UFC 210: os palpites dos
colunistas do Sexto Round

admin | 07/04/2017 às 19:22

Após um hiato de três semanas, o octógono mais famoso do mundo abrigará o UFC 210, que terá como luta principal a revanche entre Daniel Cormier e Anthony Johnson.

Realizado em Buffalo (NY), o evento marcará o retorno do Ultimate à cidade depois de 22 anos de hiato.

Além do título dos meio-pesados, o co-main event terá o encontro entre o ex-campeão dos médios Chris Weidman e o atual número cinco do ranking, Gegard Mousasi.

O combate marca situações bem opostas dos dois lutadores, uma vez que o holandês tenta a sua quinta vitória seguida, enquanto o “All-American” precisar se recuperar de duas impactantes derrotas por nocaute.

O evento ainda conta com duas participações brasileiras no card principal: Thiago “Pitbull” Alves x Patrick Cote, na divisão dos meio-médios, e Will Brooks tentando a recuperação diante de Charles do Bronx. O brasileiro está de volta à categoria dos leves.

Ótima oportunidade para os (nem sempre tão precisos) palpites de nossos colunistas do Sexto Round e de Gustavo Menor, o campeão do Confere em 2016.

Vamos a eles!

David Carvalho: Eu acreditava que a segunda edição deste combate seria mais do mesmo, porém fiquei com uma pulga atrás da orelha depois de achar Daniel Cormier um tanto quanto abatido nestes últimos dias que antecedem o evento, aliás, o meio pesado da AKA ficou peladão na pesagem oficial e continuava com a mesma carranca abatida que me deixou na dúvida. Com isso, aposto em um Rumble inspirado e DC não conseguirá segurar o garotão já no primeiro round. Vejo Anthony Johnson por TKO.

Felipe Paranhos: Não vejo nada muito diferente da primeira luta. Ou Johnson nocauteia, ou morrerá em águas profundas. Acredito na segunda opção, depois de Cormier cansar o rival na base do jogo de grade nos rounds 2 e 3. Cormier, finalização.

Gustavo Menor: Tendo em vista o episódio da pesagem e estando aparentemente bem abatido nos media days, acredito que se o coice de mula entrar, DC não vai absorver como da última vez. AJ, KO no 2º round.

João Vitor Xavier: Ainda que eu ache que DC é um atleta melhor, como mostrou no primeiro duelo entre os dois, creio que o tempo de atividade de Rumble lhe credencia a levar esta luta. Acho que ele consegue atordoar novamente o campeão e, dessa vez, fecha o caixão. Johnson, KO.

Laerte Viana: Para mim, Daniel Cormier é, depois de Jon Jones, o melhor meio-pesado do mundo. Acontece que o queixo do campeão foi testado duramente na primeira luta com Johnson e na defesa contra Gustafsson, indo a knockdown em ambas. Na revanche, porém, acredito DC não resistirá quando seu queixo for de encontro com o míssil que Rumble possuí no lugar do punho direito. Johnson nocauteia.

Lucas Carrano: Eu tenho quase certeza que Daniel Cormier vai fazer a mesma coisa que fez no primeiro encontro, mas tomarei a estúpida decisão de palpitar “com o coração” ao invés da razão. Johnson leva por TKO. 

Lucas Rezende: Aposto que dessa vez DC não aguenta a patada atômica de Anthony Johnson. Antes que o campeão derrube Rumble, ele acabará estatelado no solo se perguntando o que aconteceu. Rumble por KO.

Luiz Fernando Ferreira: Daniel Cormier é o favorito, mais completo e com muito mais armas e tem tudo para vencer novamente. Vejo este combate parecido com o primeiro, inclusive a patada do Rumble, porém, o campeão não irá resistir desta vez. Rumble por KO.

Renato Rebelo: Por maior que tenha sido o papelão na pesagem – onde Cormier bateu o peso apoiando os bracinhos na toalha -, tecnicamente, o casamento segue idêntico ao que era em maio de 2015. AJ não sabe nadar em águas profundas – nunca fez cinco rounds e soma cerca de três minutos de ação nos três últimos compromissos. Por outro lado, Cormier era peso-pesado – tem um baita queixo e tá acostumado com punch – e terá todo o jogo de isometria a seu favor. Estamos falando de um dos melhores e mais resistentes wrestlers do jogo. Acho que o Meteoro de Pégasus não entra e Johnson, como de praxe, pedirá a conta ao se frustrar. Cormier, finalização.

Rodrigo Tannuri: Sinceramente, vou torcer pra que AJ acerte a mesma patada da primeira luta só que com mais felicidade dessa vez. O encontro dele com Jones representa algo novo pros meio-pesados. No entanto, creio que veremos um replay. Por mais que o desafiante possa ter evoluído sua defesa de queda, a diferença de nível de um pra outro é enorme. Sendo assim, Cormier fará, novamente, uso do seu wrestling pra anular e cansar o adversário. Se Cormier é a vítima eterna de Jones, AJ é a vítima eterna do membro da AKA. Cormier por finalização.

Thiago Sampaio: Esse é aquele voto que talvez seja a torcida falando mais alto do que a razão. Cormier tem totais condições de dominar, cansar o adversário e conseguir mais uma vez finalizar ou levar por pontos. Mas vale lembrar que, no primeiro confronto, o Rumble ficou frustrado após ver o nocaute diante dos olhos, mas DC sobreviveu sabe-se lá como, passando a ter o controle. Creio que isso não vai se repetir e, desta vez, a bomba de Johnson vai entrar, talvez não funcione de primeira, mas na segunda o atual campeão não vai resistir. Anthony Johnson, nocaute.

David Carvalho: A luta que estou mais aguardando no evento tem tudo para ser um verdadeiro jogo de xadrez entre jogo em pé de Mousasi e o controle do chão de Weidman. Vou tender pelo melhor momento do armeno-holandês e fico com Mousasi vencendo na decisão.

Felipe Paranhos: Com defesa de queda quase intransponível, Mousasi vai usar seu jogo cada vez mais inteligente para surpreender Weidman em contra-ataques. Mousasi, decisão.

Gustavo Menor: Acredito que se essa luta fosse há dois anos, Weidman levaria na base da luta agarrada. Mas sua atual falta de confiança vai fazê-lo pisar no freio e então o cerebral Mousasi vai impor seu jogo. Mousasi, nas papeletas.

João Vitor Xavier: Luta de difícil prognóstico. Mousasi tem excelente defesa de quedas e ótima trocação. Weidman, por sua vez, leva vantagem quando cai por cima, e acho que investirá nisso. Por ser uma luta de três rounds, dou a vantagem para o ex-campeão. Weidman, decisão.

Laerte Viana: Weidman, embora venha em má fase, teve boas atuações em suas derrotas. Contra Mousasi, o cuidado em pé será redobrado, então prevejo um Chris mais cauteloso, tentando colar o rival com as costas no chão e minimizando os riscos. Como o grappling do armênio/holandês já o deixou na mão em algumas oportunidades, o ex-campeão conseguirá impor seu ritmo de jogo. Weidman, decisão.

Lucas Carrano: Está realmente muito interessante a ascensão de Mousasi e seria bem melhor pra categoria se ele vencesse, mas chegou a hora da volta por cima para o ex-campeão. Com direito a uma pequena saraivada no ground and pound, Weidman vence na decisão. 

Lucas Rezende: Apesar de desacreditado, ainda creio que Weidman é melhor que Mousasi. Desde que não apronte outra das suas, deve assegurar uma boa vitória de recuperação. Weidman finaliza.

Luiz Fernando Ferreira: Mousasi vive melhor fase e pode garantir o sonhando title shot se vencer o ex-campeão. Weidman precisa muito se recuperar e provar que ainda pode retornar ao topo. Como será um duelo de três rounds, acredito que Chris tem o wrestling ao seu favor para fazer aquela luta amarrada. Weidman por decisão.

Renato Rebelo: Não acho que Weidman quedará Mousasi a esmo – e essa nem deve ser a intenção do americano. Mas se conseguir uma ou outra quedinha “ladra” de round – como no R1 contra Romero – e segurar bem as pontas em pé – como fez contra a maioria dos strikers superiores que enfrentou durante toda a carreira -, o All-American pode espremer o resultado. Aposto nisso: Weidman, decisão.

Rodrigo Tannuri: Sempre respeitei bastante o Mousasi e essa versão confiante e estrategista me faz gostar ainda mais dele. Contudo, Weidman é Weidman. Sei que a fase do americano não é das melhores, que até o técnico o criticou, porém, suas atuações nas derrotas pra Rockhold e Romero não foram ruins. Considero o americano um lutador sólido e, mais fino, o vejo contornando a técnica de Mousasi com suas mudanças de nível ao longo do combate. Weidman na decisão.

Thiago Sampaio: Há dois anos, apostaria fácil em Weidman. Mas acredito que o ex-campeão vai entrar bem receoso após as duas últimas derrotas acachapantes. Mousasi vem em ótima fase e tem habilidade suficiente para evitar as quedas do All-American e conseguir vantagem em pé, sempre controlado a distância com o jab. Gegard Mousasi, decisão.

David Carvalho: Palpite difícil, uma vez que ambos, experientes, gostam da luta em pé e para frente. Tem tudo para ser uma bela luta, mas Patrick Côté tem jogo mais técnico e boxe mais alinhado. O vejo com uma leve vantagem. The Predator nocauteia no segundo round.

Felipe Paranhos: Apesar de mais velho, Côté hoje ainda tem mais lenha pra queimar. O canadense tende a usar o modo wrestler, o que tem feito com qualidade, para negar o jogo de Pitbull. Côté, decisão.

Gustavo Menor: Apesar de não ser o Pitbull que outrora esteve no topo da divisão, acredito que ainda possua agressividade suficiente para furar o sistema defensivo duvidoso de Côté, que vem igualmente baixando de rendimento. Pitbull, TKO.

João Vitor Xavier: Acredito que, após a desastrosa tentativa de descer para os leves, Pitbull terá fome de vitória, mas não acho que seja suficiente para superar Côté, maior do que ele e com um jogo de quedas bastante subestimado. Se decidir trocar em pé, o canadense vai para a vala, mas vejo-o fintando uma trocação e investindo no clinch e nas quedas. Côté, decisão.

Laerte Viana: A fase de Thiago Pitbull não é boa, mas o jogo casa para o brasileiro. Côté leva vantagem física, é verdade, porém o brasileiro tem um muay thai mais afiado, que o dará vantagem na luta em pé. O grappling do canadense é até certo ponto eficiente, só que não o bastante para pregar o brasileiro com as costas no chão. Se não pecar no gás, prevejo Thiago levando a melhor no volume de jogo. Pitbull leva na decisão.

Lucas Carrano: Felizmente de volta aos meio-medios (apesar de ter a altura de um peso leve, não tem o porte físico de um), Pitbull deve fazer uma luta animada contra Cote – que voltou bem diferente ao Ultimate. Pancadaria por pancadaria fico com o brasileiro. Thiago vence com um TKO tardio.

Lucas Rezende: Pancadaria franca. Apesar de Pitbull ser o mais jovem dos veteranos, acredito que os anos foram menos piedosos com ele. O canadense estava em boa fase até trombar com Donald Cerrone. Cote por DU.

Luiz Fernando Ferreira: Promessa de uma boa luta, principalmente se ambos resolverem partir para trocação franca. Apesar do momento de Pitbull não ser dos melhores, não confio muito em Cote quando enfrenta lutadores com “mais pegada”. Alves por TKO.

Renato Rebelo: O Pitbull até é mais explosivo e veloz, mas o canadense, maior, mais experiente e completo, vai salgar o duelo na mistura de ações. Passa raspando, mas… Cote, decisão.

Rodrigo Tannuri: Essa lutinha tem tudo pra ser empolgante. Em sua volta aos meio-médios, Pitbull vai encarar um veterano perigoso. No auge do brasileiro, sua vitória era até previsível. Hoje, não mais. Pra mim, Côté é até favorito por alguns motivos: é fisicamente maior, resiste bem aos golpes recebidos, não se intimida e, na atual fase, o vejo mais interessado e inteiro no MMA, mesmo com 37 anos contra os 33 do brasileiro. Côté na decisão.

Thiago Sampaio: Promessa de muita trocação franca entre dois brigadores old-school. Acredito que o estilo agressivo e contundente do Pitbull vai prevalecer, causando sérios danos. Mas o candadense também é forte em pé e, em geral, mais habilidoso. Se sofrer aperto, tem condições de clinchar, conseguir quedas e ficar um passo à frente do cearense. Patrick Côté, decisão.

David Carvalho: Nessa luta de wrestiling vs jiu-jítsu, o jogo do “abafa” do ex-campeão dos leves do Bellator, conhecido como “Ill Will”, fará a diferença dentro da guarda do menino Charlinho. Lá vai: Will Brooks vence via decisão.

Felipe Paranhos: Charles do Bronx seria campeão do UFC se não fosse tão irregular. Embora Brooks tenha brechas que o brasileiro pode explorar, acredito que o americano aproveita a má fase de Charlinho para nocautear. Brooks, TKO.

Gustavo Menor: O Charlinho que vem minguando no gás deve passar um aperto nas mãos do americano conhecido por se impor fisicamente sobre seus adversários. E ele ainda possui wrestling suficiente para anular o Jiu-jitsu do brasileiro. Brooks, decisão.

João Vitor Xavier: É claro que Do Bronx é capaz de finalizar Brooks, mas o norte-americano é versado no jiu-jitsu, tem boa trocação e a opção da queda. Creio que ele irá confundir o brasileiro com seu arsenal mais completo, até atordoá-lo em pé e liquidar a fatura no chão. Brooks, TKO.

Laerte Viana: Will Brooks ainda não mostrou a que veio no UFC, enquanto Charles atravessa fase tenebrosa. Maus momentos à parte, Do Bronx, embora tenha um jiu-jítsu afiadíssimo, dificilmente conseguirá surpreender o ex-Bellator no chão. Se a luta se desenrolar em pé, Will tem a mão pesada o suficiente para aproveitar as inúmeras brechas defensivas oferecidas pelo brasileiro e machucá-lo. Brooks vence por pontos.

Lucas Carrano: Essa é uma luta “vencivel” para Charlinho, mas o sistema defensivo do brasileiro não só me preocupa como me impede de pender a seu favor. Mesmo sem acreditar tanto assim na adaptação do ex-Bellator,  aposto em Brooks na decisão. 

Lucas Rezende: Luta difícil para o pequeno Charlinho retornar à categoria. Não sei se o jjiu-jitsu perigoso será o bastante contra o wrestling do ex-Bell ator. Acho que não. Brooks por DU.

Luiz Fernando Ferreira: Charlinho retornado aos leves, logo de cara pega um Will Brooks que precisa urgentemente mostrar a que veio. Não consigo ver um resultado diferente sem ser um domínio do americano durantes os três rounds. Brooks na decisão.

Renato Rebelo: Brooks terá o controle do meio-campo (wrestling) e ainda estará bem mais forte que o franzino Charlinho no dia da luta. Mas no chão ele será constantemente incomodado por uma das melhores guardas do MMA e, em pé, seu estilo kicker não é o que mais incomoda o brasileiro – que é mais alto e tem problemas com mãos alheias, não tanto com pés. Sei lá, acho que Brooks, em má fase, pode se enrolar no ground and pound, entrada de queda ou até contra a grade – como contra Alex Cowboy – e rodar. Vou contra a maré. Do Bronx, finalização.

Rodrigo Tannuri:  Em mais uma luta entre o bem e o mal, infelizmente, o mal sairá por cima de novo. Quero muito que Charlinho não bata o peso e finalize só pra ver o choro de Brooks e colher suas lágrimas. Mas, como tenho que jogar, vou com o americano. Ele vai se safar no solo (tomara que não!) e, em pé, por mais que não seja especialista em trocação, saberá explorar a defesa mais que vazada do brasileiro. Brooks, decisão.

Thiago Sampaio: A única maneira em que vejo o brasileiro saindo com o braço erguido é se conseguir tirar alguma finalização da cartola, algo que ele já mostrou várias vezes que é capaz. Mas Will Brooks é um wrestler muito eficiente. O marrento americano já lutou nove rounds com Michael Chandler e, mesmo quando perdeu para Alex Cowboy, creio que o resultado teria sido diferente se não tivesse fraturado a costela no primeiro round. Acredito que o ex-campeão do Bellator vai conseguir dominar as ações, complicando a vida do Charlinho. Will Brooks, decisão.

Restante do card:

Cynthia Calvillo x Pearl Gonzalez
Myles Jury x Mike de la Torre
Kamaru Usman x Sean Strickland
Shane Burgos x Charles Rosa
Patrick Cummins x Jan Blachowicz
Josh Emmett x Desmond Green
Gregor Gillespie x Andrew Holbrook
Katlyn Chookagian x Irene Aldana
Magomed Bibulatov x Jenel Lausa

Ranking dos colunistas:

1 – Luiz Fernando Ferreira – 245 pontos
2 – Lucas Rezende – 235 pontos
3 – João Vitor Xavier – 230 pontos
4 – Renato Rebelo – 225 pontos
5 – David Carvalho – 220 pontos
6 – Laerte Viana – 215 pontos
7 – Felipe Paranhos – 200 pontos
8 – Thiago Sampaio – 195 pontos
9 – Lucas Carrano – 180 pontos
10 – Rodrigo Tannuri – 180 pontos
11 – Gustavo Menor – 175 pontos

  • Alisson Passos

    Renato Rebelo apostando alto no Charlinhos! Sei não, embora tenha minha torcida sempre fico com um pé atrás quando Do Bronx entra no octógono. A guarda vazada e preocupante e nos leves a mão é mais pesada. Acho que ele entregará a paçoca como fez contra o Cub.

  • Mateus Elias

    Mano vai ser frustrante se logo no começo da luta o DC levar o AJ pra baixo, mas acho que as chances do AJ aumentaram devido ao corte de peso do DC
    Sobre a segunda luta, a única certeza que vcs têm é que durará 15 minutos né? Kkkk

  • Rômulo Virgínio

    Torcendo para o Charlinho mandar o Will Brooks de volta pro Bellator. Puta negão chato!

  • Hiutch Hiutch

    Na 2ª luta há um pouco de equilíbrio nos palpites. Conferi no Weidmam, mas o Mousasi é bem completo.

  • Henrique

    Rumble KO
    Weidman DEC
    Cote DEC
    Brooks DEC

    • Fernando Batista Lima

      #tamojunto nessa.

    • André Amorim

      Errou todas kkkkk

  • Gabriel Nicacio

    Rumble KO
    Mousasi TKO
    Oliveira SUB
    PitBull DEC

    Um pouquinho de td.

    • Silas K

      É isso aí Gabriel, pegou o esquema da estatística, só discordo do Charlinho, acho que Brooks leva na decisão.

      • Gabriel Nicacio

        Fala Silas, td bem? Então, por incrível que pareça, eu usei um pouquinho de estatísticas misturado com a técnica de cada um. Julgo Charles ter um bjj muito melhor que o do Cowboy, e mesmo assim Cowboy o dominou inclusive no chão. Acho que a luta se desenrolando em pé, Charles pode fazer um trabalho de envergadura, como fez com Pettis, que quase deu certo. E no chão ele é mais finalizador, e acho que no chão pode se dar bem tanto em baixo quanto em cima. Mas luta é luta, vamos ver hj a noite. Abraços.

  • Hyuriel Constantino

    Afinal, a mulher do implante vai lutar ou não? Não tô entendendo ainda qual foi a da Comissão de NY…

    • Bruno

      Pois é, se a Miesha lutou não faz sentido proibir agora.

    • Dennis Do Ó

      Confirmaram que sim.

    • Renato Rebelo

      Luta confirmada dps que “análise detalhada”.

      • Vinicius Maia

        Parafraseando meu colega de fórum Tiago Jack, inveja de quem fez essa inspeção minuciosa na cremosa.

      • Hyuriel Constantino

        Eu tb queria fazer essa análise. LOL

  • Renan Oliveira

    Palpites:

    Cormier UD
    Mousasi TKO 2R
    Brooks SUB 3R (Queria que o Chalinho vencesse, mas é o que deve acontecer)
    Pitbull UD

  • Bruno

    Quanto a cara de abatido do Cormier, que eu me lembre ele sempre apareceu assim em todas as pesagem nos meio pesados.

  • Bruno

    Renatão indo de Charlinho? Aposta ousada.

    • Renato Rebelo

      Dessa vez a maré vira e ELE volta…

  • João Monteiro

    Ninguém apostou no Charlinho. Deveras decepcionado com o 6R.

    • Renato Rebelo

      Presente. O meu é “Do Bronx”, não “Brooks” hehe

      • João Monteiro

        Ôpa! Falta de atenção minha hehe… Fez bem em apostar no vencedor.

  • Tiago Nicolau de Melo

    Com tantos Colunistas apostando no Rumble tô até pensando em mudar meu palpite e apostar no DC.

  • Fernando Batista Lima

    Gustavo Menor sentiu a pressão este ano.
    Bora representar os foristas! #euacredito

    • Igor

      Que fase do Menor!

    • Luiz Ferreira

      Só para constar, ano passado cheguei no último evento do “Confere” brigando pelo o título com o Menor, mas acabei me dando mal kkkk…fiquei em 10º na classificação final. Este ano sou líder nos palpites dos colunistas….acho que os foristas estão sendo bem representados…eu era um, até alguns meses haaha

  • Fernando Batista Lima

    Ainda estou em dúvida entre Jan x Cummins…

  • Matheus V.

    Só queria dizer que “bearded champions always lose”. Vão por mim, Dominick e Lesnar inventaram de usar e tomaram suas surras.
    AJ, TKO.
    Weidman, DEC.
    Cote, DEC.
    Charlinho, SUB.
    PS: Tannuri me lembra um time tetracampeão no mata-mata e que nos pontos corridos não ganha nada.

  • Renato Rebelo

    Pessoal, não se esqueçam dos palpites no Confere!

    http://sextoround.com.br/eventos/ufc-210-cormier-x-johnson-ii/

  • flavio israel

    Acho que hj dá Rumble, Weidman , Pitbull , Do Bronx ( eu acreditoo).

  • Marcelo Silveira

    Renato acertou sozinho a do Do bronks hein…

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