Cyborg venceu: UFC legitimará
a maior campeã do MMA feminino

João Vitor Xavier | 07/12/2016 às 15:23

Parece mesmo que o sacrifício de Cris Cyborg para bater 140lbs duas vezes em lutas casadas no UFC valeu a pena.

Mesmo que com seu jeito meio fanfarrão, e com críticas veladas à campeã do Invicta FC, Dana White aparentemente confirmou a abertura do peso-pena (145lbs – 66kg) feminino no Ultimate, uma demonstração da força de Cris dentro do evento e do MMA em geral.

Ofereci uma luta contra Holly Holm há um mês, pelo título dos penas. Cyborg teria oito semanas para se preparar, mas ela disse que não bateria o peso. Depois, ofereci outra luta pelo título, contra Germaine de Randamie, no UFC 208, e ela novamente recusou…”, disse o careca no podcast UFC Unfiltered.

Mas não só isso. Mostra também a força do público brasileiro e sua importância para o UFC. Além disso, deixa claro que o Ultimate já pensa em uma vida para as categorias femininas pós-Ronda Rousey.

Vamos por partes. É importante para o fã brasileiro, e me incluo nisso, ter campeões brasileiros no evento.

Já vimos o que uma seca de vitórias brazucas faz com a popularidade de esportes no Brasil (os exemplos mais marcantes são do tênis pós-Guga e da Fórmula 1 pós-Senna).

Cyborg x Lansberg: recorde de audiência no Brasil

Cyborg x Lansberg: recorde de audiência no Brasil

Assim, a inauguração de uma divisão peso-pena feminino garante o país com mais uma campeã, e que tem tudo para ser dominante.

Não vejo ninguém destronando Cris até 145lbs, ainda que nomes como Megan Anderson estejam surgindo com força.

Imagino que a ideia é construir Cyborg como uma nova força do esporte brasileiro, um ídolo do Brasil.

Aqui, cabe um parêntese. Em papo com o produtor Thiago Coelho, do Combate, fiquei sabendo que o UFC Brasília, cuja luta principal foi o massacre de Cyborg para cima de Lina Lansberg, teve o segundo melhor número de vendas de pay-per-view do canal no ano, ficando atrás apenas do inesquecível UFC 198 (esses números, imagino, foram pré-UFC 205).

Isso mostra que Cris está no caminho certo e o reconhecimento pode vir antes do imaginado. Também deixa claro para o Ultimate que Cris se tornou um “must” para a companhia, e que deve ser cultivada com atenção como um ídolo em potencial.

Outra questão importante fala do cuidado da própria brasileira com sua carreira. Afinal, Cyborg tem apenas 31 anos e, se fizer tudo certo, bons anos ainda pela frente para se solidificar como um ídolo.

Ela recusou duas lutas por motivos de saúde e forçou a barra para lutar apenas até 66kg a partir de agora.

Decisão corajosa, mas que se provou acertada, como vimos com a mudança de pensamento do UFC em relação à abertura da divisão pena. Assim, Cris está fazendo tudo do jeito certo para voltar 100%, mesmo brigando contra a anemia e uma severa depressão.

… A minha saúde agora é mais importante do que cinturão. Agradeço aos meus fãs. Nós conseguimos! Logo estarei lutando na minha categoria, onde serei campeã do mundo. Estarei pronta em março”, disse a moça ao MMA Fighting.

UFC legitimaria uma das mais dominantes campeãs da história

UFC legitimaria uma a mais dominante campeã do WMMA

Com relação ao futuro do MMA feminino, a iniciativa do UFC também se mostra relevante. Creio que passamos da fase de desconfiança com o futuro das mulheres no Ultimate, independente de Ronda.

Temos tido lutas principais entre meninas com cada vez mais regularidade e a abertura de uma nova divisão cai dentro dessa estratégia.

Planejar o MMA feminino sem Ronda Rousey passa necessariamente por Cris Cyborg. Não há ninguém tão dominante quanto a brasileira entre as mulheres e poucos lutadores fazem frente ao reino de terror da peso-pena – atualmente, só consigo pensar em Demetrious Johnson.

Para o UFC, abrir uma divisão de peso, ainda que em torno de apenas uma lutadora, é uma decisão óbvia.

Fará bem ao mercado brasileiro, sedento por renovações novos campeões, e reafirmará o compromisso do evento com o MMA feminino.

  • Mauricio

    Foi o que falei no outro post essa abertura mostra que a Cyba ‘venceu’ o cara com as atuações, e os numero foram bons pra caramba de vendas, o UFC FN que ela lutou não tinha um card bom, talvez parte dos compradores de PPV queriam ver o Barão tbm, e quem mais? Nelson e pezão? Esse numero é a Cyba!

    Ela está se cuidando e logo mais quando o pessoal ter acesso as lutas delas a tendência é ela crescer MUITO mesmo… e com foi bem dito, Brasileiro gosta de vencedores no esporte e a Cyba é uma vencedora mesmo se alguma coisa der errado e essa categoria não sair do papel ela já venceu esse careca otário !

    • João Vitor Xavier

      Bicho, eu fiquei tão surpreendido com essa informação, que falei com o Thiago novamente por whatsapp, pra conferir se era isso mesmo. Tivemos dois eventos com o Conor, UFC 200, e a Cyborg ganhou todos, só perdendo pro UFC 198, o que era óbvio. Bizarro!

  • Renato Rebelo

    UPDATE/REFORÇO ao que foi dito pelo JVX, pessoal! À sua maneira, Dana White acaba confirmar o peso pena feminino em entrevista à Fox Sports (o texto é do Combate.com):

    “Ela recebeu duas ofertas de luta em 65,7kg e recusou as duas. A primeira luta, ela disse que só tinha oito semanas e não era tempo suficiente para bater 65,7kg, e não deu nenhuma razão pra segunda vez. Mas a resposta é sim, vamos criar uma divisão peso-pena, seja com ou sem a Cris Cyborg”.

    • Doniel Porter

      Dana White é muito escroto com a Cris, cara. Nem faria sentido criar uma categoria sem a ela, mas ele não perde a oportunidade de deixar claro que não tem muita simpatia por ela.

      • Renato Rebelo

        Pois é. Com ele não tem jeito. Tem que ler nas entrelinhas. Não há o menor cabimento de fazer esse cinturão (ou a própria divisão) sem a Cris. É só uma forma de pressioná-la. Ela venceu. É, oficialmente, do ponto de vista do UFC, estrela suficiente para formarem uma categoria em torno dela.

        • Doniel Porter

          Na iminência da criação de uma categoria que tem tudo para ser sucesso, muito por conta da presença de Cyba, esse “vamos criar uma divisão peso-pena, seja com ou sem a Cris Cyborg” foi simplesmente desnecessário e só ajuda a piorar o clima entre os dois, que como sabemos, nunca foi amistoso.

      • João Vitor Xavier

        Perfeito, Doniel. Bem por aí

      • Tiago Nicolau de Melo

        Entendi como se fosse: “caso ela não consiga ou não tenha interesse de bater o peso da categoria a qual pertence, a categoria vai passar a existir do mesmo jeito”.

        • Doniel Porter

          O problema é que até pouco tempo, a questão era: faz sentido criar a categoria pena mesmo com a presença da Cris? Muitos alegavam não fazer sentido por não haver atletas suficientes. Agora imagina criar uma sem a Cris, isso não faz o menor sentido. Já que não pode ignorá-la, Dana tem que dar a sua alfinetada, afinal Cris venceu a queda de braço com ele e sua novela do “bata o peso e depois conversamos” e nesse caso é como quem diga: “vou criar a sua categoria, mas não se ache muito, não esqueça que sou eu quem mando aqui”. E cá pra nós, o Dana White não faz a menor questão de deixar bem claro não morre de amores por Cyborg.

  • Giulia Vargas

    Espetacular para o UFC e para o MMA feminino. Cyborg é uma espécie de DJ das meninas, e prevejo ela com o cinturão por muitos anos.

    • Thiago Pikisius

      Cyba #1 P4P… será?

    • João Vitor Xavier

      Boa discussão é comparar os dois reinos. Acho que o gap de força, técnica e precisão da Cris um pouquinho maior que o do DJ, comparando os dois em relação às suas respectivas categorias.

      • Giulia Vargas

        Fiz essa comparação simples pelo fato de não ver nenhum adversário a altura para os dois em suas respectivas categorias. Cyba sem dúvidas é uma striker superior, porém vejo DJ mais equilibrado e completo como um todo.

        • João Vitor Xavier

          Não discordo, mas a questão é que as vitórias da Cyborg são mais avassaladoras. Pra mim, o DJ estaria acima da Cris se compararmos os dois tecnicamente, mas a brasileira tem um reino mais violento, rs

  • Idonaldo Gomes Assis Filho

    Muito bom que o UFC decidiu abrir a divisão, talvez seja um pouco tarde, já que o Bellator pegou boa parte das lutadores interessantes que a divisão tem, o que resta agora é as do Invicta e algumas fora dos principais eventos de luta, mas mal espero para ver o início da categoria, que deve ser arrepiante, se já existem lutas mais do que eletrizantes na divisão dos palhas e dos galos, imagina agora que além de eletrizantes as meninas possuem mais poder de nocaute? Vai ser fantástico.

    Mas acho que após isso a ideia da categoria mosca ficou pra trás, tinham até feito uma luta nela mas acho que o UFC não vai querer criar agora já que está gastando dinheiro criando a categoria até os 66.

    • Carlos Montalvão

      Pensa na oportunidade dos números que um TUF: Team Cyborg vs Team Rousey traria. Seria um ótima hora os novos donos do UFC repensar na decisão de extinguir o The Ultimate Fighter… TUF Cyborg vs qualquer outra também seria interessante

      • Idonaldo Gomes Assis Filho

        Gigantesco, elas não se gostam, e tem mercado pra caramba, agora se ia rolar a tradicional luta entre os treinadores é outra coisa kk, mas eu aprovaria.

      • João Vitor Xavier

        Infelizmente, isso nunca vai acontecer. Ronda odiou ser técnica do TUF, e agora não fala mais com a mídia especializada. Impossível…

        • Carlos Montalvão

          Isso só mostra o quanto é patética como pessoa/personalidade haha, o que me leva à minha segunda opção: The Ultimate Fighter – Team Joanna vs Team Valentina. Peso-Mosca e Peso-Pena, campeã do mosca enfrenta a vencedora do duelo entre as treinadoras e a campeã do pena disputa o cinturão contra a Cris Cyborg, estilo DJ vs Elliot. Todo mundo sairia ganhando, as duas tem experiência de sobra para treinar boas atletas (Joanna aprendendo com os erros do outro TUF) e poderíamos ver Megan Anderson ganhando experiência e até vencendo o programa sem ser jogada pro abate cedo demais contra a Cris. Cenário perfeito para isso seria se a Valentina se tornasse campeã em cima da Amanda (depois dela destruir a Ronda) e aí, olha só: Superluta entre campeãs que já se conhecem no Muay Thai no peso-mosca e que vão por a rivalidade em jogo pela primeira vez no MMA.

          • João Vitor Xavier

            porra, abrir o peso-mosca com uma luta de título entre a campeã dos galos e a campeã dos palhas – com a vencedora ficando com dois cinturões – seria ÉPICO!

    • João Vitor Xavier

      Foi o que eu falei acima. Imagino que haja um receio de debandada do peso-palha pro peso-mosca…

      • Carlos Montalvão

        Isso abre espaço para contratar pesos-átomo e fazer elas subirem. Peso-mosca tem tudo pra ser a melhor categoria visto a rotatividade de atletas subindo e descendo, algo que não terá no galo e tampouco no palha (e muito pouco no pena)

        • João Vitor Xavier

          mas aí mata o peso átomo tb, ainda que, pra ser sincero, não sei se é uma categoria cheia, mesmo no invicta..

  • Renan Oliveira

    Agora sim. Vamos soltar fogos. #CyborgCampeã

  • Carlos Montalvão

    O peso-pena irá girar em torno de Cyborg-Megan Anderson-Cindy Dandois. Digo a Cinderella por já ter vencido a Megan (a futura nova-Cyborg)

    Finalmente vamos ver a Cris em sua capacidade total e não vai haver desculpas para Ronda Rousey recusar a luta, se o mundo cooperar com uma vitória da Amanda no próximo dia 30. Além disso, porque não forçar a ida de Antonina Schevchenko pro UFC, como ela é a irmã maior da Bullet, acredito que casaria bem nos 66kg do MMA (não sei se já lutou lá)

    Calderwood mostrou que luta muito melhor e mais solta como peso-mosca, aquela luta experimental foi muito boa e a prova de que a divisão dos 57 seria a melhor de todas. Cabe a Joanna passar por cima de Bate-Estaca, Namajunas e Alexa Grasso (que seja apenas uma delas então) e começar a pressionar o UFC pra ativar de vez a divisão de cima, onde ela pode ser campeã e a luta que venderia muito bem como disputa inaugural de cinturão (já que o UFC tem um dos melhores departamentos de marketing no esporte que já vi, se não o melhor) é obviamente Joanna Jedrzejczyk vs Valentina Schevchenko.

    • João Vitor Xavier

      Sabe se a Valentina conseguiria descer pra 57kg. Minha visão, talvez equivocada, é que ela já é grandinha pro peso-galo. Enfim, boas ideias!

      • Carlos Montalvão

        Imagino que elas se enfrentaram por volta desse peso no Muay Thai, já que no MMA são 2 categorias de diferença, só pode ter sido no meio termo. Valentina não deve cortar peso pra lutar no galo, se forçar um pouco acho que chega no 57 sim, apesar dela ter tido que permaneceria nos galos, vejo nisso uma oportunidade maior para ela.

      • Anderson Tomaz

        Eu já acho a Valentina perfeita pras moscas pela questão da altura viu O.o
        Não acho ela grandinha pras galos…
        ”Grandinhas” pras galos eh Ronda e Holly hahaha

        • João Vitor Xavier

          ela é pequena, mas compacta, parruda. enfim, não tenho conhecimento de nutrição pra saber, só olhando pra ela, se rolaria dela baixar mais 4kg e blau, rs

  • Francis Couto Falbo

    Um ídolo do Brasil , aí vc forço um pouco

    • João Vitor Xavier

      Não disse que ela já é, mas tem potencial, sim.

  • Anderson Tomaz

    sou bem mais ou menos em relação a essa categoria…
    como fã da Cyborg acho interessante, mas como fã de wmma creio que a categoria wfly é mais interessante

  • Rafael Fiori

    Se falava em criar a categoria peso mosca e nada de peso pena.
    Decisão tomada em cima da hora, parece que os novos donos do UFC estão tomando boas decisões.

    • João Vitor Xavier

      Meu palpite é que deve haver um receio de debandada do peso-palha pro peso-mosca, se abrirem a divisão até 57kg. Bate-Estaca, Letorneau, Calderwood e a própria Poliana Botelho iriam correndo pra 125, hahaha!

      • Carlos Montalvão

        Melhor para Alex Chambers, Paige VanZant, Bec Rawlings, Michelle Waterson e Herica Tiburcio, a concorrência seria menor para essas meninas mais magras e/ou baixinhas.

        • João Vitor Xavier

          excelente ponto. na verdade, é que nem o UFC era há 10 anos, quando não tinha nem peso leve. Nego que era pena ou leve, lutava de meio-médio, haha! só ver quem fez a final do TUF 1 entre os médios – diego sánchez e kenny florian, que lutaram de meio-médio, leve e pena!

  • Anderson Tomaz

    Falando em wmma, parece que a Bate Estaca pega a Ângela Hill no 207
    Acho que deu ruim

    • Hyuriel Constantino

      Ou não. A Angela teve uma passagem péssima no UFC e só conseguiu ser campeã no Invicta pela qualidade da categoria dela lá ser mais baixa que no UFC.

      • magnuseverest

        Moroz era mais perigosa que Hill,agora o TS fica mais complicado tb…

    • João Vitor Xavier

      Não acho mesmo, haha! A Hill se encontrou no Invicta, ok, mas lutou há pouco tempo e não vinha treinando. A Bate-Estaca com certeza já tava em ritmo de treino pq ela falou no Fight2Night, ainda no início de novembro, que iria lutar no fim do ano.

    • Carlos Montalvão

      Hill é ótima na trocação mas tem a mão leve e pouca agressividade fora do clinch. Tem um ótimo Muay Thai, porém sem o volume de golpes da Joanna ou a plasticidade da Calderwood, não tem muitas chances de aguentar o jogo da Jéssica não, mesmo em pé.

  • Anderson Tomaz

    Falando em wmma [02], Alexa Graciosa enfrenta Felice Herring no FN104

  • Dieego Vasconcellos

    Como ela deve lutar em Março, deve ser a luta principal do UFC em Fortaleza e deve dar um bom número, já que será no Brasil e em uma recém inaugurada arena com capacidade de 18 mil

    • João Vitor Xavier

      Cara, que o UFC Brasil ouça seu comentário! Seria irado ela fazendo a primeira disputa de cinturão do peso-pena aqui!

  • André Rodrigo

    Sensacional, pra mim a melhor noticia do MMA do ano, nós aqui de Curitiba acostumados com lendas nos representando nesse esporte estamos órfãos a alguns anos desde a queda do Spider, estudei na mesma escola que a CYBA, sempre foi humilde e batalhadora e merece ser reconhecida como uma top p4p e pra ter esse reconhecimento do grande publico essa cinta dos penas tem que vim, acredito que Dana foi contrariado nessa, alguém acima dele tomou essa decisão que convenhamos demorou demais pois Ciborg era uma das estrelas do Strikeforce, o caso do doping contra a japonesa talvez tenha sido o que travou dessa categoria não ter sido criado antes já em torno da Cyba, quando teve a integração das franquias, mas enfim se concretizando essa noticia teremos o começo de um novo reinado de recordes no UFC.

    • João Vitor Xavier

      Toma o meu like aí! E concordo, isso parece que veio de cima do DW! Haha

  • Assim como acontece com alguns lutadores (casos como o Barão, Johnson..), não poderia acontecer de algumas lutadoras da categoria de baixo preferirem subir pelo sofrimento de bater o peso da categoria abaixo? Quais poderiam ser essas?

    • João Vitor Xavier

      Foi o que eu falei acima, Elias. Não precisa nem ter dificuldade de bater o galo, acho que muitas lutadoras de nome dos galos que não estiverem na boca pra buscar o cinturão até 61kg subiriam por title shots…

  • Juanjo_MMA

    Quando ela veio para o UFC todo mundo reclamava que nao tinha ninguem a altura da Cyborg, só lutava com franga e claro que matava todas.
    Criar a mesma categoria no UFC parece muito legal, mas de onde vao tirar as competidoras a altura?
    Parabéns para ela, mas pra mim, só vamos saber se ela venceu mesmo com o tempo. Porque ver as lutas que ela fazia com essas “amadoras” pra mim nao atrai (Lina Lansberg sem comentario). Criar uma categoria para ela seguir dominante por falta de rivais nao tem muito sentido…

    • João Vitor Xavier

      Juanjo, com um título como prêmio, garanto que muitas ranqueadas do galo que estiverem longe da cinta (cito, atualmente, Liz Carmouche, Alexis Davis e até a Bethe Correia) subirão em busca do ouro. Vai dar certo!

      • Juanjo_MMA

        Boa. Nao tinha pensado nisso.
        Espero que funcione mesmo.

Tags: , , ,