra um canhoto com poder de nocaute – e tentar queda apenas em momentos específicos. Ainda assim, acredito que tem boas chances de vencer. Thales, decisão.

Restante do card:

Joe Lauzon x Stevie Ray
Jake Ellenberger x Mike Perry
Dustin Ortiz x Brandon Moreno
Scott Holtzman x Michael McBride
Jessica Penne x Danielle Taylor
Alexis Davis x Cindy Dandois
Bryan Barberena x Joe Proctor
Hector Sandoval x Matt Schnell

Ranking dos colunistas:

1 – Renato Rebelo – 275 pontos
2 – Luiz Fernando Ferreira – 270 pontos
3 – Lucas Rezende – 255 pontos
4 – David Carvalho – 250 pontos
4 – João Vitor Xavier – 250 pontos
5 – Felipe Paranhos – 245 pontos
6 – Laerte Viana – 235 pontos
7 – Thiago Sampaio – 210 pontos
8 – Rodrigo Tannuri – 205 pontos
9 – Gustavo Menor – 195 pontos
9 – Lucas Carrano – 195 pontos

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Aliás dá pra notar que o Sanchez que perdeu pro Lauzon vai pegar um ranqueado (mesmo inativo) no co-main event, enquanto o Lauzon vai pegar um meio de tabela sendo que ambos vem de vitória pro mesmo cara (embora a do Sanchez tenha sido mais clara).

    • Campeão do TUF 1, fera, tem privilégios até hoje.

      • magnuseverest

        Lutas do Lauzon são complicadas de pontuar,na outra ganhou e admitiu ter perdido,nesta marquei vitória dele e deram derrota.

  • Luis Coppola

    Swanson TKO R2 depois de ganhar o primeiro round por 10-7
    YES YES YES vencendo na split roubadíssima (Iaquinta mandando a torcida ir se fuder de novo na entrevista)
    OSP sub R1
    Dodson KO R1
    J Lau UD
    Perry TKO R2
    Thales UD

  • Silas K
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