UFC FN 104: os palpites dos
colunistas do Sexto Round

admin | 03/02/2017 às 18:44

A cidade de Houston, no estado do Texas (EUA), vai receber a edição de número 104 do UFC Fight Night, evento que marca o retorno de um dos lutadores mais empolgantes que já pisou no octógono: Chang Sung Jung ou, simplesmente, Zumbi Coreano.

O lutador, que estava servindo as forças armadas da Coreia do Sul nos últimos três anos, finalmente está de volta ao MMA. Sua última luta, vale lembrar, foi contra José Aldo no UFC 163 no longínquo 2013.

E será o empolgante Dennis Bermudez que terá a missão de recepcionar o zumbi em seu retorno. 9º colocado do ranking dos penas, A Ameaça esperar aumentar o seu bom retrospecto, já que venceu nove dos seus últimos 11 combates.

O evento ainda conta com os duelos de Felice Herrig x Alexa Grasso, Abel Trujillo x James Vick e o explosivo combate – com cara de title eliminator – a brasileira Jessica “Bate-Estaca” Andrade e Angela Hill (na categoria peso-palha feminina).

Vamos, então, para mais bicudas de fora da área dos colunistas do Sexto Round e do campeão do nosso Confere em 2016, Gustavo Menor.

David Carvalho: Chan Sung Jung está de volta! E como foi difícil palpitar nesta luta! Primeiro, é complicado apostar contra “The Korean Zombie”, mas vê-lo voltar depois de tanto tempo e não imaginar que isso faça alguma diferença, é difícil. Em contraponto, Sung Jung tem como adversário Dennis Bermudez e o nova-iorquino costuma “abrir o bico” quando tem do outro lado do octógono um lutador “top” disposto. E vale lembrar que Zombie afirmou que treinou quase que diariamente durante todo o tempo em que esteve em serviço militar, assim, vou de Zumbi Coreano nocauteando no 3º round.

Felipe Paranhos: Senhores, por motivos de estar em lua de mel, vou de palpites expresso desta vez. Jung, KO

Gustavo Menor: Nós que acompanhamos o MMA de perto sabemos o quanto ele evolui rapidamente e “se dar ao luxo” de ficar longe dos cages por tanto tempo pode ter custado caro para o Zumbi Coreano. Porém, neste tempo ausente, Jung certamente manteve seu corpo ativo para aguentar a rotina militar, então não ficou largadão em off. Bermudez, por sua vez, emplacou duas vitórias contra caras do meio da tabela e deve começar capitalizando a falta de ritmo do Coreano. Mas vou trabalhar com esta hipótese: Zumbi está sem ritmo, mas não involuiu. E o Zumbi de 2013 é melhor que o Bermudez de 2017. Contra a lógica, Jung, na decisão.

João Vitor Xavier: O jogo avassalador e de abafa de Dennis Bermudez é ruim para Jung, principalmente voltando de tanto tempo sem lutar. Como são cinco rounds, até acho que o Zumbi pode aprontar, mas tendo a acreditar mais no preparo físico e no ritmo de luta. Bermudez vence por decisão.

Laerte Viana: Em condições normais, o Zumbi Coreano é mais lutador que Dennis Bermudez, porém os três anos e meio parado irá cobrar o preço contra um adversário digno de top 10, com um grappling eficiente e que muito provavelmente o pregará no chão logo nos primeiros rounds. A chance de Chang aumenta se Bermudez cometer uma de suas corriqueiras burrices, mas acredito que o americano esteja calejado. Bermudez vence por decisão.

Lucas Carrano: Alguns dizem que não existe ferrugem de octógono, outros garantem que sim. Nesta, ficarei com os primeiros. Zumbi leva na decisão.

Lucas Rezende: Nem é preciso ser fã de Chan Sung Jung para saber que este casamento favorece o coreano. Bermudez tem guarda vazada e queixo não tão resistente assim. Se levar o combate ao solo, corre o risco de acabar finalizado, também. A ferrugem pode atrapalhar Jung, mas acredito que ele superará o afastamento. Zumbi finaliza no quarto round.

Luiz Fernando Ferreira: Como é bom ver o Zumbi Coreano de volta ao MMA! Logo em seu retorno, Chan Sung Jung terá a pedreira chamada Dennis Bermudez pela frente. Mesmo com os mais de três anos parado do coreano (servindo as forças armadas da Coreia do Sul) e ocorrendo a evolução do americano entre os penas, que chegou a nove vitórias em onze lutas, acredito que o fator técnica e precisão fará a diferença. Zumbi por TKO no segundo round.

Renato Rebelo: Nas CNTPs, o combo agressividade + envergadura (muito) superior + jiu-jítsu criativo + resistência física me fariam botar as fichas no Zumbi Coreano em cinco rounds ante um wrestler que não carrega muito mais do que fortes overhands. Acontece que são três anos de hiato e o jogo de isometria do Bermudez é dos que mais exigem vigor físico. Sei não. O Zumbi disse essa semana que treinou praticamente todos os dia desde que ingressou na carreira militar e ainda compartilhou vídeo do Dominick Cruz dizendo que ring rust é uma falácia inventada por pessoas fracas de cabeça. Estaria eu sendo levado pela empatia? Talvez… Chan Sung Jung, finalização.

Rodrigo Tannuri: Na volta do querido The Korean Zombie, acredito que os quase quatro anos longe do MMA façam a diferença. O UFC poderia muito bem ter lhe dado um oponente mais acessível. Bermudez é um atleta subestimado, mas muito forte. Na verdade, o que me deixa mais em dúvida nessa aposta é o fato do wrestler ser um atleta burro. Explico: se ele entrar pra fazer o que sabe, terá sucesso em prender o adversário, bem mais franzino. Contudo, se ele der mole, assim como fez contra Stephens, o coreano vai aproveitar. Não duvido disso, mas estou mais inclinado a ir na primeira opção. Bermudez, DU.

Thiago Sampaio: Difícil prever como o Zumbi Coreano vai se apresentar mais de três anos depois da sua última luta, ainda que tenha se mantido ativo nos treinos e no serviço militar. Se o duelo fosse em 2012, seria franco favorito. Mas são cinco rounds e acredito que a falta de ritmo será decisiva. Bermudez pode não ser o mais talentoso dos pesos-penas, mas tem o seu valor e está na ativa, vai para a décima luta no mesmo período. Bermudez, TKO.

David Carvalho: A pressão e o volume desta mexicana têm levado momentos difíceis a todas suas adversárias até hoje. Não acredito que Felice Herrig – que ainda não me convenceu – esteja preparada, pois a mexicana está sedenta para entrar no top 10 e acredito que esta luta é o que ela precisa. Fico com o carisma de Alexa Grasso via decisão.

Felipe Paranhos: Grasso, decisão.

Gustavo Menor: Herrig é o casamento perfeito para a jovem esperança mexicana, que além de saber misturar melhor o jogo de striking com uma possível mudança de nível, ainda consegue manter o ritmo por 3 rounds, coisa que a veterana não sabe fazer. Grasso, na decisão.

João Vitor Xavier: A promessa mexicana terá um bom teste pela frente. Herrig é forte e gosta de se impôr fisicamente. Acho, porém, que o boxe de Grasso e sua noção de distância farão com que ela vença. Grasso, na decisão.

Laerte Viana: Aos 23 anos, Alexa Grasso, 8-0 no MMA, alia jogo agressivo, técnica bem apurada na troca de golpes e alta pressão durante os 15 minutos, tudo isso sem deixar o ritmo cair. Herrig, em contrapartida, nove anos mais velha, ainda não convenceu em suas 17 lutas (11-6). Embora tenha mostrado evolução em sua última luta, não será o suficiente para tirar a invencibilidade da mexicana. Grasso, decisão.

Lucas Carrano: A mexicana é uma das grandes apostas do UFC com razão e, apesar de pegar uma enjoadinha Felice Herrig (que tem condições de amarra-la por toda a luta), acredito que sairá vencedora. Grasso leva na decisão.

Lucas Rezende: Desde que tome cuidado com o grappling perigoso de Herrig, Grasso deve ensacolar mais essa. A americana é mais experiente, mas já sofreu derrotas demais para mostrar como vencê-la, e Graso tem o que é preciso. Alexa Grasso por DU.

Luiz Fernando Ferreira: Acredito que este seja o combate mais previsível dos palpites, mesmo sabendo que a previsibilidade e o MMA quase sempre não andam juntos. Mas vejo a promissora Alexa Grasso aproveitando muito do seu bom boxe diante de Felice Herrig. A americana tem um jogo chato de grappling e pode tentar “amarrar” durante os 15 minutos de combate, mas vejo a mexicana sabendo utilizar a distância e conseguindo controlar a luta em pé. Grasso leva na decisão.

Renato Rebelo: A mexicana de 23 anos troca com desenvoltura e velocidade estarrecedora. Está invicta em nove lutas e a prova de que o UFC aposta tanto nela – assim como em seu compatriota Yair Rodriguez – é que ela já fará um co-main event em sua segunda luta pela empresa. Só acho que escolheram um casamento ruim. A Pequena Bulldog é extremamente limitada e vencível, não me entendam errado, mas também é uma grappler melhor (pegou a roxa de jiu-jítsu nessa semana) e costuma se impor fisicamente. Sua virtude reside exatamente na fraqueza da promessa e, por isso, acho que o UFC escolheu mal. Herrig, decisão.

Rodrigo Tannuri: Sei que as expectativas com Grasso no UFC são bem altas, mas ela não convenceu na estreia diante da freak Jo Clark. Ao mesmo tempo, Herrig é conhecida muito mais por suas fotos ousadas nas redes sociais, do que pela habilidade no ringue. Sim, a americana é muito forte, mas dá muitos vacilos durante suas lutas. Quero acreditar no hype. Nessa altura do campeonato, a categoria dos palhas precisa muito mais de Grasso e a vejo fazendo o básico novamente pra vencer. Grasso, DU.

Thiago Sampaio: Grasso é uma aposta do UFC para embalar a categoria peso palha feminino e Felice Herrig é aquela adversária que, apesar de oferecer algum perigo, é uma escolha bem vencível para a mexicana reforçar o cartel. Alexa Grasso, decisão unânime.

David Carvalho: Vick, que vinha de uma boa sequência de vitórias até ser freado por Beinel Dariush, agora tem pela frente o veterano Trujillo, com grande poder de nocaute. Mas acredito que a capacidade atlética e o estudo de jogo garantirá para James Vick uma vitória por decisão.

Felipe Paranhos: Vick, decisão.

Gustavo Menor: Trujillo não costuma seguir a risca o game plan, cai na pilha facilmente e acaba saindo na porrada muitas vezes de forma displicente. Mas do outro lado, Vick vem de um nocaute brutal, não sabe aproveitar os seus 1,90m de altura e talvez tenha sentido o peso da primeira derrota. Como ele se expões demais, o overhand vai entrar. Trujillo, TKO.

João Vitor Xavier: Para mim, vai ser a luta da noite. Vick tem apenas uma derrota na carreira, mas o queixo é questionável. Por outro lado, é mais técnico em pé que Trujillo e acho que vai conseguir se manter longe das pedradas do adversário. Vick, nocaute.

Laerte Viana: Trujillo tem um meteoro na mão e pode resolver a parada em um golpe singular, mas a maior envergadura e o jogo mais completo de Vick irão fazer a diferença a favor do gigante dos leves, que não cometerá o erro de querer ficar trocando na curta distância. James Vick leva na decisão.

Lucas Carrano: A ultima vez que apostei em Vick, me dei mal. Vou dar uma nova chance ao Texecutioner. James Vick vence por finalização.

Lucas Rezende: Se insistir em trocar, Vick deve levar a pior contra Abel, mas se levar para baixo, rapidamente poderá descobrir que Trujillo não esconde o pescoço muito bem. Gosto de acreditar em lutadores inteligentes. Vick finaliza no R2.

Luiz Fernando Ferreira: Duelo bastante interessante, tem tudo para ser um dos combates mais animados da noite. Apesar da grosseria e da potência que possui nos punhos, Abel Trujillo deixa a desejar bastante em seu QI de luta. Em contrapartida, James Vick é um lutador mais inteligente e completo, fora a sua superioridade na envergadura sobre Trujillo. Vejo algumas tentativas de “blitz” de Trujillo durante o combate, mas acredito que Vick não irá se deixar levar e trocar na curta distância com o “Killa”. Vick leva por finalização.

Renato Rebelo: Striker x grappler em que vejo as mãos mais pesadas e a força bruta falando mais alto do que a durabilidade e o grappling. Ou seja, Trujillo passará mais tempo em pé do que deitado – e não dará mole para as guilhotinas. Killa, TKO.

Rodrigo Tannuri: Olha o Diogo Nogueira do mal aí, gente! Como todos sabem, gosto muito do Abel. O cara tem uma vibe e aparência sinistra e é sanguinário lutando. Na contramão, como é muito forte, tende a explodir no início e se cansar depois. Sendo assim, vejo Vick mais regular ao longo do duelo. O grandalhão, que vem de pesada derrota, deve ficar longe do raio de ação do compatriota e fará uso de sua envergadura e condicionamento pra levar a peleja com tranquilidade, mas sem emoção. Vick, DU.

Thiago Sampaio: Trujillo tem um ímpeto difícil de segurar e tem boas chances de conseguir um nocaute até o segundo round. Mas a luta agarrada é o seu calcanhar de Aquiles e acredito que a guilhotina de James Vick, lutador mais técnico, vai arrancar os três tapas do bad guy. Vick, finalização.

David Carvalho: Bate-Estaca vem em ótima fase na categoria palha feminino e não vejo grandes dificuldades para ela ao enfrentar Angela Hill. A brasileira, que é conhecida pelas mãos pesadas, não vai demorar para encontrar uma brecha dentro do volume da americana. Jessica Andrade nocauteia no segundo round.

Felipe Paranhos: Jessica, TKO.

Gustavo Menor: Na sua primeira passagem pelo UFC, Hill ainda era uma lutadora muito crua. Sua estada no Invicta trouxe confiança e maturidade, mas não o suficiente para bater a Jéssica 2.0, que adaptada ao peso-palha, combina muito bem sua potência e agressividade com um jogo de grappling que vem melhorando a cada luta. E acho que o caminho será esse. Jéssica, finalização.

João Vitor Xavier: Apesar de ter evoluído no Invicta, acho que Hill não conseguirá oferecer qualquer resistência para Jéssica. Vejo a brasileira derrubando, montando e finalizando com um mata-leão. Bate-Estaca, finalização.

Laerte Viana: Angela Hill retorna ao UFC com o status de campeã do Invicta FC, mas convenhamos que ela é bem meio de tabela. E se tratando de Jessica Andrade, que tem mais punch e um jogo de chão justíssimo, a situação da americana fica ainda mais complicada. Se for a mesma Jessica que vimos nas duas atuações no peso palha, prevejo um mini atropelo. Bate-Estaca nocauteia.

Lucas Carrano: Hill está em ótima fase desde que saiu do UFC e foi para o Invicta. De volta ao octógono, no entanto, ela pegará uma atleta em fase ainda melhor e sucumbirá. Bate-estaca vence por nocaute.

Lucas Rezende: Tá pra aparecer uma lutadora com passagem mais difícil pelo UFC do que Angela Hill. De Tecia Torres e Rose Namajunas para Jéssica Andrade. Ficarei impressionado se a campeã do Invicta escapar do primeiro round. Bate-Estaca nocauteia no R1.

Luiz Fernando Ferreira: Hill evoluiu bastante desde que saiu do UFC, até campeã do Invicta FC ela se tornou. Vejo a americana até com mais técnica em pé, mas nada que possa oferecer algum tipo de resistência para brasileira. Jessica Andrade não só evoluiu muito em seu jogo, como deve ser a lutadora com a mão mais pesada na divisão peso-palha feminino, além do seu bom jogo de grappling. Não vejo algo diferente a não ser a brasileira colocando a americana no chão e aplicando um impiedoso ground and pound ainda no primeiro round. Jessica por TKO no R1.

Renato Rebelo: Angela rotulou a brasileira de “imprudente” e “pouco técnica”, mas Jéssica, pra mim, além de grappler superior, é bem mais forte fisicamente. A ex-TUF, apesar de ágil e espertinha em pé, não para as quedas e sucumbe no chão. Bate-Estaca, finalização.

Rodrigo Tannuri: Numa boa, sei que Hill evoluiu bastante em sua passagem pelo Invicta. Sair do UFC fez um bem danado à ela. Só que Jéssica, se bobear, evoluiu ainda mais e dentro do UFC. A brasileira era unidimensional e agora é um tratorzinho. Sinceramente, por mais que a americana seja maior e tenha um condicionamento melhor, não tenho como ir contra a favorita. Que já deveria estar lutando pelo cinturão! Tomara que Jéssica não vacile dessa vez, pois, com tamanha pressão que exerce, tem tudo pra obter mais uma vitória maiúscula. Andrade, DU.

Thiago Sampaio: Apesar de Angela Hill ter evoluído bastante depois que foi demitida do UFC, engrenando quatro vitórias no Invicta, ela não está no nível da brasileira. A “Bate-Estaca” deve arrancar um nocaute ou uma finalização e garantir o merecido title-shot contra Joanna Jędrzejczyk. Aposto em Jéssica Andrade, por finalização.

Restante do card:

Ovince St. Preux x Volkan Oezdemir
Anthony Hamilton x Marcel Fortuna
Adam Milstead x Curtis Blaydes
Chas Skelly x Chris Gruetzemacher
Ricardo Carcacinha x Michinori Tanaka
Tecia Torres x Bec Rawlings
Alex Morono x Niko Price
Daniel Jolly x Khalil Rountree

Ranking dos colunistas:

1 – João Vitor Xavier – 80 pontos
2 – David Carvalho – 65 pontos
2 – Laerte Viana – 65 pontos
2 – Lucas Carrano– 65 pontos
3 – Gustavo Menor – 60 pontos
4 – Lucas Rezende – 55 pontos
4 – Luiz Fernando Ferreira – 55 pontos
4 – Renato Rebelo – 55 pontos
5 – Felipe Paranhos – 50 pontos
5 – Rodrigo Tannuri – 50 pontos
6 – Thiago Sampaio – 30 pontos

  • André Lira

    The Korean Zombie. TKO RD 3
    Grasso UD
    Vick UD
    Bate-Estaca TKO RD 2

  • Renan Oliveira

    Palpites:

    Korean Zombie TKO 2R
    Alexa UD
    Vick UD
    Bate-Estaca TKO 1R

  • Victor Martins

    Korean Zombie DEC
    Grasso SUB 3R
    Vick SUB 1R
    St Preux KO 1R
    Jéssica TKO 1R
    Tecia Torres DEC

  • Walter Filho

    KZ
    Grasso
    Vick
    Jéssica
    ST. Preux

  • il Quasímodo

    vacilo deixar o st. push de fora dos palpites. ele é um grande nome dos meio-pesados, poxa!

  • Saulo Henrique

    Impressão minha. .ou o Carrano é cada vez mais econômico nos palpites? Hahaha

    • Renato Rebelo

      Vida corrida de diretor é isso aí mesmo…

      • Saulo Henrique

        Hahahah

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Bermudez TKO
    Grasso UD
    Vick UD
    Jessica KO

  • Bernardo Oliveira
  • Dênnys Dias

    Levanto a questão: zumbi coreano é o lutador mais amado por todos???tem o meu apoio!vence por tko e grita por ts depois da próxima vitória

    • Rodrigo Tannuri

      Boa pergunta! Acho que, pra galera, Condit, Gustafsson e alguns outros dividem esse posto com ele.

      • Dênnys Dias

        Na minha humilde opinião, condit e lawler são meus favoritos (vide a luta entre eles)

  • Francisco Júnior

    Acordei lembrando que tem UFC hoje. Fui dar uma olhada no card… Desisti completamente. Fica pro próximo sábado.

  • Francisco Júnior
    • Lucas Natan

      Acho que é a questão do tempo longe mesmo. Mais de 3 anos é MUITA coisa. Vou apostar contra ele por isso, mas é aquela: o cara é bom, se vencer ninguém vai ficar surpreso, rss.

Tags: , , , , , , , , ,
Instagram