Lucas Carrano elege os
melhores do UFC em 2016

Lucas Carrano | 09/01/2017 às 12:57

O marcante 2016 já é história. Aqui no Sexto Round, entretanto, ainda vamos olhar para trás e eleger os melhores do ano que passou.

A tarefa, sempre inglória (já que tende muito mais à controvérsia, e discordância, do que qualquer outra coisa), foi concedida a mim e, como não fujo da responsabilidade, sem mais delongas, ai vão os melhores de 2016 (na minha opinião).

Lutador do ano: Conor McGregor

Você pode até querer ser underground e votar naquele sujeito que ganhou 14 lutas e oito cinturões em três continentes. Ou até pegar um outro cidadão no UFC mesmo que teve uma série impressionante de vitórias. Mas fica muito difícil fechar os olhos para o que foi 2016 na vida de Conor McGregor (o que fica ainda mais impressionante depois do que foi 2015!). Até o limão que foi a derrota para Nate Diaz foi transformado em uma adocicada limonada. Recordes atrás de recordes de PPV (três acima de um milhão de pacotes vendidos) e bilheteria, Hollywood, Games, cultura pop, milhões na conta e o primeiro atleta na história a ter dois cinturões simultâneos na história do UFC. De quebra, o irlandês ainda viu de camarote sua única rival pelo posto mais alto do estrelato no MMA ser brutalizada no último dia do ano.

Lutadora do ano: Amanda Nunes

Essa é bem fácil. Não se enganem, houve outras garotas que fizeram muito bonito ao longo do ano, mas nenhuma fez tanto quanto a baiana. Amanda Nunes começou o ano ratificando seu posto de desafiante número um, fez a luta principal do histórico UFC 200, conquistou o cinturão com sobras e simplesmente passou o trator (além de uma britadeira, um carro de pequeno porte e dois chutinhos pra garantir) pra cima daquela que praticamente inventou o MMA feminino no mainstream.

Luta do ano: Robbie Lawler vs Carlos Condit

Aqui a coisa já começa a ficar mais complicada. A mão da eleição chegou a coçar de vontade de votar em Cub Swanson e Doo Ho Choi, principalmente porque a luta aconteceu há pouco tempo e segue fresca na memória. Minha eleita, no entanto, rolou apenas no segundo dia do ano. Robbie Lawler vs Carlos Condit foi um verdadeiro clássico moderno, um balé sangrento orquestrado por dois dos maiores artistas da porrada deste esporte. E pensar que depois de Lawler vs Rory MacDonald em 2015 a gente pensava que já tinha visto de tudo com o (agora) ex-campeão dos meio-médios, hein?

Evento do ano: UFC 199

Falando em eleição fácil, essa daqui foi talvez a mais fácil de todas. Desde junho venho batendo nesta tecla e, de lá pra cá, minha opinião não mudou. Para alguns, como este que vos fala, não foi coincidência que o UFC 199 tenha sido o primeiro grande evento com o novo sistema de pesagens, que deu aos atletas mais tempo para se recuperarem antes de subirem ao octógono. O resultado: um evento com 13 lutas de alto nível (até o Kevin Casey, vejam só, fez uma luta razoável – mas, pra não perder o costume, o resultado foi bizarro, e o duelo terminou em um empate) e o melhor lead-in possível para o UFC 200.

Nocaute do ano: Lando Vanatta

Amanda Nunes, Donald Cerrone ou Yair Rodriguez também mereciam essa honraria, mas, não tem jeito, pela plasticidade Lando Vanatta vai levar o caneco. É bem verdade que o chute do novato pra cima de John Makdessi pode ser considerado um assassinato copycat do brasileiro Edson Barboza, mas que foi que disse que um nocaute perde beleza só por ter havido outro semelhante a ele no passado, não é mesmo?

Finalização do ano: Nate Diaz

Neste quesito acabei ficando bastante dividido. Miesha Tate, e seu mata-leão pra cima de Holly Holm, também foi um dos momentos mais marcantes do ano (e a cena de Holm tentando se agarrar ao vazio até apagar é tão chocante quanto marcante). Mas, como em ambos os casos o que fala mais alto é o contexto, e não a finalização em si, ficarei com Nate Diaz por alguns motivos: a) não me lembro de uma vitória em luta que não valia o título ter mexido com tanta gente em muito tempo; b) foi basicamente o gatilho da onda de superlutas que vemos hoje; c) foi o fim do primeiro capítulo da mais lucrativa rivalidade da história do MMA; d) “I’m not surprised, motherfuckers!”

Surpresa do ano: Michael Bisping

Pegue seu DeLorean, volte no tempo, e diga a você mesmo, ou alguém do meio do MMA, no passado: Michael Bisping será campeão dos médios do UFC aos 37 anos, nocauteando um dos mais completos atletas do planeta, que já havia lhe atropelado alguns meses antes. Além disso, ele também vai ganhar de Anderson Silva, com direito a knockdowns (no plural), e, de quebra, ainda vai escolher seu primeiro desafiante, fazer Dan Henderson furar a fila, e vingar sua derrota mais marcante em casa. Agora tente não fazer papel de ridículo, ou ser internado sob alegação de insanidade mental…

Revelação do ano: Cody Garbrandt

Ok. Cody Garbrandt não surgiu para os radares do MMA no ano de 2016, mas foi, de longe, o melhor jovem da temporada, e sua grande escalada aconteceu no ano passado. Até 2015, sua maior vitória havia sido sobre Marcus Brimage. Em apenas 12 meses, No Love conseguiu quatro triunfos, Augusto Tanquinho, Thominhas Almeida, Takeya Mizugaki e Dominick Cruz, a última em uma atuação irretocável na luta que lhe rendeu o título dos pesos galos.

Pois bem, caros amigos do Sexto Round, propositalmente, deixei algumas categorias para que vocês decidam – e possamos continuar nosso papo nos comentários. Por isso, além das listas refeitas (que eu sei que vão aparecer), deixem também suas opiniões sobre:

  • Academia do ano
  • Treinador do Ano
  • Performance do ano
  • Lorenzo Freitas

    Concordo com a lista, só Evento do ano colocaria UFC 205

  • Hyuriel Constantino

    Apesar de não considerar inválida a forma da escolha feita, vejo que o critério para a escolha do McGregor tem mais contextualização e hype do que feitos esportivos per si. Portanto, se eu fosse escolher o lutador do ano somente pelo ano que teve dentro do octógono e como repercutiu para a história do esporte, ficaria com o Garbrandt, tb tendo como escolher Miocic que tem tudo pra reinar absoluto nos Pesados (ainda mais com a possibilidade de Velasquez se aposentar precocemente ficando cada vez mais concreta).

    Para evento do ano eu escolheria o UFC 205 (SEM PRECISAR BOTAR A SUA HYPE) por match-ups tão magníficos e resultados espetaculares (aí sim, vejo 100% dos feitos do McGregor na forma como bateu um campeão dos Leves e multicampeão do esporte como se fosse um amador).

    E que me perdoe o demônio-mor Robbie Lawler, mas aquela de Swanson x Choi ficou nos anais da carnificina do MMA.

    • Marcio Rodrigues

      Acho a forma de escolha totalmente inválida nesse caso. O hype até poderia valer como desempate, mas apenas entre lutadores que fizeram um ano esportivamente perfeito como Garbrandt, Miocic e Amanda. O Irlanda, nesse ponto, fez muito menos.
      Pelo critério de venda de PPV, McGregor vai ser sempre o melhor do ano. Mesmo que tome uma chuva de tapas na cara e seja finalizado por um lutador sem camp.

    • Burro do Xureg

      A questão é que, em questão de lutador do ano no UFC, não tem como levar em questão só o aspecto esportivo. Nada que alguém tenha feito nesse ano ofusca a conquista do segunda cinturão linear do irlandês, pela PRIMEIRA vez na história. Além do fato mais do que único, ele foi responsável por botar três eventos no top 5 de eventos com maior venda de PPV. Isso em um ano.

      Garbrandt no ano que vem, batendo Dillashaw e Cruz, seria um candidato mais do que forte ano que vem. Mesma coisa com Miocic batendo Werdum e Cigano/Velásquez.

      A única que teve um ano capaz de quase rivalizar com o do irlandês foi a Amanda Nunes, que bateu as duas maiores lutadoras da história da categoria, com vitórias mais do que contundentes.

      • Hyuriel Constantino

        Pela primeira vez na história? Não conhece BJ Penn e Couture não, cidadão?

        • Sds control

          Conquista do cinturão foi a primeira !

        • Burro do Xureg

          Conheço não! Eles dois também pegaram dois cinturões simultaneamente?

          • Hyuriel Constantino

            Pura balela mercadológica. Um cinturão inativo que foi tirado duas semanas depois. Não me impressiona pra quem dizia que ia defender ambos os cinturões e que só um exército tiraria um deles.
            Vai que Dana é o Rambo: exército de um homem só. Enquanto isso o McGregor é o exército de Atenas: intelectualmente trepidentes, mas fáceis de serem subjugados numa pressão básica. hehe… 😉

          • Burro do Xureg

            Mesmo você considerando puta balela mercadológica, mérito continua sendo dele hahaha. Conseguiu disputa na categoria de cima e nocauteou o campeão. O que o McGregor diz pra se promover não se deve levar a sério, mas nem por isso tem como diminuir a conquista dele. Ou tu acreditava que tinha mesmo como defender os dois cinturões, um a cada três meses? Era óbvio que ele ia largar um se conquistasse os dois.

            Se fosse fácil, já não teríamos alguém que tivesse feito a mesma coisa antes? Por que será que não teve?

          • Hyuriel Constantino

            Não teve pq Anderson, Aldo e outros que poderiam ter feito, quando cogitavam a hipótese de disputar outra cinta tinham que abandonar a que possuíam.

            Eu poderia te exigir um pouco mais de raciocínio, mas tudo bem. Para um burrico já me impressiona vc ser capaz de usar internet. haha…

          • Burro do Xureg

            Se o caminho dele teve “facilitações”, por que o dos outros também não teve? Não seria espetacular pro Anderson também? Ou foi só coincidência terem facilitado só pro McGregor, sem nenhum mérito dele?

            A diferença é que eu sou burrico no nick, enquanto você é buríssimo comentando. Ser hater gratuito é uma parada chatíssima. Há braços!

          • Hyuriel Constantino

            Anderson – 10 defesas de cinturão, 16 lutas sem perder, sete anos invicto.

            Aldo – 9 defesas de cinturão (WEC+UFC), 10 anos invicto, 18 vitórias seguidas.

            Jones – 8 defesas de cinturão, até o momento um atleta imbatível e que venceu diversos ex-campeões.

            Algum desses teve facilitações? Ou será que a ficha desses aí fala por si só?

            Agora vamos descer a ficha do McGregor:

            Duas cintas do… CAGE WARRIORS?!
            Disputa de TS nos Penas contra… DENIS SIVER?! (WHO THE FUCK IS THIS GUY?! LOL!)
            Disputa de TS nos Leves contra… NATE DIAZ?! (pior: empatando o score via decisão majoritária?!)

            Realmente, burrico, vc é um produto bem típico da Era McPregoriana. Qualquer um que mostre as discrepâncias de seu ídolo marqueteiro de pés de barro perante verdadeiros GOATs é “hater gratuito”. haha…

            É foda, burrico… É foda… xD

          • Burro do Xureg

            McGregor teve caminho facilitado, mas ainda assim ganhou de uma dos melhores da história em 13 segundos, em uma luta que provavelmente você dizia que o McGregor seria surrado pelo brasileiro.

            Por que as conquistas de lendas do esporte tem que diminuir um feito que só o irlandês conseguiu? Anderson lutou nos meio pesados contra o Griffin, Irvin e Bonnar, mas nunca teve interesse de tentar cinturão nenhum, preferindo enfrentar Patrick Cotê e Thales Leites pra defender o cinturão.

            Jon Jones, antes de fazer todas as merdas que fez, estava a uma ou duas lutas de subir para os pesados e também tentar fazer história. Depois de vencer o Cormier, já se falava muito em uma luta dele contra o Cain na época, que só não chegou a acontecer por conta de problemas dele.

            O McGregor pulou muitas etapas sim, mas a única pessoa que tornou isso possível foi ele mesmo. Ninguém acreditava que ele nocautearia os campeões peso pena e leve em menos de um ano. Nem eu. Ele foi lá e fez. Mérito é todo dele.

            McGregor tá longe de ser meu ídolo, adorei ver ele perder contra o Diaz e torci muito pelo Aldo contra ele. Só sou contra o haterismo e o pachequismo que insistem em diminuir feitos esportivos somente por questão de torcida. Tu quer analisar alguma parada direito? Deixa a torcida de lado e pensa

          • Hyuriel Constantino

            Ué, e expor as facilidades e os riscos maquiados é “haterismo e pachequismo que diminuem feitos esportivos”?!

            Onde eu disse, por exemplo, que nocautear Alvarez e, ainda mais, Aldo são feitos pequenos?

            Eu questiono os meios que o evento forjou para que McGregor chegasse aos campeões e mantivesse seus títulos ao conquistá-los. Ele poderia nocautear Woodley, Bisping, Cormier e Miocic que ainda assim seriam facilitações considerando que sequer fez algo para defender seus cinturões ou passou por algum atleta de calibre para conseguir o TS.
            Digamos que eu fosse agraciado a lutar contra dois campeões sem ter cartel no MMA e, contrariando todas as previsões possíveis, ganhasse de ambos e daí me retirasse do esporte sem sequer dar chance de revanche? Eu seria o melhor? O GOAT?

            Assim fica fácil de ser campeão, né? Isso, inclusive, só serve pra vulgarizar o título e torná-lo momentâneo. Mesmo tendo nocauteado Aldo e Alvarez, é mais capaz dessas vitórias envelhecerem e perderem sua relevância com o tempo do que os feitos até mesmo do Spider que muitos dizem que só bateu em frangos (manda hj algum campeão desses aí encaixar 16 vitórias seguidas e dez defesas de cinturão só contra frangos sendo que nos últimos 3 anos o que mais tem ocorrido são zebras?).

            Oh, e por fim, burrico, análises 100% imparciais não existem. Inclusive, vc frequenta um meio onde mesmo os colunistas são mais opinativos (e eles próprios já assumiram tal proposta do site) do que informativos. Neutro só uma pedra. 😉

          • Burro do Xureg

            Ninguém falou aqui sobre GOAT, só estou defendendo que daqui a dez anos, ninguém vai achar as conquistas do Gabrandt em 2016 maiores que as do McGregor. Por isso ele é o lutador do ano, escolhido inclusive pelo colunista opinativo do site. Carrano inclusive deixou uma explicação excelente ali embaixo, se você se dignar a ler. Adiós

          • Hyuriel Constantino

            “Dignei-me” a ler e, por justamente ser opinativa, é que não tá inconteste a contra-argumentos. Palavra de colunista se tornou verdade absoluta agora?

            E o que tem haver os feitos de 2016 comparados entre si daqui a dez anos? Isso que vc fala seria fruto de uma análise posterior. Não a do momento. Portanto, nada impede que ainda que os feitos de Garbrant hj pareçam mais extraordinários que os de McGregor considerando só a realidade do cage, numa análise posterior a própria análise retrospectiva de 2016 envelheça e passe por uma nova análise e gere novas conclusões.

          • Burro do Xureg

            O que tem “””””haver””””” é que o ano do McGregor é muito mais importante pra história do MMA do que o ano de qualquer outro lutador em 2016.

          • Hyuriel Constantino

            Baseado no quê? Na “”””””””verdade incontestável”””””””” do colunista?

          • Burro do Xureg

            Ah cara, você comparar um possível situação da Holm com a do McGregor mostra que você falha seriamente em compreensão. Tu tá trazendo duas situações diferente totalmente fora da linha de comparação em uma tentativa totalmente sem sentido de rebater. SE acontecesse, seria o caso de obviamente julgar, mas como NÃO aconteceu, não adianta julgar.
            Holm certamente entraria em uma disputa ano que vem caso vencesse a Randamie e defendesse contra a Cyborg. O único caso é que ela entraria pra lista de Couture e Penn, e não pra do McGregor.

          • Hyuriel Constantino

            Ué… Estamos falando de “atleta do ano” ou de “feitos históricos”? Decida-se burrico…

            “O único caso é que ela entraria pra lista de Couture e Penn, e não pra do McGregor.”

            Sério que agora o McGregor tem uma lista única por causa do caráter mercadológico de sua conquista? kkkk… Chessus…! kkkkkk…

            Além disso, Holm sequer seria digna de se comparar a Couture e Penn. O primeiro conquistou a cinta dos Pesados 3 vezes, a dos Meio-Pesados 2 vezes, e realizou defesas em ambas (isso se torna ainda mais impressionante se considerar a diferença de quase 30 kg entre ambas aos invés de meros 5 Kg). BJ Penn, por sua vez, conquistou a cinta dos meio-médios em cima de Matt Hughes, um dos melhores meio-médios de todos os tempo e depois conquistou a dos Leves fazendo 3 defesas.

            Isso tudo só deixa evidente o quanto o nível decaiu pra ser “fazer história no MMA”.

            E, de novo, essa da lista única do McGregor… kkkkkk… PQP! kkkkkkk…

          • Burro do Xureg

            Mas tu é burro hein cara. Não faz sentido nenhum

          • Hyuriel Constantino

            Opa! Senti uma autoprojeção aí, hein? Eu entendo, burrico. É difícil pra um quadrúpede como vc lidar com detalhes dessa magnitude. LOL!

  • Lucas Santana

    vamos lá para a minha opções para as lacunas para ser preenchidas em Academia do Ano, Treinador do Ano, Performance do Ano.
    Academia do Ano: 1: American Top Team
    . 2: Blackzillians
    3: Ricardo Almeida BJJ
    Treinador do Ano: 1: Edmond Taverdyan(Marcos Silveira)
    2: Mark Henry
    3: Greg Jackson
    Performance do Ano: 1: Cody Garbrandt UFC 207
    2: Conor McGregor UFC 205
    3: Demian Maia UFC on Fox Maia vs Condit.

  • Lucas Natan

    Performance do Ano de cabeça aqui é McGregor (contra o Alvarez) ou Cody (Cruz). Aldo (contra o Edgar) também foi sensacional, mas coloco um pouco abaixo. Considerando oponentes de altíssimo nível, essas são as 3 melhores que lembrei.

    obs.: Vc não colocou, mas numa possível categoria de “retorno do ano” não tenho dúvidas de que foi o do Cruz. Depois de todas as lesões o cara voltou, foi campeão e ainda defendeu o cinturão.

    • Matheus V.

      Eu prefiro dar o prêmio de performance pro Cody pela atuação do Cruz, que foi boa e ainda assim anulada pelo No Love. O McGregor matou o Alvarez, mas o então campeão parecia perdido na estratégia desde o inicio.

  • Caio César

    Pra mim luta do ano foi Choi vs Swanson. OK, o 199 foi foda mas cara, 205 rolou de tudo, só gente de peso.

  • É isso, Carrano!

  • Luis Coppola

    Lutador do ano: Garbrandt
    Lutadora: Amanda Nunes
    Luta do ano: Lawler x Condit
    Evento do ano: UFC 205
    Nocaute do ano: Vanatta
    Finalização: Mackenzie Dern
    Surpresa do ano: Bisping
    Revelação: Vicente Luque
    Academia: ATT
    Treinador: Matt Hume
    Performance do ano: Garbrandt

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Eu gostei do 199, mas o 205 e 206 foram épicos também, eu acho que gostei mais do 206 kk. E acho que um colunista achou um desrespeito uma kimura em pé que aconteceu recentemente não ganhar a melhor finalização em…

  • Fernando Ribeiro

    Lutador do ano – Matt Brown
    Lutadora do ano – Ronda Rousey
    Luta do ano – Derrick Lewis vs Shamil Abdurakhimov
    Evento do ano – UFC Albany
    Nocaute do ano – Kimbo Slice sobre Dada 5000
    Finalização do ano – Bryan Barbarena sobre Sage Northcutt
    Surpresa do ano – Jon Jones vs Ovince St. Preux
    Revelação do ano – CM Punk
    Academia do ano – Garagem do pai do Sage Northcutt
    Treinador do ano – Edmond Tarverdyan
    Performance do ano – Tim Means sobre Alex Cowboy

    • Jp Mikelane

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Julio Varoni

      “Garagem do pai do Sage Northcutt” foi perfeito! Kkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Fernando Ribeiro

        Northcutt também é um forte candidato a lutador do ano de 2016, saiu da Tristar pra continuar treinando na garagem, consegue bater o peso leve mas fica subindo pro meio médio, optou por lutar com o Barberena com uma infecção sinistra na garganta, e tudo isso sob instruções do pai, se o Sage quiser chegar longe no UFC é melhor ele abandonar esse pai e adotar um novo kkkkkkkkkkk

    • João Monteiro

      Cara, tô passando mal……

    • fabiojbm

      Toma o like aí fera. Academia foi a melhor mesmo.

    • Hyuriel Constantino

      Cê tá zuêro, hein? kkkkkkkkkkkkkkkkk…

  • Gustavo Lima

    Lutador: Bisping
    Lutadora: Amanda
    Luta: Choi vs. Swanson
    Evento: 206
    Nocaute do Ano: Vannata. Se pudesse eu ficaria com MVP no Cyborg; Não entendo porque todos os sites estão limitando essas listas e votações ao UFC.
    Finalização do Ano: Kimura do Ngannou. Moralmente foi o chokoplata (?) da Mackenzie Dern.
    Surpresa do Ano: Dominator sendo dominado.
    Revelação do Ano: Cody Garbrandt
    Academia: ATT
    Treinador do Ano: John Kavanagh
    Performance do Ano: Cain Velasquez boladão contra Travis Browne – Amanda Nunes contra Miesha Tate

    • Hyuriel Constantino

      Bem lembrado quanto a observação do Nocaute do Ano. Aquele do MVP eu acho que poderia ser o KO mais chocante da história do esporte. Mais do que Hendo botando Bisping pra babar todo duro e coisas do tipo. Ninguém fez a testa de um pobre coitado afundar. Nem mesmo Romero com sua putíssima ignorância contra Weidman. k

    • Francisco Júnior

      Bisping? Aquele que quase foi nocauteado pelo vovô banguela? Acho que McGregor, apesar de tudo, foi o lutador do ano mesmo.

  • Luis Coppola

    Faltou o “abraço da cobrinha do ano”

    • Lucas Pereira Carrano

      Rezende. Sempre

      • João Vitor Xavier

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • fabiojbm

    Já critiquei Carrano por eleger Connor o maior de todos os tempos, aqui o texto, http://sextoround.com.br/112097-conor-mcgregor-um-nome-ja-esta-escrito-na-historia/. Repito então que não concordo com argumento de que é o melhor lutador do ano porque vendeu PPV, bilheteria, Hollywood, Games, cultura pop, e “INCRÍVEL”, dinheiro em conta. O cara foi finalizado pelo Nate Diaz, mas esse critério é “secundário”

    Respeito o dinheiro honesto que o cara fez, marketing, hype, seu mérito comercial, e até a confusão na cabeça de alguns fãs. Mas, com todo respeito, na minha opinião, jornalistas deveriam ter esse discernimento dos lados que envolvem o esporte. O resto da lista boa parte é isso mesmo:

    Lutador: Miocic (Garbrandt também seria excelente escolha)
    Lutadora: Amanda
    Luta: Choi e Swanson (Condit x Lawler também merecem muito)
    Evento: 199 (UFC 205 também seria justo)
    Nocaute do Ano: Vannata.
    Finalização do Ano: Mackenzie Dern.
    Surpresa do Ano: Bisping
    Revelação do Ano: Cody Garbrandt
    Academia: Gloria Pires – Prefiro não opinar (não conheço todos os membros de todas academias para opinar direito)
    Treinador do Ano: Mike Brown
    Performance do Ano: Garbrandt

    • Lucas Pereira Carrano

      Fala, Fábio.

      Primeiramente, obrigado pela mensagem. Eu sempre acho legal quando as pessoas discordam e expõem seus motivos com clareza e de forma bastante razoável.

      Devo observar, no entanto, que meu motivo principal para a eleição do McGregor não foi por “tudo, menos luta”. Isso foi de fato citado e acrescenta bastante ao bolo, mas não é o argumento principal.

      O argumento principal é que, apesar da derrota para Nate Diaz, o irlandês voltou e bateu o rival duas categorias acima de sua própria e pouco depois se tornou o primeiro atleta da história a ter dois cinturões simultâneos em categorias distintas na história do UFC – de quebra, simplesmente brutalizando o campeão da divisão de cima. Essas não são conjecturas, são fatos.

      Claro que você pode considerar as duas vitórias do Miocic ou as quatro do Garbrandt mais que isso. Eu não acho. Na minha concepção, o cara que atinge o grande feito histórico do evento, buscado sem sucesso há anos por muitos (e faz isso lutando MUITO), merece ser o atleta do ano – e, aliás, todos os “adereços” citados foram justamente a razão pela qual ele abriu o precedente para tal feito.

      (Sobre a parada de McGregor maior da história, foi o que eu já disse – acho que até nesse texto mesmo. Melhor pra mim é Jon Jones, McGregor é o maior – o que não quer dizer que ele seja medíocre, pois tem todo o conjunto e ainda é um lutador fantástico).

      Grande abraço.

      • fabiojbm

        Oi Carrano. Desculpe as críticas mas eu realmente observo que esse comportamento é mais comum aqui no Brasil. Jornalistas estrangeiros, quando não sensacionalistas, tendem a ter muito bem separado o lado esportivo do comercial, embora os negócios contribuam para o esporte como um todo.

        O corrijo apenas que Miocic não venceu duas, mas três vezes esse ano. Além de Werdum e Overeem, Arlovski logo no dia 2 completou 3 nocautes no primeiro round esse ano. Muito acima, na minha opinião, de Connor com 2 vitórias, uma por nocaute e outra apertada em decisão majoritária e uma derrota por finalização e para um lutador que não está nos melhores de sua divisão.

        Sobre o feito, dois cinturões, é um feito importante a ser considerado, mas temos que analisar a forma também. Jamais defendeu seu cinturão, não se credenciou a disputar a cinta da outra categoria, foi derrotado por finalização por um lutador que não está entre os melhores, e, principalmente, pode disputar a vontade sem colocar em risco seu cinturão. Diferente de Aldo, que se quisesse disputar outra cinta teria que abandonar a dele.

        Repito que gosto do Connor, tanto pelo estilo de luta quanto pela atividade. Exceto o circo, só fez bem ao esporte. Quanto mais grana o UFC e os lutadores tiverem melhor para o esporte. Mas não foi o melhor lutando. Foi o melhor nos negócios.

        Sobre o maior de todos, coloquei o texto pois você foi claro nele sim sobre maior e melhor. Mas repito, deveria discernir o lado esportivo e comercial . Comercialmente, já é o maior a muito tempo. Esportivamente está muito longe disso. Nem entre os 20 o colocaria ainda. Mas pode chegar lá, tem só 28 anos.

  • Lyn

    Só discordo em luta do ano que considero Cub Swanson vs Doo Ho Choi a merecedora do titulo.

    Melhor evento realmente era a categoria mais facil, estou ate surpreso com a galera colocando outros eventos como melhores.

  • João Monteiro

    Por que é tão difícil reconhecer os méritos do irlandês? Aprendam a separar o lado pessoal/emocional do crítico/esportivo. A conquista dele foi algo inédito na história do evento, ao meu critério sobrepõe a alta atividade no ano e o domínio sobre Cruz de Garbrandt. Mesmo o tatuadinho emplacando três first round KO’s e Dominick apresentar uma ameaça maior do que Alvarez, ainda vejo o feito de McGregor como um “achievement unlocked” que ele conseguiu primeiro do que todos da organização e poderá ostentar tal feito para sempre. Estou também ignorando as lutas com Nate, um homem “três vezes do tamanho dele” e em uma categoria de peso da qual Conor não pertence. Considerando também que o primeiro duelo não foi um revés inaproveitável, fez o atual campeão peso-leve crescer demais como lutador; a postura mais inteligente, estrategista e menos afobada já foi possível de ser observada na revanche. O “Notório” poderia ter lutado somente uma vez no ano passado (UFC 205), que mesmo assim eu ainda o classificaria a digno do título de melhor de 2016.

    PS: Cheguei aqui com o comentário na cabeça. Lendo o texto percebi que os pontos apresentados pelo Carrano são bem semelhantes aos meus. Não foi cópia hehe

    • Hyuriel Constantino

      Não estamos falando do feito em si, mas dele como “Lutador do Ano”. Que “lutador do ano” é esse que perde uma luta contra um cara vindo com dez dias de treino, ganha depois na maciota de quem perdeu por uma via que ele mesmo repudia (nem o Aldo, que ele zoava dizendo que só ganha por decisão, ganhou de alguém na vida por decisão majoritária na base da carreira) e com essa vitória ganha um TS de graça tendo uma categoria com dois atletas que, juntos, ostentam 17 vitórias seguidas?!
      No máximo pode ser um “feito do ano”, e com ressalvas, já que essa história dos dois cinturões simultâneos só durou duas semaninhas e ele teve que se dobrar pra abdicar da cinta dos Penas que nunca defendeu.

      Mas, enfim, apesar de defendermos pontos de vista opostos quanto a tal feito, considero-o por ser um forista de respeito aqui no site e suas colocações têm uma base de genuína convicção.

      • João Monteiro

        Coloquei “pessoal/emocional do crítico/esportivo” pra despertar o rage do pessoal hauehuahuehaue… Na primeira luta contra Nate, Conor ainda possuía aquele espírito de headhunter caçando incessantemente por um nocaute no primeiro round. A infelicidade foi por ser diante de um atleta como Diaz, resistente e com um cardio de respeito que arrastou a peleja para um segundo assalto, com um “notório” praticamente morto por se desgastar tanto no início.

        Já a revanche no 202 me deixou bem satisfeito, considero a vitória de McGregor convincente e a decisão unânime clara (discordo do juiz que marcou empate), dois knockdowns foram aplicados e Diaz recebeu mais golpes significativos (dois a mais = argumento vadio, hehe), mesmo o irlanda passando por alguns apuros por falta de gás durante o processo.

        Quanto ao merecimento do title shot dos leves realmente não há nem o que se discutir, Conor furou a fila bonito.

        Talvez se o ano acabasse naquela semana do 205, a mística dos dois cinturões simultâneos se fortalecesse. Porém, 2016 durou um tanto mais para a gente ver o UFC arrancara a força a cinta e devolver para Aldo.

        Seu comentário possui pontos válidos. Mas como disse antes, mesmo Conor não defendendo o título dos penas, passar por confrontos acirrados com Nate e perder o primeiro cinturão logo após conquistar o segundo, mesmo assim, mesmo se ele segurasse os dois por só uma noite, eu ainda o creditaria como o melhor do último ano (lembrando que não é um fato, mas minha opinião).

        Quanto as opiniões divergentes, penso que o espaço aqui deve ser usado para o debate de forma sadia. Eu mesmo percebi pós-UFC 201 que ficar pistola nos comments só empobrecia a discussão. Poderia ter sido uma viúva do Lawler mais respeitosa. Fica meu respeito mútuo quanto a ti, brother.

    • Marcio Rodrigues

      – “Mesmo o tatuadinho emplacando três first round KO’s e Dominick apresentar uma ameaça maior do que Alvarez, ainda vejo o feito de McGregor como um “achievement unlocked”

      – “Estou também ignorando as lutas com Nate, um homem “três vezes do tamanho dele”

      – “O “Notório” poderia ter lutado somente uma vez no ano passado (UFC 205), que mesmo assim eu ainda o classificaria a digno do título de melhor de 2016.”

      Eu acho que é você que precisa separar o lado pessoal/emocional do crítico/esportivo. Da pra ver que você é fã do cara.

      Os tais cinturões simultaneos é um titulo mercadológico. Ele só conseguiu isso porque o UFC o absteve de defender a cinta RECÉM conquistada dos penas e porque precisava de uma luta grande para estreia em NY.
      Um cara que perdeu do n°5 em março, jamais poderia lutar pelo título poucos meses depois.

      Ele igualou os feitos de BJ e Couture, reconheço. Mas o “simultaneo” é apenas marketing.

      • João Monteiro

        Ele não igualou, cara. Ele foi além. Ele fez.

        Mesmo não defendendo o título dos penas, McGregor subiu para os leves e conquistou seu segundo título no UFC em apenas 11 meses (bom lembrar que não considero a edição 194 para a eleição de melhor do ano de 2016, só citando).

        Quanto ao merecimento pelo title shot da divisão até 70,3 kg, a furada de fila é bem clara. Necessidade de uma grande luta na estreia do evento em NY também é óbvia. Chover no molhado até aqui.

        Mas o mas importante ele conquistou. Surrou Eddie Alvarez e voltou pra casa com um cinturão em cada ombro.

        Não sou fã do cara. Engraçado que qualquer ponto de vista expressado a favor dele já é motivo de taxação.

        • Marcio Rodrigues

          Só um fã ignoraria a derrota para o Diaz.
          Cara, o Nate não é um gigante 3x maior que o CMG. Ele é um peso leve (foi derotado pelo RDA, adversário original do CMG, inclusive). Quer dizer que as lutas do irlandes só valem quando ele ganha? Quando perde, reseta, passa uma borracha. Aí fica facil né.

          Além do mais, não há problema em ser fã do cara, então, não precisa se ofender. Mas só um fã, apesar dos argumentos que você colocou (e eu destaquei) poderia continuar considerando-o melhor do ano.

          • João Monteiro

            A derrota foi mais válida ainda. Ele venceu Nate na revanche e mostrou sua evolução como lutador após o primeiro revés na organização. O Diaz que lutou com RDA não foi o mesmo que encarou McGregor, tanto no 196 quanto no 202 (não desmerecendo o mérito do brasileiro também).

            Não disse que só valem as vitórias de McGrgeor, o disse foi que tanto a luta de fevereiro quanto a de agosto não influenciam na conquista de novembro. Os duelos contra Nate não contam ou pesam para mim na escolha de Conor como melhor do ano, apenas a vitória sobre Alvarez já é o suficiente.

            “Três vezes do tamanho dele” foi uma piada. Acho que nem mesmo Conor acredita nisso que ele disse.

            Não me sinto ofendido, mas continuo não sendo fã. https://uploads.disquscdn.com/images/90b480d1612ace64571b984f32b68a4a4001cbd9abc32f5dd56bc90ab01f1411.jpg

  • João Vitor Xavier

    Só discordo, por pouco, da luta do ano…pra mim, foi Cub x Superboy mesmo! Mítica a lista!

  • Francisco Júnior

    Carrano e Renato, alguma chance de uma votação dos melhores do ano feita pelos leitores do 6R?

    • fabiojbm

      Seria uma boa uma enquete, ainda que seja um tópico no fórum e contada manualmente.

  • Silas K

    Os highlights do UFC 199 foi sinistro! Com certeza o melhor evento de 2016!

  • Jp Mikelane

    Cara, eu como muitos aqui caí na graça do Vannata tanto pelas performances dele, como pelo carisma #queHomem
    Mas na moral, acho que o MVP deu no Cyborg superou por pouco o do serumaninho Lando e merece o nocaute do ano.
    Mais uma vez : Que homem , véi kkkkk