Perto do ouro: a corrida
pelo cinturão do peso-leve

Thiago Sampaio | 16/03/2017 às 13:59

Em qual contexto o maior evento de MMA do mundo tem como campeão alguém que só fez uma luta pela divisão, se dá ao luxo de tirar férias por tempo indeterminado por conta da gravidez da namorada e escolhe os adversários que lhe convém, mesmo tendo um desafiante vindo de nove vitórias seguidas e outro de 24 (!) ?!

Quando a resposta é Conor McGregor, tudo se explica e a coluna Perto do Ouro desta semana vai fazer um panorama da peculiar categoria peso leve.

O irlandês (21-3, 9-1 UFC), que destronou José Aldo em dezembro de 2015 em apenas 13 segundos, faturando o cinturão peso-pena que nunca defendeu, é o principal nome da atualidade do UFC e o cara que traz dinheiro pro caixa.

Sem Ronda Rousey ou Brock Lesnar, ele é o responsável pelas principais vendas de pay-per-view, tanto porque sabe vender fazendo o estilo falastrão, ou pelos resultados que falam por si só. Por isso, tais privilégios são compreensíveis.

“McMoney” chegando?

Depois que bateu Aldo no UFC 194, se aventurou por duas lutas contra Nate Diaz (com uma vitória para cada lado) na categoria dos meio-médios. Foi alçado direto para a disputa de cinturão dos leves contra o então campeão Eddie Alvarez em novembro de 2016 e tirou ele para nada, nocauteando no segundo round, com direito a quatro knockdowns.

Se sagrou o primeiro campeão de duas categorias do UFC simultaneamente! Mas desde então, não pisa mais no octógono. O título dos penas já foi tirado dele de um jeito até hoje muito mal explicado e a categorias dos leves está à espera de alguma definição.

O papo do momento é uma superluta de boxe entre Conor e o pugilista multicampeão Floyd Mayweather Jr. (49-0). O que antes parecia uma ideia absurda – porém vista como a promessa de maior mobilização de dinheiro da história dos esportes -, parece aos poucos ganhar forma.

A T-Mobile Arena, em Las Vegas, foi reservada para o dia 10 de junho de 2017 para o duelo. Floyd já anunciou oficialmente que largou a aposentadoria para pegar o irlandês.

Nós precisamos fazer essa m*** acontecer rapidamente. Vamos lutar em junho”, declarou Mayweather.

Independente de Mayweather x McGregor acontecer ou não, fato é que em breve o UFC deve colocar em jogo um cinturão interino da categoria dos leves enquanto o irlandês faz o que quiser da vida e o vencedor, quem sabe, possa enfrentá-lo no segundo semestre.

E têm alguns nomes muito bons na fila!

Melhor do que nove, são 10!

Se o cinturão interino dos leves for mesmo colocado em jogo, certamente quem vai ficar em um dos corners é esse orelhudo: Tony Ferguson (22-3, 13-1 UFC).

O “El Cucuy” vem embalado por nove vitórias seguidas, incluindo sobre nomes como Josh Thomson, Edson Barboza e o ex-campeão Rafael dos Anjos. A última derrota foi para Michael Johnson, em 2012, por decisão.

Eficiente em pé, tem um amplo repertório de finalizações e sempre entrega duelos emocionantes, até mesmo quando levava um vareio do então desconhecido Lando Vannata, em julho de 2016, mas reverteu a situação e finalizou com um triângulo de mão no segundo round.

A luta que que todos querem ver e que mais faz sentido na categoria não é mistério para ninguém: contra Khabib Nurmagomedov. Acontece que o duelo já foi marcado e caiu nada menos que três vezes, duas por culpa do russo, uma por lesão do americano.

A última vez foi a mais dolorosa. Eles iam se enfrentar pelo bendito título interino no último UFC 209, no dia 4 de março, mas Khabib teve problemas com o corte de peso na véspera e o combate teve que ser cancelado. Até tentaram arrumar Michael Johnson de última hora, mas as condições não eram nada favoráveis para Tony.

Eles queriam diminuir a minha bolsa e não queriam me oferecer a chance ao título. Eles não queriam que eu fizesse nada nesse sentido. Eu entendo que é um negócio, mas sou homem, tenho uma família para zelar e entendo o negócio. Ao mesmo tempo, o esforço todo que tive para chegar até aqui, especialmente contra o Khabib, é algo que me chateia. É uma coisa muito muito chata de se passar”, disse Ferguson.

A tendência é que o UFC tente mais uma vez casar o zicado confronto entre Tony e Khabib, até pela importância da expansão da organização na Rússia.

Se o cara da peruca engraçada sair de cena – o que não é nada absurdo -, Edson Barboza ou Nate Diaz podem beliscar essa vaguinha, lembrando que o ex-campeão Rafael dos Anjos anunciou a mudança para os meio-médios.

Talento de sobra, frequência de menos

Os números de Khabib Nurmagomedov são inquestionáveis. Invicto (24-0, 8-0 UFC), o russo tem um jogo que mistura sambo com luta agarrada diferenciado, com a habilidade de anular o adversário no solo como poucos entre todas as categorias. A última exibição foi em novembro de 2016, quando finalizou Michael Johnson no UFC 205.

O problema são as constantes lesões nos joelhos e costelas (foram dois anos longe do octógono entre 2014 e 2016) e detalhes culturais que levam ao seguinte questionamento: até que ponto é um risco tê-lo como campeão? Ah, claro, ele treina na AKA!

Já foram tantas lutas canceladas e a última, que valeria o título interino contra Tony Ferguson, foi um vinagre no chopp de uma multidão de fãs e do próprio adversário.

Por causa na falha durante a perda de peso – não procurou os médicos do UFC e foi direto ao hospital, onde fez reidratação com soro intravenoso, o que é proibido -, foi duramente criticado por Dana White e pode ser punido ficando de fora da disputa de título.

Ele próprio está ciente dos ocorridos e anos atrás cogitou encerrar a carreira. Recentemente até o pai dele reafirmou que o filho não deve ter vida longa no octógono.

Não quero deixar os fãs tristes, mas Khabib tem 28 anos e, com 30, ele tem que encerrar sua carreira. Nunca disse isso antes, não falei com ninguém, mas acredito que ele tenha mais um ano e meio de atividade pela frente. Eu o quero como uma pessoa saudável e pensante”, disse Abdulmanap Nurmagomedov, que também é treinador de Khabib.

Muçulmano, Khabib é adepto do Ramadã, tradição em que praticam o jejum ritual durante o nono mês do calendário islâmico. Por causa disso, fica impossibilitado de treinar e aceitar lutas por um determinado período.

Inclusive, o UFC até que tentou remarcar o confronto com Ferguson para o UFC 210, em Buffalo, no dia 8 de abril, mas o russo rejeitou por causa do Ramadã. Uma negociação com Eddie Alvarez chegou a ser aberta para enfrentar o “El Cucuy”, mas logo foi descartada.

Se a organização tentar mesmo agendar o confronto pela quarta vez,  desde já, todos ficam com o coração na mão!

Chutando e joelhando pelas beiradas

O nocaute com uma joelhada voadora de Edson Barboza (19-4, 13-4 UFC) em Beneil Dariush no UFC Fortaleza, que aconteceu no último sábado (11), impressionou pela plasticidade.

O brasileiro é aquele atleta que sempre agradou pelo muay thai fora de série (aquele chute rodado sobre Terry Etim…bom…vocês sabem!), mas nunca teve tanta visibilidade.

Quando achava-se que ia engrenar rumo ao topo da categoria, as derrotas para Jamie Varner, Donald Cerrone, Michael Johnson e Tony Ferguson frearam as ambições.

Mas agora, vive o melhor momento na organização, vindo de três vitórias, sobre Anthony Pettis (ex-campeão do UFC), Gilbert Melendez (ex-campeão do Strikeforce) e Dariush.

Por conta da ocupação de Conor McGregor com outros compromissos e da eterna incógnita envolvendo Khabib Nurmagomedov, Barboza pode estar mais perto de uma disputa de cinturão do que nunca.

Esperto, pediu a revanche com Ferguson, com quem travou um eletrizante combate em dezembro de 2015, mas acabou finalizado com um triângulo de mão no segundo round.

Eu luto com os melhores do mundo e às vezes o nocaute não vem, mas dessa vez veio e vai me colocar bem perto do cinturão. Eu quero lutar com o Ferguson, quero a revanche. A última luta com ele peguei faltando apenas quatro semanas e se o UFC me desse essa oportunidade, seriam cinco rounds de guerra. Eu quero muito isso”, disse Barboza.

Não há dúvidas que uma revanche entre Edson Barboza e Tony Ferguson, por cinco rounds, iria instigar os fãs. Porém, é pouco provável que aconteça pelo baixo apelo comercial do carioca de Nova Friburgo e a atuação que teve até tirar tal joelhada da cartola não vinha sendo nada convincente.

A tendência é que pegue um atleta ranqueado, mas fora da rota do cinturão na próxima. Michael Chiesa ou o vencedor de Alvarez x Poirier são boas apostas.

“I’m not surprised motherfuckers”

Não adianta. Nate Diaz (19-11, 14-9 UFC) pode ser apenas o oitavo do ranking, vir de derrota, mas é aquele cara que todos pedem para lutar.

Assim como o irmão mais velho, Nick Diaz, sobra marra e poder de barganha para conseguir confrontos grandes e lucrativos. Mas também, temos de dar o mérito aos pupilos de César Gracie pelo boxe afiado e o jiu-jitsu de qualidade.

Mesmo alternando vitórias e derrotas, Nate parece não se importar muito com título e só quer ganhar dinheiro dando uns tapas (perdão pelo trocadilho infame!) em quem vier.

Tem todo o cenário ao seu favor, começando pela rivalidade com Conor McGregor, quem venceu por finalização em março de 2016, no UFC 196, e perdeu por decisão majoritária em agosto do mesmo ano, no UFC 202, ambas na categoria meio-médio.

Se nenhuma das lutas fazia sentido esportivamente falando, financeiramente o retorno foi de alargar o sorriso do careca Dana: a primeira vendeu 1,3 milhão de pay-per-views e, a segunda, 1,6 milhão. Cada um embolsou o equivalente a cerca de R$ 10 milhões. Imagina o hype que teria o desfecho dessa trilogia no fim do ano, valendo o título dos leves?

Para aumentar o copo meio cheio de Diaz, Tony Ferguson esnobou o pedido de revanche de Edson Barboza e pediu para lutar sabe com quem? Pois é.

Gostaria de dar uma nova chance a Khabib, mas acho que ele está em um momento complicado. Não sei quem é o próximo, mas estou pronto. Estou pensando em um nome e jogando por aqui, mas acho que eu faria uma bela luta contra Nate Diaz. Eu acho que a posição dele no ranking é mentirosa, mas não vejo mais ninguém. Sei que Edson Barboza me desafiou, mas é isso aí. Está tudo no ar”, disse o El Cucuy.

Se Khabib ficar mesmo fora do jogo, não seria nenhuma surpresa ver Ferguson x Diaz valendo o título interino. E cá entre nós, que lutaça!

It’s a long way to the top…

Geralmente, quando um campeão perde o título, ele logo fica ali na espreita para recuperá-lo. Mas esse não deve ser o caso de Eddie Alvarez (28-5, 3-2 UFC) após a derrota humilhante para Conor McGregor em que, como se não bastasse a surra que levou, adotou uma estratégia que pedia para ter o desfecho que teve.

Com luta marcada contra Dustin Poirier no UFC 211, no dia 13 de maio, em Dallas, Texas, vai precisar vencer e fazer mais uma ou duas lutas se quiser reaver o cinturão. A não ser que dê um show apoteótico, a ponto de atiçar a curiosidade para uma revanche com Conor, algo que não interessa a ninguém no momento.

O “The Silent Assassin” chegou ao UFC cheio de badalação após longa negociação com o Bellator, onde era campeão dos leves. A estreia não foi animadora, perdendo para Donald Cerrone por decisão unânime em setembro de 2014, no UFC 178.

Depois, venceu Gilbert Melendez e Anthony Pettis, ambos por decisão dividida, o que o credenciou ao title-shot. Contra o ex-campeão Rafael dos Anjos, teve a melhor atuação na organização, vencendo por nocaute no primeiro round, sagrando-se campeão.

Faz aquele estilo que até tenta provocar para vender o seu combate, mas Conor conseguiu calá-lo bonito. Segue pedindo por duelos grandes, como Khabib, Nate e Ferguson.

Acredito que a única chance de vê-lo disputando o cinturão interino em breve é se algo de errado acontecer com a turma lá de cima do texto e ele apareça como opção para tapar buraco.

Brincando de Mãe Dináh

Vamos lá brincar de dar tiros no escuro e fazer previsões bem aleatórias para a categoria dos leves em 2017?

O improvável duelo de boxe entre Mayweather e McGregor vai acontecer. É o evento do ano, com divulgação pomposa e muito dinheiro circulando pelos bastidores. Mas no ringue não terá surpresa.

O irlandês vai sofrer um choque de realidade ao ver que não basta ter mão pesada e perceber que se aventurar em um esporte diferente contra o melhor (na opinião de muitos) de todos os tempos não foi uma boa ideia.

Floyd vai fazer o seu tradicional jogo de contragolpear, se esquivar dos cruzados de Conor sem muita dificuldade. Ao se sentir à vontade, vai brincar, frustrar o rival até quando quiser, até nocautear o irlandês lá pelo sexto round.

Enquanto isso, Khabib Nurmagomedov sofre uma nova lesão após retornar aos treinos pesados na AKA logo ao término do Ramadã (parece burrice, mas não é impossível de acontecer).

O que acontece? Tony Ferguson e Nate Diaz disputam o cinturão interino dos leves. Em uma disputa sangrenta de cinco rounds, Diaz leva a melhor na decisão dos jurados (calma, é só outro devaneio!).

Com Conor se mordendo para provar que não é uma fraude após a atuação vexatória contra Mayweather, enfrenta Nate Diaz no fim do ano pela unificação de títulos da categoria. Como é de se esperar da dupla, vai ser um festival de provocações de todo tipo e muita propaganda em cima do “tira-teima” entre eles.

Mas no octógono o resultado será diferente. O irlandês vai encaixar a mão no segundo round, vencendo, desta vez por nocaute!

E ainda vai soltar: “I’m not surprised again motherfuckers”!

  • bedotRJ

    O curioso é que o artigo não tocou no nome do Aldo. Talvez pela confusão envolvendo os demais tops da divisão. Mas pensemos: se o Aldo vencer o Holloway com autoridade, dada a rivalidade com o McGregor, ele pode sim entrar nesse bolo. Não terá mais nada a fazer nos penas. Sabendo vocalizar a situação com a competência comercial que tem faltado, tanto ao próprio Aldo quanto ao seu mentor Dedé, ele entra nesse contexto e passa a perna em muita gente.

    • Renato Rebelo

      Tem razão. Acho que o Aldo pode pelo menos tentar entrar nessa.

      • Baixista Loko

        A luta com Diaz foi uma no Meio médio e uma no leve….

        • Thiago Sampaio

          Não cara, as duas foram mesmo nos meio-médios. Inclusive, foi exigência do Conor que a revanche acontecesse nas mesmas condições da primeira luta, para provar que o que aconteceu ali foi “acidente”.

    • Thiago Sampaio

      Boa. No caso, foquei no cenário a curto prazo, já que Conor está focado na gravidez da namorada e na possível luta com Floyd. Então, visei quem pode disputar o título interino dos leves. Em junho, Aldo já tem o confronto com o Holloway marcado. Vencendo, daqui para o fim do ano, muita coisa pode acontecer mesmo.

    • Jp Mikelane

      verdade…Foi ótima aquela jogada do Aldo de se oferecer, repentinamente, como se fosse um “Ás” escondido. Vencendo o Max, seria hilário e empolgante vê-lo tentando salvar um evento contra um dos top4 dos leves.

    • Thiago Batista

      Aldo não se cria com Conor, Khabib nem Tony. rsss

  • Cristiano Junior

    Vi uma noticia no Twitter do Dana falando que a luta entre Conor e Floyd não é o melhor cenário para o UFC mas que ele não impediria o CM de ganhar a bolada que ia rolar… alguém mais viu?? eu tava no trabalho e não consegui pegar a fonte..

  • Alexandre Mantovani

    Algo nesta conta não bate para mim. McGregor voltar a lutar MMA com bolsas de 3M depois de lutar boxe ganhándo 50M? Se esta luta de boxe acontecer o irlandês nunca mais pisa no octógono.

    • ANDRE LUIS SILVA

      Pisa sim. Ele encherá o fiofó de dinheiro, mas concordo com o colunista, tomará uma surra homérica do Maywheather, logo, nunca mais pisará em um ringue e, como sabemos, dinheiro nunca é demais, voltará a ganhar sua grana no UFC até a aposentadoria. E sinto que não importa o cenário, ainda enfrente Diaz e Aldo.

      • Alexandre Mantovani

        Ele volta para o Boxe agora que vai estar conhecido em outro meio. Pode cavar mais um ou dois adversários, como Paquiao e pára. Ele ganha mais como campeão de 2 categorias do UFC(moralmente ele ainda é), do que colocar essa imagem em risco por 2 ou 3 milhões. Ele está lucrando com publicidade e afins mais que a grande maioria em um ano ultra ativo. Só voltaria depois de uns bons anos, quando sua fama diminuísse e por uma proposta muito boa que pode nunca acontecer.

  • flavio israel

    Mesmo alternando vitórias e derrotas, Nate parece não se importar muito com título e só quer ganhar dinheiro dando uns tapas em quem vier. hahaha essa foi boa ! digo …

  • Gabriel Matos

    Dando uma de RODRIHATER digo uma coisa as chances do irlandês vencer o mayweather são as mesma de quando à um certo tempo atrás, eles os “especialistas”, diziam que o notório seria humilhado pelo até então o melhor peso por peso do mundo. E o que aconteceu ??? Isso mesmo apenas 13 segundos. Não duvido do irlandês

    • Baixista Loko

      Me poupe ,tu comparação foi muito sem nexo, tu acha que o bosta do Gregor bate mais forte que o paquiao com uma luva de boxe? Que é mais veloz que o Floyd? Tu sabe que no mma um soco e vc pode ir bater, no boxe não pode é o adversário tem 10 seg pra levantar, ta entendendo as várias diferenças?

  • Jp Mikelane

    Belo texto , cearense. Continue assim. Sucesso!

    • Thiago Sampaio

      Valeu!!!!

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Basicamente é isso aí que tá no texto a situação dos leves, bem explicado.

  • Luis Coppola

    Excelente texto até a parte da mãe Diná.
    Nate ganhar do Cucuy em 5 rounds atualmente é a mesma probabilidade do Bodão chegar no top 5 dos 93..

  • ntchiquisse langa

    Grande texto este. Pena que nao esta la o Aldo que na minha opiniao pode ganhar de todos top 4 dos leves e ate bater o mcgregor se estiver concentrado para tqal . Mas falando a verdade o McGregor e o maior empata f..d do UFC.
    Ele trouxe essa toda besteira de Money Fights e agora nos que gostamos do merito esportivo estamos tramados e mal passados pk duvido que ele faca uma luta com o Aldo, Khabib, Tony ou ate mesmo pk nao contra o Highlight Show Barboza.

    • Bolsomito2019

      acredite… desses 4 , ele vai lutar , no mínimo, contra 2 deles antes de se aposentar. Não tem pra onde correr. Minha maior dúvida é contra o Kabib, que tem um índice alto de não comparecimento aos eventos

  • Rogério Brum Hermany

    E se o McGregor ganhar do Money?

  • Paulo Guedes

    Acho que um certo vaqueiro pode entrar nessa dança. Um velho conhecido dessa categoria de peso

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